Stuck On You
23 Capítulo 22 - Antídoto
Notas iniciais
Depois que sussurrei aquelas palavras, continuei caminhando em direção ao William, sem me deixar abater. Ele merecia pagar por todo o sofrimento que tinha causado. Quando eu estava chegando perto dele, William irrompeu numa risada espalhafatosa, fazendo com que eu parasse de andar e que todos o olhassem boquiabertos e surpresos afinal, ninguém esperava que ele começasse a rir, sabendo que seu fim estava próximo.
– Para um quase moribundo você está levando tudo na esportiva não, é William? — Damon caçoou, dando seu famoso sorriso torto e sarcástico, o mesmo que eu costumava odiar no início.
Algo no olhar de William dizia-me que não era hora para piadinhas. Algo me dizia que nessa noite, um passo em falso poderia arruinar nosso plano. Fiquei parada a alguns metros de distância do William, que parava de rir aos poucos, fitando-nos com uma expressão despreocupada que a segundos atrás era inexistente em seu rosto.
– Acha mesmo que eu não vim preparado? Tsc, tsc vocês tem me subestimado demais ultimamente. — O loiro pendeu a cabeça para o lado, olhando-me de forma incisiva. — Klaus, você sempre foi tão antiquado... poderia ter bolado um plano melhor afinal, quem esconderia os cordões valiosíssimos dos imortais em um balcão idiota e abandonado? — Respirei fundo quando ele se virou na direção de Klaus, que não se preocupava em esconder a raiva que estava sentindo naquele momento.
Uma parte dentro de mim ficou aliviada por perceber que ele achava que aquelas réplicas eram mesmo os cordões dos imortais mas a outra parte, dizia-me que meus problemas estavam longe de acabar e que era melhor eu continuar assistindo a tudo o que William dizia, pois tudo indicava que todo aquele pânico que ele fez no início, fora apenas um teatro para que acreditássemos nele.
– Não estou aqui para falarmos sobre isso afinal, você deveria saber em quem você deposita a sua confiança, Klaus... — Disse William debochado.
– Vá direto ao ponto. — Grunhiu Klaus fechando as mãos em punho.
– Rebekah. Esse nome diz algo para você? Pois é, ela me ajudou. Sim, ela sabia do plano idiota de vocês. Enquanto você escondia as réplicas, Rebekah estava te observando de uma distância considerável. Acredita que assim que você saiu do galpão ela trocou as réplicas pelos verdadeiros cordões dos imortais? Pois é, sua linda irmãzinha te traiu, Klaus. Eu tenho os cordões dos imortais em mãos e nem preciso do cordão da Elena! Já tenho tudo o que preciso comigo. Tudo. Em breve, serei invencível, terei o mundo aos meus pés e coitado daquele que se colocar no meu caminho. Nada e nem ninguém poderá me impedir agora que eu tenho tudo o que eu preciso. — Meu coração acelerou com toda aquela revelação bombástica.
Todos nós permanecíamos estagnados, enquanto víamos um William confiante em nossa frente. Ele tinha acabado de abandonar toda a fachada medrosa que construíra para camuflar o que ele realmente estava sentindo naquele momento.
Klaus fechou as mãos em punho, trincando os dentes, tentando se segurar para não voar no pescoço de William, que segurava os cordões que a tanto tempo ele almejou.
– Sei que é difícil absorver cada informação mas... é a mais pura verdade. Rebekah, a sua irmãzinha astuta se aliou a mim. Preferiu confiar em mim do que em você, Klaus. — Um silêncio incômodo e totalmente tenso se espalhou pelo galpão. — E você, Elena... porque não retoma de onde parou e tenta enfiar essa estaca em meu peito? Não estava tão convencida de que me mataria hoje? Tente, vá em frente, faz tempo que eu não me divirto será legal vê-la tentando. A propósito, sinto muito pelo que aconteceu com a sua tia... o chefe dos imortais perigosos é um tanto cruel, não acha? Caso não saiba, o nome dele é Christopher. Viu, Elena, não sou tão mau quanto pensa. — Estreitei os olhos em sua direção, indignada com sua ousadia em citar o nome de minha tia depois de tudo o que aconteceu.
A raiva me atingiu de um modo tão forte, que veio em forma de um golpe que se transpassava por toda a extensão do meu corpo. Por um momento, minha vontade foi mesmo de fazer o que ele me pediu e enfiar a estaca no seu peito. Mas eu não podia fazer isso. Sei que ele tem mais coisas para revelar e eu não podia colocar tudo em risco agindo precipitadamente. A idéia era tentadora, mas se eu quisesse ganhar essa, teria que agir cautelosamente.
– Vale ressaltar que talvez um dia, você precise de mim, querida. Não se acanhe em me pedir ajuda, Elena. No momento certo, estarei vendo você bater a minha porta. — Ele passou a língua pelos lábios, achando totalmente divertida toda aquela situação.
– NUNCA! Nunca farei isso entendeu? — Vociferei, apertando a estaca de madeira com tanta força, que eu temia que ela se partisse entre meus dedos.
– Não se subestime, querida. Já ouviu aquele ditado "Nunca diga nunca?" Pois é, ele se aplica direitinho na sua situação. Pode não entender o que estou dizendo agora mas a verdade é que em breve terei algo que você certamente irá precisar. — Franzi o cenho oscilando entre a curiosidade e a descrença.
Era possível que William estivesse falando a verdade?
– Vamos Elena, acabe com ele antes que eu mesmo faça isso. — Klaus lançou-me um olhar penetrante e eu passei a fitar todos ao meu redor.
Bonnie estava encolhida em um canto, mas sentia que ela estava preparada para atacar se fosse necessário. Caroline estava com uma postura altiva, mas por dentro sei que toda aquela revelação a deixara angustiada. Stefan estava calmo, compenetrado, enquanto olhava a tudo com uma expressão que ao mesmo tempo que dizia tudo, para mim não conseguia dizer nada. Damon estava com uma expressão ferina em seu olhar. Dava para ver que ele e Klaus estavam se contendo para não arrancar a estaca da minha mão para matá-lo. Não que isso fosse necessário quando se tem velocidade o suficiente para pegá-lo desprevenido e quebrar seu pescoço.
Mesmo assim, William estava muito calmo o que certamente era um mau sinal. Ele tinha vindo preparado, sabia de nossos planos, já que Rebekah resolveu contar o que tramávamos. Com certeza, Klaus confiava o suficiente nela para contar tudo o que tínhamos planejado.
Eu não suportava a Rebekah, por saber que ela já tinha tentado me separar do Damon e porque ela já invadiu a minha casa e agrediu a minha tia, quase matando-a e com tantas coisas para resolver, acabamos não nos preocupando com ela o que por sinal, foi um erro fatal.
– Ouça seus amigos, Elena. Vá em frente, venha, quero muito me divertir um pouco esta noite. Me ataque. — William olhava-me maliciosamente.
Em seus olhos eu via algo que nem ele mesmo queria ocultar. Uma expressão desafiadora, uma expressão que dizia que ele já tinha tudo planejado em sua mente.
– Qual é o seu objetivo afinal? O que planeja com tudo isso? Onde quer chegar? — Perguntei, ignorando o nó que se formava em minha garganta.
– Sempre as mesmas perguntas estúpidas... você não muda, não é? Gosta de perder tempo fazendo perguntas que eu certamente não irei responder... mas eu até entendo, Elena a dor da perda. Eu perdi meus familiares, perdi tudo o que tinha por culpa do Klaus! Tudo por culpa dele! E agora, finalmente, tenho tudo o que preciso para poder me vingar e acredite Klaus, que nem mesmo você será páreo para mim! — O loiro estava tão confiante, tão cheio de si, que mantinha um sorriso enorme em seu rosto, olhando-nos com certa superioridade.
– CHEGA, VOU ACABAR COM VOCÊ! — Klaus em um momento de descontrole, lançou-se em cima de William, que logo tirou algo do bolso que fez com que Klaus se jogasse no chão gritando de dor.
– Desculpe, Klaus. Eu não queria fazer isso com você. Brincadeira, na verdade eu queria sim. Quero que você sofra, que pague por todas as coisas ruins que me fez. — William vociferou sentindo prazer a ver Klaus contorcendo-se de dor.
– O que está acontecendo com ele? O que você fez com ele? — Caroline gritou, exasperada, ao ver Klaus ficando com uma mancha vermelha em seu braço esquerdo enquanto gritos de agonia eram ouvidos.
Damon me puxou contra seu peito numa tentativa de me proteger, sabendo que se eu o atacasse, era eu que estaria agonizando naquele momento.
– Ora querida borrifei um líquido anti-originais nesse verme inútil. Se não acharem a cura, dentro de alguns dias, ele morre. — Caroline arregalou os olhos tamanho era seu desespero.
Ela correu indo ao encontro de Klaus, colocando sua cabeça em cima de suas pernas numa tentativa de ajudá-lo. Suas mãos trêmulas afagavam a testa de Klaus.
– Desculpem, eu queria muito ficar para o show mas como sabem, tenho compromissos e estou um pouco atrasado para uma festinha. Eu até convidaria vocês mas acho que Christopher e seu bando não iam gostar nadinha de ver vocês lá. — William virou-se de costas, andando para a saída do galpão, mas as luzes começaram a piscar e as caixas começaram a voar.
Era Bonnie. Ela estava dificultando a fuga de William enquanto eu, Damon e Stefan corríamos atrás dele mas não fomos muito longe, pois William borrifou algo no ar que nos fez perder a nossa incrível velocidade.
– Acha que essa demonstração de poderes pode mesmo me derrotar pequena bruxa? — Tendo dito isso, William jogou um vidrinho prata e pequeno em direção a minha amiga. Seu nariz começou a sangrar e ela acabou perdendo os sentidos.
– BONNIE! — Gritei, vendo minha amiga desmaiada no chão.
Ainda tentei correr, tentei com todas as minhas forças recuperar a minha velocidade mas não dava. Aquelas coisas conseguiam me enfraquecer.
Antes de William sair de nosso campo de visão, ele virou-se para mim e disse:
– A imortalidade é perigosa, mas cheia de possibilidades. Só quem se sente confiante para experimentá-la sabe a força que ela exala. Pense bem, Elena no que fazer. Em breve, você terá que me procurar. — E ele sorriu, deixando-me apenas com uma aflição e fraqueza estampados em meu rosto, sinal de que nada do que aconteceu hoje foi um sonho.
(...)
– MAS QUE DROGA! ESTÁVAMOS TÃO PERTO... WILLIAM ESTAVA QUASE NA NOSSAS MÃOS! — Damon vociferou. Estava tão irritado que praticamente saiu quebrando todos os móveis de sua querida mansão Salvatore.
– A vadia da Rebekah estragou tudo! — Completei, enquanto cuidava dos ferimentos leves de minha amiga Bonnie.
– E agora o que vocês vão fazer? — Jeremy perguntou enquanto olhava para Bonnie — que estava desacordada — com uma expressão preocupada em seu rosto.
– Eu não sei. William tem os cordões, sabe como nos enfraquecer e é um puto de um esperto, tenho que admitir. — Respondeu meu lindo e sexy namorado enquanto descontava sua frustração em um copo vazio, atirando-o na parede.
– Um puto de um esperto que tem uma aliança com os Imortais perigosos, não devemos esquecer. — Completou Stefan.
– Imortais perigosos que estão de olho na Elena e em todos os outros imortais que o Elijah tem protegido. — Quem respondeu dessa vez foi Bonnie, que tinha acabado de acordar. Todos a olharam perplexos, mas ela apenas deu de ombros.
– Que bom que acordou. — Jeremy esboçou um sorriso aliviado na direção de Bonnie, que retribuiu um pouco corada.
Nessa hora, Caroline desceu as escadas fungando e chorosa. Nunca tinha visto a minha amiga tão abalada.
– Ele está bem, Car? — Perguntei, mesmo sabendo a resposta.
– Não, ele... está fraco e... muiito debilitado. Se recusa a beber sangue. Elena, eu tenho que achar esse antídoto. Ele vai morrer dentro de alguns dias e... eu sei que nenhum de vocês aqui se sentem na obrigação de ajudá-lo, pelas suas maldades e até mesmo o William fez isso por vingança mas... ele nos ajudou nesses últimos tempos e... eu não posso deixá-lo morrer. — Assenti. Ela o amava, era mais do que compreensível ela querer salvá-lo.
– Mas como você vai procurar esse antídoto se nem sabe por onde começar? — Indagou Bonnie.
– Você poderia me ajudar. — Pediu.
– Claro que eu ajudo. Tudo para ver você sorrir de novo. — Bonnie deu um sorriso fraco que Caroline retribuiu.
– Como lutar contra o William? Como? Não podemos lutar com ele sabendo que ele pode nos enfraquecer com suas armas mas temos que impedi-lo de concretizar seu plano. — Stefan indagou.
– Também temos que focar nos Imortais perigosos. Com certeza eles vão aprontar alguma... — Damon olhou para mim preocupado, pois sabia que eu era o alvo mais atacado por aquela trupe.
– Temos muitos problemas difíceis para resolver, mas tenho certeza de que não conseguiremos pensar em nada de cabeça quente. — Falei, desejando mais do que nunca poder dormir e nunca mais acordar.
(...)
Caroline narrando:
Entrar naquele imenso quarto branco, chique e imponente, me dava um aperto enorme no coração, pois quem repousava naquela cama, quase sem conseguir respirar, era Klaus. Eu já não sabia mais o que fazer, ou como agir. Ele estava morrendo e certamente precisava de mim. Há um tempo atrás, eu não conseguia parar de pensar em formas de dizer que o amava e quando tinha a chance em minhas mãos, a deixei escapar. Perdi tanto tempo com minhas infantilidades quando eu poderia ter tentado me abrir para Klaus, dizer tudo aquilo que estava entalado na minha garganta a muito tempo, que agora via meu tempo se esgotando, ao ver vida tão desgastada daquele homem escapar pelas brechas dos meus dedos.
Me aproximei de sua cama, fazendo um pequeno carinho em seus lindos cabelos dourados percebendo que Klaus agora respirava com dificuldade.
Eu tinha conhecimento de todas as coisas horríveis que Klaus já havia feito. Julguei-o muitas vezes como um homem insensível e inescrupuloso, que não media esforços para ter o mundo aos seus o pés. Um homem sem caráter, que não possuía nenhuma humanidade.
O mais estranho, é que eu não pensava mais assim. Klaus mudou, mudou muito e sem perceber. Faz tempo que não o vejo fazendo suas maldades rotineiras, não atormenta mais a Elena e sempre tem nos ajudado a encontrar formas de acabar com o William.
Não foi uma mudança extraordinária afinal, ninguém muda da água para o vinho mas não tenho dúvidas de que ele mudou. Pelo menos, um pouco de humanidade surgiu no coração de gelo daquele homem.
De relance, todas os momentos que passei com ele, presenciando tudo o que ele fazia quando veio para Mystic Falls, foi passando como um filme em minha cabeça. Tudo foi mencionado, nada esquecido e eu cheguei a conclusão de que sim, Klaus mudou. Ele confessou ter sentimentos por mim, confessou algo que eu jamais pensei que confessaria.
Mas ele confessou. E isso devia contar para alguma coisa. Klaus merecia mais uma chance, merecia a chance de mudar por completo e eu tinha esperanças de que eu o ajudaria a mudar. Depois de tudo o que passamos, do beijo tão intenso que trocamos hoje, não restou dúvidas do quanto Klaus me queria e que seria capaz de fazer o que fosse por mim.
Existia algo em seu olhar, algo que eu nunca havia visto antes e que me deu esperanças, me deu certezas, preencheu lacunas que nem eu mesma pensava que poderiam ser preenchidas e aqui, ao lado de sua cama, olhando-o tão fraco, eu senti que se ele morresse, uma parte de mim morreria junto e eu não iria suportar.
Isso era amor. Amor real, incondicional. Eu amo Klaus e agora, não tenho mais vergonha ou receio de admitir isso.
– Aguente firme, Klaus. Eu vou te salvar, eu prometo. — Sussurrei dolorosamente aquelas palavras em seu ouvido, sabendo que ele me escutaria.
Elena narrando:
Se eu não fosse uma imortal, poderia jurar que eu tinha virado uma morta-viva. Não tenho dormido direito a dias e eu não consigo pensar em nada que não seja relacionado a morte de minha tia, William, cordões, imortais perigosos, Klaus quase morrendo, entre outras coisas. Nada sai da minha cabeça eu simplismente não consigo esvaziar a minha mente, não consigo dormir.
– Ainda acordada? — Damon virou-se de frente para mim, olhando-me de um modo tão preocupado que me fez ter vontade de cobri-lo de beijos.
– Não consigo dormir. Acho que eu nunca mais terei paz. — Suspirei, tentando conter a vontade que eu tinha de chorar naquele momento.
– Não diga isso... — Damon passou a acariciar delicadamente a maçã do meu rosto.
– É a mais pura verdade, Damon. Enquanto todas essas coisas estiverem acontecendo ao nosso redor, não conseguirei mais dormir. — Eu estava exausta mas com tantos problemas, era difícil fechar os olhos quando tudo o que vejo pela frente é uma escuridão mórbida e apavorante.
– Feche os olhos.
– O que? — Arregalei os olhos, sem entender.
– É sério, feche os olhos, confie em mim. — Insistiu ele.
– Ok. — Fechei os olhos, mesmo sentindo a escuridão abraçando-me, puxando-me para um redemoinho de pesadelos até que...
– Cause there'll be no sunlight if I lose you, baby and there'll be no clear skies if I lose you, baby just like the clouds my eyes will do the same if you walk away, everyday it will rain rain, rain-a-a-ain... — Damon começou a cantarolar uma música linda que me fez relaxar case instantaneamente.
Sua voz era rouca, era linda e me acalmava. Logo, não estava mais sentindo aquela escuridão horrível. Já tinha me acostumado com ela e a sensação de paz foi imediata. Antes de pegar totalmente no sono, senti Damon beijar meus lábios e agradeci em silêncio por ter um namorado tão perfeito como ele, que está sempre do meu lado, acalmando-me quando estou nervosa, silenciando as vozes que costumam me perturbar, protegendo-me dos meus monstros interiores e me ajudando no que eu precisar.
Quando eu acordar, ainda terei que enfrentar uma penca de problemas que nem eu mesma sei se eu e meus amigos conseguiremos resolver. Apenas consigo pensar em uma coisa agora: Enquanto eu estiver com o Damon, sei que posso enfrentar qualquer barreira que se colocar no meu caminho.
E estando totalmente certa disso, eu adormeci, sendo guiada para um lindo jardim repleto de sonhos tranquilos, com uma paz lânguida que me deixou totalmente entorpecida.
Notas finais
William está se tornando um filho da mãe na arte de pentelhar né não? KKKKKKK' E será mesmo que a Elena precisará dele?
E o Klaus? Nossa até me deu pena dele. Será que a Caroline conseguirá achar o antídoto?
Os imortais perigosos aparecerão em breve novamente, e garanto que quando a Elena bater de frente com eles vai ser show, vai ser uma das cenas que mais tentarei usar e abusar da criatividade, principalmente por causa do Christopher, o líder que matou os pais e a tia da Elena =/
Jeremy e Bonnie estão se aproximando, logo vcs verão um PDV deles por aqui também.
Se alguém quiser me mandar uma recomendação eu aceito de bom grado HSAUSHAUHSUA
Meninas quero tbm fazer um desabafo e agradecer as meninas que comentam primeiramente vcs são demais obrigada por não me abandonarem.
Poxa, tem TANTAS pessoas favoritando essa fanfic mas não postam NENHUM comentário. Me senti MUITO mal com o pouco numero de comentários do capítulo passado e quero agradecer as meninas que sempre tem comentado nos capítulos e dizer que ABOMINO os leitores fantasmas pq é por causa deles que vejo mtts fanfics boas sendo deletadas do site. Poxa, custa vc escrever pelo menos um comentário aqui? Eu me mato pra escrever o capítulo, to toda dolorida dos ensaios tento caprichar nos capítulos pra ver pessoas favoritando isso aqui sem se comprometer a comentar. Fiquei muito chateada quando vi o numero de pessoas lendo e nem a metade vem aqui deixar um review. Isso desestimula muitos autores!!
Então so pra deixar claro: So favorite esta fanfic se vc tem a intenção de comentar os capítulos. Se vc não vai se comprometer, nem leia pra início de conversa.
Meninas que comentam desculpem fazer vcs lerem isso mas estou indignada com os fantasmas existentes aqui! E obrigada por comentarem suas lindas, obrigada mesmo se ainda estou postando capítulos é por vcs!
Comentem gente, esse é o meu combustível para escrever e postar com mais animação.
Obrigada, tenham uma boa tarde
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