Sua memória, minha ruína
25 Os sofrimentos de Satã
Notas iniciais
Olha que sol bonito! Dia de lavar a roupa suja.
Dia 25: ra·bu·li·ce
Ato ou dito de rábula (quem se utiliza de subterfúgios para se esquivar de questões)
A voz dele era tão fria quanto os olhos:
— É assim que espera salvar os outros?
— Ser suicida nunca salvou ninguém! — Aizawa vociferou, impaciente.
— Não quero ouvir isso de quem entregou a individualidade.
— Sua vida é mais importante — admitiu, sem espaço para rabulice. — Posso ser um herói sem ela, mas não sem você.
— Mas que merda, Shota! — Shirakumo esbravejou dessa vez. — Eu não existo pra completar o que te falta.
Como se Aizawa já não soubesse daquilo da maneira mais cruel.
— Se eu não interferisse, não existiria mesmo.
— Não espere que eu agradeça por isso.
Havia apenas repulsa naquelas palavras.
Notas finais
E dessa vez temos considerações:
1. Esqueci de comentar no capítulo passado, mas Aizawa oficialmente já chorou por conta do Shirakumo e se não me engano é a única vez que vemos ele chorar.
2. Ele também passou a repreender alunos que se machucam na tentativa de serem heroicos por conta do trauma da morte do Shirakumo. A influência vai longe!
Por hoje é só, até amanhã!
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