Notas iniciais
Olá!Eu creio que informei todos os avisos. Criei o clima deste romance conciliando com determinadas passagens do anime.Vale a pena conferir!P.s: O que estão entre aspas são apenas citações.

"O único que pode para o amor é o amor"

–Strawberry Panic-

O aroma adocicado das delicadas pétalas de sakura -cereijeira- dançavam com a singela brisa trazida da catedral do monte Astolyre próxima da Academia Miator, cobrindo todo o soalho daquele campus. Onde encontravam-se as três academias de Astolyre: Miator, Spica e Lilim. Todas eram academias femininas com arquitetura peculiares de aspecto rústico. Caminhava nos meses de Março para Abril, época da chegada das alunas transferidas em suas respectivas academias. Uma jovem de curtos cabelos albugíneo e derme de mesma tonalidade, caminhara calmamente em direção ao terreno ao redor da Academia Miator. Carregando um pequeno livro azul em mãos, O qual possuía o título de "Musashi" de Eiji Yoshikawa. O livro narra à história do grande samurai da época xongus, Miyamoto Musashi, um jovem sanguinário e rebelde. Após inúmeras batalhas adquire tamanha qualidade e a têmpora que o levariam a ser um sábio de todos os guerreiros.

A jovem continuara com seu percurso até encontrar uma majestosa árvore de salgueiro junto dos arvoredos daquelas terras. E deliciando com a sombra proporcionada pela mesma uma linda criatura feminina de traços delicados, cílios longos, derme veludada e nevoada, Deleitava-se no mais sono solto. A brisa tocava de forma aprazível suas madeixas tons do mais puro ônix. Agachou-se próxima da beldade a sua frente, apreciando o mais delicado rosto que já vira. Aos poucos os olhos abriram-se revelando o mais cintilante par de aragonitas. A garota a sua frente assustou-se demonstrando um semblante atordoado e confuso.

– Você me assustou! Não pode ficar tão próxima de alguém assim!

– Não?

– Claro que não! Eu nem a conheço.

– Se todo espanto é esse, Eu sou... — Os sinos da catedral tocaram interrompendo as jovens.

– Ah não! Vou me atrasar. — A garota de cabelos ônix saiu correndo dali deixando um laço vermelho do seu cabelo cair no chão. A jovem que ficara para trás pegou o laço e guardou em seu bolso, seguindo para sua academia.

O alvorecer despediu-se dando lugar ao doce crepúsculo acompanhado do mais lindo céu alaranjado. Hora que os portões das respectivas escolas costumam fechar para suas devidas refeições diárias. É costumeiro que todas as alunas das escolas façam suas refeições juntas. Vozes alvoroçadas, curiosas e esganiçadas pairavam por aquele entorno, almejando conhecer a aluna transferida da nova Academia Miator do sexto ano.

– Como será a nova estudante transferida?

– Eu soube que ela é muito bonita. Lembra a Étoile-sama – Uma das garotas da Academia Lilim palavreava com outra da sua turma.

– Você sabe quem é a nova aluna transferida?

– Não.

Não tardou até Shizuma adentrar aquele entorno ao lado da nova aluna transferida. Um silêncio sepulcral tomou conta daquele recinto e olhos curiosos saltavam para a dama ao lado da representante das três escolas, seguido de cochichos sobre a novata.

– Esta é a estudante transferida, Mei Hanazono – Shizuma informou a todas ali que velozmente esbugalharam os olhos confusos.

“Como Hanazono? Não recordo que a Shizuma tenha uma irmã. Esta garota? Não pode ser” Chikaru Minamoto indagou-se em pensamentos fitando a figura da garota quase a sua frente, com semblante sereno e calmo assim como o da Étoile.

– Mei é minha prima. Fomos criadas juntas por minha querida mãe. Mas fados nos separam e os mesmos fados trouxeram-na de volta. Apresente-se Mei. – Disse Shizuma ao dar à fala para sua prima.

– Boa noite garotas das respectivas escolas, Miator, Spica e Lilim. Como já dito, sou prima da Shizuma-chan. Por favor cuidem de mim – ela curvou-se em sinal de respeito para com as alunas e representantes do grêmio estudantil. Algumas alunas fizeram uma grande algazarra com o termino da frase da garota de cabelos prateados curtos. E não muito longe dali a garota de cabelos negros encarava-a estática.

Todas as alunas retornaram a alimentassem, após a devida apresentação. Mei caminhou até a garota de cabelos negros e sussurrou nas proximidades auditivas da mesma:

– Nos encontramos novamente. Esqueceu o seu laço – Ela depositou na mão da garota o laço vermelho o qual a mesma esquecera naquela vegetação aberta. Chikaru velozmente embaraçou-se com as palavras aveludadas que adentravam sua cavidade auditiva. O frescor do hálito próximo do lóbulo da sua orelha causava-lhe arrepios involuntários. Estava estática novamente, apenas observando a garota sentar-se junto de Shizuma e analisou o diálogo estreito de ambas.

“Carregam uma amizade fraternal tão estreita” Pensou Minamoto com tamanha analise das duas garotas Hanazono.

A alvorada apareceu trazendo consigo os gloriosos raios solares para abençoar as manhãs das jovens acadêmicas. A algazarra da nova transferida continuara por todo corredor da Miator. Como representante do grêmio estudantil da Lilim, Chikaru Minamoto participava das reuniões matinais, junto da Tomouri, representante do grêmio estudantil da Spica e Miyuki representante da Miator. Todas esperando a jovem Shizuma comparecer a reunião que por inúmeras vezes não aparecia. E como os outros dias, não compareceu novamente. Distante dali na estufa Mei e Shizuma conversavam.

– Não deveria estar na reunião do grêmio estudantil? – Indagou Mei sentada, enquanto Shizuma regava algumas flores daquele jardim.

– As reuniões são sempre as mesmas coisas... Não consigo me concentrar. Não recordo desde quando desenvolvi tamanha apatia.

– Ambas sabemos desde quando, Mas a Miator precisa de você. Porque não tenta amenizar essa apatia com um novo cultivo de rosas? Para manter um jardim belo é necessário diversifica-lo com novas espécies de flores. – Mei ausentou-se daquele ressinto deixando uma Hanazono perdida em um oceano de incertezas. Dirigiu-se pelos bosques verdejantes encontrando uma Chikaru bordando um diminuto chapéu de enfermeira.

– Mas uma vez nos encontramos. – Um delicado sorriso foi se moldando naquele airoso rosto.

– Seria uma coincidência ou está me seguindo Hanazono -sama? – Chikaru interrompeu o que estava fazendo para encarar aquela jovem de cabelo alvo que contrastava com o azul turquesa de seus olhos misteriosamente amendoados. Repentinamente as cenas da noite anterior surgiram em sua memória como flashbacks, resultando em um constrangimento espontâneo.

– Ainda esta chateada pela minha aparição repentina ao acordar?

– De certa forma. Foi um tanto indelicado de sua parte ter aparecido de tal maneira.

– Perdoe-me por minha indelicadeza de outrora. Satisfeita?

– Tudo bem.

– Não me falou seu nome senhorita...

– Minamoto, Chikaru Minamoto. Representante do grêmio estudantil da academia Lilim.

– Apenas queria saber o nome e não os suportes que acompanham.

– Esta sendo indelicada novamente.

– Perdoe-me novamente. O que esta fazendo? – Resolveu sentar-se naquele banco emadeirado com a jovem da Lilim

– Criando os trajes para o clube de transformação.

– Clube de transformação?

– Sim, Um clube onde os membros se transformam em várias funções.

– Ah... – Não entendi de fato –

– Você já esta em algum clube?

– Sim. Faço parte do clube de arco e flecha, como já fazia na minha antiga escola ocupo a mesma posição.

– Qual era sua posição?

– Sempai. -

– Ah Kizuna-chan, aqui. Terminei. – Chikaru deu o pequeno chapéu para a garota que acabara de surgir, trajando uma roupa que lembrava uma enfermeira. Sendo acompanhada por Nagisa e Remon-chan.

– Você? É a prima de Étoile-sama correto? Hanazono Mei... É um prazer conhecê-la. – As três diziam em conjunto.

– O prazer é todo meu senhoritas...

– Eu sou do segundo ano da Lilim, Hyuga Kizuna.

– Eu sou do mesmo ano, Natsume Remon.

– Aoi Nagisa, do quarto ano da Miator.

– É um prazer conhecer todas vocês Remon-chan, Kizuna-chan e... Nagisa é a nova rosa da Shizu? – Nagisa olhou um tanto confusa com a indagação de Mei começando a ruborizar suas maçãs – Não se acanhe, será nosso segredinho – Sussurrou ao aproximar-se da audição da ruiva menor. As garotas despediram-se deixando Chikaru sozinha novamente com Mei.

– É uma mania ou apenas gosta de sussurrar para as pessoas? Será que todas as Hanazonos são assim?

– Assim como?

– Misteriosas.

– Se todos os segredos fossem revelados aos humanos não existiria a curiosidade. – Mei caminhou de volta para a Miator deixando mais uma pessoa no amargor de mil incertezas.

O crepúsculo surgia trazendo uma brisa gélida, revigorante, Mei caminhava a passos curtos a caminho dos dormitórios morangos. Passando pela sala do piano, onde encontrará uma Shizuma tocando o mesmo, sendo acompanhada pela gentil Nagisa. Os dedos finos macios dedilhavam as teclas daquele instrumento liberando uma melodia nostálgica para o coração apreensivo de Mei. Ela recostou-se na parede estreitando seus olhos, suspirou e seguiu caminho para seu dormitório.

Outro dia surgira e as garotas das respectivas academias encontravam-se eufóricas, pelo festival criado pelas três escolas e a nova peça escolhida chamada Carmen, Cuja encarregada do roteiro fora Tomoe-chan. O alvoroço era notório pelos corredores da Miator. Isso causava uma forte anarquia na mente de Mei, sendo necessária uma melodia para amenizar a sua desarmonia. Ela levantou a tampa daquele instrumento magnífico e clássico criado em meados do século XVIII por Bartolomeo Cristofori. E dedilhou alguns acordes pelas teclas esbranquiçadas do instrumento. ( https://www.youtube.com/watch?v=cQyfiPUF0C8 )

– Não sabia que tocava piano. – Chikaru aproximou-se da prima de Shizuma.

– É mais uma das qualidades dos Hanazonos, todos nós sabemos tocar piano e falar fluentemente francês. – Esboçou um sorriso tênue ao notar a presença de Chikaru.

– Que melodia linda, tão reconfortante.

– Soube que iremos ter uma peça de teatro.

– Sim, Carmen.

– Ouvi falar dessa história. Foi de fato uma boa escolha. Sente-se comigo... Gostaria de tocar?

– Mas eu não sou muito boa.

– Basta seguir o que eu faço. Não é tão difícil.

Ambas estavam tocando aquele instrumento e não contavam com uma presença oculta de Nagisa e Tomoe vigiando-as.

– Veja Tomoe-chan, Não acha que Chikaru-san e Mei-san não formam um lindo casal?

– Eu acho sim Nagisa-Chan, Mas não é feio estarmos bisbilhotando assim?

– Claro que não. Só estamos observando.

– O que estão fazendo? – Shizuma surpreendeu as duas garotas bisbilhoteiras.

– Shizuma-sama não chegue assim tão de repente.

– Estão observando a Mei e a Chikaru? Já estava na hora de um momento assim.

– Então elas estão tendo mesmo um caso? – A jovem ruiva dizia eufórica pela amiga.

– Talvez um início de um caso. Agora vamos?

As jovens partiram dali, deixando as outras duas sozinhas naquela sala de piano. Enquanto isso o boato de que Shizuma e Amane-sempai interpretariam, Carmen e Don José espalhavam-se por todas as academias. Porém, outro grupo bisbilhoteiro ansiava ver a atuação de Chikaru e Mei pelos boatos de estarem tendo um romance secreto. Mas enquanto os papeis não eram definidos, Chikaru ocupava a responsabilidade de produzir os figurinos. O dia foi-se esvaindo vagarosamente, dando vez para um novo dia no Monte Astolyre. Neste dia a representante do grêmio da Miator, Miyuki Rokujou iria anunciar os papeis;

“- Agora devo anunciar o elenco do festival de dramaturgia. Vou anunciar o resto do outro pessoal depois. E agora vou começar.“– Miyuki informava no refeitório com todas as alunas de cada escola reunidas naquele entorno. Um silêncio angustiante assolava aquele lugar, quem seria o elenco para a peça francesa, Carmen? “– A heroína Carmen é... Minamoto Chikaru, da Lilim.”

Chikaru rapidamente arregalou os olhos surpresa com o anuncio de Myuki, não só ela, mas muitas garotas daquele local ficaram surpresas pela heroína não ser Shizuma. Cochichos se espalhavam por aquele entorno sendo necessário uma voz ativa clamando silêncio.

– Peço encarecidamente para todas aqui presente que escutem a senhorita Rookujo, permitindo-lhe o termino do anuncio.

– Obrigada Mei. Dando continuidade... “A personagem a qual Carmen manipula, a que mata Carmen no final com o fogo do ciúme, Don José... Étoile, Hanazono Shizuma. Agora a que vai atuar como superior de Don José, que também se apaixona por Carmen, o líder do exército, Kenjou Kaname-sama da Spica. A que vai interpretar a noiva de Don José, Micaela, também é da Spica, Kiyashiki Momomi-sama. A que vai atuar como o amante de Carmen, Escamillo, Ootori Amane-sama. Garotas por favor aplauso para as cinco.”

O recinto foi ecoado por aplausos e glorificações pelo elenco escolhido a dedo por Rokujou. As outras garotas auxiliariam a peça, para que tudo ocorresse tranquilamente. Chikaru estava demasiadamente ocupada com ambas responsabilidades de criar figurino e interpretar Carmen. O dia todo fora bastante produtivo para as nossas garotas e todas estavam dando o melhor de si. Em outra ala próxima a grande árvore verdejante, Chikaru mantinha-se quieta decorando seu texto.

– Ainda decorando o texto? – Mei aproximava-se cautelosamente.

– Sim. Gostaria de me ajudar?

– Não sou boa com isso, Mas... Não custa tentar certo? – Ela pegou o livro e falou: “- Ah! Carmen, Eu te amo tanto!” – A prima de Shizuma ajudava Chikaru a decorar suas falas interpretando Don José perfeitamente. A cada frase dita uma explosão de sentimentos eram sentidas em suas falas “Renunciei a minha honra no exército e cometi um motim por você! Você devia entender o que estou dizendo!”

“- Hunf... É? E o que tenho eu haver com isso? Eu sempre serei uma mulher livre! E não mentirei para mim!”

– Você é ótima interpretando Chikaru, Miyuki fez a escolha certa.

– É uma pena que não possa atuar daria uma ótima Don José.

– Não sou muito de atuar e sim contemplar a peça. E agora terei mais uma razão a o que admirar.

Gradativamente aqueles corpos aproximavam-se, com um clamor para a doce união que fora ansiada tempos atrás. Suaves toques foram depositados pela derme aveludada, alumbrada pelo brilho do airoso plenilúnio. Um roçar afetuoso de lábios um frescor sentido próximo à cavidade bucal. Um longo entrelaçar de línguas que dançavam conforme a melodia do amor que fora tocada no íntimo de seus corações. Aquela árvore presenciara o mais jovial romance.

Fora chegado o almejado dia para o festival de dramaturgia elaborado pelas três escolas, sendo o evento principal a peça “Carmen”. As garotas dos dormitórios morango preparavam os últimos ajustes, verificando cenários, peças de roupas e acessórios, tendo um último ensaio antes da peça. Trabalharam exaustivamente até o momento da apresentação verdadeira. O teatro que disponibilizaram era majestoso com espaço suficiente para as alunas das três escolas e mais. Poltronas revestidas com o melhor material aveludado, assoalho cintilante e ambiente climatizado. Possibilitando ao observador o mais refinado conforto. Anoitecerá e fogos anunciavam o início do festival, as garotas passavam animadas pelos campus. Aos poucos ocuparam seus respectivos lugares no teatro. Mei foi uma das primeiras a chegar, buscando o lugar adequado para admirar sua musa atuando Carmen. Aos poucos o ambiente lotou e conversas soltas eram ouvidas antes do início da peça. As luzes foram apagadas, alertando que a peça começara.

O silêncio tomou conta do entorno, Mei estava compenetrada aguardando ansiosa a entrada de sua amada. As cortinas encardidas abriram-se e um som de passos era ouvido. Chikaru acabará de fazer sua primeira aparição na peça. Com seu vestido vermelho longo, ela segurava um leque púrpura. Seus olhos pousaram em uma Mei sentada na Segunda fileira de fronte para si. O primeiro ato deu-se início.

“-Ah eu me apaixonei... Carmen!” – Shizuma interpretava Don José ao declarar seu amor por Carmen, Chikaru. A cada cena interpretada despertava mais a atenção do público, as cenas de luta entre Don José e seu superior transmitiu para a plateia uma apreensão.

“- Você não vai voltar José?”

“-Por quê deveria? Eu trai meu superior... Só para te proteger. Desde esse dia decidi ficar com você para sempre.”

“- Oh José”

“- Carmen”

Os atos iam passando-se e a plateia vibrava com o tamanho sucesso das suas amigas ao encenar, Mas um contra tempo ocorreu. Um pequeno deslize fez com que Shizuma acabara torcendo o seu pé. Olhos arregalaram-se para a devida ocorrência.

– Não consigo andar... O próximo ato é a luta de Escamillo com Don José. – Shizuma disse sentada em uma cadeira.

– Eu sei o que podemos fazer. Nagisa... – Chikaru sussurrou algo no ouvido de Nagisa que correu velozmente em direção à segunda fileira. Não demorou muito e ali estava de volta Don José sendo interpretado por Mei. Encenando o ato da luta de Escamillo e José.

“- Parem! Por favor parem com essa luta. Escamillo você é o herói de Seville! A estrela deste festival, Agora vá” – Escamillo, interpretado por Amane sai de cena deixando o palco para Don José, interpretado agora por Mei e Carmen, Chikaru. Um silêncio tomou conta quando aquelas duas ficaram juntas no mesmo ambiente visto por todos ali. Chikaru fitava profundamente os azuis a sua frente. Seu coração açodava em mais pura euforia.

“-Ah Carmen, Eu te amo tanto! Renunciei a minha honra no exército e cometi um motim por você! Você devia entender o que estou dizendo!”

“- Hunf... É? E o que tenho eu haver com isso? Eu sempre serei uma mulher livre! E não mentirei para mim!

“- Então Carmen... Eu te imploro. Vamos para longe e começar tudo de novo!”

“- Não! Eu não quero o seu anel! Ele venceu, eu devo ficar ao lado dele”

“- Espere! Carmen!” – E a forja do ciúme dominou Don José fazendo com que o mesmo deposita-se sua lamina no corpo do seu amor que caíra em seus braços. “- Carmen... Carmen... CARMEN!!!” – Vociferou Mei interpretando a dor de Don José ao perder seu amor no seu último ato. Sendo aplaudido de pé pela plateia. Quando as cortinas fecharam-se, Chikaru abraçou ardorosamente Mei, selando aquele momento com um tênue beijo. As garotas que ali presenciaram a cena ululavam estridentemente. Com o fim das peças todas as academias reuniram-se no pátio do campus, com cantigas ao redor de uma aquecedora fogueira. Longe dali próximo aos arvoredos na majestosa árvore de salgueira da academia Miator, encontravam-se Mei e Chikaru.

– Estou muito feliz. Eu pude atuar ao seu lado.

– Devemos agradecer isso a minha querida prima que agora deve esta recebendo os mais amorosos cuidados da jovem Nagisa. — Risos por ambas partes.

– Lembre-me de agradecer a Shizuma depois. – Chikaru aproximou seu rosto ao da jovem a sua frente, envolvendo seus braços no pescoço da Hanozono segunda, depositando um amoroso e tênue beijo que aquecerá o coração de ambas. Dando início a um novo amor entre as academias Miator e Lilim.

Notas finais
Então meus queridos... A shot chegou ao fim...Não sei se é só eu, Mas percebi que a Chikaru Minamoto foi uma das únicas que não demonstrou interesse em ninguém no decorrer de todo o anime. E como ela é uma das minhas personagens preferidas do anime, quis tornar digna a sua aparição.Gostaram? Forte abraço e até a próxima!
Você chegou ao fim do livro. Parabéns!