Suicide

1 Juliet, faço isso por você. Amo-te.


Notas iniciais
Escrevo muito melhor que o Emmett. By: Jasper Hale Cullen

Acordei. Chegara o dia. Tudo acabaria naquela noite. Faltavam apenas algumas horas para o acontecimento. Eu sabia que hoje eu conseguiria, sabia que teria coragem.

Levantei e fui tomar banho. Queria que isso acontecesse com classe. Se era pra terminar assim, que fosse direito.

Saí do banho e vesti uma roupa social. Fui até o shopping e comprei o que eu precisava. Admito, aquele terno era caro, mas que diferença fazia? Eu era rico e não precisava daquele dinheiro para mais nada.

Passei na praça de alimentação e demorei um pouco para decidir o que eu queria. Pensei que aquela deveria ser a refeição mais importante da minha vida. Resolvi comer em um restaurante Tailandês.

-O que deseja senhor? — perguntou o garçom, entregando-me o menu.

-Hmm... Acho que vou querer arroz a la tailandesa, tallarines fritos en ensalada, pollo ao curry e ensalada granadina.

-Só isso, senhor?

-Só.

-Alguma sobremesa?

-Na verdade sim, eu gostaria de um khao neeo mamuang. — arroz doce tailandes com manga.

-Claro. Já anotei seu pedido, logo, logo ele ficará pronto. Deseja alguma coisa para beber, senhor?

-Um vinho tinto.

-Claro. Já trarei. — o garçom se retirou. Alguns segundos depois ele apareceu com o vinho, me serviu e saiu para buscar meu almoço.

Depois que eu almocei, fui na minha casa, deixei o terno, juntei minhas roupas e objetos de valor e sem valor e levei-os para um orfanato. Doei meus carros, iates e jatos para meus motoristas e pilotos. Em casa, fui na dispensa e abri uma parte da parede que era falsa, pois lá eu escondia comprimidos. Tomei dois deles e joguei os outros fora. Troquei de roupa, vestindo o terno. Juntei numa mala todo o dinheiro que eu tinha guardado em casa e saí, deixando minha casa, minhas motos e minhas contas bancárias para minha empregada.

Peguei um táxi e fui até o centro da cidade, onde havia o prédio mais alto. Entrei no prédio e peguei o elevador. Subi até o último andar, a cobertura, ainda com a mala de dinheiro. Lá em cima, realizei um sonho que tinha desde que era criança:

Joguei todo o dinheiro.

Vi as pessoas correndo como desesperadas para pegarem. \'

-Gananciosos... — murmurei.

Sentei-me no chão da cobertura e assisti ao pôr-do-sol. Era a coisa mais linda que eu já havia visto.

Lembrei-me da primeira vez que vi o pôr-do-sol, foi no primeiro encontro que tive com Juliet. Juliet, ah, Juliet... Se soubesse como me faz falta...

Continuei sentado, descansando, até o céu ficar escuro, e as estrelas brilharem forte no céu. Era noite de lua cheia, como na noite que me casei com Juliet. Levantei-me.

-Juliet, faço isso por ti. Amo-te. — sibilei minhas últimas palavras.

Andei em direção à beirada do prédio e me deixei cair. Eu sentia o vento no meu rosto, fazendo meu cabelo voar. Eu estava de olhos fechados. Sem ver. Apenas sentindo. Apreciei cada momento daquele mergulho, até cair no chão de concreto. Forte impacto, morte imediata. A última coisa que ouvi foi um grito fino e apavorado. Um grito inconfundível, grito esse que soava como música para meus ouvidos...

Juliet havia testemunhado minha morte.

Tudo havia sido em vão.

Notas finais
Quero comer Khao neeo mumang, mas não posso, porque não é sangue...
By: Alice Cullen

E eu quero comer a Rosalie!!!
By: EU! - Emmett.

obs: de vez em quando o resto da família vai usar o meu login - invadir minha conta - Por que eles não fazem a deles? Sei lá, pergunta pra eles!
Você chegou ao fim do livro. Parabéns!