Submissa
2 Capítulo II — Amizade
Notas iniciais
.
.
.
♦ Capítulo betado.
A Harry Potter Fanfic
Harry Potter © J.K Rowling
© MaryLove
Tom & Hermione
Romance | Drama | Suspense
• • •
♦ Submissa
Capítulo II — Amizade
Deixou os olhos fecharem-se por conta própria, com as mãos na cabeça ela deixou-se levar e assim que viu as portas fecharem-se, ela não se deixou levar, ela correu, e muito para alcançá-lo, até por que a amizade fazia isso, a amizade fazia você ficar frágil, ela não gostava de ficar assim, mas aquela necessidade de fazê-lo sempre a atingia.
E assim que o atingiu abraçou-o pelas costas sentindo o corpo pouco másculo do amigo relaxasse, ele virou-se para frente abraçando-a firmemente pela cintura, ela retribuiu assim que ele o fez.
— Ginny, eu não sei mais o que fazer. — o menino de cabelos negros despenteados e olhos verdes declararam sentindo a garganta travar pelas lágrimas presas nos olhos, a ruiva abraçou-o mais firmemente. — Eu sei que é a minha obrigação salvar nossos amigos e até mesmo as pessoas desconhecidas, mas às vezes eu não consigo evitar ficar irritado, eu apenas não sei o que fazer.
— Harry, esta não é sua obrigação, é nossa, de todos os bruxos, esta não é uma obrigação, de ninguém, você a faz por que quer, mas se você acha que esta é uma obrigação apenas sua ou de todos, você não merece meter-se nesta guerra para salvar os trouxas e os mais novos. — Gina terminou seu discurso com um sorriso nos lábios olhando dentro dos olhos verdes do melhor amigo e seu recente namorado, pôde ver um brilho passar pelos olhos do mesmo, os rostos fora se aproximando e logo os lábios encostaram-se em uma pequena carícia, que não passou disso:
— Se não é a testa rachada, o feio e a Weasley fêmea que parece um homem, namoradinha dele, que coincidência encontrá-los aqui. — uma risada debochada e um tanto irônica ecoou pelo corredor fazendo os dois olharem na direção da voz aveludada e impotente, os olhos camuflaram por raiva rapidamente. — Ué, cadê o pobretão? Vocês não eram um trio?
— Malfoy, olhe para si mesmo antes de falar das outras pessoas, chamando o meu irmão de pobre e chamando meu namorado de feio, assim como me chamando de homem. — a voz transparecia toda a raiva que sentia. — O que você achou em si mesmo?
O loiro de cabelos penteados para trás olhou para seu próprio corpo debochando da pergunta de Gina, logo após fez uma pose pensadora fazendo Harry franzir o cenho.
— O que eu vejo? Eu vejo alguém bonito, rico, poderoso, popular, e maravilhosamente modesto. — sua risada novamente ecoou pelo corredor que parecia vazio tirando-os dali, logo sentiu uma mão macia em seu ombro trazendo a sua atenção para trás, e assim que o olhou viu dois olhos castanhos achocolatados olhando-o com repreensão, o cabelo castanho meio cacheado balançando de acordo com a brisa do vento, e a roupa de Hogwarts sobrevoava.
— Draco, deixo-os em paz, e pare de ser idiota, temos coisas mais importantes para fazer. — um sorriso doce transpareceu pelo rosto angelical da menina, era certo que depois de tantos anos num ninho de cobras ela demonstrasse frieza, mas ela preferia fingir-se de inocente para não perder subordinados, Draco fechou a cara na mesma hora, Hermione revirou os olhos sentindo-se bufar, mas este foi em sua frente. — Peço perdão por meu amigo, Potter, Weasley.
Fez uma leve reverência para os dois sentindo-se —, logo após — um lixo por fazer uma reverência aos mesmos, rosnou assim que se afastou de seus terríveis inimigos, apesar de não transparecer esta ideia, trincou os dentes revirando os olhos castanhos opacos.
— Draco, vá, você tem uma missão, faça por merecer. — viu o suposto melhor amigo tremer diante de sua fala, sabia que ele tinha medo de seu Lorde, mas ainda sim, ele dedicava-se a fazer um trabalho bom no qual orgulhasse seus pais assim como o Lorde, que, apesar de não demonstrar, orgulhava-se do mesmo. — Eu tenho de sair daqui sem ser percebida, por isso, me dê cobertura.
Os olhos acinzentados de Draco estreitaram-se assim como o mesmo torceu o nariz, confuso, normalmente, as missões de sua melhor amiga sempre fora dentro do castelo, e não seria por agora que esta ideia mudaria, afinal, seu Lorde sempre teve confiança na mesma, ele não sabia o porquê de tanta confiança numa adolescente qualquer, mas, nem Hermione nem o Lorde das Trevas haviam comentado sobre o assunto, e nenhum de seus Comensais sabiam o porquê da criança estar ali dentro, morando com ele.
• • •
— Quero a todos aqui. — a voz grave e prepotente do homem encapuzado ecoou pelo cômodo fazendo alguns de seus subordinados tremerem de medo, por que, como sempre, sua voz saíra fria e sem emoção. — Onde está a Black?
— Estou aqui, meu Lorde. — uma voz fina e um tanto eufórica pronunciou-se ao ver seu nome ser chamado por seu Lorde, o homem que tanto venerava o homem que ela tanto amava.
— Não você, Lestrange! — gritou assustando a mulher. — Estou dizendo, Hermione Black.
— Ela não está aqui, Lorde. — Lúcius pronunciou-se atraindo a atenção do Lorde das Trevas, este se sentou na cadeira maior sentindo-se um tolo por irritar-se por um motivo tolo, fútil e inútil tano quanto à menina, apesar dele realmente gostar de sua companhia, logo ouviu-se um barulho, e logo após barulhos de saltos em uma caminhada lenta e misteriosa, a porta abriu-se revelando o corpo da menina que vestia roupas simples, porém provocativas.
— Estou aqui, Lorde. — um sorriso malicioso abriu-se na face da menina transmitindo a repugnância de sua mente insana e maliciosa para os outros, sentou-se na ponta, ao lado de Lúcius que assim que a viu fez uma pequena cara de desgosto. — Continue, por favor.
— Ele ainda não havia começado por sua culpa, menina estúpida. — ríspida Bellatrix declarou para a menina que estreitou seus olhos de modo perigoso para a mesma, o homem sentado na ponta da mesa na maior das cadeiras observou sua aprendiz cerrar os olhos para sua subordinada, e, apesar de querer intrometer-se na possível briga que viria, ele encarava a cena divertido, como se estivesse assistindo um pequeno jogo.
— Ora, sua...! Eu não irei gastar minha saliva com você! — bufou, indignada e voltou sua atenção ao Lorde das Trevas que ainda tinha o rosto escondido pelo capuz, e apesar de não vê-lo direito, ela sabia que ele encarava-as de modo quase divertido, gostando de ver esse tipo de cena. — Por favor, Lorde, comece.
— Sim. — pausou perigosamente. — Tenho missões para cada um de vocês este ano.
• • •
Assim que o Lorde das trevas passou todas as instruções para seus Comensais, os mesmos começaram a sair da sala de reuniões deixando sobrando apenas o mesmo e Hermione. A castanha estava num canto escuro escondida timidamente, ela poderia ficar extrovertida com as outras pessoas, mas ela acabava por ficar tímida quando estava às sós com ele, o homem no qual amava e ama, e que prometera para si mesma que nunca deixaria de amá-lo, apesar dele não correspondê-la. Ela até poderia desistir dele facilmente como muitas fariam, mas ela não desistirá, nunca.
— Então, e minha missão, Lorde? — perguntou-lhe num sussurro tímido, as bochechas queimavam quando os passos pesados do homem aproximarem-se cada vez mais do local onde estava, perguntava-se se algum dia ele deixaria de ser tão dominador como era, ela sabia que provavelmente não, mas ela preferia pensar que algum dia seu coração mudaria assim como sua face que escondia inúmeros segredos que nem mesmo ela conhecia.
— Sua missão poderá ser a mais difícil de todas. — a voz declarou atrás de si causando calafrios em sua nuca, a respiração quente do homem, agora sem capuz, de cabelos negros e olhos cor de diamante, batia em sua nuca a fazendo arfar durante sua respiração ofegante. — Muitas de minhas empregadas sexuais não estão satisfazendo os meus desejos, além de estarem tentando entrar em minha vida, coisa que eu realmente odeio, e é por isso que eu peço sua ajuda.
— Eu não vou arranjar escravas para você! — rosnou, o homem riu escondendo seu nariz na curva do pescoço da mesma que arfou novamente, Tom inalou o cheiro da mesma sentindo o cheiro adocicado do perfume da mesma, Hermione engoliu em seco apertando os braços da cadeira aveludada.
— Não quero que você me arranje uma... — a sobrancelha de Hermione ergueu-se, confusa. — Quero que você seja minha escrava, Hermione.
***
A menina engasgou virando o pescoço para olhá-lo, em tempo apenas para sentir os lábios gélidos do mesmo em seus lábios quentes, os lábios do homem moviam-se quase que violentamente deixando a mesma quase embasbacada, mas ela decidiu retribuir da mesma moeda correspondendo o beijo no mesmo calor voluptuoso, um calor desconhecido e estranho subiu pelo seu corpo a fazendo estremecer, o beijo parou assim que ar faltou-lhos, o que não foi um grande problema para Tom que a levantou da cadeira erguendo sua perna na altura de sua cintura, Hermione ainda não sabia o que estava acontecendo, mas preferia não comentar nada.
Novamente um beijo iniciou-se, cada vez mais feroz, mais voluptuoso assim assustando e também machucando os lábios finos e pequenos, porém avermelhado de Hermione.
Tom sentou-a na mesa sem esperar uma resposta concreta, e ele não a queria, enquanto beijava os lábios da mesma também acariciava e passava suas mãos pela coxa e perna de Hermione, esta agarrava o cabelo de Tom tentando ganhar um alternativo caso quisesse pará-lo apenas puxando seu cabelo sedoso, o que ela sabia que não seria capaz de fazê-lo.
Os lábios de Tom desceram para o pescoço da menina fazendo-a arfar, suspiros desejosos saiam de seus lábios fazendo um convite mudo para o mesmo que continuava a distribuir beijos e pequenas mordidas, além de lambidas em seu pescoço descendo para seu colo.
As mãos do mesmo subiram de suas coxas para a cintura até a altura de seus seios, abaixou as alças finas da blusa de Hermione, o desejo estampado em seus olhos claros, a blusa caiu deixando o sutiã preto de renda de Hermione à mostra, ainda assustada, a mesma não fez nenhum movimento.
Tom obrigou Hermione enlaçar sua cintura apertando sua coxa fazendo sua pele ficar avermelhado pelo movimento bruto do homem, percorrendo as costas de Hermione, Tom chegou ao feche do sutiã da mesma, e abrindo o mesmo finalmente teve a visão dos seios de sua maia nova escrava sexual — apesar da mesma ainda não ter dado uma resposta, e ele também não queria uma.
Acariciando um dos seios de Hermione com a mão, o mesmo abocanhou o outro seio de Hermione, suspiros altos saiam dos lábios da mesma assim como pequenos gemidos, pouco depois, parou os chupões na área numa mordida no mesmo, os olhos cheios de desejo e luxúria seguiram para a face e a expressão de Hermione que mordia o lábio inferior com os olhos cerrados.
***
— Iremos parar por aqui. — com a voz rouca pelo desejo trêmulo declarou, Hermione picou recobrando a consciência que lhe tinha deixado, e com vergonha rapidamente vestiu suas roupas quase que imediatamente, os olhos novamente opacos que há pouco tempo estavam com um sentimento mútuo como a luxúria e o desejo.
— Vejo você na próxima reunião, Lorde. — sussurrou prestes a sair dali, mas Tom segurou seu pulso esquerdo, Hermione assustou-se se virando para o mesmo, encarou a face do mesmo novamente inexpressivo, Tom aproximou-se.
— Vá há Hogwarts, avise Dumbledore que seu pai morreu e que terá de ficar com sua mãe por um mês, volte assim que o avisar. Quero minha diversão a noite. — Tom declarou-lhes, Hermione engoliu uma substância inexistente em sua garganta, assentiu querendo não fazê-lo, logo aparatou para seu dormitório, assim que viu-se no dormitório sentou-se brutalmente na cama escondendo o rosto dentre suas mãos
Fale com o autor