Notas iniciais
Heeeeeey gatxonas do meu coração! Um capítulo bem lindo pra vocês, saído do forno. Esse daqui só precisa de três reviews pra ser atualizado. To sendo boazinha, hein? hahaha, ;*



POV/
Aninha




Estávamos todos no térreo do
Copacabana Palace, conversando sobre baboseiras. Sobre merda, melhor dizendo.
Então, a Lu puxou meu braço. Ela queria me contar algo.



-
Aninha, você não sabe!



-
O queee? Conta, conta!



-
O Diego queria que eu fosse pra casa dele ontem, mas eu inventei mil coisas.



-
Era pra você ter ido. Ele é muito gostoso.



-
Mas é galinha. – falou, com um tom de tristeza – ele não vale a pena, amiga.



-
Af, Luisa, tu desiste muito rápido. Era só ter ido lá e... – ela me interrompeu.



-
Shiu! Ninguém sabe além de você, Nat e Mari. Nem a Giovana sabe. Se meus pais
descobrem...



-
Olha, você não sai por ai dando pra todo mundo. Não vejo problema nenhum eles
saberem. Não é o fim do mundo.



-
Você conhece meus pais tanto quanto eu. Se eles descobrem, vão dar a porra
comigo.



-
Ta, ta. Agora, vamos voltar pra lá antes que alguém desconfie. – então,
voltamos para perto de Gi, Nat e Vitor. Ficamos falando sobre Skins, uma série
que todos nós assistimos. De repente, alguma coisa vibrou na minha bunda.



* ligação mode on *



- Que é? – perguntei.



- Calma, só to ligando pra perguntar se
você pegou minha blusa dourada antes de virmos para o hotel. – falou Thalita,
minha irmã.



- Não. Sabe que não pego suas coisas.



*ligação mode off *



Mano,
eu odeio a minha irmã, puta que pariu! Ela se chama Thalita Magalhães e tem 20
anos. Vive andando com a irmã da Mari, a Milena, e com o irmão da Lu, o Pedro.
Eles tem a mesma idade. Thalita está no terceiro ano de Designer na faculdade.
Tem uma porra de um namorado e é patricinha até o dedo do pé. E puta também,
mas eu não to nem ai pra ela. De repente, comecei a sentir falta da Mariana.



-
Gente, cadê a Mari? – perguntei.



-
Né isso...cadê a baixinha? – Vitor concordou comigo. Comecei a olhar para os
lados.



-
Ela e suas manias de sumir. – falou Lu.



-
Maricotinha fujona, tsc, tsc... – Nat disse isso e todo mundo começou a rir.



Começamos a procurar por ela por todo o
hotel. Como sempre, eu pensei mais rápido e fui ao quarto dela. Antes de
entrar, rezei para não ver nada de mais. Não tinha ninguém lá, mas ela tinha
trocado de roupa e esquecido o... epa! Ela nunca sai sem o fone dentro da
bolsa. Hmmmmmm, Mariana. Eu ri sozinha. Já tava ficando louca da vida com ela
quando meu celular vibrou de novo.



* ligação mode on *



- MARIANA, CÊ TA LOUCA? A GENTE TA TE
PROCURANDO PORRA!



- Calma, to na piscina. Tenho uma pessoa
pra te apresentar.



- É gato? – perguntei empolgada.



- Aham.



- É gostoso?



- É. Agora se arruma e vem. LOGO! Beijo.



- Beijo.



* ligação mode off *



Colega, é a minha chance de sair da seca.
Corri literalmente, feito uma desesperada pelo corredor. Sorte minha que meu
quarto é só um andar acima do da Mari. Fui pela escada, mesmo estando de salto.



Assim que entrei na minha suíte, saí jogando
roupa pra tudo quanto é lado dentro do closet até achar meu biquíni azul super
sexy. O vesti e coloquei um short jeans por cima. Peguei meu óculos e minha
bolsa, e desci.



Quando fui chegando mais perto da entrada da
piscina, reduzi o passo e respirei. Nem parecia que aquilo desesperada por
homem era eu. Que merda. Tentei chegar o mais natural possível.



-
Olha ela ali. – falou a Mari.



-
Oi! Ana, né? – falou o cara que estava com a Mari.



-
Melhor Aninha. Prazer. E você é...?



-
Eu sou o Ryan. O prazer é todo meu. – ele sorriu e eu pude ver o quanto ele era
gostoso. Puta que pariu!



-
Vou deixar vocês a sós. – Mari disse e se afastou.



-
Então, Ryan, você tem quantos anos? – perguntei me sentando em uma
espreguiçadeira.



-
19. E você tem 18.



-
To vendo que a Mariana já passou todas as informações básicas – nós rimos
juntos – mais velho. Hmmmm.



-
Você gosta? – ele perguntou, ainda sorrindo.



-
Adoro. Mas, você é de onde?



-
Do Canadá. Stratford.



-
Sou louca pelo Canadá, mas ainda não tive oportunidade de ir por lá.



-
Um dia você ainda vai lá. Fica na minha casa.



-
Com muito prazer. – sorri, maliciosa.





-
Já saiu do Brasil? – perguntou ele, curioso.



-
Sim. Fui para o Chile no ano passado, e vou pra Roma esse ano. Em Julho.



-
Eu já fui em Roma. É lindo.



-
Podíamos ir juntos. O que você acha? – perguntei e ele sorriu.



-
Eu não morreria se fosse visitar Roma mais uma vez. Muito bem acompanhado. –
nós rimos. – Quer beber algo?



-
Sim. Um Martini, por favor.



-
Vou pegar. – eu assenti e ele foi. Meu Deus, ele tem uma bunda que... senti
alguém tocar no meu ombro e me virei. Nat.



-
Menina, quem é esse cara?!



-
Um gostoso, que eu vou pegar. – sorri.



-
Isso eu já sabia. Nome?



-
Ryan. Do Canadá.



-
Uhhh – Nat fez igual ao meme do “ui” e eu dei uma gargalhada – Ele é muito
gato. Pegue mesmo.



-
Pode deixar.



-
Agora, eu vou indo. Seu homem tá voltando. Beijo.



-
Beijo. – o Ryan tava segurando duas bebidas. Meu Martini e o whisky dele.



-
Ta aqui. – ele me entregou o copo.



-
Obrigada. – sorri. Fizemos um brinde e cada um bebeu um gole.



-
Então, vamos ter um papo reto. – ele disse.



-
Amo coisas retas, sabia? – meu sorriso ficou malicioso.



-
Você é maliciosa. – ele sorriu e bebeu.



-
Eu sei que sou. Mas, falai.



-
Bem, eu acho você muito gostosa. E acho que isso já ta na cara. Só um homem
maluco ou cego não acharia.



-
Obrigada – tomei um gole do Martini – acho o mesmo.



-
Me acha gostoso?



-
Não. Me acho gostosa. – ele gargalhou com a minha piada.



-
Você é hilária. O tipo de mulher perfeito.



-
Eu sei que sou. Termina de falar.



-
Então, vai ter um baile de gala aqui no hotel, e, pra entrar, é obrigado ser
acompanhado. E acho que você seria a companhia perfeita. – eu corei.



-
Seria ótimo. Quando é?



-
Depois de amanhã. Te pego às oito.



-
Fechado. – meu celular avisou uma mensagem – com licença.



-
Toda. – eu sorri e fui ler a mensagem.



“Aninha, vem logo pra cá. SOS Giovana.
Beijo, Nat”



Meu Deus, o que a Gi fez agora?



-
Ryan, eu tenho que ir. SOS de uma amiga. Já te passei meu número, me liga pra
gente sair uma próxima vez.



-
Vai ter próxima vez? – ele sorriu, esperançoso.



-
Claro, né? Agora, vou embora. – ele levantou e me abraçou. Tomei um gole do
Martini e saí.



No caminho, eu fui pensando com meus botões.
A Giovana tem vários problemas. Confere. Ela já se cortou. Confere. Já fez
muita coisa errada. Confere. Será que...?? Não, impossível. Comecei a andar um
pouco mais rápido. Será que o pior aconteceu? Não...a Giovana não é louca. Isso
é um segredo dela, e NOSSO! Se ela tiver contado, eu juro que esgano aquela
garota. Esgano. Espera, respira,
calma. Vou pensar positivo.



Quando entrei no elevador, encontrei
Samantha. Ela ia me infernizar até o elevador chegar no quarto andar. Pena que
eu não tinha uma faca na minha bolsa.



-
Oi, amiga! – ela falou.



-
Vai se fuder! Nossa amizade acabou à quase cinco anos, desde que você começou a
querer ser melhor que todo mundo.



-
Grossa. – ela fez cara de vítima.



-
Vadia. – a porta do elevador abriu, e eu saí.



Quando entrei no quarto, vi a Gi caída no
chão, com o pulso com um corte fundo, e muito sangue no tapete. Olhei em volta,
e as meninas estavam lá. Ela estava pálida.



-
O que você fez, Giovana?

Notas finais
Reviews? Onde vocês estão, seus lindos? :3