Stray love

7 Dá queda a um passo de dança!!


Notas iniciais
Boa leitura ❤

E se...

Isso sempre vem em minha mente " e se ..."

E se... Eu sempre tivesse contato com meu pai ? Eu o amaria e o respeitaria ? Eu me abriria mais para as pessoas sem medo do abondono? Eu seria outra pessoa?

E se... Meu ex namorado não tivesse me traído ? Eu confiaria mais nas pessoas? eu seria outra pessoa?

Se eu não tivesse conhecido a Willow ? Eu seria menos confiante? Eu seria outra pessoa?

Se eu não tivesse entrado naquela porta do primeiro andar dá professora Kate? Eu amaria dança? Eu seria outra pessoa?

E se... Minha mãe não tivesse morrido? Eu aguentaria tanta dor ? Eu seria outra pessoa?

E se... Eu não sei!

Mais sem quem sou agora, e nesse momento estou em um apartamento em Londres, com uma raiva inexplicável de um homem que eu não tive contato a não ser por meras visitas.

Ouço um barulho na sala, saiu do quarto.

— você me esqueceu!

Ele se vira para mim essustado com uma cara de surpresa

— e-e eu... Nossa- ele guagueja

— o que foi que aconteceu? Me diz logo

— é que um colega meu me ligou falando sobre um show, eu saí correndo e e-u ... Desculpe, desculpe.

— não se preocupe eu já tô acostumada com isso afinal de contas você só veio lembrar de mim quando ela morreu.

— isso não é verdade holly

— então o que é verdade? Porque essa sempre foi a que eu conheci.

— eu só queria que você tentasse me entender, eu tô me esforçando, mais é que ainda sou eu sabe eu tenho um monte de falha, mais por você eu tô tentando mudar. Só você me deixa tentar, me deixa tentar.

Ele parecia arrependido, mais a raiva em mim era tão intensa não era só por hoje era por tudo.

— foi você que nunca deixou isso acontecer — eu já estava gritando e lágrimas começavam a teimar cair na minha bochecha- foi você que nunca me quis.

— isso não é verdade, você tá levando as coisas por outro lado.

— e que lado você quer, que eu veja o seu? Me diz ? Você é egoísta a esse ponto?

— não é isso holly eu só quero que você me entenda, pra gente funcionar aqui. Você pode não acreditar mais o que eu mais quero na vida é que a gente se entenda.

— eu não acredito — por mais que eu tente eu não acredito, a vida me tornou assim — eu vou dormir — digo e saiu andando, vejo MC e Nick estavam espiando, estavam meio tensos e preocupados.

— holly espera eu não termina...

fecho a porta . Respiro fundo ja choram sento na cama tento me acalmar

— calma respira — digo a mim mesma. Olho para a mesinha do lado procurando a caixinha de música que minha mãe me deu olho na gaveta e encontro um porta retrato era eu e meu pai eu pequena de ballarina nos seus braços, as lágrimas voltam a cair. Eu não sabia que ele tinha esse porta retrato, olho e pego a caixinha abro e uma bailarina começa a dança. Deito com os objetos e isso de algum jeito me acalma e durmo.

⚪⚪⚪

Uma das meninas coisas de está em um carro é sentir o vento nos cabelos, estava fazendo isso enquanto tomava café e tentava ignorar o motorista, que por acaso era Daniel. quando recebo uma mensagem de Thomas

— atenção, atenção hj encerra as inscrições para o ballet.

Sorriu , mais não respondo, ele vai voltar hoje para a escola vai ser difícil para ele, e ele ainda se importa comigo.

Chegamos no colégio sem trocarmos se quer uma palavra, quando saiu do carro Daniel começa a fala

— holly quando sair...

— eu sei — o interrompo — é para esperar você na recepção , eu acho que, quem tem que se lembra disso é você.

Digo e saiu andando, estava com tanta raiva, logo na entrada vejo thomas e celine. Ele não parecia bem já que todos olhavam para ele e ainda com aqueles sussuros que mais pareciam gritos, eu nunca vou entender por as pessoas não aceitam que todos nós somos diferentes.

— oi você tá bem? — digo assim que me aproximo dele.

— eu não sei se vou entrar, pra fala a verdade eu vim mais por você.

— por mim? Mais porque?

— hoje é o último dia holly. Eu vim por você , lembra do que disse naquele dia a gente ia se ajuda.

Eu o olhei, não podia acreditar naquilo eles iam me ajudar nisso.

— mais...

— mais nada, chega de medo, vamos entrar — diz celine.

Thomas respira fundo, seu olhar aparentava completo desesperado parecia aquelas crianças indo pela primeira vez a aula, não largava o braço dá mãe e chorando sem parar por medo do desconhecido, só que nessa situação Thomas não podia contar com sua mãe, mais estávamos lá por ele, e o desconhecido era mais uma velha lembrança do que ele pode experimentar naquela festa. Peguei na sua mão, e celine fez o mesmo e entramos, por cima de olhares maldosos e sussuros encesantes.

Chegamos em seu armário pareciamos mais suas guardas costas.

— já contei ao thomas o que você aprontou senhorita holly.

Thomas abriu um sorriso

— parece que além de enfrentar a Sam você ainda conseguiu um castigo para Celi, se eu soubesse tinha arranjado um jeito de trazer uma americana mais cedo para cá.

Riu

— isso não tem graça, eu não posso nem imagina o castigo que vem por aí.

— calma Celi, não pode ser tão ruim assim — digo tentando tranquilizala. Nessa hora passa um daqueles jogadores de basquete e diz.

— olha a bixinha.

— o que você disse?

— calma holly — diz Celine me segurando.

— calma ruivinha vai dizer que você também gosta dessas coisas com a baixinha aí. Bom sendo amiga dele deve ser .Que desperdício em.

— você é tão indiota de acha que ser gay é uma doença e que passa para outra pessoa se ela chegar perto. Seu cérebro é do de uma uva e aquilo lá em baixo também deve ser pra sua ato estima tá tão lá em baixo que precisa atacar os outros- digo e ele fica vermelho de tanta raiva.

— o que você disse sua vadiasinha?

Já aglomerava algumas pessoas.

Fiz um gesto com a mão mostrando o tamanho dá uva.

— chega — Thomas puxa meu braço, me carregando dali, pensei que estivesse bravo mais...

— obrigado ser das trevas, você é maluca por insultar o pênis de um dos jogadores de basquete, mais você é nossa louca. vem vamos te inscrever — ele puxa meu braço de novo mais eu paro, assim que chego a porta. Por que isso Semp acontece comigo eu sempre travo.

— espera, calma. — digo mais para mim do que para eles.

— eu sabia que ela ia travar- disse celine-respira fundo e pensa o quanto isso significa pra você.

— eu sei eu só preciso de um minuto, só um minuto... É só que isso me faz lembrar dela demais, e aperta tanto aqui dentro.

Eu não sei se isso fazia parte daqueles fazes se luto, mais isso era muita difícil, já caia uma lágrima na minha bochecha.

— isso não é ruim holly, lembra dela não é ruim, ver você fala dela parece que já a conheço e ela parece estraordinaria, dança vai fazer você se conecta com ela, se conecta com essa pessoa extraordinária. Isso vai te fazer bem .

Suas palavras foram como uma soco e eu senti seu empacto, como também senti de outras palavras que foram jogadas ao vento ontem por um garoto cuja a sua intenção era desconhecida.

Como eu me via no futuro?

Eu sempre me imaginei dançando em um grande pauco e ela na platéia. Se as palavras de Thomas são verdadeiras eu sentiria ainda mais ela quando eu dançasse, ela sempre estaria comigo e isso não era ruim. Talvez me lembrar dela não seja ruim , mais levar ao um novo ponto de vista. Me lembra dela de um outro modo não porque ela partiu e me deixou mais porque eu conheci essa pessoa que eu adimirava tanto, não sei se consigo isso agora um passo de cada vez.

Se eu não tivesse entrado naquela porta do primeiro andar dá professora Kate? Eu amaria dança? Eu seria outra pessoa?

Eu não seria quem sou por que a dança é como meu modo de sobrevivência meu oxigênio .se eu seria outra pessoa sem a dança ? bom eu não quero saber , por que sem dança é o mesmo que não poder respirar.

Olho para os dois e digo — obrigado — simples assim e entro na sala assim, que entro parece que eu tinha voltado ao tempo, vejo um monte de meninas umas em uma fila e outras se admirando nos grandes espelhos, admirando seus passos nas barras. Tudo aqui me lembrava ela e minha casa minha vida as cores o cheiro tudo. Meu coração despara " calma" eu digo a mim mesma Vou em direção a fila devagar, parecia que algum momento eu morreria de um ataque cardíaco. Então me posissino na fila quando chega a minha vez,

— olá — diz uma mulher de cabelos loiros baixinha ela aparentava ser jovem, ela me olhou dos pés à cabeça — meu nome é professora. Stevens. Margarete Stevens.

— ol-á meu nome é ...holly Stewart

— você dança ou é uma dessas líderes de torcida que vem ao monte para melhorar suas danças. Já que nenhuma tem cordenaçao motora. Há propósito também sou professora delas. Então posso fala delas.

— eu danço ballet desde pequena, então acho que isso não será um problema.

— ótimo, aqui é sua ficha de inscrição.

Eu peguei me inscrevi, pausei um pouco respira e a entreguei.

— você é filha do professor Allen?

— sou sim — digo um pouco contrariada.

— bem vinda, as aulas começam na segunda senhorita Allen.

— obrigada professora Stevens. Mais eu não me chamo Allen nem pela lei. Então é Stewart.

— vejo na segunda senhorita Allen.

Será que ela tava fazendo isso pra me irrita se for está conseguindo.

— até segunda professora Stevens.

Saiu meio atônita e com um sentimento meio de confusão de entusiasmo e tristeza é essa fase de luto é mesmo uma merda.

Saiu dá sala e encontro os dois com caras de expectativa.

— E-eu começo na segunda.

— wow eu disse que ela ia conseguir. — disse thomas batendo as mãos.

— é claro que ia tom.

— vocês tão dizendo isso só agora aposto que pensavam que eu já a amarela — digo rindo e abraçando os dois, nossos russos se misturaram. E aquilo era muito bom, de verdade.

Então fomos ao armário de Thomas pega algo que ele havia esquecido. Teria sido melhor se não tivéssemos visto. No seu armário havia escrito.

A bixa saiu do armário.

Thomas sai correndo, eu e celine saímos correndo atrás seguimos ele até um lugar escondido era uma sala de vassouras. Então ele começa a chorar.

— por que isso tinha que acontecer comigo, porque aquela mimadinha tinha que fazer aquilo?

— calma Thomas, olha eles são um bando de idiotas — diz celine — a opinião deles não importa.

— eu não me importo com a opinião deles eu me importo com a agressão deles.

Eu o encarava eu não sabia o que dizer.

E se... Minha mãe não tivesse morrido? Eu aguentaria tanta dor ? Eu seria outra pessoa?

Eu definitivamente conheço a dor , eu mudei depois de conhecê-la , conhecer a mais pura dor. isso me fez mais forte e ter conhecimento dela me faz saber talvez um pouco o que se passa com Thomas por que nossas situações são definitivamente diferentes. Mais eu sei o que ele precisa agora — thom respira fundo chora o que tem que chora vamos esperar você e depois saímos desse depósito vamos enfrentar juntos lembra.

Ele balança a cabeça e chora, ficamos lá afagando seus cabelos o abraçando Celine cantou algumas músicas ouvimos o sinal dá aula passa o do almoço termina ...

— vamos. — ele diz.

— vamos.

Quando saímos não havia ninguém no corredor então uma menina loira aparece .

— olá.

— oii Lucy — diz celine.

— o diretor está chamando vocês.

Nos olhamos.

— vão eu vou esperar o sinal tocar já está perto de saímos daqui mesmo.

— tá tudo bem mesmo.

— tá celi vai logo e leva o sersinho aqui.

Dou um abraço e um beijo na bochecha e saímos .

⚪⚪⚪⚪⚪⚪⚪⚪⚪⚪⚪

Fomos a sala do diretor, chegamos lá, fomos as primeiras as chegar sem grandes surpresas. O diretor pede para sentarmos. Sentamos e logo eles chegaram os quatro, depois de hoje não conseguia encarar Sam ou nenhum dos outros, mais olhei para Harry quase que sem querer ele estava estranho parecia o mesmo comportamento do dia dá festa, ele não parecia bem e isso me incomodou de certo modo, mais ignorei eu não queria contato com nenhum desse grupo.

— bom já que todos estão aqui, eu já decidi qual vai ser a punição de vocês, todos eu não quero saber qual foi o culpado vão ajudar no Avery Peace. Acho que o evento já diz por si só por que esse é o castigo de vocês.

— mais professor é no domingo, e o hoje é sexta não dá tempo. —

— Alex já está quase tudo pronto só preciso dá ajuda de vocês no dia. Ah senhorita Stewart, Celine irá lhe explicar o que é a Avery peace.

— tá bom senhor. — digo.

— já acabamos Aqui?

— porque o senhor Miller tem alguma coisa melhor pra fazer?

— pra fala a verdade tenho sim, qualquer coisa é melhor do ficar olhando para a sua cara.

— como é rapazinho? Com quem você acha que está faltando, Você que receber mais castigo ?

Harry estava com o mesmo semblante que chegou na sala e parecia que as ameaças do diretor nao o abalavam. JP o cutucava acho que em uma tentativa de fazer que ele não respondesse , já Sam o repreendida com um olhar furioso e Alex parecia não se importa muito.

— faz o que o senhor quiser eu não não ligo, não vai resolver mesmo.

— detenção uma semana.

— que novidade.

— já acabamos podem sair, ah...Harry fica.

Saímos dá sala e Harry ficou lá todo esparramado na cadeira ele parecia não se importa com nada daquilo parecia que seus pensamentos estavam perdidos em outro lugar.

Saímos e imediatamente JP começa a fala

— Harry tá encrencado de novo.

— que novidade, ele sempre tá.

— Alex para, vamo esperar Ele no estacionamento. — disse Sam. E então saíram andando.

— nossa que climao — disse celine.

— ele sempre é assim?

— na maioria das vezes. Mais você não quer saber disso — bom na verdade por alguma razão queria sim, mais ignorei aquilo tambem — Bem vamos fala sobre Avery Peace. É um dos eventos que a escola faz, é um tipo algo incentivando os jovens a praticarem a paz .

— agora entendi porquê isso é nosso castigo.

— poiser , vai ter algumas palestras , abordando o assunto e no final tem uma fogueira. Todos ficam em volta é bem legal. Não vai ser aqui na escola vammos de ônibus até um terreno que a escola tem é o mesmo terreno que vamos fazer o "acampamento" mais isso é mais pra frente.

— vocês gostam de festa em.

— bom nem todo mundo tem esse seu espírito ante social.

— ei você é pior que eu, quer dizer pra eventos de escola acho que você é a pessoa mais animada que eu conheço.

Ela ri — você ta bem engraçadinha em? Vamos.

Ela se despediu de mim, Thomas mandou uma mensagem dizendo que já havia ido. Enquanto esperava recebo uma ligação.

— holly Stewart posso saber porque não me ligou hoje ?

— Willow foi mal é que , aconteceu bastante coisa. A minha vida tá uma repleta bagunça.

— então vamos fazer uma faxina.

— você é doida sério.

— é verdade você nunca foi boa pra coisas domésticas. Mais nois vamos ajeitar tudo isso você vai ver.

Antes sempre era tudo " nois" e mesmo em outro país ainda continuava sendo eu sempre confiei nela ela era uma das poucas pessoal a conseguir isso.

Se eu não tivesse conhecido a Willow ? Eu seria menos confiante? Eu seria outra pessoa?

Sem ela definitivamente eu não teria tanta confiança, ela me deu isso... por exemplo ...zuar o pinto de um cara na cara dele.

— eu sei que sim.

— então me conta as novidades.

— sabe o thomas ele voltou hoje é tudo parece tão difícil .

— mais já é um passo ele voltar holly.

— eu sei em fala em passo eu me inscrevi no ballet.

Eu escutei seu grito

— mais você não deu um passo foi um passo de dança. Especificamente falando.

Riu

— então você se inscreveu — olho em direção a voz — acho que alguém sabe a resposta da minha pergunta.

— holly quem tá falando — diz Willow.

— o que você quer harry ? Porque não tá com seus amiguinhos? Acho que eles precisam de você pra aprontar mais alguma coisa, ou você tá ferrado de mais com o diretor pra fazer mais alguma besteira? Como fala daquele jeito com ele.

— cuidado você falando assim parece que tá preocupada comigo.

Ele me toma de surpresa, como ele percebeu isso, acho que nem eu tinha percebido.

— você só deve ter cheirado muita cola pra pensar isso.

Escuto a risada do outro lado dá linha , ele apenas sorri seu semblante era o mesmo dá sala do diretor, havia algo sobrinho ali e apesar de sorrir e de suas ironias seu olhar Contia algo que eu já havia visto antes.

E se... Meu ex namorado não tivesse me traído ? Eu confiaria mais nas pessoas? eu seria outra pessoa?

Eu tenho dificuldade em confiar tudo começou com meu pai, depois piorou com a quebra do meu coração , eu estava tentando lidar com isso eu deixei Thomas e celine se aproximarem e eles só me fizeram bem. mais eu sabia que eu não podia confiar naqueles olhos.

— se eu fosse cheirar alguma coisa não seria cola, e apesar de gostar de ser esculachando por você , eu preciso ir, a gente se ver no domingo ruivinha.

Então ele sai.

— nossa se a aparência combinar com essa voz rouca e esse sotaque britânico ele deve ser uma delícia.

— cala boca Willow ele é só um indiota.

— você não tinha me falado sobre ele por que?

— é porque ele é só mais um indiota.

— sei, depois quero saber tudo sobre esse indiota. Agora eu tenho que sair .

— tchau maluca.

Espero alguns minutos e logo Daniel aparece saiu andando na sua frente em direção ao carro.

E se... Eu sempre tivesse contato com meu pai ? Eu o amaria e o respeitaria ? Eu me abriria mais para as pessoas sem medo do abondono? Eu seria outra pessoa?

um passo de cada vez mais esse é um passo longo de mais ate para um passo de dança.

Notas finais
Espero que tenham gostado de ler como eu gostei de escrever esse capítulo ❤ Xx
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.