Notas iniciais
Geeennnteee... Perdoem a idiota aqui... Ela perdeu o capítulo no meio das suas outras coisas... Imagina o desespero... Além de eu ficar com muita vergonha do último capítulo... Tive que respirar fundo por um tempo e depois me consentrar em escrever... O Natal também não ajudou, tive que abandonar o celular por um tempo... Mas estou de volta. Me desculpem se o capítulo é pequeno... Bom capítulo!!!

– Tem neve !!! — dizia Rigatona correndo para fora do grande chalé.

– Neve !!! Neve !!! — diziam as outras pequenas crianças.

– Olhe mamãe! — Rigatona disse apontando para o céu toda animada. — Está nevando!!!

– Ahhh!!! Neve!!! — Eu corria entre os pequenos flocos que caíam.

– Que lindo!!! — Ciel pegou um e ficou admirada com o formato que tinha.

– Chegou o inverno, não é Alela? — diz a deusa segurando uma pequena criança pela mão.

– In...ver..no... — dizia a criança, com um pouco de dificuldade.

– Isso, muito bem... Rs, você aprende rápido...

Minha deusa, percebe a falta de um...

Wodahs.

Ela olha para os lados à procura do garoto que estava antes ao seu lado.

– Wodahs?

– Estou aqui.

Quando a deusa olha para trás, Wodahs está coberto de neve. As crianças começaram a fazer uma querra de bola de neve.

Derrepente Wodahs ficou sério e saiu da brincadeira e foi para o lado das árvores...

Wodahs pegou seu cachecol e o colocou dentro de uma pequena toca.

– Wodahs? Vamos entrar logo... Vamos preparar o jantar!!! — dizia a jovem deusa sorridente.

Wodahs devolveu um pequeno sorriso, indo ao encontro de todos.

Era uma casa bem grande, com características de uma casa tradicional japonesa. Chão de madeira, portas de correr de vidrais coloridos e bem iluminada com várias cores.

Etihw estava tentando aprender cozinhar com Wodahs, Rigatona estava conversando com Ciel e Eu estava quase do lado de fora vendo o entardecer azul sem sol.

Era Natal, isso explicava o motivo das várias cores.

Wodahs foi quase obrigado a pintar as lâmpadas de casa, senão ele seria o encarregado de enfeitar tudo no ano que vem.

– ... Como que eu faço isso? — dizia a deusa com uma dificuldade de cortar a cabeça do frango.

– assim...

Era o máximo que eu conseguia ouvir de lá...

As outras crianças corriam por toda a casa. Alguns ficavam curiosos para saber qual dos presentes iriam ganhar.

Ciel e Rigatona foram as primeiras à ficar com tédio e acabaram subindo para os seus quartos no segundo andar.

Eu definitivamente fechei a porta e fiquei lá fora.

Me sentei sobre a pequena escada de madeira cheia de neve.

Eu mal sabia que em outro dia de inverno eu estaria olhando o mesmo céu... Só que ao invés de estar anoitecendo... Estava amanhecendo.

Consegui sair de madrugada do castelo de Kcalb.

Yosaflame, estava dormindo ainda.

Apenas me despedi com um pequeno beijo e deixei um bilhete em cima da mesa dizendo que iríamos nos encontrar novamente.

Aposto que Etihw vai querer saber do meu sumiço.

Ela vai ficar uma fera, principalmente por ter causado um susto de morte.

Arff...

Vou ficar aqui, em cima do galho de uma árvore perto do castelo.

Posso arranjar a desculpa que fiquei aqui o tempo todo vigiando.

...

...

Algo me cutuca na bochecha.

...

Fino como uma espada de esgrima.

...

...

Não pode ser ele...

...

– Sherbet !! Quanto tempo vai ficar dormindo aí? Já é de manhã. — era Alela Grora me cutucando com a ponta de sua flecha.

...

– Está tudo bem? — pergunto desconfiado.

– Como assim?... Quer dizer, pelo simples fato de você ter saído e não ter voltado anteontem à noite?... Ou porque você não deu um sinal de vida à ninguém? — dizia com sarcasmo.

– Eu fui para o cemitério...

– Ah, então você foi fazer companhia aos mortos? Por dois dias e meio?

– Eu dormi na cidadezinha...

– Qual?

– A neutra...

– A que anjos e demônios vivem sem brigar?

– Aham.

– Porque?

– Porque eu estava investigando um demônio...

– Hamm... Entendo...

– ... O quê?

– Hoje é seu dia de sorte. Etihw está aqui... — disse me mostrando uma pedra branca flutuante. — Ela me mandou procura-lo.

– ... Quê?

– Kkkk, ela aceitou suas explicações pelo visto. — disse com um sorrisinho. — Então Sherbet... Vamos entrar?

– Tá.

Apenas disse isso, desci da árvore e a segui.

O castelo continuava o mesmo. Mas dessa vez eu notei que os dois castelos, quanto de Etihw e de Kcalb, tinham semelhanças.

O formato era diferente, a cor era diferente, mas os losangos cinzas eram iguais, como se quisessem que o branco e o preto se misturassem... Como se Etihw e Kcalb em alguns aspectos quisessem fazer as pazes, sem saber como...

Abandonei a idéia.

A neve estava tão fraca, que apenas derretia com o calor do sol.

Segui para sua sala principal.

Alela mantinha suas coisas em ordem e tinha um grande mapa em alto relevo em sua grande mesa.

Ela me explicou que em dois dias, nós iríamos atacar de verdade os demônios...

– Sem dó nem piedade. Como diria Wodahs. — disse em um tom sério.

– Entendo.

– Então, sua posição será aqui, depois para cá e finalmente aqui. — dizia apontando no mapa. — Foi bom você ter voltado antes... Imagina você indo para a guerra sem saber suas posições no campo de batalha...

Continuei prestando a atenção sem demostrar algum sentimento e ela percebeu.

– Então... Continuando... Depois de você atacar esse lado você...

Finalmente saí daquele lugar... Depois de duas horas de estratégias de guerra.

Estava andando nos corredores, quando Ciel passou ao meu lado. Ela não disse nada. Simplesmente continuou a andar como se eu não estivesse ali.

– Ciel? — ela se assustou com o meu chamado. — O que foi?

– ... — ela balançou a cabeça indicando que estava pensando em algo muito longe. — ... Nada não... Eu só estava pensando fundo...

– Rs, isso eu percebi.

– Mas não é nada de mais... Eu... Eu preciso ir... — ela começou a andar.

– Ciel? Onde você vai? — tentei segura-la mas ela foi mais rápida.

– Depois eu falo com você. Eu prometo. — disse correndo ao olhar para mim.

Estranho... Porque essa pressa repentina? Talvez ela leu o pensamento de Etihw e escutou ela à chamando...

Segui com esses pensamento para o meu quarto.

Continuava o mesmo de sempre.

Deitei na minha cama. Tentei pensar em nada, mas era somente ele que vinha ocupar a minha mente. Tentei dormir um pouco mais e me dedicar à guerra.

Será que tudo que passamos era somente algum sonho bom?

Eu acredito que não. Dormi com esse pensamento.

...

Acordo no susto com algo me arranhando.

...

Um gato preto?

Mas o que ele está fazendo aqui?

Sem perceber, o gato de transformou em uma garotinha de cabelos curtos e pretos.

Seus olhos também não mudaram com a transformação, continuavam vermelhos como sangue.

Ela me encarava e me impedia de me mexer.

– Então é você que estava no Vale Abandonado...

– Quem é... Voc...

– A pessoa que viu um demônio e um anjo se beijarem.

– Você...

– Mas fique calmo, eu não contei à ninguém, nem mesmo à minha irmã.

– Mas o que você quer?

– Apenas te dizer quem eu era. Além do mais, se eu precisar algum dia de uma ajudinha...

– Entendo.

– de resto... Só. — disse isso e se levantou.

– E se você não precisar da minha ajuda?

– Então...

– Não pensou em algo, né?

– ... É, mas eu penso em algo futuramente...

Suas roupas eram pretas, parecidas com de Yosaflame, mas no lugar da calça era uma saia preta e tinha vários detalhes como a gravata, junto com uma meia quadriculada que eram vermelhas com linhas pretas e uma bota pequena de salto preta.

Era como se uma criança vestisse roupas de aldulto.

Era estranho.

– Bem, já vou indo...

Transformou-se em gato novamente e foi embora.

...

Então foi ela que nos viu...

Bem, pelo menos ela deu sua palavra de não contar.

...

...

Então o anjo que ainda suspirava pelo o que acabava de acontecer...

A neve não estaria mais fraca até o dia seguinte...

E talvez seu fim estaria próximo...

Notas finais
Tá aí. Eu posso ficar em off um pouco, mas eu prometo no fundo do meu coração, eu vou terminar essa poha. Meu jéssuis... Eu ainda estou envergonhada sobre... Ah!! Deixa... ... Um... Beijolvo pra vcs... ... ° . ° ... ////.....////.