Super-Heróis?

19 Eu ainda te amo


Notas iniciais
OOI, primeiramente me desculpem pela demora, mas tô um pouco sem tempo e também com muita preguiça, masok. Eu espero que vocês gostem desse capítulo em que a Maria Joaquina sofrerá fortes emoções hahaha, boa leitura!!!

No dia seguinte a Luate acordei com um pouco de dor de cabeça. Segunda, trabalho novamente e de noite tem encontro com o Luciano. Pra dar aquela despertada, um banho e depois o café, partiu lanchonete.

Caminhei pensativa, tudo o que aconteceu, ai sei lá foi tão fofo o Daniel lá falando aquelas coisas.

Ai Maria Joaquina para de pensar nisso e anda rápido que você tá atrasada. — pensei.

Não demorei muito e cheguei, coloquei o uniforme e conversei só um pouquinho com a Karolina já que a loja estava prestes a abrir. Ela não havia ido a Luate (eu até convidei), então ela não sabia dos acontecimentos.

Na hora do almoço eu pude contar todos os mínimos detalhes. O dia até que passou rápido e agora estou me arrumando para o meu 2º encontro com o Luciano. Eu até tomei uma decisão, eu vou dar uma chance pra ele, tenho que seguir em frente, porque o passado não fará o presente.

Dúvida em qual a roupa, em que penteado, a maquiagem, mas estou pronta e sem comentários por favor, estou linda. As meninas me elogiaram e apenas sorri e mandei um beijo porque o Luciano já buzinava em frente ao apartamento feito um louco.

– Demorou em.

– Você também está lindo. — respondi irônica.

– Vamos?

– Claro né, vamos logo que eu tô curiosa.

O caminho todo fomos sem falar, ele tinha colocado numa rádio que tocava músicas bem legais então de vez em quando eu cantava um pouco e ele olhava pra mim e dava um sorriso meio sem graça.

Chegamos em uma pizzaria, estranhei já que dá outra vez ele havia me levado para um restaurante, mas tudo bem, eu amo pizza e amo a companhia do Luciano. Sentamos na última mesa que ficava um pouco afastada das outras, ele pediu uma pizza de calabresa e começou a falar.

– Maria Joaquina o que eu vou falar é muito sério e bem chato e... ah velho eu não queria isso, mas eu vou dizer logo porque não gosto de enrolações.

– Fala logo.

– Eu vou pra Nova York. — ele respirou fundo e continuou — Meu pai adoeceu e minha mãe quer que eu vá vê-lo, pelo visto a coisa é muito grave, ele descobriu um câncer e... enfim eu tenho que ir.

Aquilo foi um forte impacto pra mim, como se um carro me atropelasse e me levasse pra longe, percebi que uma lágrima desceu e ele a enxugou.

– É claro que você deve ir. Ele é o seu pai, eu entendo e eu espero que você fique bem, mas quando você vai?

– Eu vou amanhã porque ainda tenho que resolver sobre trancar a faculdade e o apartamento.

– Eu vou sentir sua falta, sabe você foi muito especial pra mim nesse tempo, me deu apoio, me fez rir, tá enfim, eu gosto muito de você.

– Pena que gostar não é o suficiente né.

– Exatamente, se cuida e não fique se achando muito por lá não igual quando nós se conhecemos.

– Pode deixar que eu já aprendia a lição, às vezes eu acho que você é uma super-heroína pra ter conseguido me fazer mudar assim.

– Digamos que é isso. — dei uma risada e ele riu junto, ele foi se aproximando e me deu um selinho.

– A pizza chegou, vamos comer logo? — perguntei.

– Você manda.

Comemos, conversamos, rimos, nem parecia uma noite de despedida, foi perfeita do jeito que tinha que ser. Saímos da pizzaria e ele estava me levando pra casa, quando cheguei meu coração acelerou, era provavelmente a última vez que eu veria ele.

– Chegamos.

– Por que em? Quando tudo parece estar melhorando, acontece algo pra acabar comigo, eu tô cansada já.

– Ei — ele disse levantando meu queixo já que eu estava de cabeça baixa — Eu amei te conhecer, você ainda vai ser muito feliz porque você merece, te gosto tanto viu?

– Pena que meu coração não sorriu, não gosto de "adeus" então tchau. — saí do carro e forcei um sorriso e assim ele partiu.

Entrei no apartamento e me joguei no sofá aos prantos, estava chorando. A campainha tocou e não estava afim de ir atender. Percebi que estava sozinha no apartamento e poderia ser as meninas então me levante, enxuguei as lágrimas e abri.

– O que você quer?

– Eu vi você entrando aqui chorando, você tá bem?

– Você não deveria estar trabalhando Daniel Zapata?

– Hoje eu tô de folga, mas você ainda não me respondeu.

– Você não tá vendo que eu tô mal e quero ficar sozinha?

– Eu não vou te deixar sozinha tá, vai ter que me aguentar.

– Me deixa em paz vai.

– Senta. — ele disse apontando pro sofá e eu acabei me sentando, ele se sentou ao meu lado e colocou minha cabeça em suas pernas — Vamos fingir que eu não sou o seu ex-namorado e sim o seu melhor amigo como antes, lembra? Você pode confiar em mim.

– O Luciano vai pra Nova York. — ele tentou disfarçar, mas ficou claro seu incômodo ao ouvir aquilo.

– Então você tá assim por ele? Eu não sabia que você já estava tão apaixonada assim.

– Eu não tô apaixonada por ele, mas ele é meu amigo, um grande amigo.

– Uhum, só amigo?

– Eu até ia dar uma chance pra ele, mas agora não dá mais.

– Eu ainda te amo.

– Daniel você disse que era pra eu fingir que éramos os melhores amigos de antes não é? Não começa por favor.

– Eu não consigo me controlar, por que eu fui tão idiota em te perder?

– Eu também beijei o Luciano, somos dois imbecis, infiéis.

– Podemos mudar essa história, podemos recomeçar.

– Nós erramos e temos que pagar pelas consequências. — assim que terminei de falar ele me tacou um beijo quente.

– Daniel eu acho melhor não...

– Não fala nada, beijar é bem melhor.

Tudo foi acelerando, beijo cada vez mais quentes, ele tirando minha roupa e eu tirando a dele, um em cima do outro e quando percebi eu tinha me entregado a ele, minha primeira vez.

Notas finais
E aí, o que acharam? COMENTEM!!! Amo vocês, obrigado por todos que acompanham a fanfic e deixam seus comentários seja aqui ou no twitter (@universotaques), beijão e vou tentar não demorar. Até o próximo!!!