Strani Amori
7 El'inquietudine di vivere la vita senza te.
Notas iniciais
[É a inquietude de viver a vida sem você.]
DESCULPEM! porra, sério, meu deus!
eu esqueci COMPLETAMENTE de postar no Nyah >___>
então hoje eu vou postar do 7 ao 9 IEI!!!
e se der, eu posto o 10 também
DESCULPEM MESMO!
DESCULPEM! porra, sério, meu deus!
eu esqueci COMPLETAMENTE de postar no Nyah >___>
então hoje eu vou postar do 7 ao 9 IEI!!!
e se der, eu posto o 10 também
DESCULPEM MESMO!
Mic relatou seus problemas entre pausas para deixar as lágrimas caírem. Ticiano o ouviu sem expressar opinião.
Quando o mais novo terminou, abraçou-o, porque sabia que o choramingo ia se transformar num choro desesperado. - Vai ficar tudo bem... — dizia enquanto as lágrimas do menor encharcavam sua camisa, e apesar de não ter nenhuma crença de que tudo daria certo — Aquele Leonardo... — o rancor na voz dele surpreendeu Mic. - Você o conhece? — o menor indagou surpreso, levantando o rosto. - Infelizmente. — Ticiano parecia não gostar nada de Leo,. Levou uma das mãos para massagear as têmporas. - Mundo pequeno! — o baixinho pareceu uma criança. - ESCOLA pequena. — o mais velho puxou o outro para que se encostasse em seu colo. Mic não resistiu e ficou aproveitando o carinho que recebia calmamente. Continuava chorando, mas se sentia um pouco melhor. O tempo criou asas e passou em uma velocidade absurda, mas não deixou que Mic ou Ticiano ficassem acordados. - Michelangelo! — Raffael saiu para o terraço gritando pelo amigo. Levou um susto ao ver o maior junto. Seu coração acelerou quando o mais velho abriu os olhos e lhe fitou com aquelas piscinas azuis. - Hm? Quem é você? — Ticiano já ia se levantar quando se lembrou do chorão novo amigo que dormia em sua colo — Ah, desculpe... — tirou o cabelo do rosto de Mic. - Raffael Sanzio. — estendeu a mão para ele apertar. - Ticiano Vecelli. — não era simpático, mas alguma coisa no rosto de Raffa o fez sorrir — Você é o garoto do primeiro ano, não? — “O que gosta do Leo” quase completou, mas não queria ser indelicado. Raffa assentiu e ficou em silêncio. Foi ai que Ticiano espirrou, acabando por acordar quem dormia em seu colo. - Argh! — Mic levantou o tronco, sentando-se na hora. - Saúde. — Raffael disse baixo. - Obrigado. — o moreno sorriu discretamente. Raffael era mesmo bonito. - Raffa! — Michelangelo só então viu o amigo lá — Você não devia estar na aula? — Intervalo. — respirou fundo antes de falar — Porque você fugiu da sala? O pequeno desviou o olhar, não queria falar. - O cara pra quem o Leonardo está dando é o professor substituto de história. — o mais velho disse sem hesitar em ferir os sentimentos dos dois garotos mais novos. - Um cara de óculos? — Raffa, ao invés de se abalar, falou normalmente, até parecia interessado. - Sim. Donatello. — Mic concordou, ainda surpreso pela calma do amigo diante da situação. — Leo estava o ajudando a carregar os livros para a sala. Vi enquanto te procurava. Mic se encolheu no colo de Ticiano pela simples citação do nome de Leo. Raffael não deixou de notar. - Quer que eu dê uma olhada para ver o que se passa entre eles? — tentava reconfortar o amigo. — Não sei se quero... — o semi loiro mantinha o olhar baixo, se olhasse para o mais novo lembraria o quão egoísta havia sido, e pior, teria certeza que estava causando muitos problemas a Raffa. O sinal do final do intervalo tocou. — Você vem Mic? — Raffael perguntou. - Desculpe Raffa, mas não sei se consigo encarar o ... -aquele nome entalou em sua garganta e uma lágrima inconveniente escorreu por seu rosto. - Entendo... — o menor parecia preocupado. - Pode relaxar, vou cuidar dele. — Ticiano se manifestou. - Obrigado, conto com você. — o dos cabelos castanhos disse antes de sair. - Ticiano...Obrigado. — o baixinho disse ainda triste. - Não tem de quê pequeno. — afagou as mechas cor de mel. Continuaram lá até o final das aulas. Quando ouviram o sinal, desceram. Encontraram Raffa. Mic andava no meio dos dois, olhando para todos os lados, preocupado. Queria ver Leo, queria poder falar com ele, mas por outro lado, estava nervoso, tinha medo de se encontrar com ele, medo de perde-lo. Quando seus olhares se encontraram, ambos se espantaram e olharam para baixo imediatamente. Leo andava com o professor substituto de história ao seu lado. O menor notou Donatello, e a tristeza que parecia ter sido enterrada por um tempo, voltou à tona com toda a força. Suas pernas perderam os movimentos, seus olhos se encheram de lágrimas. Leo saiu de sua vista, deixando o professor e indo embora sozinho. Ticiano e Raffael o ajudaram a voltar para casa, deixando-o lá e indo embora. — O almoço está na mesa. — Berta anunciou. Mic resmungou algo e se sentou na mesa. Brincou um pouco com a comida e logo reclamou: - Não estou com fome. — saiu cabisbaixo da mesa e foi em direção ao seu quarto. - Você está bem Mic? — perguntou preocupada. - Não. — fechou a porta atrás de si, e foi para sua cama. Deitou-se e tentou dormir. Teve um sonos perturbado e tenso. A luz da manhã penetrou as cortinas e iluminou seu rosto manchado pelas lágrimas. Não tinha a mínima vontade de levantar, mas as batidas fortes na porta o fizeram despertar. - Mic, vamos, já está atrasado. — Berta colocou a cabeça para dentro do quarto. Levantou e foi fazer as coisas que se fazem de manhã. Saiu, arrastando os tênis velhos e a calça larga. Usava um blusão velho e grande. Chegou na escola com os olhos meio fechados e olheiras evidentes. Encontrou Raffa assim que passou pelos portões. - Mic, sua cara tá péssima! - Obrigado... - Não acho que isso tenha sido um elogia pequeno. — Ticiano apareceu atrás deles, acariciando os cabelos desarrumados do baixinho — Você penteou os cabelos hoje de manhã? Tá parecendo o Edward Cullen, só falta brilhar no sol. Michelangelo resmungou algo e seguiu para a sala. Sentou-se, jogando o corpo sobre a cadeira. Apoiou o rosto na mão e o cotovelo sobre a mesa. Encolheu as pernas na cadeira e ficou observando as nuvens, divagando. Quando Leonardo entrou na sala, toda a atenção do menor se voltou a ele. Os olhares se encontraram e o desespero de Mic aumentou, fazendo-o desviar os olhos. Os dias passaram assim. O pequeno não comia, não dormia e sua atenção nas aulas era quase mínima, quase que nula. Tinha emagrecido, as olheiras eram MUITO evidentes, sua cor de pele tinha passado do rosa claro para a palidez completa. E isso não tinha passado despercebido por ninguém, nem mesmo por Leo, que não trocava uma palavra com o menor a mais de uma semana, deixando-o preocupado, mas seu orgulho já não o deixava expressar isso, tornando tudo um ciclo vicioso. Parecia mais um dia depressivo daqueles, em que a aula de história de Donatello era o pior momento do dia. Mas isso mudou quando o professor chamou Mic para fora da sala. - Michelangelo, desde eu entrei nesse colégio você tem parecido doente. — disse o professor em tom preocupado. O aluno não respondeu, apenas resmungou algo. Donatello olhou para a janela da sala e viu todos os alunos os observando. - Acho melhor você falar com o diretor, eu te acompanho até lá. — falou algo para a classe e saiu, guiando o menor pelos corredores. Mic olhava para baixo, não tinha vontade de falar com ninguém, muito menos com o orientador da escola. Foi quando passaram pelo banheiro e o quase loiro foi empurrado para dentro com bruscalidade. Olhou para o professor assustado, os olhos castanhos arregalados, perguntando-se o que era aquilo. Donatello segurou o rosto dele com apenas uma mão, olhando-o furioso. — Não pense que eu não te reconheci daquele dia na minha casa, Michelangelo. — sua voz mostrava sua raiva e frustração.Notas finais
desculpem mesmo >____>
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