SuperHero

10 Capítulo 9 - Cupido


Notas iniciais
OIEEEEE~~ pessoinhas lindas que leem minha fic! como vão?! espero que bem! vey, eu tava me coçando toda pra postar esse capítulo, na minha opinião ficou épico *--* e finalmente chegou o dia mais aguardado da semana, a segunda-feira! não, pera... enfim, aqui vai mais um capítulo, espero que gostem e boa leitura!

Elsa passou a palestra inteira preocupada. Seu rosto pálido parecia sereno, mas seus olhos azuis a traíam; a cada dois minutos eles vagavam inconscientemente para o cantinho da enorme sala de projeção. Lá, sentado em uma cadeira com uma postura que faria a coluna de Elsa entortar pelo resto de sua vida e com os pés apoiados no encosto da cadeira da frente (irritando profundamente o rapaz que estava ali tentando paquerar a moça ao lado e levando uma pézada dele toda vez que tentava), estava Jackson Overland.

Ou, como Elsa o conheceu antes de saber esse nome, Frostbite.

Na verdade, ela não sabia como não havia notado da primeira vez. Não era como se ele tivesse uma cor de cabelo discreta, ou como se não chamasse muita atenção.

Talvez fosse a diferença de personalidade.

Frostbite era frio e sombrio por natureza. Mesmo escondidos por debaixo de uma máscara de mergulho, seus olhos continham um ódio gélido e uma tristeza profunda, algo que Elsa jamais conseguiu explicar, por mais que pesquisasse sobre o assunto. Ele era um mistério a ser resolvido, uma figura escura no meio da névoa. Ele era um anti-herói, e era desta maneira que queria ser visto. Ele era manipulador, e mesmo quando não estava com o lenço a cobrir seu rosto, era quase impossível definir se estava sorrindo ou fazendo caretas de dor. Talvez estivesse fazendo os dois.

Mas Jack... Não. Jack era completamente diferente.

Aquela não era a primeira palestra que Elsa dava uma palestra na Universidade Caçadores de Ursos. Na verdade era a sétima. A primeira palestra foi tão bem sucedida que Elinor pediu a Elsa para dar uma pelo menos uma vez por mês ou mais, e agora Elsa não era apenas blogueira, mas também uma certa espécie de professora na universidade. Não que isso tivesse muito a ver com a história. O ponto é: ela começou a passar muito mais tempo com Jackson Overland, que ela já sabia muito bem quem era, mas fazia a inocente para dar ele um arzinho de satisfação.

E foi assim que ela conheceu uma nova face dele, uma completamente diferente daquela que ele passava quando estava com a máscara.

Jackson Overland, ou Jack Frost, como gostava de ser chamado, era um rapaz extrovertido e brincalhão, que gostava de pregar peças em todo ser humano que ele conhecia (inclusive já tinha pregado algumas em Elsa) e que gostava de andar de patins, embora não lidasse muito bem com rodinhas. Era conhecido como o Rei do Gelo por sua habilidade com patins de gelo, com os quais era muito veloz e gracioso. Jack gostava de passar o dia inteiro no campus da universidade, quando não estudando, passando tempo com seus amigos, um grupinho já familiar a Elsa: Mérida, que apesar de não estudar ali, por ser filha da diretora ia aonde bem entendia (quando estava por ali, e não na delegacia, trabalhando), Richard, cujo apelido era Hiccup, um estudante de engenharia mecânica cujo sonho era fazer a armadura do Homem de Ferro™ e Rapunzel, a prima de Elsa e Anna, que estudava enfermagem e artes plásticas, e tinha o sonho de ser uma grande pintora no futuro.

Os olhos de Elsa não paravam de disparar para o rapaz sorridente, charmoso e brincalhão por um motivo bastante complexo: dúvida.

Ela não sabia se os outros sabiam que ele era Frostbite.

Ela não sabia se ele sabia que ela sabia que ele era Frostbite (tá começando a complicar).

E pior de tudo: ela não sabia se deveria contar que sabia.

Depois de sua ultima interação com o dono da rede de chocolaterias, um acidente de carro e um soco bem dado no queixo que até agora Elsa se perguntava como ele não tinha desmaiado, Frostbite tinha desaparecido sem deixar vestígios. Não foram mais registradas atividades dele junto aos Guardiões ou à Gangue dos Pesadelos, que por acaso também tinha dado um tempo dos ataques, e ele não a havia visitado também (muito embora Elsa tivesse a terrível sensação de estar constantemente sendo vigiada, então ela se mantinha restritamente na linha até em casa). E isso acontecera depois que Elsa conhecera de verdade Jackson Overland.

—e foi assim que o jornalismo nasceu, cresceu e amadureceu. A palestra de hoje está finalizada, estão liberados. – Elsa diz, suspirando aliviada.

Ela estava arrumando suas coisas quando viu com sua visão periférica alguém se aproximando. Ela nem precisou levantar o olhar para saber quem era. Um sorrisinho brincalhão surgiu na ponta de seus lábios enquanto ela falou.

—ora, ora, quem vemos aqui, meu caro Jeferson? – ela pergunta, colocando o casaco azul dentro da fiel bolsa que carregava para todo lado.

—você chama seu casaco de Jeferson? – Jack pergunta, como se estivesse falando sério.

—não, chamo minha bolsa de Jeferson. – Elsa diz, fechando a bolsa. – café? – ela propõe.

—hoje é por minha conta! – ele diz, pondo o braço nos ombros da moça e a conduzindo até a cafeteria favorita de Elsa.

—hm, qual o motivo do súbito bom humor? Vem cá, você não tava de TPM ontem?

—eu, de TPM? – Jack pergunta, torcendo o nariz.

—sim, TPM. Temporada Para Matança. Tava dando patada até na tua mãe, e olha que eu nunca vi a tua mãe na minha vida!

—já te disse que ela tá em Oregon, e ontem foi um dia cheio. MAS! – ele grita subitamente, fazendo Elsa se assustar e rir. – hoje eu consegui dormir antes das três da manhã, o que significa que eu consegui acordar a tempo e não me atrasar, o que significa que eu estou de bom humor!

—o que significa que você vai ter energia o suficiente para me ajudar a estudar hoje! – Hiccup diz, surgindo de uma das salas de aula da universidade e começando a acompanhar os dois com um sorriso no rosto.

—ahn... – Jack diz, olhando para Elsa com carinha de cachorro que caiu da mudança.

—nem vem, fofinho. – Elsa diz, sorrindo maliciosamente. – o namorado é teu!

—ah, socorro... Eu odeio engenharia mecânica! Minha faculdade é de artes cênicas, o que exatamente eu posso fazer para te ajudar?! – Jack diz, reclamando e pondo as duas mãos na cara.

—não concordando muito com Elsa, porque ambos sabem exatamente por quem eu babo, mas você pode me dar apoio moral para estudar e você perdeu uma aposta para Punzie.

—ouvi meu santo nome sendo mencionado em vão, quem me invocou? – Rapunzel diz, surgindo aleatoriamente de dentro de uma das salas de aula.

—brotou sem precisar de água! – Jack diz, puxando a loira pela cintura para mais perto e dando-lhe um beijinho na bochecha. – eu te odiaria por fazer perder a aposta se você não fosse tão irritantemente adorável.

—fazer o que, né? – Punzie diz, fazendo a santa. – tá no sangue! – ela diz, olhando para Elsa e piscando nada discretamente para a prima.

Elsa começa a rir enquanto anda com seus novos amigos. Ela tira o celular do bolso (aquele era um daqueles raros dias em que estava calor o bastante para fazê-la usar shorts, mas não o bastante para convencê-la de que o tempo não iria virar e que ela deveria deixar o bendito casaco em casa) e vê uma mensagem de Anna.

my vacancies over, I’m coming home late~~” dizia a mensagem.

Ela conhecia a letra da música, e sabia o que significava: ela iria sair para socializar com seus próprios amigos (o grupinho dos não-nerds, ela dizia) e que provavelmente só chegaria em casa depois das cinco da manhã do dia seguinte. Elsa sorriu, pensando na irmã, sempre tão alegre.

—tá falando com os namoradinhos? – de repente o celular some das mãos de Elsa.

Olhando em volta assustada, só para ver Mérida ainda de farda, com o celular dela na mão, olhando as mensagens.

—Anna, Olaf... Marshmallow? Sério? – a moça de cabelos ruivos diz, franzindo o nariz para o apelido.

—ei, você não tem moral nenhuma para falar de mim, senhorita Teddy Bear! – Elsa diz, tomando o celular da mão dela.

—aiê! – ela diz, pondo a mão no peito e fingindo dor.

—ah, cá está ela! – Jack diz, abrindo os braços. – o belíssimo Coup de Fouldre! A melhor cafeteria da cidade!

—café! – Mérida diz, imitando o gesto de Jack. – meu único e mais prezado amor da minha vida!

—depois das rosquinhas de chocolate da Astrid, né? – Hiccup diz, dando um leve “pedala” em Mérida quando passa por ela.

—aí já tá em outro nível, meu querido otário! – Mérida diz, segurando o pescoço do rapaz bem maior do que ela e dando uns cascudos nele.

—estamos a apenas alguns pass-

A frase que Rapunzel dizia foi interrompida por uma súbita explosão perto do grupo, perto demais. Eles foram lançados longe, cada um em direções diferentes, e não foram os únicos. Elsa o foi a primeira a levantar. E quando o fez, ela viu algo que já não via há algum tempo: um membro da Gangue dos Pesadelos.

Sua visão turva e trêmula lhe permitia ver que o homem em questão era alto, extremamente musculoso, usava uma roupa de pele de lobo, tinha longos dreads no cabelo preto, olhos amendoados brilhantes e cheios de ódio. Suas feições eram irlandesas, e ele tinha uma longa espada de ferro enegrecido em sua mão direita. Mas essa não era a parte mais assustadora.

Antes fosse.

Aos pés do homem, ursos. Dezenas deles. Elsa podia contar pelo menos trinta, só que ela podia ver, fora os que estavam espalhados pelo parque e pela cidade. Eram ursos pardos, cinzentos, polares, de todos os tamanhos e espécies, todos enlouquecidos e cheios de sangue nas presas gigantescas.

—QUE TODOS CAIAM PERANTE MOR’DUH, O REI DOS URSOS!

—MERDA! ELSA! – Elsa ouve Mérida gritando. – TIRA PUNZIE DAQUI, ELA TÁ DESMAIADA! – ela disse.

—MAS E QUANTO A VOCÊ?!Ela grita em resposta, já pondo a prima dos braços.

—NÃO SE PREOCUPA COMIGO, SÓ VAI! – Mérida diz, dando alguns tiros nos ursos, que pareciam só se irritar mais a cada bala encravada em suas peles.

Elsa, confiando em Mérida, correu com a prima para longe da confusão.

—Elsa! – ela ouve soluço gritando atrás dela.

Nos braços dele, Jack, desacordando também, mas em um estado muito pior do que o de Rapunzel: sua cabeça estava toda ensanguentada, e um de seus pés torcido.

—o Santuário é aqui perto! Vem comigo! – ele diz, correndo na frente dela.

Elsa e Hiccup correram até um grande galpão longe da confusão, onde eles se esconderam e deitaram Rapunzel e Jack.

—cuida deles, e não deixa Jack morrer! – ela diz, deitando Rapunzel no sofá e tirando os saltos logo em seguida.

—opa, pera, pera! – Hiccup diz, agarrando o pulso dela. – onde é que você vai?!

—Hiccup, eu sou blogueira! Se eu não fizer a cobertura desse ataque, o pessoal no blog vai querer meu fígado numa bandeja!

—tá brincando, não tá?! Diz que tá brincando! Você vai voltar pra lá?!

—a Mérida ainda tá lá! – Elsa diz.

Hiccup faz uma expressão de dor, mas solta mão de Elsa.

—espero que saiba o que está fazendo. – ele diz, checando o corte da cabeça de Jack.

—eu também. – Elsa diz, tentando não entrar em pânico.

Ela corre por mais um tempo na direção oposta à da multidão, onde Mor'Duh ainda destruía tudo em seu caminho. Quando chegou a ver o primeiro urso, criaturas obviamente sobrenaturais, ela ligou sua câmera e começou a gravar.

—aqui quem fala é Elsa, do Blog dos Sentinelas, ao vivo no novo ataque da Gangue dos Pesadelos! Um novo vilão acaba de se apresentar aqui na Praça dos Combatentes, um homem que se auto intitula Mor’Duh, o Rei dos Ursos. – Elsa foca em um dos ursos, que destruía uma estátua de aço maciço facilmente com suas garras em cima dele, o vilão dito. – como já sabemos, agora é só uma questão de tempo até os Guardiões agirem e...

Elsa é cortada por um grito de dor. Subitamente, Mor’Duh solta um berro terrível, que encheu de horror o coração de todos os que ouviram. Ele parecia em terrível agonia, e demorou alguns segundos até a câmera focar na flecha que havia surgido do nada nas costas do vilão.

—OW, VIADÃO BONITO! – uma voz diz, do alto dos prédios. – POR QUE NÃO BRIGA COM AGUÉM DO TEU TAMANHO?!

Elsa vira sua lenta para a fonte da voz, e o que a câmera registra vai além da imaginação.

Dos céus, desce um anjo. Ele é extremamente rápido, mas a câmera de Elsa era profissional, e conseguiu gravar cada detalhe. Era uma mulher, uma moça jovem. Era tinha longos e rebeldes cabelos vermelhos como sangue, cacheados e cheios, a pele dela era queimada de sol, repleta de sardas escuras nas costas e nos ombros. Ela usava uma máscara de carnaval branca no rosto, toda decorada com penas brancas, e como roupa usava apenas uma faixa longa de seda branca que usava como uma túnica, além de tiras de ouro enroladas nas pernas. Não que você prestasse muita atenção nisso. Não quando você podia ver as asas dela.

Três pares de asas exageradamente grandes de um branco puríssimo saíam das costas dela, batendo em sincronia. Ela voava majestosamente por entre os prédios, chegando até a clareira da praça, atirando com uma mira certeira em Mor’Duh com um arco longo de madeira branca e flechas feitas de prata. Ela deu rasante e atirou mais uma vez, mas dessa vez o vilão conseguiu segurar a flecha.

—mas hein?! – Elsa exclama. – ela não é uma Guardiã.

definitivamente não!— a anja disse, pousando em cima da estátua, bem no centro da praça, da confusão e de toda a atenção.

O sol iluminou a anja por entre as nuvens, dando um efeito de holofote, e ela abriu e esticou seus três pares de asas orgulhosamente. Ela apoiou o arco no joelho e esticou a corda ao máximo, mirando na cabeça de Mor’Duh.

OUÇAM BEM, MORTAIS! — ela disse, uma voz majestosa, alta e clara.

—muito modesta. – Elsa diz, gravando tudo.

MEU NOME É EROS! MAS VOCÊS ME CONHECEM COMO O CUPIDO! COMO A JORNALISTA ELSA FEZ QUESTÃO DE MENCIONAR, EU NÃO SOU UMA GUARDIÃ! NÃO SIGNIFICA QUE EU NÃO ESTEJA AQUI PARA AJUDAR! A PARTIR DE AGORA, UM NOVO GRUPO DE HERÓIS ESTARÁ PROTEGENDO NÃO APENAS A CIDADE DE GUARDIAN CITY, MAS TODOS AQUELES QUE PRECISAREM! E VOU COMEÇAR POR VOCÊ, SR.URSINHO!— ela diz, sorrindo de maneira debochada para Mor’Duh.

você me chamou de quê?! — ele diz, quebrando a flecha com a mão. — EU VOU ARRANCAR SUAS ASAS UMA POR UMA!

—cai dentro!

De repente, os dois estavam lutando. Elsa conseguia gravar tudo com facilidade enquanto escapava dos ursos (nem ela sabia como estava conseguindo aquela façanha). Cupido voava assustadoramente bem e de maneira ágil demais para a quantidade e tamanho de suas asas. Ela usava seu arco não só para atirar no seu adversário, mas também para bater nele com uma força monstruosa para uma moça tão pequena, deixando o vilão desnorteado a cada paulada na cabeça. Ela também dava conta dos ursos à sua volta, e suas flechas mágicas transformavam os ursos em areia negra e brilhante que se desfazia ao toque. Ela era deslumbrante, fabulosa e extremamente incrível.

Mas Mor’Duh não era flor que se cheire.

Ele tinha uma força física monstruosa, e quando conseguiu agarrar o tornozelo da anja, a jogou com tanta força em um dos prédios à volta da batalha que ela entrou no concreto, deixando um buraco. Mas Cupido era muito forte, e logo em seguida já estava pronta para a batalha, dando mais rasantes.

chega de brincadeira! — ela diz, parando subitamente no ar, como que pisando na luz do sol.— É HORA DE ACABAR COM ISSO!

Ela voa rapidamente e recupera todas as flechas que atirara (exceto pela que Mor’Duh quebrara) e depois sobe o mais alto que Elsa podia ver e que o zoom da câmera alcançava e pegou todas as flechas de sua aljava ainda cheia.

—não... Ela não vai... – Elsa disse, incrédula.

E ela atirou todas elas para o alto.

—ela vai. – Elsa diz, apavorada.

Mas Cupido era habilidosa demais. Todas as flechas acertaram todos os ursos na cidade. Todos, incluindo Mor’Duh.

—santo Deus... – Elsa diz, gravando e olhando todos os ursos se transformando em areia.

—NÃÃÃÃÃÃOOOOOO!!!!!!!— o Rei dos Ursos grita enquanto vira areia, suas feições se desfazendo com o vento.

Cupido então dá mais um rasante e pousa em cima da pilha de areia que outrora fora seu adversário. De lá, ela tira um colar de dentes de urso e sementes de estilo tribal.

—fácil como tirar doce de criança. – ela diz, sorrindo.

Mas não acabara ainda. De repente, toda a areia começou a se juntar na praça, formando um monte gigantesco que começou a tomar forma.

—oh, merda... – Elsa e Cupido disseram em uníssono.

Um urso gigante de areia negra se estendia imponente perante Mérida. Aquela coisa era do tamanho de um prédio, sem exagero.

—fudeu. – Elsa diz, dizendo seu primeiro palavrão (Anna ficaria orgulhosa).

Mas ninguém contava com o que Cupido faria em seguida. O urso rugiu para a anja, e ela quebrou o colar. Deixou-o em pedaços, partiu a tira de couro, quebrou os dentes e esmigalhou as sementes tribais. Então, o urso se desfez, a areia se espalhando pelo vento.

agora acabou. – ela diz, sorrindo.

Então, seus três pares de asas batem juntos e ela voa para longe. Elsa suspira aliviada. Mas não para de gravar antes de dizer:

—algo grande está por vir. E eu não faço a menor ideia do que fazer.

Então, a lente de sua câmera captura um momento inesquecível: os Guardiões em cima de um prédio, olhando para a areia ao vento com expressões de incredulidade em seus rostos. Apenas um deles, o líder, parecia tranquilo.

Ele sabia muito bem o que estava por vir.

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Notas finais
OIEEEE~~~~ pessoinha que leu até o final! gostaste? deixe-me saber, sua opinião é importante no desenvolvimento de uma boa fanfic! NÃO GOSTOU?!?! me deixa saber o porquê!!! mas com carinho, sim? sou frágil~~ beijinhos beijinhos, até o próximo capítulo!