Submersos

2 Capítulo 1 - Mudanças


Notas iniciais
Hello pessoal passando apenas para dizer boa leitura *-*

Seis meses depois, 11 horas — São Francisco.
Acordo com um barulho estrondoso do lado de fora do meu quarto, me ajeito na cama e olho ao redor tudo estava escuro, calço minhas pantufas e caminho lentamente até a porta logo a abrindo.
Olhando no corredor tem várias caixas, caminho desviando das mesmas até chegar na sala onde esta a minha mãe encaixotando um monte de livros ela olha para mim, e sorri.
Somos pouco parecidas pois, ela é mais alta, tem os cabelos castanhos claros e olhos de um azul suavemente perolado, um rosto fino a mesma se levanta e caminha até mim.
— Já acordou querida? — ela me pergunta pacientemente.
— Sim — concordo olhando ao redor — O que é tudo isto? Vão vender a mobília? — pergunto.
— Nós vendemos a casa — responde ela sorrindo de maneira direta como se isto fosse algo melhor.
Fiquei encarando ela por alguns minutos até conseguir processar aquela informação, a mesma me analisa e estrala os dedos na frente do meu rosto.
— Violet? Violet! — chama.
— Sim? — respondo saindo do transe — Você vendeu a casa? Como assim quando? Por quê? — pergunto.
— Eu e o Pether resolvemos que seria melhor morarmos em San Diego — argumenta Alesia.
— Como assim? E a minha faculdade? O estúdio? Como é que fica tudo isto? — pergunto incrédula.
— Você pode estudar em outra universidade, e você nem está dançando mais não tem motivo para seu protesto — responde Alesia de maneira convencida de suas palavras.
— E meu trabalho? Namorado? E minha vida você não pensou em tudo isto? Foi o Pether que te convenceu não é? — falo brava.
— Não foi por influência dele que decidi isto, teremos uma vida melhor lá não esta entendendo? Precisa arrumar suas coisas nós vamos passar a noite no hotel da cidade — diz Alesia se virando para mim.
— Mas mãe — digo seguindo ela até a cozinha.
— Não tem mais, já está decidido você pode ir comigo e com o Pether se quiser se não vá morar com seu pai e a Susan a escolha e sua querida — após estas palavras ela pega uma caixa que estava na cozinha e passa por mim em quanto começo a pensar.
Caminho de volta para o meu quarto zangada pelo que minha mãe tinha feito, acendo a luz e pego meu celular comecei a pensar preciso de um lugar para ficar não posso ir embora sem mais nem menos.
Olhei os primeiros contatos da minha agenda o primeiro número e o do Anthony meu namorado, porém ele esta dividindo o apartamento com a irmã mais velha dele e nós duas não nos damos bem.
Logo em seguida vem os nomes de Marilyn, e Lorena no entanto Mari esta viajando com a família e Lena bom não seria muito legal me estalar lá nem que fosse por apenas uns dias.
Começo a escrever o nome das possíveis pessoas que me dariam abrigo em uma hora desta, após terminar a lista troquei de roupa rapidamente peguei uma mala e uma mochila coloquei o máximo de coisas importante lá dentro.
Finalmente pegue minha caixinha onde guardo meu dinheiro de emergência, olhei dentro, mas não tinha muito ali, suspiro pesadamente pensando que daria tudo certo, coloco minhas economias na mochila e saio. Pether está ajudando minha mãe arrumar as coisas os dois olham para mim e faço o mesmo com eles.
— Onde vai? — Alesia me pergunta se levantando.
— Procurar um local para morar porque ficou claro para mim que está fora de condições ir embora agora — digo de maneira corajosa, ela olha para trás e troca olhares com ele.
— Violet você não precisa fazer isto, tenho certeza que vai amar San Diego — fala Pether de maneira calma se levantando também ele é um homem com mais ou menos 1,80 de altura, cabelos curtos da cor preta, pele suavemente bronzeada, olhos castanhos, de porte físico atlético de uma maneira geral é uma pessoa agradável aos olhos.
— Sem esta Pether você e minha mãe tiveram esta ideia maluca de se mudar não me perguntaram ou se importaram comigo não esperem que eu obedeça tudo de maneira tão simples vou dar um jeito de ficar na cidade — digo ainda confiante de mim mesma.
Minha mãe se aproxima de mim com um sorriso triste ela coloca a mão dela sobre meu ombro me olhando nos olhos.
— Sei que está zangada porque não pedimos sua opinião, mas reconsidere querida vamos começar uma nova vida lá não tem mais nada aqui que nos prenda — argumenta ela.
— Não a nada que prenda vocês aqui, já a mim meus sonhos estão aqui em São Francisco não vou sair sem lutar — respondo.
Ela balança a cabeça negativamente olhando para mim e suspira de maneira pesada me fitando.
— Certo, vá então procure um local para ficar se não achar estaremos no hotel perto da saída da cidade nos procure, ou se decidir que prefere ir para Chicago e morar com seu pai tudo bem, mas prometa me manter informada — diz ela de maneira preocupada.
— O.k — concordo saindo de casa.
Sem dizer tchau porque se ficasse mais um minuto ali aqueles dois me convenceriam a ir com eles e isto está fora dos meus limites, peguei um ônibus direto para centro, vou para a cafeteria que trabalho.
Desço ali na frente entro pela porta dos clientes já que hoje não tenho expediente, me sentando em um dos bancos próximos ao balcão Jessica se aproxima de mim, sorrindo.
— Você não descansa nem nas suas folgas? — pergunta ela.
— Estou em crise Jess — respondo de maneira séria.
— O que aconteceu? — ela me pergunta preocupada — Você e seu namorado brigaram? Vou quebrar a cara dele!
— Não é o Anthony é minha mãe ela vendeu a casa preciso de um lugar para ficar será que não tem um quarto na casa sua e das meninas? — pergunto esperançosa.
— Infelizmente não, os quartos estão lotados tem até gente dormindo no sofá se tivesse me dito um mês antes poderia ter feito algo sinto muito — responde Jessica.
— Não tem problema Jess, mas obrigada — falo meio triste.
— Que tal um chocolate-quente por minha conta? — pergunta ela tentando me animar.
— Aceito, não dá para recusar seus chocolates-quentes, são os melhores — elogio em quanto ela se vira para fazer.
Agora o movimento a esta hora e bem-parado por isto só a Jess dava conta, após alguns minutos ela me serve os cabelos da mesma estão bem presos e seu uniforme impecável como sempre.
— Hoje o Gustavo está na cozinha? — pergunto antes de beber.
— Sim, estressado como sempre xingando até as paredes porque acabou os morangos e o chefe foi comprar — responde ela passando pano no balcão.
— Entendo — concordo.
Ficamos conversando por mais alguns minutos até eu perceber a hora e sair da ali direto para o ‘campus’ da universidade, passando pelo portão lembro da luta que foi para conseguir uma bolsa ali.
Entrei na secretaria que está aberta e fui até o mural onde fica os contatos para as repúblicas espero ter vaga penso em quanto procuro algum folheto.
Pego alguns números e endereços e sai lá fora precisei pegar um táxi para agilizar as coisas, pago e saio na frente de uma das maiores repúblicas da cidade.
Me identifiquei na entrada e passo pelo porteiro depois de horas, passando de porta em porta e recebendo inúmeros não dos riquinhos da cidade sai de lá quando já estava escuro e uma tempestade ameaçava desabar a qualquer momento.
Preferi ir caminhando até a universidade novamente talvez desce a sorte de conseguir a pena do zelador e dormir na escola por algum tempo, penso em quanto ando, chego lá berrando as 19 horas.
Voltei para a secretaria em quanto analisava mais uma vez para ver se não esqueci de ir em algum lugar, meus pés doem de tanto caminhar e estava com o celular na mão pronta para ligar para meu pai quando…
Violet POV 's off
Hian POV 's on

Estou sentado no sofá quando me lembro dos papeis que tínhamos que entregar me levanto e vou até o quarto de Rayan primeiro pego os documentos que ele havia deixado e logo entro no quarto do Logan e apanho os mesmos também. Em quanto foleava as páginas me lembro do que aconteceu hoje mais cedo.
Flashback
Eram sete da manhã quando escuto alguma coisa caindo lá na sala me levanto, mas não antes de pegar meu taco de beisebol saio de mansinho assim que ando um pouco mais adiante vejo Rayan e Logan ambos estavam com um taco também nós três nos entreolhamos.
Corremos até a sala para pegar o ladrão de surpresa quando acendo a luz e Logan vai para cima reparamos que é a senhora Christine a mesma se assusta conosco.
— Meu Deus! — diz ela ainda se recuperando do assusto — O que pensam que estão fazendo — adverte ela brava.
— Mil desculpas — falo me aproximando — Mas a senhora entrou de surpresa pensamos que era um ladrão.
— Sério um ladrão? Não derrubaria esta pilha… pilha de… — ela olha tentando entender o que era, e logo se levanta — Bom não vim para isto vim confirmar se o senhor Yoon Taeyang já tinha ido embora.
— Já faz uns seis meses — responde Logan de maneira mal-humorada.
— Ótimo, vocês tem três dias para encontrar alguém para ocupar o cômodo dele se não eu mesma encontro alguém para morar aqui — ela diz de maneira dura e logo se vira indo embora sem ao menos se despedir.
— Mais problemas, ótimo — fala Logan de maneira sarcástica voltando para quarto.
Rayan olha para mim e depois foca no celular.
— Também estou indo — diz ele seguindo rumo ao corredor dos quartos.
Fim do Flashback
Saio dos meus pensamentos quanto meu celular toca atendo, mas é alguém tentando me vender seguro de vida, pego meu carro no estacionamento e vou até a universidade torcendo para ainda estar aberta.
Está chovendo muito coloco o capuz do moletom e subo as escadas correndo direto para a entrada, sigo até a secretaria a senhora Jenna uma mulher de pôr volta sessenta anos, olhar gentil e jeito de bibliotecária olha para mim sorrindo.
— Senhor Hian — diz ela de maneira gentil.
— Boa-noite — falo entregando os papeis para ela — A Christine está? — pergunto.
— Não foi embora cedo hoje comentou algo sobre um jantar importante — responde em quanto confere os documentos — Por que a procura?
— Ela quer que eu ache um novo morador para ontem — respondo de maneira calma — Como se fosse fácil — confesso zangado.
— Talvez seja — ela responde sorrindo.
— O que quer dizer? — pergunto acompanhando o sorriso dela.
— Aquela mocinha ali, está procurando um alojamento porque não entrevista ela — diz Jenna sussurrando de maneira confiante.
Me viro e vejo aquela garota não tinha reparado nela na hora que entrei, assim que termino ali vou até a mesma que está segurando o celular com um número pronta para ligar quando…
Hian POV 's off
Violet POV 's on

Quando sinto uma mão no meu ombro me viro para ver quando reparo que é um rapaz alto, olhos verdes esmeraldas, porém não dá para ver muitos detalhes já que o mesmo está com uma touca na cabeça fazendo sombra em seu rosto.
— Posso ajudar — digo receosa.
— Seria melhor como eu posso ajuda-la — ele corrige.
— E no que vai me ajudar? — pergunto arqueando a sobrancelha.
— A dona Jenna disse que está procurando um local para ficar não é? — responde me fazendo outra pergunta.
— Sim — concordo.
— Perfeito, sou o Hian prazer — fala ele fazendo uma breve pausa — Estou procurando uma pessoa para dividir o apartamento.
— A claro — falo empolgada — Sou Violet — cumprimento ele.
— Certo, que tal conversamos melhor em outro lugar — Hian fala de maneira calma — Aí te explico melhor as coisas.
— Tudo bem — falo seguindo ele, pego minhas coisa e sigo adiante passamos correndo pela chuva e entramos no carro dele que agora tira o capuz deixando me ver melhor seu rosto.
Ele tem os cabelos de loiro escuro, olhos verdes muito claros, uma pele branca, uma boa desenvoltura por total e transmite muita tranquilidade para quem esta com uma estranha em seu carro.
Paramos na frente de uma das cafeterias concorrente do meu trabalho, o estacionamento é coberto então foi mais fácil chegarmos secos lá dentro, não tem muito movimento apenas algumas pessoas se escondo da chuva como nós.
Sentamos na mesma perto da janela, observo o lado de fora em quanto isto uma garçonete se aproxima ela tem um sorriso gentil no rosto, cabelos presos em um coque que já começa desmanchar, a mesma pega seu bloquinho para anotar o pedido.
— Sejam bem-vindos, no que posso ajudar? — pergunta ela ainda sorrindo.
— Eu quero chá gelado, e um pudim pequeno — responde ele olhando a garçonete depois se volta para mim — E você vai querer o que?
Foco rapidamente no menu é quando percebo que para uma simples cafeteria eles tinham uns preços bem salgados, mas eu poderia pagar por algumas coisas.
— Quero um cupcake de chocolate, e um café expresso — respondo — extra-forte-completo olhando a moça que anota e coloca a comanda na nossa mesa.
— Já volto com seus pedidos — diz ela se afastando.
Hian me olha analisando novamente imagino, antes que eu pudesse dizer algo o mesmo inicia a conversa.
— Fale um pouco sobre você — pede ele de maneira educada.
— Bom, tenho 19 anos, sou estudante de fotografia estou no primeiro ano, danço ou melhor dançava na academia de ballet da cidade dês dos três anos, morava com a minha mãe até hoje cedo, trabalho em uma cafeteria, acho que é isto — digo pensativa.
— O que aconteceu com o ballet e sua mãe? — pergunta ele.
— Minha mãe vai se mudar com o namorado para San Diego, não posso ir lutei muito para chegar onde estou e no ballet me machuquei no final do ano passado ainda estou em repouso médico sobre a dançar — respondo de maneira calma.
— Compreendo — fala ele pensativo — Vou falar sobre mim agora sou estudante de medicina estou no último ano, faço residência em um dos hospitais da cidade.
— Medicina? — repito supressa — Deve ser incrível.
— Realmente você está certa nunca se sabe o que pode acontecer — responde ele sorrindo.
A garçonete volta com nossos pedidos, se desculpa pela demora e logo se retira. Dou o primeiro gole no café que esta como havia pedido já Hian parecia entusiasmado com o pudim.
— Procurei em todos os lugares por um quarto vago como você tem um sobrando? — pergunto.
— Bom moramos eu e meus dois irmãos mais novos, antes tinha um amigo que vivia conosco, mas ele se formou no final do ano passado e bom teve que se mudar — responde ele antes de bebericar o chá — Não nos alojamos nas repúblicas comuns, estamos na república Alfa da universidade.
Ao ouvir o nome dá onde ele mora meus bolsos gritaram por socorro
seria impossível pagar para ficar lá é mais que ganho no mês, suspiro frustrada.
— Quanto de dinheiro você tem você? — ele pergunta diretamente.
— Não o suficiente para pagar a república alfa- respondo de maneira sincera, o que faz o mesmo sorrir.
— O.k me de cem dólares — pede ele de maneira gentil, entrego o dinheiro para ele que chama a garçonete — Aqui o dinheiro da nossa conta e pode ficar o troco.
Não deu nem cinquenta dólares direito, mas tudo bem, penso comigo mesma apenas observando.
— O seu primeiro mês está pago — fala Hian de maneira calma.
— Sério? Vai me deixar ficar por cem dólares? — pergunta incrédula.
— Sim — responde ele confiante — Assine aqui por favor — diz me entregando um documento que estava no bolso do moletom, leio rapidamente por cima assino e devolvo ele sorri — Perfeito vamos terminar e ir.
Alguns minutos mais tarde saímos dali direto para meu futuro lar, no caminho ficamos jogando conversa fora sobre a faculdade, não focamos em nada em especial.
Paramos na frente de um grande edifício branco, a única vez que vi este lugar foi pelos folhetos da universidade nunca estive ali cara a cara realmente é extremamente bonito.
— Venha — Hian me chama indo na direção do portão, ele entrega sua chave para um manobrista que nos cumprimenta rapidamente e logo some de vista.
Na fachada tem o brasão da universidade apenas fico admirada com tudo tem alguns estudantes no térreo, todos de nobre família não é qualquer pessoa que mora aqui, mas para minha felicidade não me notaram.
Entramos no elevador não reparei o número que ele apertou, mas levamos um tempinho até chegar no andar certo, Hian parece não ligar muito com a minha empolgação perante o lugar majestoso.
Ele abre uma das primeiras portas, e adentramos logo na entrada da para se ver que o apartamento é grande, muito bem decorado e com uma tremenda vista me aproximo da janela e olho é realmente incrível.
— É lindo — digo ainda fitando a vista dá para ver perfeitamente a urbanização da cidade e ao longe a ponte.
— Quando vim morar aqui também fiquei encantado pela paisagem — comenta ele indo na direção da cozinha, o mesmo para ali — Quer alguma coisa?
— Água — digo balançando a cabeça positivamente.
E vou até o balcão, onde pego o copo e dou um suave gole. Observo com cuidado ao redor.
— Tem certeza que posso ficar por cem dólares? — pergunto.
— Claro que tenho — responde Hian esboçando um sorriso — Não se preocupe vai gostar da aqui que tal te mostram onde é seu quarto.
— Isto seria bom — concordo.
Seguimos para os corredores e paramos na frente de uma das portas, ele abre com uma chave e depois olha para mim.
— Este é o seu, os dois adiantes são dos meus irmãos e o último é o meu aqui a chave não perca — diz Hian me entregando, seguro a mesma e agradeço, logo entro no meu quarto.
Ele volta para sala, em quanto começo explorar o cômodo que é maior do que o meu antigo, a mobília se baseia em um guarda-roupa do lado direito da cor branca, uma grande cama do lado esquerdo, uma mesinha de estudo com cadeira e uma poltrona.
Deixo minhas coisas em um canto qualquer e me jogo na cama que é macia, quando menos percebi acabei adormecendo ali mesmo com calçado e tudo.
Acordei por volta das 23 horas, levanto tiro meus sapatos e pego minhas coisas de banho saindo em busca do banheiro naquele enorme apartamento.
Demorei alguns minutos, mas finalmente consegui encontrar, tranquei a porta e começo a me despir, olho surpresa ao perceber que tem uma enorme banheira não me contive e logo ligo a torneira na água quente com intenção de relaxar.
Saio enxugando meu cabelo com a toalha, caminhando na direção da cozinha na geladeira tem um bilhete:
Bilhete: Tem comida na geladeira se sentir fome.
Esboço um sorriso para a mensagem, Hian estava sendo gentil de mais comigo, penso em seguida abrindo a geladeira tem pizza, comida japonesa e mais um monte de coisas que não sei o nome. Apanho a caixa de pizza e trago para fora junto com uma lata de refrigerante.
Me sento na mesa, para comer fiquei ali me deliciando em quanto processava todas as coisas que aconteceram hoje já se passava da meia-noite agora.
Limpei a bagunça que fiz e retornei para meu quarto pegar no sono foi mais fácil que imaginei, mas desconfio que o cansaço me ajudou, antes de dormir desejei que amanhã fosse um dia bom…

Notas finais
E ai o que acharam me contem, estou ansiosa para saber a opinião de vocês, e também quero dizer que os primeiros capítulos serão mais introdutório para ficarmos mais apar do que acontece na vida das personagens, Kisses a todos e nos vemos *-*