Notas iniciais
Não vou falar muito aqui, falarei nas notas finais. E ah... Créditos ao "Asa de Prata" que deu a ideia do sexo na oficina e no capo do carro. E, bom, resolvi juntar os dois. Enjoy!

O dia seguinte de provas foi normal. Finalmente estávamos livres. Quando passamos pelo portão, era como se fosse a libertação dos escravos. Dávamos adeus a escola, adeus a essa rotina. Graças a Deus.

– Festa na minha casa às 21h no sábado. Vocês todos vão. E Stilles, leve o Derek. Jackson, você vai me ajudar com a decoração. Allison, você vai me ajudar com o ponche. — Lydia disse, dando as ordens. Ninguém em sã consciência diria não pra ela.

– Por que eu tenho que ajudar? Não pode ser o Danny, ou o McCall? — Jackson falou com cara de cu.

– Não. Você vai ajudar e ponto. — Lydia sorriu, jogou o cabelo, pegou no braço dele e saiu rebolando.

– Vou embora, preciso chegar na oficina logo. Isaac não pode abrir, eu tenho que abrir e fechar. — Fiz cara de sono.

Todos concordaram e me deram tchau.

*

O dia de trabalho na oficina ocorreu naturalmente. Algumas trocas de pneus, troca de vidros, marcha ruim. Tudo muito monótomo e chato. Quando já estava na hora de fechar, um Camaro preto adentrou os portões rapidamente. Tomei um susto e coloquei a mão no coração. Porém, quando percebi que era Derek, me acalmei. Caminhei ate os portões e os fechei.

– Você ta maluco? Comeu merda? — Falei virando, e sendo surpreendido por um beijo. Me derreti, obviamente. — Estou suado. Deixa eu pelo menos colocar a roupa. — Falei tirando o macacão e ficando só de cueca.

Derek me agarrou e me colocou no capô do Camaro. Aproveitei e enrolei minhas pernas na cintura do mesmo. Já estou na chuva, que mal tem eu me molhar?

Derek deslizava suas mãos por toda minha coluna. Ele tocava em cada milimetro do meu corpo, como se eu fosse dele. E eu realmente era. Apertei fortemente os braços de Derek, que eram muito musculosos a propósito, deixando ali a marca dos meus dedos. Ele já estava bem animado. Tocava nas minhas coxas apertando, alisando, fazendo carinho, e repetindo todos os movimentos. Eu já estava duro, e minha cueca já estava molhada com o líquido pré-gozo. Eu gemia baixinho na boca de Derek, enquanto ele mordia meus lábios.

– Trouxe um presente. — Derek sorriu, tirando do bolso da calça um vidro pequeno de lubrificante.

– Tem certeza? Aqui? E se alguém nos ver? Você sabe que a qualquer momento Isaac ou qualquer outro pode entrar né? Você não quer ser pego né? Não seria legal pra nós dois se fosse... — Derek me interrompeu com um beijo, dando por perceber que ele realmente não se importava. E bom, se ele não se importava... nem eu.

Tirei a camisa dele, e arranhei toda a extensão do seu tanquinho com as unhas. Eu o tocava como se eu quisesse o possuir. Como se eu quisesse fundir nossos corpos num só. Como se fosse insuportável a ideia da quebra do contato físico. Eu precisava de Derek.

Saltei do Camaro e abaixei suas calças ate o joelho, junto com a cueca. Ele estava de coturno, não daria pra tirar totalmente suas roupas com a bota, e como eu estava com pressa de fazer o que eu ia fazer, eu pouco me importava. Peguei no seu membro com ambas as mãos, fazendo movimentos lentos para provocar. Derek jogou a cabeça pra trás e começou a gemer baixinho. Era aparente que ele não aguentaria muito, então eu abocanhei o pau dele. Era grande e grosso, e eu sempre me impressionava com isso. E mesmo com bastante dificuldade, consegui colocar mais do que a metade na boca. Eu o sugava com uma certa urgência. Movimentos desesperados... Derek já suava, e eu também. Aquilo cansava.

Derek rosnou, me levantou e retirou minha cueca em um só puxão, a rasgando um pouco. Nem deu tempo de eu reclamar, e ele colocou sua boca em meu membro. Não demorou muito, colocou sua mão no mesmo e começou a me masturbar. Sua boca foi descendo ate meu... Bom, lá. Ele passava a língua e pincelava com o dedo. Continuou com a língua, e com a mão pegou o vidro de lubrificante. Encheu seus dedos e pincelou novamente na entrada, me penetrando.

Ainda doía um pouco. Não é como se algo tivesse entrado lá desde o início da minha vida. Derek foi com calma, colocando um dedo após o outro para me alargar. Porém, ele não estava com muita paciência para preliminares, e nem eu.

Rapidamente ele encheu seu membro com lubrificante, pincelou minha entrada e me penetrou de uma vez só. Ele fico me olhando com os olhos apertados e a boca em um formato de "o". Tentei esconder uma careta de dor, com sucesso. Passados alguns segundos, comecei a rebolar querendo mais. Derek entendeu o recado e começou com estocadas leves, porém precisas. Ele sabia exatamente onde chegar.

Três minutos depois, éramos suor, gemidos e mãos. Derek me estocava rapidamente e fortemente, enquanto suas mãos apertavam minha cintura, me buscando sempre mais para si.

Quando vimos que já estávamos chegando, eu contrai minha entrada e Derek me masturbava com uma mão. Gozamos juntos, em sincronia, enquanto sorríamos um para o outro.

Definitivamente, ele era meu.

*

– Vou falar com seu pai. — Derek disse enquanto estacionava de frente a minha casa.

– Tem certeza? — Falei. Eu estava apreensivo. Não sabia se meu pai iria aceitar muito bem meu relacionamento com Derek, por motivos óbvios.

– Sim, tenho certeza. Teremos que fazer isso mais cedo ou mais tarde. — Ele disse, apertando minha mão.

– Tudo bem então. Mais tarde? — Falei.

– Mais tarde.

Derek pegou na minha nuca, me dando um beijo rápido. Algum vizinho poderia ver e estragar os planos. Sai do carro e entrei em casa, me preparando fisicamente e psicologicamente pro que aconteceria a noite.

Notas finais
Primeiro, eu gostaria de pedir desculpas pelo sumiço. Eu fiquei sem NENHUMA criatividade pra escrever NADA, e bom, tive provas. Ainda vou ter semana que vem, então, vou sumir novamente. Desculpe. Aproveitando pra comunicar a vocês que Kat Graham (The Vampire Diaries) e Charlie Carver me seguiram no twitter essa semana. Não é demais? Preparem o coraçãozinho pro próximo capitulo, porque ele irá surpreendê-los. Espero que tenham gostado do soca-soca (desculpe o palavreado) Sterek. Um beijo, amo vocês!