Stuck on You

2 Um dia de sorte?


Notas iniciais
Capitulo dedicado a minha primeira leitora u.u JÚÚH sua linda :D, espero que gostem, boa leitura ;) O ultimo capitulo terminou no POV JAMES com a frase "Quando me viro para sair dou de cara com..."

Com o imbecil do Lucas, cara eu literalmente dei um pulo e gelei dos pés a cabeça, porque se fosse o diretor ou a preceptora eu estaria ferrado, mais uma e eu sou expulso, e já to no fim do terceiro ano, só iria estragar meu currículo, droga de regas...
–ai- ele exclamou passando a mão no rosto, só agora percebi que havia dado um tapa
– desculpa cara, mas assim vai me matar, não se faz isso com James Dimond- disse indignado
– foi mal, acabei esquecendo minha touca da cozinha e vim pega-la não queria atrapalhar as coisas — ele falou dando um sorrisinho maliciosa e olhando para mim e para a garota, que em falar nisso nem seu o nome, e que nesse momento está mais vermelha que pimentão — ei Emilly de anjo só tem a cara neh, não esperava isso de vc — complementou debochando da pobre garota que agora ganhava um nome Emilly, que combinava perfeitamente com seu rosto angelical, espera que pensamento é esse James? Volta e se concentra ela não pode ser mais do uma diversão pra você, meus pensamentos foram interrompidos
– olha não aconteceu nada aqui, nem vai — disse ela de maneira direta e muito decidida, se levantando e passando entre a gente
Lucas foi embora e decidi me vestir já que não estava sosinho, dei uma volta pela escola mas não tinha de interessante, nada me fazia tirar Emilly da minha mente, e sinceramente, pela primeira, alias segunda vez na vida vi em uma garota algo alem de apenas um pedaço de carne, que pego come e depois não serve pra nada, alem de seu corpo maravilhosamente gostoso, tinha algo em seu olha que me entregou o mesmo que pela primeira vez a tempo atrás em outra pessoa, de certa forma é ótimo sentir isso novamente, mas ao me recordar do que ocorreu, de como fui tolo, não posso deixar isso acontecer de novo, preciso ter Emily em meus braços, sei que é muito cedo pra dizer, mas algo me diz que tem alguma coisa muito especial nessa garota, e já sei como vou fazer para me aproximar.

POV EMILLY

hoje foi um tanto inusitado, estava eu deitada em minha cama -colchão no chão- bem tranquila, achei que estivesse sosinha então coloquei uma camiseta qualquer um meu short bem curtinho porque tava muuuito calor, sou do tipo consevadora, não gosto de ser vulgar, mas ganhei este short em um aniversario e só uso quando estou só, mas foi então que derrepente a cortina se abre e eis que surge James trajando somente uma cueca box, admito a visão foi perfeita, um verdadeiro colírio ver aqueles músculos todos definido, e por pensar assim me senti culpada e acho que fiquei extremamente vermelha principalmente quando o Lucas apareceu pensei que meu rosto ia explodir do tanto que queimava, percebi os olhares descarados do Dimond o que me deixava mais envergonhada, não sou o tipo de garota que vive rodeadas de garotos, digamos que não dou liberdade pra eles, sempre fui fiel aos meus princípios, e entre eles está o fato de que eu devo me valorizar e por isso considero o beijo algo muito intimo apesar do que falam por ai hoje em dia, por isso sou BV e sinceramente não tenho vergonha disso apesar de ter 16 anos, quando for o momento e a pessoa certa vai acontecer, e vai ser muito especial.
Depois de todo o ocorrido tomei força e sai daquele local, mas estava extremamente envergonhada, sei que nem foi nada de mais, podem até dizer que to sendo boba, mas era como estava me sentindo, então precisava falar com alguém e foi quando liguei pra Liny que pra mim era uma irmã mais velha, que sempre me fazia rir e me dava ótimos conselhos e foi por isso que liguei pra ela, só que quando toquei no nome do James ela ja foi falando o quanto o odiava e não tive coragem de contar o que aconteceu, de como isso de certa maneira havia me afetado, mas deixei melhor falar nisso outra hora, bem na verdade nunca intendi o porque que ela odeia o James, concordo que ele não é flor que se cheire, mas ela age como se ele fosse um monstro, até parece que ele já fez algo pra ela.

POV ALINY

Dormi tão bem, e estou animada pra finalmente tentar alguma coisa no restaurante, e dessa vez não vou deixar nenhum palhaço me atrapalhar, vesti uma saia longa estampada entons de azul e coloquei uma blusa lisa branca, por fim a sapatilha azul marinho
O ap da minha vó é bem longe então pra chegar no restaurante tenho que pegar 2 ônibus e caminhar mais um pouco, por isso estou saindo agora, 9h, mas se Deus quiser todo esse esforço vai valer a pena, chego lá depois de 2h, entro e por dentro ainda é mais deslumbrante, um mulher loira, alta e extremamente elegante se aproxima de mim, e com o sorriso mais simpático me pergunta:
– bom dia, posso ajudar?
– bom dia, creio que sim — retribuo o sorriso
– então me diga e faremos o possível para melhor atende-la
– estou procurando um emprego, e minha prima sugeriu que eu viesse aqui, teria alguma vaga?
– no momento não estamos contratando, mas percebo que vc caminhou muito para chegar aqui — fala se referindo ao meu cabelo, que só agora percebo que esta todo bagunçado, oh droga que vergonha — então se quiser aguardar, já vamos servir o almoço, considere uma cortesia da casa
– não quero incomodar, acho melhor eu ir, mas muito obrigada... — fiquei olhando pra ela tentando me lembrar de seu nome até que ela falou
– Naiza, esse é meu nome, e o seu?
– Aliny, então muito obrigada Naiza, foi um prazer — disse me virando
– o prazer foi meu — ela falou, me dirigi a porta e me dei conta do quanto havia escurecido, parece que vai chover, dito e feito olhei novamente e caia acho que a água do mundo todo só aqui, tá exagero, mas sério tava impossível sair nessa chuva
– eu te disse, venha vou pegar algo para beber — ela pegou em meu ombro com ternura e me dirigiu até uma mesa próxima a uma porta onde pressupus ser a cozinha, Naiza me tratava como se me conhecia a anos, ela devia ter uns 26 — 27 anos, me sentei e esperei, logo depois ela votou com um copo de limonada e pediu que eu aguarda-se que o chef tinha algo especial pra mim, claro que to super desconfortável com tudo isso, eles nem me conhece, vim para pedir emprego e agora sou tratada como convidada de honra, é no mínimo intrigante. Passei por muita coisa na vida, teve vezes de ter que passar fome, ou comer resto de biscoito que achava no lixo e depois de tudo isso uma coisa eu aprendi, quando a benção é de mais o santo desconfia, mas como não tinha para onde ir fiquei por lá. O restaurante já estava lotado, só gente da classe alta, todos muito elegantes, os garçons começaram a servir e pouco tempo tempo depois a porta ao meu lado se abre e sai um homem muito gato vestido de Chef o que o deixava mais charmoso, algo nele me parece familiar, ele se aproxima e coloca a bandeja tampada em cima da mesa, com um sorriso enorme e super encantador abre a tampa, se retira sem sequer uma única palavra enquanto eu estava boquiaberta admirando a beleza do prato, nem tive tempo de agradecer, comi calmamente, enquanto muitos ja se retiravam do recinto, terminei quando faltava umas 4 famílias no restaurante e antes que eu levantasse Naiza veio e pediu que eu aguarda-se novamente, porque o Chef queria falar comigo, esperei, vai que consigo o trabalho, e depois de comer tão bem o mínimo que podia fazer era aguardar para agradecer aguardei uns 20 min. até que só restasse eu e os funcionários, a grande porta se abriu novamente e ele apareceu novamente dessa vez trazendo uma bandeja com 2 sobremesas que pareciam um cheesecake
– posso? — ele perguntou apontando para a cadeira a minha frente
– claro — dei o meu melhor sorriso, ele se sentou e esticou um dos pratos para mim enquanto beliscava o outro
– o que achou do almoço? — em seu sorriso mostrava certo medo, anciedade da minha resposta
– sinceramente — fiz uma pausa de suspense — a melhor que eu já comi, extremamente e um prato muito elegante
– ufa — respirou aliviado, o que me fez soltar um riso — pensei que não tivesse gostado, soube que veio procurar emprego
– sim, to precisando trabalhar, posso fazer o que você precisar
– sério? O que eu quiser? — desvendando um sorriso malicioso
– claro, posso limpar, cozinhar, servir, recepcionar, o que estiver precisando — disse, dando uma de desentendida da sua segunda intenção, ele riu
– ta bom, acho que tenho uma vaga para ser minha auxiliar na cozinha, topa?
– claro, começo quando — perguntei animada
– amanhã — ele disse tirando o chapéu, e merda era o mesmo cara que havia me derrubado ontem, que eu havia ficado irritada, tomara que ele não lembre que sou, ah que droga logo agora que consigo o emprego, e não é qualquer emprego é pra ficar ao lado desse deus grego o dia todo — o que foi? Ele disse me tirando dos meus pensamentos
– nada só estou pensando em como pagar a refeição- tentei disfarçar
– não se preocupe, considere um pedido de desculpas — falou coçando a cabeça como se estivesse envergonhado, tive que rir — para, e ai estou desculpado?
– hum deixa eu pensar — fiz charme — claro seu bobo — então sorri, então me dei de conta que ele é meu chefe agora e não deveria ter falado assim, mas começa a rir o que me deixa aliviada, eu e minha boca grande.
– a propósito como é seu nome? — me perguntou, foi então que percebi que não sabia o nome dele, olhei sua roupa e percebi que havia uma identificação " chef Carlos Pena"
– Aliny, muito prazer Sr. Pena — me levantei para cumprimenta-lo e ir embora, estiquei minha mão, e a pegou e levantou
– pode me chamar de Carlos, e o prazer foi meu — falou chegando mais perto e me deu um rápido abraço — você já vai?
– sim, a não ser que queira que eu comece hoje
– na verdade se você puder ficar e ajudar a arrumar a mesas, seria bom
– na hora — respondi já pegando um pano para limpar as mesas, e riu e entrou na cozinha novamente
Limpei as mesas e ja estavam todos indo embora, Naiza me chamou pra dizer a documentação que eu precisava levar pra assinar o contrato, o salário tava muito melhor do que o esperado, ia ganhar 1000 reais pelos 15 dias trabalhando das 8h as 16h da tarde fora que podia almoçar no restaurante, todos já tinham ido embora quando terminamos de acertar os detalhes, aliás quase todos Carlos ainda estava lá, Naiza saiu correndo (literalmente), porque seu marido estava esperando ela, fui saindo calmamente e percebi que tinha voltado a chover, mas tava mais fraca um pouco, e estava tão feliz que nem me importei, resolvi ir pela avenida, tava andando fazia uns 5 min. toda encharcada, quando percebi que um carro parou em meu lado, a janela abriu, levei um susto quando ele gritou
– entra ai sua doida, vai pegar uma gripe- era Carlos
– não, vou molhar seu carro
– entra logo, porfavor, se não vou ficar sem ajudante amanhã, ja que vai estar de cama
– hum ta, mas só por causa disso — disse entrando
– e ai, onde a mocinha mora?
– iche, meio longe, mas me deixa no próximo ponto de ônibus que está ótimo
– perguntei aonde mora e não onde queria ficar
– ah desculpa, mas é que é bem longe, não vai querer me levar lá
– se não responder te levo pra minha casa
– ei ei calma ai, ta moro na San Tiago com a av. 4
– hum agora sim, achei que tivesse que desenhar pra entender — ele disse de debochando de mim — você mora sozinha?
– porque? Ta planejando me assaltar? — Disse irônica e comecei a rir e ele me acompanhou — mas sim, no momento estou sozinha no ap da minha avó
– hum, então vou chamar uns amigos, pra montarmos o esquema — falou fazendo cara de mal e caímos na risada
Jogamos conversa fora o resto do caminho, foi muito bom, descobri que ele tinha uma irmã que era estilista e modelo, e que seu pai havia morrido, eu lhe disse que era prima da ex dele, enfim muita conversa gostosa
Chegamos em frente ao prédio ficamos um pouco em silêncio, até que sai do carro, ele logo se levantou veio até mim e me deu um beijo no rosto, na verdade no canto da minha boca, sorri igual boba, e devia estar vermelha ele disse alguma coisa que não entendi e saiu
– senhorita Felix, só gostaria de lembra- la da reforma que sua avó marcou para começar amanhã — o porteiro me alertou
– que reforma?
– parece que deu problema de infiltração, achei que a senhora soubesse ja que devido a reforma terá que se retirar do AP
– hum — falei sem animo e subi
Nossa agora teria que achar um lugar pra ficar, me lembro vagamente da minha vó falar algo a respeito, só não esperava que fosse agora, passei a noite inquieta pensando pra onde iria, mas principalmente pensando em Carlos, sei que ele é meu chefe e que não tenho tempo para homens, e que eles não prestam afinal o único que me abri desmanchou meu coração, mas Carlos é tão lindo, arg como odeio o fato de ele ser tão gato e tão simpático.
Já eram uma da manhã e nada deu dormir então resolvi ligar pra Emilly ela provavelmente estaria assistindo filme então não se importaria em me atender
– oiii — ela atende animada — achei que tivesse esquecido de mim
– claro que não sua boba, como foi seu dia?
– nada de mais, e vc conseguiu trabalho? — ela mudou o assunto rapidamente, estava me escondendo algo que descobriria depois.
Contrei pra ela o que tinha acontecido, que Carlos foi quem me derrubou e agora era meu chefe, e então jogamos papo até umas três, quando finalmente fiquei com sonho e dormi
– pan pan — escuto o interfone tocar
Atendo ainda com sono e só então percebo que já são 7h e tinha que ter pego ônibus as 6 pra tar no restaurante as 8, droga, droga, drogaaa!!
– oi
– oi Senhorita, um tal de Carlos está aqui para te buscar — o porteiro falou
– O QUE? — gritei no interfone — quer dizer, desculpa avisa que ja estou descendo
– ta bom
Desliguei e corri até a mala, peguei a primeira roupa que vi e vesti, e então me lembrei que tinha que sai do ap agora pq os homens da reforma ja devem estar chegando, mas como explicar o pq da mala para Carlos? Mais que merda hoje definitivamente não é meu dia de sorte, peguei a mala e desci. Decidi que deveria manter as coisas entre eu e ele no profissional e também estava sendo infantil pensar que um homem daquele poderia ver algo em mim, fora que relacionamento é tudo o que eu não precisava neste momento.
– oi — diz ele se aproximando e pegando a mala da minha mão — achei que teria que buscar a madame la em cima — disse ironico
– desculpa, mas não esperava vc aqui
– como não? Ontem te disse que estaria as 7 para te pegar — hum deve ter sido isso que ele falou enquanto ia embora
– ah verdade, desculpa mais uma vez
– tudo bem vamos, tenho muita coisa pra te ensinar e mostrar
Graças a Deus ele não perguntou nada sobre a mala, fomos a alguns plantios de verduras para selecionar o que ele usaria hj, ele foi me explicando o que era cada coisa, e me fazendo provar, chegamos ao restaurante umas 10h e começamos a preparar as coisas, o resto do dia foi tudo muito bom, ele ficou fazendo gracinha, mas me afastei pra não ter perigo rsrsrs
Já eram quase 16h e estava muito preocupada sobre pra onde ir, o telefone tocou, era Logan meu irmão
– oi Logie
– oi mana — ele falou com voz tremula
– o que foi? Onde vc ta? — logo percebia que havia algo errado
– to no hospital, é que é que.... — sua voz parecia que ia dar lugar ao choro, foi então que me preocupei, nunca vi meu irmão assim, precisava me manter forte ele precisava de mim, mas por dentro meu coração explodia em preocupação, o que será que aconteceu?

Notas finais
E ai o que acharam? Gostaram? Odiaram? Me deem opinião e me ajudem a melhorar a fic!!! Coitada da Liny, o que será que aconteceu? Onde ela vai ficar? Quais são os planos de James? E Carlos da gostando a Aliny? Prox cap: POV do carlos e do logan Bjoooo ;) não esqueçam dos comentários:p