Straight To Your Heart
1 Prólogo.
Notas iniciais
P.O.V. Beatrice
–Bom alunos, antes da aula acabar, gostaria de anunciar a programação do Camp World, daqui a 3 semanas! Mais informações nos panfletos que irão pegar a seguir. — O Sr. Lawer disse, e em seguida entregou uma pequena quantidade aos primeiros de cada fileira.
–Não é demais? É o Camp World! Nos Estados Unidos! — Percebi que Dottie, ou Dorotty, minha melhor amiga, estava muito animada, mais que o normal, pois ela sempre é muito animada.
–Eu sei! -Me animei também. — É tão perfeito! Imagina só? Los Angeles!!! Big Time Rush! — Disse dando uma dramatização: "Explosão com as mãos." Soltamos um gritinho, mas o som dele diminuiu ainda mais quando Luccas, virou para trás, para entregar os três últimos panfletos. Os nossos!
–Vocês são estranhas. -Luccas disse. Quer saber? Ele é muito chato.
–Jura? Não diga! Quando dizer algo novo, chame a gente, ok? -Dorotty disse irônica.
–Ah, claro que vou. -Luccas chegou ao mesmo ponto de irônia que Dottie. Luccas e Dottie namoraram, mas terminaram a quase dois meses, preciso dizer que ele age quase sempre com a maior indiferença... Ah, muito diferente de Dorotty. Ela se lembra muito bem o que aconteceu!
–Você vai ir Luccas? — Perguntei. Por que, Imagina! Se ele fosse ia atrapalhar todos os nossos planos!
–Claro. Camp World... Eu já fui. É muito legal. Quero ir de novo... -Ele sorriu e eu bufei.
–Legal. Agora pode virar para frente, viver sua vida, que a gente não quer falar com você. -Dottie sorriu sarcástica. Luccas bufou e virou. — Olha aqui... São 1.500 reais.. Acho que meu pai paga... Ainda bem que tá barato.. -Ela disse olhando o folheto.
–É, mas espero que minha mãe pague... — Disse fazendo o mesmo que Dottie.
–Como assim, Bia? -Dottie disse espantada. — É a nossa chance! Nunca chegamos tão perto! Nosso máximo foi o Meus Premios Nick! -Dorotty levantou suas sobrancelhas.- Imagina!! Conhecer os meninos... O Kendall!! -Posso dizer que Dorotty é fascinada pelo Kendall. Ela quase babou quando disse Kendall. — Pensa! Você conhecendo o James! Ela fez um coração com as mãos. Confesso que ri.
–Ok. Ele é o amor da minha vida, o cara mais perfeito do mundo mas... Não sou eu que decido... -Eu disse, e acabei com a animação de Dottie. — Mas, você, Futura Dorotty Cassidy Schmidt, — Dottie sorriu. — Vai mesmo se eu não for! -Ela parou de sorrir.
–Não vai ser a mesma coisa... Sem você, comigo! Como vou invadir a casa deles sozinha? -Ela perguntou, e em seguida, colocou as mãos acima da boca, parecendo assustada. Eu ri. Poxa, essa menina é louca! Mas... Sim, eu iria com ela, seria P-E-R-F-E-I-T-O!
–Sei que consegue! — Encoragei, e nós rimos. — Bem, pensando bem, ainda tem esperanças. Se eu ligar pro meu pai, e pedir pra ele delicadamente, ele deixa!
–É mesmo!! Seu pai é rico né? — Dottie se animou e bateu palmas. Nem tinha percebido que o professor tinha saido da sala. — E você Luiza? Vai para o passeio? — Dorotty perguntou a garota atrás de mim. A gente conversa com ela as vezes na sala, mas não sabemos muita coisa dela.
–Sim! Eu vou. Acho que vai ser muito divertido. -Luiza sorriu.- Eu acho que vou tentar seguir umas celebridades. -Ela abriu um sorriso vitorioso. Vi ela guardar uns cadernos na mochila, e Dorotty fazia o mesmo.
–Sério? A gente também! Quer dizer, se a dona Beatrice for.. -Dottie disse, comecei a guardar minhas coisas, mas não guardei meu livro do Hunger Games.
–É? Quem? Eu vou seguir minha banda favorita, Big time Rush! -Quando ela disse nós duas ficamos boca aberta. — E vocês? — A gente não fazia ideia que Luiza era rusher!
–Nossa, pera, eu não acredito! Nós também! -Eu disse. — Que coincidência! E nós nunca falamos disso! A gente sempre conversa, você nunca disse que era rusher.
–Oh, sorry. -Ela disse em inglês e rimos. — Não sabia que também eram! E nós também não nos falamos muito, né? -Luiza levantou as sobrancelhas.
–Tem razão. -Dottie disse, e em seguida tocou o sinal. — Vamos lá, não aguento nem mais um minuto nessa escola! Quero ir embora. — Ela bufou, eu e Luiza rimos. Fomos caminhando, saimos da sala rindo, mas a alegria acabou quando Pennelopy Claire bateu de propósito em meu livro do HG!
–Por que você fez isso?! -Eu quase gritei.
–Abaixa e pega queridinha, não é culpa minha se estava em meu caminho. -Ela riu, e sua "amiga", Sasha Kenedye Riu com ela. Eu odeio ela. Ela acha que só por ser bonita, lider de torcida, e rica, manda na escola.
–Olha aqui, sua vadia, da próxima vez, até te arrasto no chão, mas você vai pegar! — Dottie disse, e a fuzilou querendo matá-la. Dottie mais que eu, a odeia, não pelo simples fato dela ser uma metida, mas também por ela ter ficado com o Luccas a menos de uma semana do termínio deles... Eu ainda acho que Dottie gosta do Luccas, mas, eu quero logo que a gente vá pros States, e, quando nós formos, eles vão se apaixonar, e, nós vamos namorar, e Dottie vai se esquecer desse imbecil. Abaxei e peguei o livro.
–Você é muito invejosa mesmo. — Luiza fuzilou Pennelopy, assim como ela, e depois saiu. -Não fazem ideia do quanto detesto aquela patricinha! -Luiza disse, bufando, e andando, como nós.
–Como você odeia? Como eu odeio, migs! -Dottie revirou os olhos.
–Não sei por que ela me detesta a esse ponto.. Ela acha que pode me humilhar. -Dei uma pausa. — Nossa!
–É por causa de mim, né? Affe, sério, pra mim dane-se o Luccas! Que ela fique com ele me deixe em paz! Ou que pelo menos te deixe em paz Bia.. -Dottie revirou os olhos e bufou.
–Ela não faz isso por você, e nem pelo Luccas. É por que ela é uma retardada mesmo e ponto! -Luiza disse e concordamos.
–Meninas, eu vou indo. Depois eu te ligo Dottie, pra ver se meu pai deixa. -Sorri.
–Ta bom. Vai comigo Luiza? -Luiza balançou a cabeça em aprovação, e elas foram andando, assim como eu, mas pelo lado oposto.
Caminhei até chegar em minha casa, pensando no que poderia acontecer... Imagina... Que perfeito.
–Mãe? -Disse ao abrir a porta.
–Sim querida? -Vi minha mãe, Rachell na cozinha, estava preparando o almoço.
–Mãe, você sabe se o meu pai tá trabalhando, ou está na casa dele? -Perguntei, e ela virou para mim.
–Bia, eu não sei não... Por que?
–Eu quero perguntar uma coisa a ele... -Disse, colocando a bolsa azul na sala.
–Eu acho que ele deve estar em casa.. Mas não é certeza. Tenta ligar para ele. -Rachell sorriu assim como eu.
–Ok.. Vou subir mãe. -Peguei a bolsa e entrei no meu quarto. Dei de cara com meu poster gigante dos meninos e sorri. Deitei na cama e peguei meu celular dentro da bolsa. E disquei. — Alô? Pai?
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