Sunshine That Never Comes
2 Capítulo 2
Notas iniciais
EAOHOAEH
Ao amanhecer, Roy como sempre tomou seu café, e leu seu jornal.
E então ele pensou: é hoje!
Arrumou suas coisas e foi à Scotland Yard.
Ao chegar, perguntou para a recepicionista se não havia chegado nenhuma senhora, com uma história meio estranha...
Mas para surpresa de Roy, não houvera chegado ninguém...
Ao entrar na sala de seu superior, Edward, Roy foi curto e grosso:
- Precisso de férias. – Afirmou ele.
- Hã?! Mas assim, do nada?
- Como, ‘do nada’? – Arremedou, Roy.
- Bem, é verdade que você tem trabalhado bastante...
- Tá, sem enrolações, preciso falar a sós com você... Acho que está na hora de cobrar aquele favor que você me deve...
- Ok, vamos almoçar aonde?
- Qualquer lugar privado... O restaurante do meu hotel, pode ser?
- Te vejo lá ao meio-dia.
E então Roy se retirou...
Ao badalar dos sinos, ao meio-dia, lá estavam eles, pontualmente no lugar marcado...
- Bem, o que era tão importante assim, que tinha que ser tratado comigo à sós?
- Você conhece alguém em Coast City?
*Edward fez uma cara de espanto, mas respondeu sereno:* — Sim, tenho uma prima lá, por que?
- Você precisa falar com ela, por mim... Preciso de um lugar pra ficar, será que ela consegue algo pra mim?
*Edward com uma cara de maior espanto ainda diz: * — Ok. Deixe-me ligar para ela.
*após alguns minutos de ligações.*
- Bem, você pode passar um tempo lá, mas você ainda não me explicou o por quê, por que essa cidade tão derrepente? Ela é uma cidade pacata, sem movimento, o contrário do tipo de coisa que você gosta, meu caro Roy. *Edward fez uma cara um tanto quanto disconfortavel para Roy*
- Pode-se dizer que quando eu descobrir se é verdade o que eu ouvi dizerem, eu lhe informarei.
-Você esse seu jeitinho, heim? *fez quase um: ¬¬’ para Roy*
- Como sua prima se chama?
- Riza. – Disse o seu superior. – Ela é casada com o dono e prefeito da cidade, eu disse para ela que você é um amigo meu, que está a fim de escrever um livro sobre atividades paranormais e feitiçaria.
- WTF?! – Disse Roy num pulo.
- É o único jeito, meu caro. *olha pros lados*
- Sei, mas obrigado. – Roy percebeu a cara de sacana de Edward, mas teve que deixar, porque ele precisava muito ir para aquela cidade, por ele, e por aquela senhora do trem.
Depois que pegou o trem para Coast City, Roy notou que de alguma forma, ele teria que mentir descaradamente, mas não sabia como...
Após alguns minutos, ele havia chegado à cidade.
Ao chegar ele se deparou com uma mansão imensa a esquerda da cidade, bem no meio da cidade havia uma biblioteca, super grande.
Quando ele estava passando pela casa, de repente começou a soprar um vento forte que mal o deixava no lugar. Ele parou embaixo de uma árvore e começou a admirar a beleza da casa, todo seu estilo, e cores... Quando que ao meio do crepusculo ele vê uma imagem de uma mulher de longos cabelos, vir à sua direção ele pensou: Será possível mesmo, existirem bruxas por aqui? Bobagem. E então quanto mais ela se aproxima mais ele vê sua beleza... Ela para e pergunta:
— Você é amigo de meu primo?
Ela é mais bonita de perto do que de longe. Pensa ele.
- Sim, Edward... é como um irmão... para mim. — Boquiberto por sua beleza.
- Oh, ele me disse isso, mas o senhor, está aqui para pesquisar as crenças do povo que vive nessa cidade, para criar um livro, não é mesmo? É seu primeiro livro?
- Infelizmente sim, comecei com essa ideia a pouco tempo... Mas meus amigos e parentes apoiaram minha decisão, de me aposentar e criar um livro...
- Hm, o que o senhor fazia antes de querer escrever um livro sobre crenças? – Perguntou ela, curiosa.
- Era ... Arquiteto, por isso fiquei olhando essa casa enorme atrás de você. – Ele pensou: Eu inventei isso tão rápido, talvez eu seja bom, mesmo.
- Ah, é a casa do meu marido, é aí que o senhor vai ficar por quanto tempo for necessário.
Com uma cara de espanto Roy diz: Ah, se importa se fossemos lá pra dentro? O vento está forte, e acho que vai vim um temporal daqui um pouco...
Riza então, convidou-o para entrar e conhecer seu marido e mostrar aonde ele passaria o tempo que levasse para fazer o livro.
Enquanto andavam pelo pátio gigantesco, Roy pensou: numa cidade tão calma assim, sem muita gente, não pode haver um assassino em série, acho que só vou perder meu tempo por aqui... Mas fazer o que, vou gostar dessas férias adiantadas...
Notas finais
EUOAHEOAHEHO
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