Summer Camp Blood - Interativa
3 A escolha dos líderes
Notas iniciais
James Salvatore
James levantara cedo, assim como todos os outros. Os dias no acampamento sempre começavam cedo e para ele era legal ter mais tempo para fazer suas coisas ou encontrar seus amigos.
O menino pálido de 18 anos vestiu uma camiseta aleatória de Senhor dos Anéis e uma calça Jeans, quase nunca era visto sem uma delas no corpo. Sempre gostará de calças jeans. Mas enquanto amarrava os cadarços do seu all — star vermelho preferido ouviu sua porta ser aberta sem qualquer indicio de permissão.
– Jamie! Não te vi ontem! Estava com saudades cara! – exclamou Colin a sua frente.
– Eu também pequeno Col, eu também. — respondeu ao se endireitar na cama, depois de terminar o amarro. – mas, vamos eu estou com fome e sei que hoje o dia não será fácil.
Os dois saíram da mansão Azul, mesmo que Colin estivesse na vermelha, nada o impediria de ir visitar seu amigo na outra mansão, porque para os dois não importava a vitoria e sim as historias.
James era amigo de Colin desde a desgraça que o Col teve que passar no seu primeiro ano pela própria irmã. Como todos sabiam quase todos tiveram que passar por algo nas mãos de Manuella, ela sempre fora a “líder” do lugar para alguns.
James fora um dos poucos que escapará das mãos dela, primeiro por ser mais velho e segundo por saber fugir de uma briga. Não que ele fosse covarde, mas seu estilo de vida se resumia ao mais passivo possível.
– e então como foi a sua vida fora daqui Salvatore? – perguntou Colin.
– Normal, como sempre Colin e a sua?
– Eu tive meses ótimos, acredita que...
Em menos de segundos o pensamento do jovem James se foi para um lugar longe desse, não que ele não gostasse da companhia do amigo ou do acampamento, mas ele sempre fora o mais avoado em todo e qualquer lugar.
Mesmo ciente de que estava andando, não prestava muita atenção no que Colin dizia, pois a vida dele sempre estava repleta de aventuras e sangue coisa que Jamie não gostava muito.
Ele repugnava vampiros? Não de jeito maneira, ele era um deles, nascerá de uma delas, mas não conseguia se conciliar com o fato de ser um predador. Odiava ter que tirar sangue dos outros a força ou até mesmo quando estavam hipnotizados. Aquilo não fazia o seu estilo e sim o de Colin.
– James?! Você esta me ouvindo?! – gritou Colin pela décima vez.
– Hum? O que? – perguntou voltando sua atenção a Colin. – você estava falando do seu tempo fora daqui não é?
– Eu já mudei de assunto a um bom tempo Jamie. – explicou Colin rindo. – realmente você é mais avoado do que se parece.
– Não sou não. – brincou James sorrindo e colocando seu braço ao redor do pescoço do amigo.
– vamos chegar logo a aquele refeitório. – falou Colin — pois como você mesmo disse o dia vai ser difícil.
Natalie Claire Mikaelson
Depois de um longo e relaxante banho Natalie saiu do banheiro enrolada em uma toalha felpuda, o bom do acampamento era que não foi e nunca seria preciso a divisão de quartos, existiam mais de 20 mansões pelo lugar que espalhavam crianças e adolescentes.
Natalie optou por vestir sua camiseta de listras brancas e pretas e um short preto curto que demarcava seu corpo. Colocou um par de coturnos pretos e pegou seu livro favorito, saiu da mansão sem nem ao menos falar com alguém.
A menina não conhecia muito as pessoas dali, apesar de ser uma das muitas veteranas no lugar. O problema vinha de seus pais, Kol e Davina, no seu ponto de vista ela só conviverá com pessoas mais velhas e que temiam que seus enormes poderes saíssem de controle, ela nunca tivera muito contato direto com pessoas da sua idade.
Parou um pouco na frente da primeira mansão, se olhando no espelho, Natalie sempre fora insegura com sua aparência sempre achava que faltava algo que os outros não iam gostar, sempre achava erros em si onde na verdade não existiam.
Mas ao parar de prestar atenção em si na vidraça viu de longe um amigo dentro da mansão Roxa, Rafael. Um Mikaelson com problemas familiares como ela. Os dois eram ignorados pelos pais e ele se sentia deslocado dela.
Ela o entendia e ele a entendia, os dois eram melhores amigos desde a primeira vez que se falaram verdadeiramente. Eles não costumavam puxar conversa já que ela parecia muito fria e ele era o brincalhão do lugar, mas depois de saberem que era pessoas diferentes por fora, mas parecidas por dentro, nunca mais ousaram se separar.
Mas porque ela não fora procurar ele? Digamos que era algo dela e ele entendia isso, bem se você fosse melhor amigo dela ia entender. O menino a viu do lado de fora e saiu.
– Hey! Natty! – gritou da entrada dando com a mão.
– Hey! – ela acenou enquanto se aproximava. – tudo bem?
– Bem, melhor agora. – respirou fundo. – não agüentava mais estar perto dos meus pais.
– Não é o único. – consolou sorrindo.
– O que estava fazendo aqui? Na frente da janela? – perguntou mudando de assunto.
– Eu só, me lembrei de quando nos conhecemos. – respondeu omitindo sua insegurança.
– você faz isso parecer a tanto tempo! – ele exclamou rindo. – sendo que isso foi no ano passado.
– Não enche o saco novato... – falou um pouco seria por ter sido contrariada e virou.
– Não adianta, eu não consigo não encher o seu saco. – debochou. – você fica tão fofa quando sua bipolaridade ataca.
Ela rio e deu um leve soco no ombro dele. Mas logo a risada sumiu e o que ocupou foi seu sorriso solidário, tanto por ele agüentá-la tanto pelo o que ela sabia que ele fez.
– me mostra o braço Rafa... – pediu e ordenou ao mesmo tempo.
– Não... – tentou se desviar daquilo. – eu não fiz aquilo de novo, eu juro.
– tentar mentir para uma bruxa não é a melhor forma. – aconselhou trocando o peso de um pé pro outro.
Ele suspirou derrotado e levantou a manga da blusa de frio que ele usava no calor. Os cortes eram visíveis por serem profundos e que marcavam um pouco de sangue a blusa do menino. Natalie levantou as mãos e fez um leve movimento enquanto murmurava algumas palavras.
Os ferimentos fecharam mais rápido. Mesmo que Rafael fosse um hibrido, ele colocava mata-lobos e verbena na lamina toda vez que ia se cortar e esses eram bem recentes, mais precisamente de minutos atrás.
Ele estava cabisbaixo e ela pegou em seu queixo levantando seu rosto. Ela o olhou nos olhos tentando passar confiança e força, coisa que ele precisava para lutar mais contra a mente que lhe torturava toda vez que pensava em seu passado.
– lembre-se, você não esta mais sozinho. – ela assegurou. – você tem a mim agora.
Ele não disse nada, mas sorrio e ela sabia que aquilo era o suficiente por hoje, eles saíram de frente da mansão e ao passar pelo portão ela gritou:
– Vamos nos divertir! – dando um pulo o fazendo soltar a risada que ela tanto ama.
Hyamara Kymura Gilbert Salvatore
– Hyamara? – perguntou Rafael surpreso. – o que você esta fazendo aqui?
– Provavelmente o mesmo que você babaca. – ela riu e o abraçou. – estou feliz em vê-lo.
– Eu também. – confidenciou em seu ouvido antes de solta-la.
Os dois ficaram se encarando bobamente fazia muito tempo que não se viam, pelo menos quatro anos e isso era muito para pessoas que eram apaixonadas. Mas antes de qualquer palavra, Natalie pigarreou ao lado de Rafael.
– Oh, me desculpe, Hyamara essa é Natalie. – apresentou as duas moças.
– Oi. Prazer em conhecer. – as duas se cumprimentaram em uníssono.
– Vocês já se conheciam? – perguntou Natalie tentando ocupar o silencio.
– Sim. – respondeu Rafael. – a mais de quatro anos.
– E você continua do mesmo jeito! – exclamou Hyamara pulando nas costas do garoto de olhos verdes o fazendo segurar suas coxas e rir. – Esta mais forte do que antes também. – Comentou beijando o pescoço dele.
– Você também continua a mesma Salvatore. – ele rio enquanto voltava a andar. – tão parecida com o seu pai. – ele revirou os olhos. – e tão gostosa quanto à mãe.
Hyamara desferiu um tapa nas costas dele fazendo os dois rirem. Eles estavam felizes de ter se reencontrado, mas de uma coisa eles se esqueceram e por isso pagariam um preço.
09:13 AM
Quando os dois finalmente chegaram ao campo central, depois de terem passado pelo refeitório. Muitas pessoas já estavam por lá. A competição mais concorrida ia começar. Os lideres de cada mansão seriam escolhidos, mas claro somente se você sobreviver quando chegar.
Mais de 200 pessoas estavam inscritas para a liderança, cada um com um numero colado ao corpo, o apito soou e a largada foi dada, os participantes teriam que demonstrar força, inteligência, companheirismo, resistência, instinto de liderança e uma alma suficientemente preparada para agüentar o cargo.
Hyamara ficou na arquibancada junto com Rafael torcendo por Natalie que ao ver os dois gritando seu nome revirou os olhos e fez cara de desprezo para tal ato.
– O que sua amiga tem Raf? — perguntou Hyamara já não gostando dá atitude dela.
– Eu não sei Kymura, eu não sei...
– Ela quer ser grossa e fria, vamos ver se ela agüenta o meu gelo. – Hyamara Kymura pensou alto para si mesma.
Os participantes já estavam fazendo suas provas no campo a primeira sempre conforme o acampamento era de liderança, existiam 45 caminhos por dentre a floresta e somente dois eram os corretos para você chegar salvo até a próxima prova, somente nesse inicio, muita gente já era despachada.
Hope Marshall Mikaelson
A largada havia sido dada e de 200 pessoas somente 80 haviam ficado, um único detalhe podia colocar toda a sua turma em risco e muitos sempre erravam nisso, não é sempre que encontramos alguém bom o suficiente para liderar-nos sem que nos leve para o caminho da morte.
Hope já estivera no lugar dos garotos e sabia como era tenso ter que pensar em pelo menos vinte pessoas ou mais dependendo de suas escolhas para ganharem ou se salvarem e com o tempo ela foi ganhando responsabilidade e foi se aperfeiçoando para sempre estar preparada quando chegasse perto da vitoria.
Das 120 que não escolheram seus caminhos certos, provavelmente estavam na companhia de abelhas, areia movediça, um rio de crocodilos ou até mesmo coisa pior. Thomas e seus titulares tinham uma imaginação fértil quando se tratava de sustos ou provas e isso só encantava Hope.
Ela suspirou enquanto olhava em seu tablet a localização dos outros 80 participantes, alguns já haviam chegado na 3 terceira prova, outros se perderam ao longo do caminho e outros deviam estar brigando enquanto passavam pelo caminho mais curto.
Caminho mais curto em direção a 2 prova
Nicole há vinte minutos estava seguindo seu caminho pela estrada mais longa até a segunda prova, quando Jason apareceu no meio da estrada.
– Nikki, estava esperando você aparecer. – provocou o jovem de cabelos castanhos claros. – Não se perderá na floresta não é?
– Você não vai me desconcentrar Jason. – Nicole falou firme. – estou disposta a ganhar isso.
– Você ainda acha que tem chances comigo na competição? – perguntou Jay crédulo.
– Quer saber. – Nicole parou de andar. – Acho sim, e tenho certeza de que posso ganhar de você. – falou confiante.
– Pois eu acho que não. – Provocou Jay mais uma vez tentando chegar aonde queria.
– Quer apostar? – desafiou Nikki cruzando os braços acima dos seios.
– O que você teria que eu queira Nicole? – perguntou com um falso tom de ingenuidade.
A loira pensou um pouco e soltou um sorriso malicioso.
– Meus lábios. – provocou. – Façamos assim, se eu ganhar, você nunca terá contato labial comigo, mas...
– Se eu ganhar, você me recompensa com um beijo. – completou Jason estendendo a mão e apertando a de Nicole.
– então, boa sorte, Jayzinho. – Nicole rio sabendo que estava na vantagem e trilhando seu caminho pela estrada mais curta, pois agora a trapaça valia, já que sua boca estava e jogo.
Ela tinha certeza de que passaria na segunda prova, pois ser uma líder seria receber atenção e isso era o que Nicole mais gostava.
Prova dois
Colin já havia chegado a prova dois faz tempo e com uma rápida contagem pode ver mais 32 pessoas consigo. derrubá-las seria fácil, tanto por ser uma pessoa muito inteligente, só não se deixava demonstrar.
Armas estavam a sua frente, todos tinham que acertar uma bolinha vermelha que dançava dentre o brinquedo. O problema era que alem de mais rápida ela também era única.
Colin já tinha vantagem por ser um bom atirador, mas muitos outros ali também eram muito melhores que ele, a única diferença é que ele pensava diferente e sabia que sua inteligência mais a sua personalidade distinta dariam na sua saída de lá.
– Campistas a sua tarefa é simples, acertem a bolinha vermelha que esta andando pelo brinquedo e tenham passe livre para a próxima fase. – explicou Jeremy Gilbert um dos tutores do acampamento.
Colin acenou para o rapaz que conhecia desde criança por causa da mãe e o mesmo deu um leve aceno com a cabeça logo ligando a maquina, fazendo a bolinha começar a se mover. Tiros e mais tiros ecoaram pelo local todos desesperadamente tentando acertar a bolinha.
– Lembrem-se a bolinha vermelha sempre estará no painel, não há um único momento que ela não esteja.
O aviso de Jeremy foi como uma lâmpada acessa na cabeça do pequeno Colin. Porque depois de 5 minutos observando a bolinha ele percebeu que de 20 vezes que ela ia e voltava ela sumia do seu trajeto por 2 segundos.
Obviamente a como a bolinha estava no painel sempre ela só devia desviar o seu percurso, uma coisa rápida e continua o suficiente para que pelo menos 70% dos campistas ali não percebessem. Colin sorrio com sua própria observação e percebeu que a bolinha já estava na sua 19° volta.
Assim que ela completou seu ciclo e mudou de lugar ele se preparou para atirar, parecia que tudo estava em câmera lenta. Ele via sua bala se aproximando do ponto que logo apareceria ali e já deixou sua arma de lado, assim que ela explodiu e tudo parou, ele se encaminhou ao Jeremy que acionou o jogo mais uma vez.
– Você é bom nisso garoto. – elogiou. – pena que esconde sua real inteligência dos seus amigos. –lamentou enquanto carimbava a mão dele. – pronto, só seguir reto.
– Obrigado Jer. – agradeceu sinceramente.
Quando colocou o pé pra fora do local ouviu a sirene mais uma vez, alguém havia acertado a bolinha vermelha, mas a única coisa que Colin pensava era: “mais um pra brincadeira.”
Prova 3, 4 e 5
As provas se seguiram, a de resistência foi a próxima a ser testada os participantes foram obrigados a resistir a seus piores medos, baratas, aranhas, furinhos, lugares pequenos e fechados, alturas e insetos. Seus limites foram testados enquanto eles faziam um percurso que ocupava metade dá floresta.
De 57 que sobraram, 21 conseguiram sobreviver pra quarta prova e essa testava a força deles, fazendo exercícios em todos os tipos de lugares, na água, na terra, um contra o outro, mas o pior era que um menino Antony Cruz, fazia 1.500 flexões e 2. 750 suicídios — feitos por jogadores de basquete – ao lado deles.
Mathias um jovem forte, bonito e que fazia as meninas babarem por si perguntou a uma das tutoras que acompanhavam Antony nas flexões e suicídios o porque daquilo e a resposta dela fora simples.
– Só termine os seus exercícios e o deixe em paz menino.
A tutora Rodriguez era a pior de todas naquele lugar, reinava lá desde muitos anos atrás, até mesmo quando Thomas ainda não era o dono oficial do lugar e sim seu pai. Mas ele a mantinha por causa de uma clausula em seu contrato que permitia que ela ficasse sem que pudesse ser demitida.
Mathias se enfureceu com a falta de respeito da senhora, mas preferiu terminar seus exercícios. Mesmo que não gostasse de falta de respeito consigo estava mais preocupado em olhar cuidar de Charlotte do que arranjar briga.
Mas ele não fora o único a receber essa resposta depois daquilo, muitos outros que chegaram perguntavam o que acontecia, mas sempre recebiam a mesma resposta de dar agonia.
Quando eles já terminavam suas provas exaustos, viram Antony cair no chão desmaiado de tanto cansaço, muitos se aproximaram, mas foram afastados pela megera da Rodriguez. Ela sacudiu o garoto até que ele acordasse de novo, depois de um único copo de água ele foi obrigado a voltar a seus exercícios para pagar o tal “furto” que ela acusava dele ter cometido.
Mathias, Nicole, Colin, Charlotte e outros não admitiram tal ato monstruoso, ainda mais sendo que o menino alem de pequeno era só um simples humano indefeso. Então foi ai que Mathias tomou a iniciativa.
– Antony? – chamou pra logo ser observado por orbes castanhas curiosas. – quantos exercícios falta para você fazer?
– 420 flexões e 1.000 suicídios. – respondeu voltando a fazer suas flexões, ou pelo menos tentar.
– Hey, garoto, pare e descanse. – aconselhou segurando seu ombro e sorrindo. – eu faço as flexões por você.
– Se vai fazer as flexões então comece senhor Rosza. – ordenou a velha senhora Rodriguez com sua voz melancólica e sem vida.
Os demais participantes que tiveram coragem em ajudá-lo fizeram os suicídios pelo menino, enquanto alguns passavam em suas frentes rindo por saberem que acabariam a prova primeiro. Jason viu Nicole se solidarizar e começar a fazer algo pelo menino, essa foi sua deixa para provocar.
– Eu e a sua boca vamos ter muito o que conversar depois que essa corrida acabar Nikki, espero que esteja contente sabendo que perdeu.
Assim que Jason se foi Nicole comentou consigo mesma.
– Pelo menos perderei por uma causa nobre.
14: 34 PM
Já bem tarde os 4 amigos e mais alguns correram juntos pra fora dá floresta ajudando a carregar Antony, que agradecia imensamente pela ajuda. Quando finalmente puderam ver as arquibancadas constataram que elas ainda estavam cheias coisa que não deveria, primeiro eles se sentiram estranhos depois simplesmente sorriram como se algo os forçasse a isso.
– Parabéns queridos, parabéns! – Dizia Thomas carismaticamente pelo alto falante. – Queridos campistas, aplaudam seus novos lideres! – aplausos vieram, mas nenhum dos novos lideres entendia como haviam ganhado, nem mesmo os participantes que achavam que iam. – eu sei, vocês devem estar confusos não? Mas vocês demonstraram liderança ao escolherem o caminho certo sem medo, inteligência ao acertarem a bolinha vermelha, resistência ao enfrentarem um dos seus piores medos, força ao concluírem seus exercícios físicos e companheirismo!
– Mas quando? – Lilian, uma das novas lideres se perguntou.
– Quando vocês decidiram ajudar Antony, o humano frágil e novato que pagava por algo que não fizera, vocês fizeram algo bom e apoiaram um estranho mesmo sabendo que o que a Senhora Rodriguez deixou escapar pudesse ser mentira. – explicou Hope enquanto fazia um estalava os dedos fazendo Antony desaparecer. Todos ficaram com caras confusas. – ele nunca existiu, foi só um feitiço que eu fiz, uma ilusão solida o suficiente para vocês acharem que é real.
Os novos lideres estavam abismados, como poderiam ter vencido? Mas mesmo que a ficha não tivesse caído eles comemorariam pelo resto da tarde. Pois amanhã seus novos cargos logo pesariam.
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