Supai
2 Capítulo 02 - A carta Misteriosa
Notas iniciais
Capitulo 02 — A carta Misteriosa
-Bem.. Acho que... Devemos depositar o minimo do minimo de confiança.
O Tamaki começou a gelar, e falou:
-Mas pode ser uma armadilha, se tiver policiais lá? Vocês não acham meio estranho? Se existir ao menos um policial lá nós- Fomos interrompidos pela campainha.
-Eu atendo, falou a Asumi.
-Hm.. Não tem ninguém.. — A Asumi olhou pro chão, e mais uma carta.
-Gente, mais uma carta. — Ela falou calma.
Todos ficamos espantados.
-Leia para gente Asumi-mi. — Falei gaguejando.
-Tá.
"Nunca confie naquilo que desconhece."
Muito bem, Já que você Tamaki está achando que existe policiais lá, então não vá. Eu estou depositando confiança em vocês, já confessei a vocês que já assassinei uma pessoa, e tudo está ocorrendo exatamente igual de novo. Você Kaoru cometeu um grande erro ao fazer isso, mas como apenas você está acreditando em mim, siga essas pistas.
-Risa-chan, não seja assim tão cruel comigo, não adianta tentar parecer que isso não ocorreu porque ocorreu;.
-Tamaki-kun, você está percebendo que agora pareço muito mais suspeito. Você tentá descobrir se sou homem ou mulher, mas será que ao menos sou HUMANO(A) ?
-Kaoru-san, não há o que temer, apenas venha para praia vocês quatro.
-Asumi, se você quer falar alguma coisa fale logo, já me cansei da sua cara de "nada" isso irrita, espero melhoras pelo seu machucado. Alias, também conte a Kaoru e aos outros sobre o seu depoimento por causa da sua mãe, nos devidos detalhes.
Essa foi uma carta bem longa...
Até la minna-san!!"
A Asumi se sentou.
Ficamos sem falas, estamos desesperados, ele ou ela pode dizer o que temos em mente por livre espontânea vontade, e nem sabemos se é um HUMANO! Depois do ocorrido (a morte do Naoki) eu acredito em TUDO!
-VAMOS! — A Risa e o Tamaki disseram num uníssono, se levantando.
-EH? — Disse surpresa.
-Bem, se vocês vão... Levanta logo Kaoru, vamos. Não temos nada a temer, ele conhece tudo sobre nós, pode até saber qual é a cor da cueca ou samba-canção do Tamaki. — Disse a Asumi me estendendo a mão.
-Essa é fácil, o- O Tamaki a surpreendeu calando-a sua boca que fala mais o que querem.
-Nada não, ela só quis dizer que ele ou ela só conheça nossa vida e pensamentos. — Ele falou rindo e corando.
-Tá. — Suspeito!
Fomos até lá e esperamos dar o horário.
Do nada a mesma ventania da vez passada.
Será que vamos morrer? Tudo foi uma armadilha? — pensei.
Apareceu em nossa frente um ser que não se sabe se é homem ou mulher. Tinha cabelos... nem curtos nem longos, eram medianos. Usava um colar de caveira, e uma mascara igual a de festas antigas. Também usava um sobretudo com uma calça preta e botas. A voz estava modificada. Parecia robótica.
-Que ser você é? — perguntei assustada.
??? — Sou um ser que já viveu o bastante, mas não quer que o mesmo erro se repita.
-Como podemos confiar em você? — Ainda assustada.
??? — Isso vai depender da sua mente, já disse que já fiz a mesma coisa que você e perdi amigos e família e não quero que aconteça novamente.
-Você está louco se acha que vamos acreditar nisso, você nem ao menos mostra seu rosto. — falou o Tamaki furioso.
??? — Ainda não posso mostrar meu rosto.
-Só você não pode mostrar seu rosto, você conhece todos mas nós nem ao menos sabemos se você é um ser humano! — Ele falou ficando MAIS irritado.
??? — Tudo dependerá de vocês, liguem para o Minoru ele sabe quem eu SOU!
Então ele sumiu e restou a duvida. PODEMOS CONFIAR NO MINORU? COMO ELE CONHECE ESSE SER? ELE É HUMANO?
Todos estavam paralisados, sem motivos para fazer algo estavam todos surpresos com aquela frase.
-Bem, vamos a casa do Minoru. — Disse.
-Você tá louca? — O Tamaki disse me encarando e gritando.
-Viu? Você demonstrou que confia nele ou nela — Disse a Asumi sentada olhando o mar.
-Risa, Kaoru vocês vão? — Perguntou Asumi.
-Sim. — A Kaoru respondeu calmamente.
-Se existe uma pessoa que podemos confiar agora é o Minoru, nós sabemos de tudo sobre ele. TUDO! — Ela disse calma e confiante.
-Não aposte tudo em um cavalo só, podemos confiar nele mas não 100%. — Eu disse calmamente ainda pensando.
-EU NÃO VOU! — Tamaki falou de birra.
-Tá então, fique ai sozinho e morra sem ao menos tirar sua duvida. — Eu falei indo pra minha casa e a Asumi e a Risa me acompanhando.
-Esperem por mim! — Tamaki gritou.
Bem fomos até a casa do Minoru, chegando na esquina vimos algo que não queríamos.
A casa do Minoru estava cheia de policiais, tinha uma ambulância fora. Pessoas dando depoimento. Comecei a me aproximar aos poucos e depois comecei a correr, mas o Tamaki me segurou.
-Está louca? Se você for lá você terá de fazer seu depoimento. E depois? Com a morte do Naoki, eles vão investigar ainda mais! — Ele tava me apertando, e já tava doendo.
-I? Se forem investigar que investiguem! Eu fiz tudo isso, vocês não tem nada a ver com isso! Eu só não quero que vocês morram, nem ele! — Falei determinada.
-Você está certa Kaoru vamos lá! — disse a Risa um pouco empolgada.
Fomos até lá e vimos o Minoru sem um braço, sua mãe no chão morta, com uma faca no pescoço.
-MINORU! — gritamos pasmos.
-O Que houve?? — Perguntei ainda sim, assustada.
-Eu não sei bem o certo.. Eu estava ajudando minha mãe na cozinha quando tocou o telefone, eu fui atender depois quando voltei ela estava caída no chão. Quando me agachei e fui ver ela estava quase sem pulsação. E do nada as facas do faqueiro começaram a cair no meu braço. E uma delas acertou na garganta da minha mãe. Foi fatal. E o estranho que depois apareceu uma mensagem na parede após as facas caírem no meu braço.
Apareceu:
"49:7 `Praia / talvez / Cães / Verão
35:7 Casa / um velório / Amigos / Neve
21:3 Rua / é muito provável / Amor /
45:9 Trabalho / Ocorrerá / Assassinato
Descobriu? Lembrou-se que já ocorreu??
Bem aqui vai outra charada
2) Qual não se encaixa?
Verão — calor ....... Inverno -Neve ....... Sexta-feira
Assassinato ........ Ocorre (rá)(u)........ Suicídio
Bola........ Balão.......... 1 (um)
Ação....... Explosão....... Aventura
3) Quantas letras tem a palavra "Sexta-feira?"
SHINE "
-Foi essa a mensagem que apareceu, se quiser tirar a prova olhem la na cozinha. Eu tive que amputar meu braço rápido, se continuasse do jeito que estava...
-Podemos entrar? — Perguntei.
-Claro, fiquem a vontade, mas tomem cuidado.
-Certo. — Falamos em um uníssono.
Fomos conferir com os nossos próprios olhos, e estava bem lá.
Todos pasmos, a Risa tava até começando a chorar.
-Pe-Pessoal, vamos copiar essa mensagem para tentar decifrá-la. — falei gaguejando.
Então pegamos nossos celulares tiramos uma foto depois fomos para casa.
Chegando em casa..
-Bem vamos ver... "49:7" ? .... bem isso pode ser uma divisão, mas daria 7.
"Praia / talvez / Cães / Verão"... Praia =1 ; Talvez = 2; Cães = 3; Verão = 4;
Praia = 5; Talvez = 7....
Talvez....
"35:7 Casa / um velório / Amigos / Neve.."
35: 7 = 5...
um velório... ?
Talvez um velório??
Eu não entendo mesmo isso... — desanimo...
Após alguns dias tentando decifrar isso, desistimos. Mas para o Minoru isso sim era um desafio.
Fomos visitá-lo no hospital. Chegamos avistamos ele na cama com uma prancheta cheia de folhas em cima e um lápis na mão.
Só podia uma visita no quarto, então eu fui e o pessoal ficou esperando no saguão.
Entrei, claro pedindo licença.
-Minoru, já está melhor? — Perguntei.
-Sim, mas ainda não posso ir pra casa.
-Entendo.. mas... Que folhas são essas ai em cima?
-Isso? Bem lembrados da mensagem na parede? Eu estou resolvendo á.
-COMO? — perguntei
-Bem primeiro ele fala para decifrar a primeira parte, para descobrir um ocorrido.
"49:7 `Praia / talvez / Cães / Verão
35:7 Casa / um velório / Amigos / Neve
21:3 Rua / é muito provável / Amor /
45:9 Trabalho / Ocorrerá / Assassinato"
-Bem primeiro eu fiz a divisão dos números.
-Eu fiz isso, mas não intendi nada. Eu fiz e deu a frase: "cão um velório rua ocorrerá". Mas podemos modificá-la e daria "Ocorrerá um velório de um cão na rua". Mas ainda não da pra entender. — Falei.
-Isso porque você não terminou ainda.
-Não terminei?
-Isso mesmo, eu consegui e a frase parece que é sobre um assassinato.
Gelei, se ele descobrir? Ele é o certinho da turma, ele iria nos dedurar!
-Como assim um assassinato? — Perguntei tentando disfarçar.
-Eu também não sei, mas eu recebi uma carta no dia do acontecimento em minha casa.
-Carta? — perguntei.
-É, nela dizia que nós seremos culpados por um crime que minha amiga cometeu.
ela dizia:
"Olá Minoru, creio que não me conhece, mas também acha que isso é uma brincadeira. Que tal um desafio? Sei muito bem que você é inteligente então mostrarei na sua parede o desafio.
Sabia? Graças a uma burrada de uma amiga sua, todos desapareceram. Muito feliz, não é mesmo?
Bem aqui vai a charada:
Ela irá aparecer hoje, cuidado com objetos pontudos e afiados. Eles tem vida própria!
Atenciosamente: Alguém...""
-Bem eu acho que pela cara de vocês, algo muito sério ocorreu, mas eu já sou cúmplice então me conte nos mínimos detalhes... KAORU!
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