Summer

6 Vamos para a praia?


Notas iniciais
Hey, eu voltei. Aí está mais um novo capitulo... Eu espero não demorado e se eu tiver: Sorry! O.k. Boa leitura.

– Não, nós vendemos todos os tipos de hidrantes de pés... – Enquanto pronunciava as palavras, Sam não deixava de dar varias gargalhadas. Cat para não fazer o mesmo permanecia com as mãos na boca para não rir. – Ah, e também temos com aroma de Morango e de Bacon... – Completou Sam.

Cat a encarou como se fosse loucura falar de um hidratante para pés com aroma de bacon, mas deixou o momento passar em branco, tudo estava muito hilário para atrapalhar.

– Ok, entregamos em sua casa dentro de uma semana! – Sam não se controlou, no final da fase deu uma risada aguda, Cat tirou as mãos da boca e fez o mesmo. – Obrigada!

As duas se jogaram para trás da cama e rolaram rindo até sua barriga doer. O momento estava sendo incrível. Duas recém-amigas no quarto de hotel, passando trotes para moradores locais, assistindo um filme qualquer e ouvindo Miley Cyrus, estava perfeito.

As duas se recomporam e arrumaram os cabelos;

Sam olhou no relógio e já passava da 22h30min, Sam teria de voltar para o seu quarto apesar de ter sido ótimo. E sim, Sam estava começando a gostar de tudo isso, as férias finalmente estavam compensando.

– Cat... – Sam encarou o chão com seus olhos azuis. Cat assentiu m silêncio. – Eu e o Freddie nos beijamos!

Cat arregalou os olhos surpresa, um sorriso apareceu em sua boca. Sam mordeu os lábios se perguntando porque disse isso.

– Oh Sam, que perfeito! – Cat se pôs de pé na frente da sacada que ainda estava aberta. – Vocês dois juntos...

– Não estamos juntos! – Sam a interrompeu. – Beijamos por beijar, nada de namoro. – Continuou se levantando. – Pelo o que sei ele ainda pode ser um estuprador que quer me sequestrar... – Completou.

Cat sentou-se novamente e sorriu para si mesma, isso não convencia nem mesmo Cat. Já mais calma Sam também se sentou.

– O.k! – Disse Cat.

– O.k... Vou ir. – Sam arrumou seu cabelo e se levantou. – Até, ãn... Amanhã!

– Tchau Sam.

POV Sam

Acordei com um irritante sol no meu rosto. A cortina da sacada estava levemente aberta mas mesmo assim os raios solares me atingiram com toda sua capacidade. Já irritada me levantei e fiz minha higiene matinal.

Coloquei um vestido florido que foi presente do meu pai – Eu o achei horrível, mas tenho que ser gentil com o velho – parece que um unicórnio vomitou em cima de mim. Para neutralizar o meu arco-íris vestido coloquei uma pulseira de espinhos e brincos de caveira – Não deu muito certo – E então desci para o café da manhã.

Meu pai provavelmente já tinha ido ali, pois não o vi como não vi ninguém que eu conhecia. Apenas eu, sozinha. Senti certo alivio por isso, tanto tempo, tantos conflitos.

Acho que hoje irei à praia, finalmente.

Depois do café fui chamar meu pai, não sabia por que mais fui. Melhor encontra-lo do que ele me encontrar.

E lá estava ele, sentado em um balcão na recepção do hotel. Estava no seu PearBook em uma rede social, não pude deixar de ver que falava com a sua mulher.

– Olá! – Finalmente ele percebeu minha presença. – Sou Sam, lembra-se de mim?

– Sam! – Exclamou. – Sente-se.... – Ele deu uns tapas em uma cadeira.

– Claro, não há nada melhor a fazer. – Murmurei.

Fiquei em silêncio por um tempo.

– Posso ir à praia hoje, seu carro... Hum, me empresta? — Seus olhos se arregalaram.

– Está... – Ele iria terminar a frase com ‘’louca’’, tinha quase certeza. Mas uma criatura com saia rodada, blusa rosa bebe e cabelo ruivo o interrompeu.

– Sam, o que acha de irmos a praia hoje?

– Claro... – Comecei a falar. Fiz minha melhor cara angelical. – Papai, me empresta seu belo carro?

Ele me fuzilou com o olhar mas finalmente cedeu.

– Tudo bem, mas não quero UM arranhão.

– Ótimo! – Peguei as chaves de sua mão, agarrei Cat e a arrastei hotel a fora.

Estávamos andando pelos corredores felizes. Cat carregava duas bolsas de praia e uma pequena boia infantil, rezei para que não seja dela mesma. Eu levava apenas uma bolsa e um chapéu para bloquear o sol.

Cat havia me pedido se podia convidar Freddie e eu disse algo como ‘’Tanto faz, com nerd ou sem nerd ire. Nenhuma diferença’’, mas para mim fazia sim diferença.

Cat chamou-o, depois de discutir com a mão por uns dez minutos finalmente concordou em ir conosco.

– Sam, cuidado! – Freddie gritou desesperado do banco do passageiro.

Ok, eu não era não sou e não serei a melhor motorista. Mas depois de algumas tentativas eles finalmente me aceitaram no teste de direção.

– Sabe, sou melhor com moto! – Desviei de uma idosa de cadeira de rodas. Ela me xingou de algo ridículo, tudo bem que ela estava na faixa de pedestres.

– Vamos morrer! – Cat gritou desesperada.

– Não, não vamos... – Freddie tentou acalma-la. – Certo Sam? – Ele parecia com duvida.

Finalmente chegamos. Pude os ouvir resmungando baixo, mas ignorei.

Já eram quase 10:15min, a agua provavelmente estava um pouco gelada, nos aproximamos da areia e ficamos lá. Arrumamos umas cadeiras de praias e observamos o mar.

Conversávamos, fazíamos uma pausa, e voltávamos a falar. Uma leve brisa soprava meus cabelos de uma forma elegante. Freddie teclava em seu celular e Cat olhava para os lados observando famílias.

– Freddie onde está seu pai? – Me arrependi de ter perguntado logo após ele me fuzilar com olhar. – Sabe... se quiser dizer.

– Não sei Sam! – Ele não me deu detalhes, foi a única coisa que disse.

– Vou comprar sucos naturais... – Cat se levantou e nos encarou sorrindo. – Você quer Sam? E você Freddie? – Ela mesma se atropelava com as palavras.

– Quero! – Falamos em uníssono.

Cat correu até um homem que vendia sucos em uma barraquinha suspeita, do outro lado da praia, mas eu não me importei.

Freddie e eu nos olhamos sem jeito. Tentei disfarçar encarando o chão, mas não deu muito certo.

– Quer falar sobre o beijo?

– Não!

– Por que não? – Ele se sentou mais próximo de mim e me olhou com certa ternura.

– Porque não! – Não se se ele deu-se por vencido, mas voltou a antiga posição na cadeira. – Simplesmente não quero Freddie... Nem sei o que significou. – Peguei meu celular e comecei a teclar procurando uma rede wi-fi.

– Significou alguma coisa?

– Não!

– Mas...

– Quieto! – Interrompi-o.

Notas finais
O que acharam? E Oi fantasmas :)