Sunset.

3 Capítulo 3 - Full circle


Notas iniciais
Aeeeee saiu, meu Deus! Juro que pensei em parar com a fic, de TANTO que esse cap demorou pra sair gente. Mas entendam, por favor, que eu demoro muito pra escrever e ficar feliz com o resultado.. e é claro que eu só quero o melhor pra postar aqui, né? :D kkk. Então, aproveitem, que esse foi demorado.

– O que a Vanessa te disse, Clara? – Marina insistiu fazendo uma cara de quem não estava entendendo nada, olhando pra Clara e pra porta aberta na frente dela.

– Você tá indo viajar, Marina? – Clara largou da maçaneta e olhou para a fotografa com certo desespero. No mesmo momento teve que segurar o impulso de correr pra Marina, segurar seus braços pra ter certeza de que ela ficaria ali.

– Ahn? – Marina passou as mãos na cabeça e não soube dizer como Clara sabia da sua viagem. Percebeu quão irritada estava quando viu que não teria paciência para dar explicações. – Espera aí! Em primeiro lugar. O que que você tá fazendo aqui? – Retificou – Ou melhor... Por que você tá aqui, Clara? – A dor que Marina sentia era tão visível no seu rosto e ela não fez questão de esconder.

– Eu tinha que vir. – Clara tentou sustentar a voz e falhou categoricamente. Olhou para a mão que antes seguravam as flores e pensou que realmente, elas não iriam fazer diferença alguma. – Pra onde você tá indo, Marina? – Meio impaciente por não ter recebido a resposta na primeira vez que perguntou.

– Tinha que vir fazer o que? – Deliberadamente ignorou novamente a pergunta – Posso saber? – Marina sentiu um arrepio quando terminou a frase. Sabia que a resposta não seria nem hoje, nem nunca, o suficiente. E ouvir Clara repeti-la só faria a ferida doer mais.

Clara congelou por um momento. De principio queria ver Marina, ouvir sua voz, tentar conversar, explicar a situação inexplicável que ela havia colocado a fotografa. Mas depois de tudo que ouvira de Vanessa, depois das verdades muito bem ditas que a ruiva vomitou em sua cara, Clara já não tinha certeza do que realmente havia ido fazer ali. E tudo que conseguia pensar era nos olhos da Marina, que pela primeira vez não se acenderam a vê-la.

– Eu não sei... – Clara disse em um sussurro sincero, olhando para seus próprios pés com olhos cheios d’agua e corando de vergonha.

– Como assim, você não sabe, Clara?! – Marina havia atingido seu limite. Jogou as mãos para o alto, deixando sua bolsa cair e quis matar Clara por não conseguir responder nem uma pergunta simples daquelas. Não tinha mais tempo para aquele tipo de indecisão. – Por Deus, o que é que você sabe então?!

Como em um click, Clara sentiu todas as sensações a assolarem de uma vez só. Click. As palavras de Vanessa sendo sussurradas em seu ouvido, a dizendo como não era suficiente. Click. O tom de voz da Marina dolorosamente elevado e irônico. Click. A descrença de todas as pessoas, no seu amor. Click. Sua própria falta de coragem. Click. Foi como se alguém apertado um botão. Click. Clara explodiu.

– Eu queria te ver, caramba! – Clara bateu a porta com força e jogou a bolsa que carregava na mesinha ao lado, quase derrubando tudo e assustando Marina que deu alguns passos pra trás. – Eu PRECISAVA te ver, Marina! – Ia subindo seu tom a cada passo que dava em direção a fotografa que parecia não conseguir se mover mais – Por que eu não podia deixar as coisas como estão! Por que eu te machuquei e eu sei disso! Droga, Marina, você não vê como me dói saber que eu te machuco? – Fechou os punhos e os olhos com toda sua força e deixou algumas lagrimas caírem – Então me perdoa... me desculpa por não ser essa pessoa que você achava que eu era. Por não ter a coragem que você achava que teria. E talvez eu não seja mesmo digna de todo esse amor que você me dá e que EU consigo sentir, todos os dias, todas as horas, todas as vezes que você me olha ou me toca. Eu sinto, Marina! – Clara batia no peito com força e falava cada vez mais alto – Então vai, Marina! Me odeie por ter incontáveis incertezas e pouquíssimas respostas pra você! Mesmo porque eu também me odeio por isso! – Clara gesticulava fazendo desenhos com as mãos tentando demonstrar a dor – Não existe um dia que eu não acorde e pense que talvez a minha felicidade alegre esteja aí na palma da sua mão. – Clara esticou o braço e mostrou a palma trêmula da sua mão pra Marina – E a sua esteja aqui, comigo!

Clara parou por um momento e respirou fundo tentando recobrar a calma, mas não funcionou, o choro não parava, a respiração não voltava ao normal; O coração descompassou.

– Só eu sei o que é ser o único remédio pra curar sua dor, Marina.

Marina estava perplexa, ainda com o queixo caído. Da onde saiu tudo aquilo? Nunca ouviu Clara falando daquele jeito ou aquelas coisas, completamente fora de si, cuspindo verdades a todos os lados, sem cerimonias alguma. Tudo aquilo fez doer um pouco menos às feridas abertas pelo silencio. Mas outras se abriram pelas palavras, então definitivamente a dor não era opcional.

Quando Marina tentou abrir a boca pra falar algo, Clara fez um sinal com a mão para que parasse naquele momento. Permaneceu ali com a mão no ar, respirando algumas vezes. O sobe e desce de seu peito, o silencio daquele cômodo, a dor de Marina que era quase palpável no ar, mudaram algo. Dentro de Clara. Quando abriu os olhos novamente, algo havia mudado.

– Mas não é isso que você quer ouvir, não é? – Clara olhava pra Marina, mantendo a cabeça erguida e apesar de algumas lagrimas que insistiam em escapar, respirou firme e continuou – Você não quer mais aceitar minhas desculpas ou ouvir meus perdões... muito menos catar as migalhas que eu jogo pra você, né? – Clara dizia tudo tentando ao máximo se manter racional, escondendo a dor.

Marina não entendia o que estava acontecendo, embora Clara estivesse fazendo perguntas extremamente simples, ficou impossível de raciocinar claramente. O que tudo aquilo significava? Por que Clara estava ali no meio da manhã? “Como chegamos aqui?”. O nó que sentiu na garganta foi tão apertado que nem se quisesse, e não queria, iria conseguir responder em alto e bom som a pergunta. Mas a resposta não mudara por isso, a decisão já havia sido tomada e Marina seguiria firme a ela. Tudo que Clara disse era lindo, sim; mas também era tarde demais. Fez um pequeno sinal de “Não” com a cabeça, pensou “Não vou mais aceitar suas migalhas” Ainda olhando pros olhos de Clara, cheio d’agua e frases não ditas. Marina sentiu a dor se alastrar pelo seu corpo todo, como se metade do seu ser estivesse rejeitando aquela resposta e a outra metade estivesse rejeitando a pergunta, mas as duas metades doíam.

Pela primeira vez, Clara tomou uma iniciativa. Moveu-se sem que perdesse os olhos de Marina dos seus e suas pernas guiaram-na e pararam a um passo da fotografa. Clara não tentou tocar seus braços, ou face, simplesmente se manteve em pé ali até que fechou a distancia entre as duas.

Marina sentiu o mundo girar e ela assistir em câmera lenta. Clara se aproximando com uma determinação nunca vista antes, deu mais alguns passos e Marina pôde sentir o cheiro doce de seu cabelo. Perdeu-se por alguns momentos observando Clara tão perto e tão longe de si ao mesmo tempo.

Quando Marina voltou a olhar nos olhos de assistente, Clara havia mudado sua fisionomia por completo, agora parecia serena e calma. Respirava com dificuldade, mas compassadamente. Olhou nos olhos de Marina, pegou suas mãos e apertando-as contra seu peito deixou que duas lagrimas caíssem ao chão, então cerrou os olhos e respirou fundo tomando coragem pra falar. “Coragem, Clara”.

– Eu também não quero mais, Marina. Não quero mais responder com desculpas quando você espera respostas.

– Clara... – Marina arregalou os olhos e não conseguiu formular a frase, só podia olhar pra boca de Clara tentando entender o que ela estava dizendo e o que isso significava. “Você, o que?!”

– Não posso mais... – Beijou as mãos de Marina de olhos fechados, como nunca havia feito antes — ...não merecer o seu amor. – Clara deixou que uma gotinha de lagrima caísse sobre a parte de cima da sua mão e avançou na fotografa em um abraço sem precedentes. Enlaçou a cintura de Marina e juntou seus corpos quase tirando-a do chão no movimento – Você merece mais que isso, Marina. – Passou o nariz pelo cabelo da fotografa e sentiu seu coração doer, queria poder lembrar-se daquele cheiro pra sempre, mas era hora de dizer. Levou uma das mãos a nuca de Marina e como quem consola, fez um carinho ali. Segura o choro; Respira fundo; Não chora – Então, eu prometo, que quando te soltar desse abraço... Eu vou deixar você ter o amor que tanto merece!

Marina tremia dentro dos braços de Clara. No dia que elas discutiram e até mesmo antes de sair do quarto naquela manhã, era exatamente isso que ela queria. A chance de ter um amor que ela merecia; E por mais que Marina soubesse que cada palavra que Clara dizia era a mais pura verdade, doía do mesmo jeito e talvez até mais. Ouvir tudo aquilo foi golpe baixo, pegou Marina pelas pernas e ela cambaleou. “Não me solta!” Pensou no segundo que sua guarda baixou, e a fotografa abriu os olhos cheio d’agua em desespero, como se tivesse acabado de acordar de um pesadelo. Sentiu o corpo de Clara se afastar do seu na velocidade que se movem as placas tectônicas e sem pensar em nada, agarrou o pescoço de Clara com as duas mãos, trancando os pulsos nas costas de Clara. “NÃO ME SOLTA!”

Clara sentiu Marina agarrar seu corpo, suas costas, não deixando que ela se afastasse nem mesmo um pouquinho. Toda aquela dor e desespero de repente havia sumido. Quando Clara limpou a bochecha de Marina com o polegar e olhou praqueles olhos gigantes, tudo parou. Elas sorriram. Era a calmaria depois da tempestade. A respiração das duas estavam exatamente iguais, as duas piscaram varias vezes pra ter certeza de que aquilo não era um sonho.

Marina passou a mão pelo rosto de Clara, com os olhos fixados na boca da assistente, que deixava os olhos andarem por toda a extensão de sua face. Desenhou com a ponta do dedo o traço da boca da assistente e se inclinou pra frente, deixando a boca entre aberta. Essa era Marina dando o sinal de que Clara podia continuar. Se quisesse.

Clara quase não pôde acreditar. Marina sabia de tudo, ouvira tudo o que disse e ainda sim, permanecia parada ali, de olhos fechados e boca entre aberta, esperando por ela. Esperando por aquele beijo que quase aconteceu tantas vezes. Seu primeiro pensamento foi “Beija!” Rápido, antes que ela mudasse de ideia. “Beija, Clara!” E ali olhando aquela mulher insuportavelmente linda, em prantos e disposta a ser beijada mesmo sabendo que iria machucar muito mais do que faria bem, Clara não pôde. Não pode beija-la porque não era assim que queria aquele beijo acontecesse. Marina, de fato, merecia mais.

Clara amou saber que tinha Marina ali, na ponta de seus dedos esperando pra ser beijada, mas sabia também que isso só faria as coisas ficarem mais difíceis pra elas. Então com dificuldade desviou a trajetória em direção a boca da fotografa e deixou que sua boca ficasse a centímetros da orelha de Marina e disse pausadamente, tentando controlar a dor na voz e se lembrar do porque estar fazendo aquilo. “Ela merece mais!”

– Você merece mais que isso, amor. – Clara disse, passando a mão pela sua bochecha, limpando as lagrimas. Já não conseguia mais sorrir.

Foi como se a ultima palavra que Clara dissesse fizesse Marina sair daquele transe, e antes mesmo de assimilar a ultima palavra, o abraço se desfez. Uma distancia que parecia quilômetros se criou entre elas. Marina andava para trás em passos largos. Desacreditada.

Clara tentou explicar o porquê tivera que fugir de novo daquela boca, tentou ir atrás dela que já estava subindo as escadas. Até que viu Marina subitamente parar a alguns degraus de distancia e sem se virar, falar.

– Você tem razão, Clara. – A frieza de uma vida inteira, Marina carregava na voz – EU mereço sim, muito mais do que isso! – Colocou um pé no próximo degrau e ainda olhando pra frente sussurrou – Sai da minha casa. Agora.

Não esperou Clara responder, não ficou pra saber se ela havia chorado. Simplesmente continuou subindo a escada até chegar ao topo, virou para o seu quarto e não fez menção de olhar pra trás. Marina achava que viver com a dor do silencio de Clara era difícil, mas chegou à conclusão que conviver com a dor que sentiu dentro daquele abraço, seria quase impossível de se suportar. Precisava sair dali.

~

Clara saiu cambaleando da varanda, descendo os pequenos degraus e subindo no seu carro. O carro de Marina já estava carregado e esperando perto da porta principal. “As malas...” Clara tentou lembrar se no meio de tudo que havia acontecido, Marina respondera sua pergunta sobre onde estava indo, se estava indo, ou se voltaria. Não conseguia pensar em nada e ao mesmo tempo pensava em tudo, como um turbilhão de lembranças e imagens que vinham e voltavam pra sua atenção. Dores que vinham e ficavam latentes em cada pedacinho de memória. Sentou no banco do motorista daquele Jeep velho e deu com as mãos na direção muito mais forte do que imaginava. Pensou como Marina não entendeu nada do que tinha acontecido! Clara estava dizendo que não podia fazer isso com ela, não agora. Se beijasse Marina naquele momento, faria dela sua amante, e de todas as coisas que Marina merecia, ser amante definitivamente não era uma delas.

Clara soube no momento em que perguntou pra Marina se ela não aceitaria as migalhas que a assistente lhe jogava, que vinha sendo sim, uma covarde. Uma covarde por negar tão vergonhosamente um sentimento tão lindo que era aquele amor. Covarde por não ter sido mulher o suficiente pra bater no peito e tomar as decisões necessárias. Covarde... por aceitar que o sofrimento de Marina fosse arrastado por meses, simplesmente pela comodidade que era viver não tendo que escolher. Naquele momento Clara realmente quis que Marina se desvencilhasse de seu abraço e que seguisse em frente, que esquecesse aquela Clara. Pois sabia que havia tomado uma decisão!

Aquela Clara não existiria mais. Marina merecia uma pessoa melhor, um amor maior, e era isso que Clara faria. “Ser merecedora desse amor”.

Foi embora sabendo que sua vida nunca mais seria a mesma.

~

Marina deu ordens pro motorista se arrumar, deu tchau pra Vanessa e as duas iam em direção ao carro preto estacionado na garagem.

– Cuida de tudo aqui no estúdio, tudo bem? – Abraçou a amiga e respirou fundo – Me liga só se for extremamente importante, Vanessinha.

– Sim senhora, Chefinha. – Vanessa rio e passou as mãos nos ombros de Marina tentando acalma-la – Parece que você nunca ficou um tempinho fora, né? E outra, sou eu que cuido disso aqui MESMO quando você tá aqui, esqueceu?

Marina riu e assentiu com a cabeça. Vanessa tinha razão.

– Quando chegar a Buenos Aires você me liga, ok? Vou enviar as fotos pra exposição amanhã bem cedinho direto pra gráfica. Não precisa se preocupar com nada! – Vanessa disse alegre.

– O que eu faria sem você, mulher? – Marina deu um ultimo abraço em Vanessa, tentou dar um sorriso amarelo e sentou no banco do carro, deixando a porta aberta.

– Nada né, Marina? – Vanessa fechou a porta e esperou que Marina abrisse o vidro – E me diz, se “alguém” te procurar, o que eu falo? – Vanessa sabia que estava pisando em ovos ali, mas tinha que saber como proceder se Clara aparecesse atrás da fotografa.

– A Clara não é mais um assunto discutível dentro dessa casa, Vanessa. – Disse extremamente dura. – Explica isso pra todo mundo, por favor? – Marina colocou os óculos pra esconder as lagrimas – Eu não quero mais escutar esse nome na minha presença. Entendido?

– Claro como água! – Vanessa tentava esconder a alegria de ouvir aquelas palavras. Obviamente não conseguiu. – Boa viagem, meu anjo!

~

No caminho pro aeroporto o silencio incomodava Marina. Silencio dava espaço pra pensar na Clara, então Marina resolveu acabar com ele.

– Roberto, liga o radio, por favor. – Pediu desanimada para o motorista.

– Claro, dona Marina. – O motorista tocou no painel touch a sua frente e imediatamente a musica começou a tocar.

“E não adianta nem me procurar em outros timbres, outros risos. Eu estava aqui o tempo todo só você não viu. Só por hoje não quero mais te ver, só por hoje não vou tomar mina dose de você. [...] Eu não ficaria bem na sua estante”.

– Roberto, desliga a musica! – Marina pediu, não sabendo o que doía mais.

Voltou a pensar. Normalmente não iria a uma exposição tão pequena assim em Buenos Aires. Mas lembrou de que algumas semanas atrás Vanessa havia mencionado sobre o evento. Um amigo querido da ruiva era quem estava organizando e ter as fotos de Marina Meirelles seria, sem duvidas, o maior destaque da semana. Mas semanas atrás Marina não pretendia ir a lugar algum, muito menos pra uma exposição tão pequena assim. Havia pedido pra Vanessa recusar o pedido com carinho, dando desculpas de falta de tempo e disponibilidade na agenda, e que ficasse para uma próxima.

Quando saiu do galpão aquela noite, a própria Marina ligou para o amigo da Vanessa. Disse que entendia como estava em cima da hora, mas que gostaria muito de expor algumas fotos inéditas que havia tirado recentemente. Rafael, o amigo de Vanessa, quase não acreditou que estava recebendo aquele telefonema, disse que seria o maior prazer e que ele tiraria alguns artistas para que Marina tivesse mais destaque. Marina pediu para que não o fizesse, não precisava que dispensassem ninguém e se tivesse que dispensar, Marina não iria. “Só um espacinho aí em Buenos Aires” Lembra-se de ter dito isso, antes de fechar com Rafael. Quando disse pra Vanessa, ainda na madrugada daquela noite, que estaria indo pra Buenos Aires, ela não entendeu nada, mas logo compreendeu o porque daquela fuga tão repentina. Pela primeira vez em vários meses, Vanessa não criou nenhum tipo de discussão ou empecilho, reservou o voo, escolheu as fotos e tomou conta de todos os detalhes. Ficou até o amanhecer para que tudo estivesse do jeito que Marina gostava, mas não ligou, Marina estava indo pra Buenos Aires pra poder voltar a ser “Marina Meirelles”. Valeria a pena.

Notas finais
Nesse cap tem uma homenagem pra uma guria é que LOUCA pela Pitty. Beijo guria!! E aí gente? Ta difícil demais? Tamo sofrendo muito ou tá pouco, pode mandar mais? KKKKKKKK Por favor, agora eu preciso da opinião de vocês, porque se deixar pra mim, elas vão sofrer um tiquinho mais. Então, espero todas as criticas que vocês tem pra dar. Bora me ajudar, aí. Um beeeeeijo e até daqui uns dois dias.