Summer Camp Blood - Interativa

5 Um pouco de perigo na vida


Notas iniciais
Oi! Até que enfim voltei né? mas bem, atualizei as notas da Historia e acho que deu pra perceber que a fic só vai ter capitulo novo de 2 em duas semanas agora né? estou hiper-mega-super atarefada, tenho prova, trabalho, semana do conhecimento, concurso de bolsa pra minha outra escola, formatura, show e muito mais. Além das minhas outras duas fics, que já me ocupavam a cabeça, mas não pretendo deixar de postas, só vai demorar um pouco mais agora. Mas se animem, sempre que eu conseguir posto antes do combinado Ok? Bem, sem mais delongas, boa leitura.

Camila Elizabeth Saltzman Parker

Bo$$– Fifht Harmony

Camz não estava nos seus melhores dias, havia acabado de perceber que perderá seu colar de magia e não se sentia bem sem ele. Sentia medo de fazer o que menos gostava de novo, ainda mais em um lugar repleto de magia.

Andava pelo acampamento a procura dele, mas a cada passo parecia que mais magia se aproximava dela, em todos os lugares que ela olhava via a presença de magia. A sua esquerda um grupo de meninas brincavam com um garoto humano magicamente o jogando de uma para a outra, ela até tentaria ajudar, mas tinha medo de perder o controle e machucá-las.

A sua direta, um casal de namorados vampiros conversavam, pareciam se reconciliar de algo, ela não havia percebido, mas o casal que ela observou se tratava de Mathias e Charlotte, depois dos dois refletirem eles se perdoaram pela briga boba e voltaram a ficar bem mais uma vez.

Um pouco a sua frente podia sentir o emanar de energia de Hope, a tutora do lugar que estava cronometrando o tempo de treinamento entre os campistas do grupo 16. A cada dia 2 grupos treinavam e sempre precisava ter alguém no local, ou tudo acabava em briga.

Mesmo que Camila fosse uma Herege e tivesse poder próprio, odiava ter a sensação de que ainda podia sugar a magia de outros e no acampamento isso significava sugar a magia presente em 75% dos alunos.

Sem prestar muita atenção por onde andava acabou esbarrando em alguém e levou um susto a fazendo se desequilibrar e quase cair, só não caiu porque uma mão a segurou.

– Peço mil perdões moça, eu não prestava atenção por onde andava. – se desculpou James.

–Não, tudo bem... eu também não prestava muita atenção... a onde ia. – se desculpou também logo depois de perceber que não sugara a magia dele.

James sorri e puxou a moça de volta a ficar firme com os dois pés, ela agradeceu um pouco baixo mais uma vez e ele sorrio acenando com a cabeça e voltando a andar, mas antes que ele fosse muito longe ela correu atrás dele.

– Moço! – ela que levantará o braço para tocá-lo no ombro o abaixou. – se você por algum acaso avistar um colar perdido poderia me devolve-lo?

– Um colar perdido? – ela assentiu. – como este?

James levantou o colar que achará a poucos metros dali, ele se prontificou a colocá-lo nela e ela com um pouco de receio deixou, não queria acabar machucando um vampiro tão gentil quanto ele.

Mas nada acontecerá, ela não sabia o que estava acontecendo, na maioria das vezes sempre que alguém a tocava e ela não se sentia segura por estar sem o colar dela, eles acabavam sem sua respectiva magia, mas com James era diferente.

Será que ele possuía algum campo invisível de força? Camila realmente não imaginava o que poderia ser. Mas bem, quem adivinharia que dali sairia um amor a primeira vista?

– Obrigada. – agradeceu Camila sorrindo. – Nossa, eu nem perguntei o seu nome.

– Tudo bem, eu também não perguntei o seu. – eles riem. – Mas bem eu me chamo James, James Salvatore.

– Camila, Camila Elizabeth Saltzman Parker. – ela ignora a mão que ele estendeu e o abraça, ele fica atônito por alguns segundos, mas depois retribui o abraço. – Foi bom conhecê-lo.

– Você parece ser alguém legal, e sabe o que eu faço quando encontro pessoas legais? – Camila fez uma cara em misto de riso e confusão. – eu as convido para tomar uma xícara de café. Você gostaria de uma?

– Café? – Camila se interessou no assuntou. – adoro café e adoraria tomar uma xícara, ou a garrafa toda de café com você.

Os dois riram e foram juntos para um lugar mais tranqüilo, para tomarem sua xícara – ou garrafa, no caso da Camz, de café.

Rafael Forbes Mikaelson

O Mikaelson problemático anotava a um canto da mansão de numero 1 o que havia acontecido no acampamento até o momento, ele adorava e isso se tornará uma necessidade de anotar tudo o que acontecia em seus dias, por isso ele desenvolverá uma memória muito boa.

Tudo era anotado por tópicos. Ele já havia anotado a maioria, mas ainda não havia terminado a lista.

*Natalie esta um gelo comigo. Porque? Eu sinceramente não sei.

*Allysson anda me importunando na hora do banho mais uma vez. Mas aquele é o horário perfeito para você-sabe-o-que.

*Dakota foi “seqüestrada”. Papai e mamãe chegaram ontem, a chegada deles não foi de meu agrado, mas eles logo descobriram quem havia feito aquilo e levaram minha irmã Manuella embora. Ela tinha que se vingar da Dakota ¬¬

*Por sorte eles já foram embora e eu consegui evitá-los todo esse tempo. (Amém!) eles procuraram todos os filhos, mas eu fui o único a não ser achado.

*Colin ficou feliz ao ver eles e ficou com o cargo de cuidar da Dakota por que ele é um pau mandado. ¬¬ Essa licantropia do menino ainda o mata um dia, ou melhor dizendo, as ordens do papai o matam um dia. Ainda mais que ele insiste em não quebrar sua ligação com o papai como os outros.

*Nicole pelo o que eu fiquei sabendo estava estranha quando viu eles, ela não parava de ficar vermelha, talvez seja porque Jason estava no quarto com ela quando Caroline e Klaus apareceram kkkkk queria ter visto a cena.

*Dakota não esta chateada com Manuella, mas se sente muito bem sabendo que ela nunca mais a verá pelo resto do verão. Odiou ficar trancada dentro daquela cabana velha e fedorenta por 2 dias.

*Hope foi a ultima a vê-los e como sempre papai e mamãe estava orgulhosos dela, ela conseguiu tudo o que queria com esforço próprio, um bom emprego, no lugar que ama, um bom namorado e esta feliz, coisa que mais importa.

*Eles provavelmente não sentiram a minha falta, papai me odeia mesmo. ;-; mamãe talvez tenha sentido, mas foi embora com ele do mesmo jeito.

*Muitos que sofreram na mão da Manu estão felizes por finalmente ela ter o que merecia, ela com toda certeza pegará o pior dos piores castigos da família mikaelson por ter feito aquilo com Dakota, mas vamos combinar, foi golpe baixo.

*Meus tios também vieram, e também viram seus filhos. Terik tentou de tudo para impressionar tio Kol enquanto ele estava aqui, mas acho que ele não entende que isso não faz diferença. Observei Natalie de longe, ela parecia distante da família, como se vivesse a uma bolha a parte deles, mas é realmente assim que é. Sei como ela se sente e isso é um saco!

*Elijah e Hayley visitaram Gabriella e Charlotte, as duas não se dão muito bem, mas tentam não se matar na frente dos pais. Depois Hope apareceu e eles ficaram conversando, só que Gabriella ficava fazendo umas caretas de ódio estranhas, com certeza vou zoá-la com isso.

Rafael fechou o caderno quando ouviu seu nome ser chamado, o grito vinha de longe, mas com sua audição ele ouviu e logo seguiu a voz que continuava a gritá-lo. Quando ele saiu da mansão todos que o conheciam olhavam pra ele como se ele tivesse encrencado.

A voz era de Hyamara Kymura, sua amiga um tanto esquentadinha. Logo ela apareceu correndo até ele tão rápido quanto ele pode raciocinar. Ela parou a centímetros dele. Sua vestimenta era um tanto quanto masculina.

Um dos tênis mais caros da BR Shop, uma calça cinza que ia ate a metade da sua batata da perna e era larga na cintura, uma camiseta preta larga e um boné cobrindo seus cabelos castanhos, mas o que mais chamava atenção nela era o “vapor” que saia dos seus machucados por todo o corpo feito a base de verbena.

(Survivor — Eyes Of The Tiger)

– Onde está sua amiga Natalie? – perguntou grossa e bufando de raiva.

– O que aconteceu com você? – perguntou ele ignorando sua pergunta.

– O que aconteceu comigo? – perguntou irônica. – acho que dá pra ver muito bem o que aconteceu comigo Rafael!

– Oh grossa, estou tentando saber o que aconteceu!

Hyamara perdeu a paciência e o prensou contra a parede com tanta força que fez a cabeça dele começar a sangrar.

– Só me diga onde aquela vadia está! – gritou já furiosa fervendo em vingança e raiva.

– Acho que a puta não sou eu, e sim você, que já pegou meio mundo. – alfinetou Natalie, fazendo com que a atenção se virasse a ela. – espero que tenha gostado do banho, Senhorita Salvatore.

– então a invejosa resolveu aparecer? – se aproximou alguns passos. – você sofrerá o mesmo que eu, Mikaelson. – desafiou erguendo uma das sobrancelhas.

– Se você conseguir chegar até mim. – debochou Natalie. – você é fraca Kymura, não chegará aos meus pés.

– Eu não teria tanta certeza. – Hyamara sorriu de lado assim como o pai e foi em direção da menina.

Natalie esperou que ela chegasse perto o suficiente para que magicamente ela fosse jogada para fora de sua direção. Natalie mal se mexeu ao fazer isso, mas Kymura avançou mais uma vez e dessa vez mais perto, só que Natalie continuava curtindo sua diversão a jogando pro lado.

Já na quarta vez que isso se repetia, aquilo ficou chato, então quando Natalie resolveu acabar logo com isso pensando no pior jeito de ver a Salvatore sofrer, algo prendeu suas mãos, quando ela olhou um par de algemas estavam presos a ela.

As algemas retiravam o poder de qualquer bruxa, não importando o seu poder. Até mesmo Davina não era páreo a essas algemas, ainda mais as que os Salvatores haviam conseguido juntar com os anos. Todas elas estavam abençoadas magicamente por diferentes bruxas de linhagens diferentes e a que mais fortaleciam ela era a linhagem Bennett.

– Eu-Não-Acredito! – Gritou Natalie entre dentes. – Você vai pagar sua criatura horrenda do submundo!

– Olha quem fala. – ironizou Hyamara enquanto limpava o sangue da boca. – a mestiça que veio mais abaixo do que eu.

Natalie correu na direção dela, Hyamara se preparou para atacar, mas Natalie passou reto por ela e segurou no pescoço de Rafael.

– Não faça isso Natty! – Rafael disse enquanto não tinha seu pescoço ao chão.

– Eu disse que me vingaria, não mandei que me ignorasse! – ela gritou e quebrou o pescoço do amigo, Kymura ficou sem reação, gostava demais de Rafael para fazer algo e por a vida dele ainda mais em perigo.

Natalie passou por cima do corpo dele e mirou Hyamara.

– Isso ainda na acabou Hyamara Kymura.

– Pode ter certeza que ainda só começou. – Hyamara tinha um tom frio e mortífero em sua voz.

Natalie desviou os olhos entediada e quando foi sair dali, uma caixa mágica a limitou. Hyamara que estava indo até Rafael também foi parada ao dar de cara com uma parede solida a sua frente.

Hope se aproximou do local onde elas estavam junto com Cassie, Katie e Jane outras bruxas. Hope suspirou exasperada com a atitude da veterana e da novata.

– Mal chegaram e já arranjaram briga? – perguntou recebendo silencio como resposta. -Esperava mais de você Natalie, você é veterana a anos, devia dar apoio e apartar brigas, não cria-las! – ela olhou de Natalie para Hyamara. – e você Hyamara Kymura? Mal chegou e já arranjou briga? Nunca vi uma novata que consegue me fazer ter problemas tão cedo!

Hope estava severamente cansada de já ter problemas demais com campistas em menos de uma semana. Alem dos problemas pessoais e do próprio acampamento. Alem de algo que lhe perturbava desde o reaparecimento de Dakota.

– Me esperem na sala, vou chegar lá em 1 minuto.

Hope fez as duas desaparecerem e aparecerem em uma sala branca dentro da base que fazia tudo e qualquer coisa inter-relacionada com magia perder as forças. As duas perderam seus poderes sobrenaturais temporariamente, Natalie não tinha mais suas presas assim como Hyamara e também não conseguia nem mesmo fazer uma vela acender.

Hope que ainda estava no campo junto com os espectadores da briga os fez se dispersarem e Cassie e Katie ficaram encarregadas de cuidarem de Rafael. Logo depois Hope se tele transportou junto com Jane para a sala, sendo separadas da parte sem magia somente por um vidro.

– Vamos começar com as punições mais leves. – Hope pegou uma prancheta que continha 20 punições leves que as meninas pagariam... Juntas.

Kate Salvatore

The best day of my life– American Authors

A Salvatore de olhos azuis acinzentados era outra que em menos de dias já havia trazido repletos problemas pra Hope. Kate estava sempre envolvida em uma encrenca com alguém e isso sempre a levava a ser culpada, mesmo que a arte fosse feita em grupo, ela sempre preferia levar a punição sozinha, pelos amigos.

Kate sempre fora extra protetora com os amigos e família, tanto que alguns já bem conhecidos haviam experimentado da fúria da menina quando ousaram falar de sua família, mais precisamente da mamãe Salvatore.

Não era segredo algum que a maioria preferia comentar sobre Elena Gilbert, a menina que fez o mundo parar e só girar em torno dela. O que muitos não percebiam era que só estavam de pé graças a mulher do mais velho Salvatore.

Os híbridos principalmente, já que nenhum deles seria criado se não fosse pelo sangue da morena de olhos castanhos. Assim, pelo menos 25% do acampamento não existiria. Nem mesmo o senhor Niklaus Mikaelson poderia ser o grande e assustador hibrido Original se não fosse por causa da pequena e frágil Elena.

Mas bem, a única coisa que ela odiava era ter que passar horas e horas dos seus dia na detenção. Mas hoje ela teria companhia. Hyamara Kymura e Natalie entraram na sala. As duas trabalhariam em conjunto com Kate.

– Ponham as tornozeleiras e não me amolem. – instruiu Jane dando as tornozeleiras cinzas nas mãos das meninas. – e sugiro que façam isso rápido.

– Isso daqui é ridículo. – reclamou Natalie pensando como ficaria horrível cinza com o restante de sua roupa. – não vou colocá-la.

– para de ser patricinha e coloca logo Natalie. – Hyamara falou com desgosto, já que foram instruídas de trabalharem juntas ao o que quer que fossem fazer.

– Você não manda em mim Salvatore. – retrucou Natalie e Kate pigarreou. – O que foi?

– Alguém problema com a minha irmã, castanha? – perguntou Kate colocando o braço envolta do pescoço de Kymura, sua irmã mais nova.

– Quem é você pra me chamar de “castanha”? – perguntou fria.

– Kate Salvatore, mas também conhecida, como o seu pior pesadelo. – antes que Natalie retrucasse ela completou. – mexa com a minha família e verá a força de uma voadora Salvatore no meio da sua cara.

Hyamara estava surpresa ao ser defendida pela Irmã, ela normalmente os ameaçava e os deixava com certo medo, mas não sabia que ela podia se transformar assim, ainda mais para proteger ela.

– Então teremos problemas aqui, pois eu terei o prazer de ser o seu pior pesadelo.

Natalie a olhou com desprezo e se virou. Mas Kate, sendo mais rápida arrancou a tornozeleira da mão dela e colocou rapidamente no pé da mesma. Natalie tentou fazê-la queimar, mas nenhum poder saia de sua mão.

– Mas que porcaria é essa? – perguntou confusa. – não estamos mais naquela maldita sala.

– É, você não esta mais na maldita sala, mas a tornozeleira faz os seus poderes serem retirados de você, assim como quando você esta dentro da sala. – esclareceu Kate, mas Natalie fez cara de “Não me enrola” e ela entendeu. – Ah, porque eu consigo me mexer assim tão rápido? Digamos que eu tenho uma carta na manga a mais do que você.

Kate sorriu irônica e voltou ao seus afazeres. Hyamara colocou a tornozeleira sabendo que dali não teria escapatória, já que pela experiência da irmã no local, se a tornozeleira fosse ativada e você não estivesse com ela, provavelmente pagaria o triplo de punições supervisionadas.

Porque as vitimas não a tiravam? Caso ela estivesse ativa e você tentasse retira-la, receberia uma descarga elétrica tão grande que provavelmente você começaria a queimar instantaneamente.

O aviso era sempre dado no começo das instruções fixadas em cada casa, mas Natalie não as lera, porque? Provavelmente estava fazendo besteira.

As três voltaram a limpar, sem seus poderes tudo ficava demorado e cansativo, por isso você pensava muito bem antes de aprontar, para não acabar limpando lugares que só pareciam ficar mais sujos depois de você limpar.

Kate apesar de ter dado um jeito no dispositivo, não fora bom o suficiente para que ela conseguisse usar seus poderes a todo momento, ela tinha que só tentar a sorte toda vez que precisava.

Ela só se arriscará, porque as tornozeleiras seriam ligadas em minutos e como as duas pagavam punições juntas, tudo o que fosse designado a uma, seria designado a outra. Ela já não suportava a Natalie, se algo acontecesse a sua irmã mais uma vez por causa dela, Natalie nunca mais desejaria ter se metido com ela.

Palavra de uma Salvatore.

Oliver Lockwood Parker

Harry Potter — Prologue

Oliver estava parado de frente para o enorme portão do acampamento. Sua mochila nas costas e seu Mp3 no ouvido era tudo o que carregava, não precisaria de muito para um lugar que não ia durar.

Ele suspirou e passou pelo portão. Seus pensamentos eram direcionados ao que lhe havia sido dito antes de descer do carro.

Entrar, persuadir e matar. Entrar, persuadir e Matar. Entrar, persuadir e matar. Entrar, persuadir e matar. Enquanto repetia isso em sua mente olhava a sua volta meio perdido procurando onde se informar.

Avistou uma moça, com seus 18 ou 19 anos, de cabelos castanhos e um porte nobre. Parecia gentil o suficiente para aconselhar um jovem, pálido e magrelo até seu destino. Ele se aproximou e chamou:

– Moça?

– Sim? – Charlotte virou ao ouvir alguém chamar perto de si.

Logo ela viu um menino alto, magro, de cabelos castanhos beirando o negro bagunçadissimos, com uma blusa de Harvard, óculos e fones. Ele tinha um pequeno sorriso nos lábios que o fazia parecer tão fofo e ingênuo que dava vontade de pegar pra criar.

– Com licença, mas você poderia me indicar onde é a “Base” – fez aspas no ar. – por favor.

– Ah, claro. É só seguir reto até uma enorme casa branca e com o símbolo do acampamento nas portas e janelas, também vai ser visível, pois é a maior mansão daqui, acho que você encontra fácil. – ela sorriu amigável.

– Obrigado. – ele sorri e da meia volta seguindo o caminho indicado, mas logo para ao seu nome ser chamado. – Sim? – ele vê ela se aproximar.

– Bem, não fará mal nenhum eu levá-lo.

Eles começam a conversar enquanto caminham, sempre perguntando o básico a se saber de uma outra pessoa. Charlie logo descobriu que Oliver era tão novo quanto aparentava, tinha somente 15 anos, era novo no ramo de acampamento e por isso se encontrava tão perdido. Ele também soube do básico dela, mas não gostava muito de conversar, ele se sentia mal sabendo da vida da pessoa que ajudaria a matar.

Oliver estava condenado a isso desde que nascera, por causa de um deslize de Tyler, seu pai, a anos para reviver sua mãe, liv, que estava morta a uns anos atrás. Talvez por estar condenado a um futuro tão ruim e cruel, ele não tinha mais uma boa relação com os pais.

Ele compreendia que as pessoas faziam coisas em momentos desesperadores, mas preferia não ter nascido se era pra passar por aquilo.

– Pronto, está entregue. – Charlotte que se simpatizara com o menino não conseguia parar de sorrir.

– Obrigado mais uma vez, Char. – ele agradece e sobe as escadas. – espero te rever mais uma vez.

Ele entra na Base e reconfirma sua matricula. Assim que vira oficialmente um campista, sente uma voz em sua mente que tanto odeia.

Bom trabalho criança, agora, você sabe o que deve fazer, não me decepcione, ou sabe quem sofrerá até morrer.”

Ele sabia que não tinha escolha, uma parte do plano já começara, agora só faltava manipular e depois, matar.

Notas finais
Eai? Gostaram? Nos vemos nos comentarios, Bye.