Strange Way Of Love
36 Capitulo 35 - Apenas uma brincadeira
Notas iniciais
Apenas uma brincadeira
– O que você esta fazendo? – Gray perguntou para garota que correu ainda segurando sua mão, até um campo que havia no fim do colégio. Finalmente parou, o largando, procurando recuperar o folego, era definitivamente terrível correndo, mas dariam um jeito.
– Precisamos pensar em como não transformar essa corrida numa tragédia grega.
– Olhe seu estado – ele disse com um sorriso de canto, estava tentando parar de ser grosseiro com Lucy, mas de alguma forma, aquelas palavras e forma de agir, saiam mais naturalmente do que ele mesmo gostaria – Não consegue correr sem quase morrer do coração.
– As equipes estão pensando como você, que a velocidade vai ser o trunfo, nenhum deles vai perder tempo treinando, exatamente pelo fato de se acharem bons o suficiente.
– Talvez eles tenham razão, é tolice treinar para uma corrida. – bufou e Lucy deu risada.
– Posso te explicar uma coisa? – perguntou retórica e logo prosseguiu – Uma coisa que eu sei é que uma corrida onde duas pessoas estão com as pernas amarradas um no outro... – murmurou agachando no chão, já segurando uma fita branca e em seguida amarrando com força sua perna esquerda na direita de Gray – Se as pessoas não têm uma sintonia bacana, vão direto, cair no chão.
– Você está louca... – balbuciou dando risada.
– Vamos fazer um teste então, Fullbuster – ela disse crente que ele iria querer matá-la depois do que faria. – Vamos correr o mais rápido que conseguirmos, sem planejar nada. – ele acenou, sabia que teria de pegar leve, mas imaginou que Lucy iria sair em disparada então decidiu começar rápido. – Agora! – ela gritou, e antes de dois segundos a loira bateu com a bunda no chão, assim como Gray que estava jogado de cara na grama.
– PORQUE VOCÊ NÃO CORREU? – o moreno indagou, irado. Lucy manteve-se sentada da forma na qual havia caído, dando uma pequena risada.
– Entende o que acontece quando você tenta correr que nem um louco sem saber o que seu parceiro vai fazer? – dando uma bela gargalhada, fazendo o moreno a encarar com uma cara de quem não estava entendendo o motivo de tanta graça – Acho impressionante em como estou levando tombos e me machucando, ultimamente. Pior que isso... Olha as pessoas que estou levando comigo – falava meio as risadas, pensando daquela forma, o mago do gelo também deixou escapar um sorriso, o que surpreendeu Lucy que o encarou um pouco.
– O que é? – ele perguntou serio ao perceber os olhos castanhos da menina mirados em sua direção.
– Vamos ganhar essa corrida. – murmurou alegre e ele acenou de forma positiva.
– Vamos! – ambos bateram a mão no ar juntos, como um cumprimento da equipe, e logo levantaram, procurando não cair novamente, já que definitivamente não era fácil se manter equilibrado com outra pessoa te arrastando de um lado para o outro.
*x*
– Ei, o que você está fazendo aqui sozinho? – a ruiva perguntou chegando perto do azulado que estava sentado de forma desleixada, no meio de um gramado, próximo a quadra na qual eles iriam competir juntos naquela tarde. Ele bufou brevemente, tombando a cabeça para trás, deixando a agua dos cabelos molhados se espalharem por suas costas nuas, já que se mantinha sem uma camisa, apenas de bermuda.
– Agora não é uma boa hora Erza. – ele pigarreou com uma voz que a garota podia jurar nunca ter ouvido tão grave e séria. Ela parou de andar por um instante, pensando que poderia ser melhor deixa-lo sozinho com seus devaneios, mas aquele não era o estilo de Scarlet, e no mesmo instante ela balançou a cabeça de forma negativa, abanando qualquer pensamento, sentando-se ao lado do azulado.
– O que foi? Você nunca some desse jeito... – disse brincalhona, ainda um pouco constrangida por estar ali com ele, ainda mais depois do que havia ocorrido no dia anterior. Definitivamente fazia sua cabeça fritar. –E-era só uma brincadeira, não tem problema se você n- foi interrompida pelo garoto que se levantou de forma brusca, fazendo a mesma o encarar sem entender o que estava acontecendo. “Foi algo que eu disse?” – pensou mas logo ele murmurou.
– Disse que agora não é uma hora, Erza. – ele nem se quer olhou para o rosto da mesma, ela mantinha-se estática sem acreditar que ele apenas havia lhe dado as costas e estava a ignorando.
– O que está acontecendo? – levantou no mesmo instante, confusa, não sabia bem o que estava fazendo, mas era mais como um instinto, ele estava diferente. – É pelo que aconteceu ontem? Sabe não precisamos levar em conta se você não quiser, eu só – parou por um instante – Não quero que você se afaste.
– Pelo que aconteceu ontem? – ele parou de andar, murmurando, deixando uma breve risada escapar – Erza, aquilo foi só uma brincadeira... Sabe, a garrafa poderia ter parado com outra pessoa, eu poderia ter beijado qualquer garota da roda, assim como você. – aquilo doeu, muito. Ele estava olhando diretamente para seus olhos e falando que nada daquilo era de alguma forma significante pra ele.
– Simplesmente uma brincadeira hum... – ela murmurou desapontada, mas evitando demonstrar – Por acaso a ideia de não entrar na guilda também era brincadeira? Porque depois de tudo que passamos você nunca comentou nada sobre aquilo comigo.
– “Tudo que passamos”? – ele sorriu, deixando a franja azul tampar seus olhos obscuros – Você fala como se fossemos namorados, melhores amigos e muito íntimos...
– Achei que nós fossemos de fato, amigos... – ela disse transtornada, como ele poderia falar tudo aquilo de forma tão natural, será que não percebia como estava a quebrando?
– Eu te disse que não era uma boa hora, e mesmo assim você quis meter o nariz onde não era convidada, então agora não faça essa cara, aceite como as coisas são – ele suspirou – Não somos nada, aquilo de ontem, apenas esqueça, e sobre minha vida... cuido eu. – ela poderia ter engolido tudo aquilo calada, com certeza a maioria faria isso, sairia chorando para o colo de alguma amiga ou algo do tipo, mas não, aquilo não era bem a cara de Scarlet, mesmo em pedaços, ela não deixaria as coisas assim.
– Porque esta fazendo isso, ein? – indagou aos berros – Será que não se sente confiante para olhar nos meus olhos e falar qual é o verdadeiro motivo de estar assim? É engraçado como diz que não somos amigos, quando na verdade eu sou sua única amiga, e não me importa o que você diz sobre não termos nada, eu sei coisas sobre você que ninguém sabe, e eu definitivamente não vou deixar as coisas ficarem por assim.
– Pare com isso ta legal!? – ele gritou virando as costas andando praticamente correndo em direção a Erza. – Eu não vou mais me aproximar, isso é totalmente desnecessário, já que você se diz tão conhecedora dos meus segredos, sabe perfeitamente bem o que acontece com quem se aproxima de mim.
– Aquelas coisas, foram fatalidades!
– Não! Eu os matei! – finalmente ele disse deixando uma pequena lagrima escorrer por seus olhos – Eu matei meus pais, matei minha irma, e até uma amiga que estava naquela casa.
– Você não fez isso! – disse baixinho, ele nunca tocava naquele assunto, Erza era amiga do garoto desde pequena, então sabia bem a história da família de Fernandes, e como era trágica.
– Fiz sim!
– A casa pegou fogo, foi culpa de uma vela... Você consegue entender isso?
– Eu os matei Erza. – concluiu sério olhando diretamente nos olhos da ruiva – Eu não tinha controle do meu corpo, não sei o que aconteceu exatamente, mas eu lembro quando senti o sangue quente dos meus pais pulsando nas minhas mãos, eu lembro como se fosse ontem.
– Jellal, o que você esta falando...? – ela perguntou procurando ver os olhos sombrios do garoto, procurando um conforto.
– Eu os matei. Esse é meu maior segredo! – disse murmurando, pegando a garota pelos ombros, fazendo a mesma o encarar com os olhos arregalados, assustada – Não quero machucar você, o motivo pelo qual estou não querendo entrar na guilda é pelo simples fato de que não posso viver num lugar de pessoas tão boas, sabendo das coisas que já fiz, dos pecados que já cometi. Não posso mais fazer isso...
– Não é verdade. – ela murmurou com um pequeno sorriso – Você não é um carrasco, você não matou ninguém a sangue frio, se você diz que aconteceu eu acredito, mas como disse, a culpa não foi sua, era como se estivesse sendo controlado, e eu te garanto, nós podemos encontrar quem fez isso com você, só tem que acreditar...
– Você nunca vai entender certas coisas – murmurou soltando os braços da garota – Eu não sou bom como você pensa, eu só penso em mim, não me importo com os sentimentos de ninguém, e as vezes penso que eu fiz aquilo porque eu quis e gostei.
– Não é verdade... – sussurrou, não conseguindo concordar com o garoto.- Não é verdade, você veio pra cá depois que não venceu em primeiro lugar porque achou que o grupo não o entenderia.
– Quer saber porque eu não ganhei? – indagou retórico – Porque estava pensando em como você tem feito um nó na minha cabeça e como poderia afasta-la, te ver na plateia me fez ficar nervoso, não poderia dar tudo de mim.
– Não estou entendendo mais nada. – ela completou vermelha, até parecia que ele gostava dela, mas o que aquilo tem de ligação com tudo o que estavam falando?
– Eu estou falando que aquilo que aconteceu ontem foi realmente uma brincadeira... – ele murmurou aproximando-se da ruiva, a encarando ainda mais de perto, levantando o queixo da mesma com uma mão, e deixando um pequeno sorriso escapar ao perceber como ela ficava bonita daquela forma indefesa – Mas isso que vou fazer – mordeu o lábio inferior como se estivesse desejando aquilo ansiosamente – Eu vou fazer para satisfazer uma vontade minha – sibilou já com os lábios praticamente colados nos da garota, na sequência a beijando sutilmente.
Era como um beijo calculado, a ruiva podia sentir o corpo queimar no mesmo instante em que ele selou seus lábios, mas estava confusa com o que estava acontecendo. Sentiu a mão dele deslizar por trás de sua nuca a puxando para mais perto, finalmente pedindo a passagem com a língua que Erza liberou imediatamente, sentindo o fervor aumentar a cada instante, ele desceu as mãos até a cintura, procurando sentir o toque do corpo da ruiva e como resposta Scarlet avançou colocando as mãos nos cabelos úmidos de Jellal, aprofundando mais o beijo.
– Isso – ele disse parando de beija-la, encarando os olhos semiabertos da garota a sua frente, mordiscando o lábio inferior da mesma – Foi apenas uma amostra de como realmente sou.
– O que quer dizer? – indagou não entendo mais nada. Aquilo era somente uma forma dele despistar o assunto? Não tinha significado algum para ele?
– Não se aproxime de mim, entendeu? – ele disse se afastando – Nós somos da mesma equipe, podemos até conversar casualmente, fingir que tudo é como você gostaria, mas nunca mais tente ser amiga de uma pessoa que não está dando a mínima pra você. – suspirou dando uma risada – Ou eu não vou ter problema algum em usar um pouco da sua disposição em satisfazer os desejos de um carrasco.
– Mas o que... – murmurou para si mesma colocando uma das mãos em seus lábios roubados, ela não conseguia acreditar que aquele garoto que ela amava tanto estava fazendo aquilo, brincando com seus sentimentos, algo deveria estar errado, só poderia ser isso. Observou ele se afasta cada vez mais, andando tranquilamente. “O que está acontecendo?”.
– Fique longe de mim, por favor. – Jellal sussurrou enquanto se afastava de Scarlet, ele tinha medo de machuca-la, assim como fez no passado com quem mais amava, não poderia se arriscar.
*x*
– Ah fala sério Lucy, isso nunca vai dar certo! – o moreno gritou dando uma risada caído no chão assim como Heartphilia que bufava loucamente.
– As vezes penso da mesma forma, sabia? – ela brincou dando mais risada ainda, era estranho como ele poderia ser tranquilo e nenhum pouco ameaçador quando queria. – Vamos tentar novamente... você precisa correr mais rápido, mas não me empurrando para o outro lado, se não eu vou te derrubar sempre.
–Calma ai – ele murmurou segurando o braço da mesma, receoso. Lucy o encarou ainda sentada no chão e ele engasgou por um misero segundo – Sabe, você... – procurou as palavras corretas, aquilo poderia soar muito estranho, chegaria a ser até mesmo humilhante. – Você é prima daquela praga da Juvia, não é mesmo? Quero dizer, ela deixou claro que me odiava profundamente desde que chegou aqui graças a minha forma de tratar a prima querida dela.
– Sim, que tem ela? – indagou já sabendo bem a resposta.
– Eu só quero uma chance, ela não abre um espaço pra mim...
– Não me leve a mal, mas você não é uma flor do campo também... – murmurou dando uma risadinha ao perceber a careta que ele fez, sabia que Lucy estava apenas falando verdades ali, mas não era por isso que teria de aceitar.
– Não sei porque te falei isso. – disse olhando para o céu, não conseguindo processar rapidamente o que a loira falou em seguida.
– Eu vou te ajudar.
– O que? – disse com os olhos arregalados não acreditando no que imaginava ter ouvido.
– Eu te ajudo, desde que tenhamos a vitória nessa corrida.
– E a sua bunda ta fazendo o que nesse chão até agora porque? – ela indagou tentando levantar, mas sendo impossível já que com as pernas amarradas era uma missão complicada. Lucy deu uma alta gargalhada e logo os dois levantaram.
Agora as coisas iam começar a funcionar...
*x*
– Mas o queee?? – a azulada deu um grito enorme no quarto encarando Erza com os olhos arregalados, estava simplesmente inconformada. – O que aquele merdinha pensa que é? Juvia vai...
– Calma Juvia-san. – a outra de cabelos azulados disse colocando as mãos em cima das de Loxar procurando acalmar a amiga que parecia um leão raivoso. – Precisamos entender porque ele fez isso... Tem que ter um motivo, digo... E-Ele te beijou.
– Com certeza. – Levy murmurou de um cantinho fechando o livro procurando entrar na conversa sem parecer uma enxerida, mas não podia ver aquela situação sem falar nada, era uma conversa de amigas, e todas ali eram, certo?
– Eu vou quebrar a cara dele. – Juvia disse ao ver a ruiva com uma cara horrível diante de seus olhos.
– Não acho que seja uma boa. – Levy murmurou ficando atrás de Erza – Posso? – perguntou para ruiva colocando uma das mãos nos longos cabelos escarlates, dando a entender que iria fazer um carinho. A outra não disse nenhuma palavra, apenas acenou positivamente. – Homens, de alguma forma, são mais complicados que as mulheres nesse colégio...- balbuciou iniciando um penteado qualquer no cabelo da amiga.
– São uns malditos! Eu já cansei de quebrar Fullbuster agora é a vez do Fernandes, ele vai se arrepender – a azulada disse levantando bruscamente da cama, já indo em direção a porta, Wendy tentou impedi-la assim como Levy, mas Loxar estava furiosa, abriu a porta prestes a dar o primeiro passo dando de cara com Lucy e Gray.
– Olha o casal número um apareceu finalmente! – gritou encarando ambos que se entreolharam dando uma pequena risada.
– Boa sorte com esse mar de fúria que é sua prima.
– O que foi que você falou “Gray-sama”? – balbuciou irritada fazendo o moreno dar mais uma risada entrando em seu quarto.
– Vem, vamos entrar Juvia, acho que precisamos conversar.
– Não mesmo, preciso quebrar a cara de um babaca ai. – estava tentando passar Lucy e ir até o quarto dos meninos, mas a loira estava a bloqueando de todas as maneiras
– Lucy faça ela entrar, por favor. – Wendy murmurou desesperada da porta, a maga celestial não conseguia entender o que diabos poderia ter acontecido para a prima estar tão irritada, mas independentemente do que fosse era melhor fazer a mesma se acalmar antes de fazer alguma coisa não pensada.
– Vamos entrar Juvia, preciso conversar com você sobre algo também.
– Mas, Mas...
– Nada. Vamos entre logo – Heartfilia ordenou, e pestanejando um pouco a prima entrou marchando. – Agora, por favor, me expliquem o que está acontecendo.
*x*
– É compreensível a vontade de Juvia de querer quebrar a cara dele. – Lucy murmurou após um longo tempo de conversa. Foi difícil fazer Erza se abrir como um livro para todas aquelas meninas que ela nem mesmo tinha intimidade, mas era necessário e depois de falar tudo aquilo só queria alguma palavra de conforto, e que aquele carinho de Levy nunca acabasse.
– Obrigada! – Juvia murmurou sarcástica – Agora se me der licença, Juvia vai lá quebrar uns dentes.
– Sente ai. – a loira ordenou séria, e imediatamente a prima sentou-se – Não acho que uma amiga ir atrás de Jellal por Erza, para esmurra-lo, vai adiantar de algo.
– Definitivamente, não. – Levy concordou com a amiga – Ele tem que ter algum motivo para estar te tratando assim, mas é tão cruel.
– Uhum. – Wendy só podia falar isso, não entendia grandes coisas de relacionamento com meninos, na verdade nunca se envolveu com alguém, então nunca sabia o que de fato poderia falar, mas naquele quarto, todas pareciam bem inexperientes no fator “amar”. Se mantiveram num silencio ensurdecedor por longos minutos, até finalmente Lucy ter a ideia.
– Entre no jogo dele Erza.
– O que?! – todas falaram em uníssono não conseguindo entender o que Heartfilia estava dizendo, era loucura, só podia.
– Isso mesmo, gente é claro! – a maga celestial continuou – Ele não quer que Erza se aproxime por algum motivo por ter medo de alguma coisa, isso é bem misterioso e revoltante, mas ficar sentada chorando, fingindo que nada está acontecendo é o pior, então... Entre nesse joguinho dele.
– O que quer dizer com isso Lucy? – a ruiva finalmente começou a tomar interesse no assunto, talvez naquele momento ela descobrisse o que iria ser seu trunfo.
– Ele diz que te beijou por um mero sentimento egoísta, um desejo... Então, seja como ele, egoísta. – suspirou, o que estava falando... — Se mostrar que pode ser como ele e que não tem medo desse joguinho de que tem que se manter distante se não ele te atacar de forma baixa, talvez com você jogando da mesma forma, ele comece a entender que não é bem assim que a banda toca.
– Você quer que ela beije ele, e aja como uma bipolar constante? É isso mesmo? – Juvia murmurou num canto um pouco irritada, mas logo um sorriso sacana brotou em seus lábios – Acho ótimo! Ele vai sentir na pele.
– Vocês só podem estar brincando... – Erza murmurou.
– Fique com a cabeça paradinha que vou arrumar seu cabelo, vai ficar linda e ele vai se arrepender de ter te falando tais coisas.
– Vou cuidar da maquiagem – Wendy deu uma risadinha animada.
– Você vai conseguir arrumar toda essa bagunça que ele fez Erza, eu tenho certeza – a loira disse apoiando uma mão em cima da mão da amiga que não conseguia acreditar que aquela garota era a mesma nerd que ela conhecera todos aqueles anos, viu a mesma sair do quarto correndo já que estava atrasada para a corrida.
– Obrigada Lucy... – sussurrou.
– Ainda não agradeça Erza. – Juvia sibilou – Ela parece ter tudo sob controle, mas uma hora ela vai precisar de nossa ajuda e vamos estar aqui para ela. – não era necessário grande explicações, Natsu e Sting esse seria o tema de uma próxima conversa, mas até lá, o azulado era o alvo.
“Então vamos começar a nossa brincadeira, Jellal”.
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