Submisso Diamante
2 Até Ver O Sangue
Notas iniciais

Elena saiu da casa dos Grey sem olhar novamente para a cara do Pequeno Grey. Iria para casa agora? Na-na-ni-na-não. Elena Robinson tinha outros compromissos a resolver. Um desafio novo a seguir. Entrou na Mercedes dela, ligou o carro e acelerou até a "Submisse's". Não era realmente o nome do local, mas era como ela chamava. Ela nunca decorara o nome, porém era fácil. Ao se aproximar, dois seguranças abriram a porta pra ela. Ela entrou no amplo saguão dourado e caminhou até a secretária, que atendia num balcão de mármore negro. Ela usava uma roupa normal de secretária, só que usava uma máscara. Elena deu duas batidinhas no mármore e a secretária olhou. O nome da secretária era Edith.
–Sim. — disse Edith. — Posso ajudá-la?
–Bom, Edith... — começou Elena. — Gostaria de saber se Patrick está. Sou Elena Robinson.
Ela digitou no computador o nome dele.
–Bom, Sra. Robinson, o Patrick só vai tá disponível daqui umas duas horas, porquê?
–Estou precisando dele para agora, minha querida. — disse Elena, rispidamente.
–Tá, Sra. Robinson. — disse Edith. — Vou providênciar.
–Me chame de Sra. Lincoln. — disse Elena, se acalmando.
–Sim, Sra. Lincoln. — disse Edith, sem tirar os olhos da tela, digitando rapidamente.
Minutos depois, Edith disse:
–Quarto 16, Sra. Lincoln. Ele está a sua espera.
Elena caminha em direção ao quarto, e entra bruscamente. Encontra Patrick usando apenas um calção de couro e um blazer minúsculo, também de couro. Ele estava deitado na cama, e não olhou para Robinson quando ela entrou no quarto. Não era permitido.
Elena foi em direção ao banheiro e se trocou. Vestiu um longo vestido negro de veludo e calçou um par de saltos vermelhos. Soltou os cabelos e deixou as madeixas longas se estenderem até o meio das costas. Voltou ao quarto e ordenou ao submisso:
–No chão, de joelhos.
Patrick, um rapaz de 20 anos, de pele branca, corpo musculoso, olhos escuros como a noite e madeixas curtas e escuras obedeceu. Não podia desobedecer a Sra. Lincoln. Não queria ser castigado.
Ele fez e Elena disse:
–Mãos para trás.
Ele fez o que ela ordenou. Elena passou a mão na tatuagem do garoto (link nas notas finais) que cobria quase toda as costas. Elena pegou uma corda que tinha dentro de um armário, junto com outros brinquedinhos de choque, algemas, chicotes e coleiras. Ela amarrou as mãos do submisso sem pena. Depois que amarrou bem, pisou nas costas do garoto, forçando-o a ir em direção do chão.
–Não se mova, garoto. — disse Elena, friamente. — Se se mover, será castigado.
–Sim, senhora... — respondeu o garoto.
Ele não faria a burrada de se mover.
Elena amarrou o garoto completamente, da cabeça aos pés e ergueu ele, deixando-o completamente esposto.
–Você sabe a palavra de aviso, não é, Patrick? — disse Elena, pela primeira vez naquele momento, tratando-o com "carinho".
–Sim, senhora.
–E qual é?
–Fogo.
–Isso mesmo... — disse ela. — Bom garoto. Agora aguente 15 minutos aí, ou será castigado.
Elena foi cada vez mais suspendendo Patrick, apertando-o cada vez mais, fazendo ele gemer de dor. Os braços, as pernas, a cabeça, todos erguidos de uma forma horrorosa e tosca. Patrick podia ser profissional no mundo do "BDSM", mas não aguentava para Robinson. Ela era a única que o fazia sentir uma dor suprema. Ele sentiua s cãimbras chegarem am todos os músculos do seu corpo e berrou de dor. Entre os berros conseguiu gritar "Fogo" desesperado. Elena o desamarrou. Tinha passado apenas 08 minutos.
–Bom... — disse Elena, ao terminar de desamarrar Patrick. — Vá para a cama.
Ela algemou os pés e os braços do garoto. Arrancou o calção de couro e colocou um eletrodo nos testículos do menino e ligou. Deu choque no membro do garoto, fazendo-o ter espasmos e soltar gemidos desesperados de dor. Elena pegou o chicote e disse:
–Bem... Eu disse que iria te castigar se não aguentasse os 15 minutos. E eu o farei.
Elena pegou uma mordaça e colocou na boca do garoto. Iria impedir que os berros saíssem. Elena, assim que terminou de amordaçar o garoto, o chicoteou no abdômem. Continuo chicoteando apenas naquela parte, por um bom tempo, ouvindo os gritos abafados do garoto, até que viu o sangue escorrer.
–Já chega... — disse Elena, num sussurro para si mesma.
Ela desalgemou o garoto e o desamordaçou. Ele respirou tranquilo e ouviu Elena dizer:
–Assim que eu sair, limpe esse sangue, viu?
Elena entrou no banheiro e se trocou. Prendeu o cabelo e saiu do quarto.
Saiu pela porta principal extasiada...
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