Strada Per L'inferno

70 Onde está a Lane?


Notas iniciais
Demorei? Demorei. Voltei às aulas? Voltei. Pois é, nem tudo são flores e o meu lerêlerê já voltou. MAS aqui estou postando. Eu havia comentado sobre postagens regulares, em um dia certo, e eu ainda tenho essa ideia em mente, porém, eu ainda não sei qual dia da semana será o melhor para mim. Então só mais um pouco de paciência... Talvez vocês fiquem um pouco confusos com esse capítulo, talvez não, enfim, lá nas notas finais a gente se acerta melhor... http://minilogs.com/egldkw0 Godere

Não consegui um minuto de paz e solidão durante dois dias, a não ser durante o sono. Minha mãe e Grace, mandada pela primeira, sempre estavam a minha volta. Já babbo, esse mandava que estivessem ali por mim, já que o mesmo nem estava mais no país por conta de negócios. Eu sabia que ele só estivera ali até me ter de volta, o que ele já conseguira. Como o dever e os negócios falavam mais alto, e com seus seguranças, liderados por Herrera, fazendo sua parte de evitar um possível sequestro de Aaron com ele aqui ou não, ele se foi. O plano era que eu nunca estivesse sozinha. E, de fato, nunca estive. Tudo em prol da minha segurança, valendo até a falta de paz e privacidade.

Na manhã seguinte àquela em que deixei Aaron, já estava em Washington. E no dia seguinte, hoje, num longo voo para a Itália. Não vi nenhum dos meninos nem Caitlin, mesmo que o esperado fosse isso: partir sem dizer adeus. Eu pensava neles o tempo todo, mas não queria me limitar só a isso. Queria falar com eles, queria ouvir a voz deles. A dele então... Mas, de novo, com a segurança reforçada que tínhamos e a minha solidão acompanhada, quem se comunicava com todos por mim era Grace. Ela conseguia mais privacidade e podia trocar poucas mensagens dizendo o essencial e recebendo o mesmo em troca. Nós estávamos bem, os outros também, e o mais importante, o plano estava bem. Não consegui saber nada de Aaron além de que não haveria nenhum contratempo por sua culpa. Isso não era o suficiente, deveria haver mais. Eu sabia que havia mais, porém não me contavam, o que gerava um paradoxo: não queriam me alarmar, mas o silêncio já o fazia. Mas esse tormento tinha horas contadas para acabar.

Exatamente 7 horas e 15 minutos.

Saí do banheiro com a agora minha bolsa no braço, quase esbarrando no segurança de babbo na porta. Acenei com a cabeça para ele e seguimos, com ele na minha retaguarda, para o portão de embarque. Minutos depois, eu, Grace e mamma estávamos na primeira classe, esperando o avião decolar. Herrera e dois seguranças também estavam ali, na poltrona da frente, do lado e de trás. O resto dos seguranças iria em um voo mais tarde, que chegaria enquanto ainda estivéssemos no aeroporto. Fechei meus olhos e coloquei meus fones, tentando cochilar antes da conexão.

(...)

"Senhores passageiros, estamos iniciando o procedimento de pouso. Favor, sentar, colocar as poltronas na posição vertical e apertar os cintos de segurança".

O Aeroporto de Londres Heathrow era o aeroporto mais movimentado da Europa e o terceiro do mundo. Fluxos incontáveis de pessoas por dia, indo e vindo, desembarcando e embarcando, transformando-o numa perfeita maçaroca para mim. Sumir lá dentro seria procurar uma agulha em um palheiro depois.

Descemos do avião com um segurança cobrindo a frente, e um desconhecido, as costas. O voo que nos levaria ao meu país sairia dentro de duas horas, assim como o voo que traria o restante dos seguranças, que então ocupariam o mesmo avião, porém na classe econômica, chegaria em uma. Tempo suficiente, como o previsto.

Uma sala de espera confortável, com poltronas reclináveis de couro e champanhe foi o ambiente escolhido para os passageiros VIPs. Sentei ao lado de Grace, e nossa mãe, em nossa frente. Com uma bebida em mãos, cada uma se concentrou em algo: mamma em seu livro, Grace ficou com sua revista e eu no celular.

— Está falando com alguém, querida? — mamma perguntou ao me ver digitar.

— Com Caitlin.

— Sua amiga de Nova Orleans? Querida, tome cuidado com o que fala. Está usando o chip que seu pai te deu?

— Mamma, eu sei. Não vou dizer onde estamos — a olhei cansada.

Assentiu e voltou ao seu livro, mas ora ou outra me espiava. Conversava mesmo com Caitlin sobre banalidades. Até...

"Sinto tanto sua falta. Agora não tenho mais quem me ajudar com meus assuntos femininos. Louboutin ou Jimmy?"

"Louboutin, claro!”

Minha bebida acabou e, em cinco minutos, pela minha visão periférica, duas faxineiras chegaram com um carrinho de limpeza no banheiro.

300...

211...

174...

99...

32...

3...

2...

1

Me levantei, e os olhares se voltaram para mim. Com minha bolsa no braço, olhei para mamma.

— Vou no banheiro.

— Claro — sorriu leve. Eu precisava de tempo ainda em sua cabeça. Muito tempo.

Andei até a porta branca lisa sob o olhar atento dos seguranças. Um deles se encaminhou para mais perto, mas não ficou na porta como da outra vez. Naquela sala fechada, não precisava de tanto zelo e cerco. Me aproximei da pia, abrindo a bolsa pela primeira vez desde a troca. Estava tudo ali dentro. Olhei pelo espelho as duas faxineiras e me virei para elas, que me olharam. A simples troca de olhares e um leve aceno com a cabeça foram o suficiente para que uma delas fosse até a porta e a trancasse.

— Temos dois minutos. Tudo certo, senhora?

— Sim — informei, prendendo meu cabelo.

Tirei os saltos e o casaco, o celular ficando no bolso da peça. Joguei o item Burberry do último inverno dentro da cabines já pronta para parecer a cena de um ataque surpresa. A janela do banheiro era alta, mas poderia passar uma pessoa sem grandes problemas. Estava quebrada e possuía fios meus nos cacos, postos por mim na hora. Com a ajuda das mulheres, entrei dentro da lata plástica de lixo do carrinho. Minha bolsa entrou também. O resto, foram só sons que ouvi. Elas terminaram de ajeitar os produtos no carrinho, a tranca foi aberta, e o carrinho, empurrado para fora. Mesmo que não pudessem me ver ou ouvir, respirava lenta e superficialmente, parecendo brincar de estátua. Daria tudo para ver as expressões das pessoas do lado de fora, inconscientes de que enquanto davam atenção a tudo menos àquele carrinho, uma fuga ocorria.

Tutti potranno guardare, ma nessuno vedere.

No meu relógio de pulso, se passaram os dois minutos previstos. Ouvia o barulho dos aeroporto, saltos e sapatos sociais com rodinhas de malas de viagem em sincronização com vozes de mães cansadas com seus filhos e empresários animados ao telefone. E tinha ali e aqui o choro de despedida ou de chegada. E mesmo com essa consonância caótica do outro lado do plástico me dando toda a cobertura sonora necessária, tinha medo de que as batidas de meu coração fossem altas o suficiente para serem distinguíveis. Quando finalmente pude voltar a respirar em alto e bom som, estava em uma sala fechada para funcionários da limpeza. As duas mulheres me ajudaram a sair e me deixaram só logo depois, levando o carrinho com um gorjeta no bolso.

Dez minutos cronometrados.

Trinity Guiller, ao contrário de Lane Walker, era loira, de fios enormes e dourados. Ela gostava de mostrar o corpo e a pele, preferindo roupas mais casuais e descoladas. Uma blusa-top, jeans, camisa xadrez, tênis e um boné de time de basquete eram exemplos claros de seu estilo. Com os olhos ocultos pelos enormes óculos escuros, saí para o corredor com a bolsa cheia dos pertences de Lane. De cabeça baixa, meu objetivo era chegar até as portas de saída e entrada do aeroporto sem ser parada ou reconhecida. Olhava para todos os cantos pela lente escura, tentando reconhecer um dos seguranças de babbo. Não via nenhum. Eles não deveriam saber ainda. Segui as placas para a entrada e passei pelas portas eletrônicas, achando um táxi disponível com facilidade. Vasculhei a bolsa e achei o endereço que o motorista solicitava: Camden Town.

Ele deu a partida e olhei para a janela, vendo Herrera no saguão com seguranças do aeroporto. Afundei no banco e virei o rosto, mesmo que os vidros fossem escuros. Ouvia minha respiração superficial e meu coração disparado ainda mais acelerados do que dentro da lata. Só afastada do aeroporto, não conseguindo mais ver a silhueta do mesmo entre os edifícios e ruas de Londres, consegui relaxar no banco. Encostei a cabeça no estofado de couro e tirei os óculos, colocando a mão sobre meu coração para sentí-lo se acalmar em meus dedos.

Agora estaríamos oficialmente brincado de "Onde Está o Wally?".

POV Aaron

Abri a porta do quarto, desistindo de tentar dormir, eu não sabia o que era isso fazia dias e não seria agora que conheceria. Minha cabeça não parava de trabalhar um minuto, e toda vez que olhava o relógio e lembrava o que estava acontecendo do outro lado do Atlântico, o sono se afastava mais. Nick estava focado no seu computador, Colin e Zack conferiam os materiais para o plano e Dylan estava no celular.

— Que bom que acordou, tenho algo que vai gostar de ver.

Me aproximei e sentei-me na poltrona ao seu lado. Nick virou o notebook para mim e deu play na gravação. Eram as câmeras de segurança do aeroporto. A ansiedade e o nervosismo pioraram e minha boca secou. Já havia acontecido, já estava feito. Por mais que soubesse que dera certo, pelo horário indicado na tela e pelo simples fato de que, caso contrário, o jatinho estaria comparável a um centro de operações tentando reverter a batalha já perdida, só acreditaria vendo com meus olhos. Sentada em uma sala reservada do Aeroporto de Londres Heathrow, Lane mexia no celular. Nem um minuto se passou no relógio até ela levantar e ir até o banheiro. Nick adiantou para o momento em que faxineiras saíam com um carrinho de limpeza enorme e para o momento em que um dos segurança abordava Chiara. Ela olhou para o banheiro onde a filha entrara e se encaminhou até o mesmo, um dos armários entrando junto com ela. Uma janela de treze minutos foi dada a Lane desde que entrou no banheiro até notarem seu sumiço.

A mãe voltou para junto da outra filha, em pânico. Grace notou e começou a ficar desesperada também, como o combinado. Um dos seguranças ficou com elas, enquanto os outros saíam e os outros passageiros na sala observavam curiosos.

— Pula pra ela — pedi.

Nick puxou o notebook de volta e, quando olhei a tela novamente, vi uma figura loira, esguia, em roupas casuais e apertadas saindo com óculos escuros de dentro de uma porta onde estava escrito "área restrita a funcionários". Ela estava gostosa e camuflada. Nick interveio quando a câmera deixou-a e adiantou logo para ela saindo, três minutos depois, pela porta da frente e pegando um táxi.

— Ela deve estar a caminho do hotel para encontrar Brad. Assim que ela chegar, nos avisa.

— Quero falar com ela.

— Quando estiver no carro, vai me ligar por vídeo e vocês se falam.

Assenti olhei de novo para a loira na tela.

— O resto?

— Tudo certo. A previsão de chegada do navio continua dentro do prazo e Alfredo e os seguranças já chegaram. Eles conferiram a casa e está tudo certo. Dylan falou com Caitlin e ela disse que ela e sua mãe estão bem, só cansadas da viagem.

— Riley?

— Bem — se concentrou no computador, tentando parecer o mais neutro possível falando. — Saiu, voltou a fazer contatos por lá.

Estreitei os olhos e concordei, me virando para a janela. Nick era o mais novo no time de "preocupados pelas mulheres metidas nos negócios". Não o invejava, porque sua autoridade sobre Riley era ainda menor do que a minha sobre Lane. A única diferença era que eles nem namoravam, então a palavra dele não deveria necessariamente valer algo. Enquanto observava os pedaços de cidade e campo pela janela, a comissária de bordo trouxe um copo de café. Era a coisa mais forte ali, então aceitei.

O gosto amargo já desvanecia em minha boca quando Nick me cutucou e disse que Lane estava pronta para fazer a chamada de video. Peguei o notebook depois de ele estabelecer a conexão e fui para o quarto. A imagem dela preencheu a tela no momento em que fechava a porta. Era ela, com a peruca do vídeo e lentes escuras. Mesmo com a roupa diferente e o visual mudado, eu saberia que era ela. Não havia disfarce o suficiente que a escondesse de mim. Ela sorria na tela, aquele seu sorriso tranquilo e alegre que dava esperanças até às coisas mais impossíveis.

Essa era Lane: salvando as pessoas sem nem mesmo pretender com mínimas gestos e ações.

— Oi — sua voz saiu baixa e aveludada.

— Oi.

— Eu consegui — anunciou animada, orgulhosa, depois dos segundos de silêncio. Tive vontade de sorrir diante de sua empolgação.

— Eu sei. Eu vi as gravações do aeroporto. Daria tudo para estar ali ao vivo e acrescentar seu pai à cena.

A menção ao pai a deixou desconfortável. Na guerra nem tão velada entre nós dois, Lane ficava bem na linha de fogo. Ela desviou perguntando pela mãe, com culpa.

— Não sei. Não fiquei observando sua mãe, mas o pouco que vi, ela estava surtando com sua irmã — um suspiro escapou de seus lábios e seus olhos caíram, tristes. Aquilo me fez sentir culpado. Culpado por deixar ela se envolver e absorver sentimentos que ela sabia que viriam. — Lane, não tínhamos alternativa. Sua mãe...

— Eu sei. Não me arrependo — não pude definir se sua firmeza era sincera ou para me convencer. — Só não queria magoá-la, decepcioná-la, assim.

— Ela deve estar mais magoada e preocupada do que decepcionada. Acredite.

Apesar de suas sobrancelhas estreitarem e uma interrogação estar pintada em seu rosto, ela nada disse. Já não era de fazer mais tantas perguntas, estava mais fazendo o tipo de caçar as respostas, o que é bem pior do que se ela só fosse irritante por ser curiosa demais.

— Deu tudo certo no hotel?

— Sim. Brad estava me esperando e pude trocar de roupas e colocar as lentes com calma.

— Tá com tudo certo? Identidades, roupas...?

— Sim. Riley já está lá?

— Ela foi no mesmo dia que você. Já está se enturmando. Quando você chegar, provavelmente ela já vai ter uma rotina e um círculo de conexões estabelecido.

— Melhor para mim.

— Melhor para você — molhei os lábios.

Um silêncio se instalou. Mil coisas passavam por minha cabeça, principalmente por causa daqueles fios loiros. Eram quase no mesmo tom dos de Sienna. Esses eram insuportavelmente parecidos. Sienna, Lane; Lane, Sienna. Fechei os olhos e esfreguei meu rosto.

— Você anda dormindo, Aaron? Anda se cuidando? Você parece cansado. Anda se alimentando, pelo menos?

— Aquela merda na boate... — as palavras começaram a jorrar, ignorando a preocupação que piscava em seus olhos. Eu não queria falar daquilo, não pelo computador, queria acreditar que era paranoia minha, mas cabeça vazia é a oficina do diabo. E ele andava me presentando com essa dúvida. — Aquilo foi real, foi atuação? Mas que porra! Foi tão...

— Falso. Você acha mesmo que eu tinha a intenção de te magoar com aquilo, Aaron? Você sabia melhor do que qualquer pessoa naquela sala que tudo era mentira. Eles tinham que acreditar, e acreditaram. Aquilo era para ser um monte de palavras da boca para fora para você, mas não para eles.

Bufei e virei o rosto, apertando o rosto e vendo claramente as expressões de Sienna naquela noite. Uma das nossas últimas brigas. Talvez não a pior, mas essa sempre voltava a minha cabeça, e com Lane, cada detalhe parecia cada vez mais claro.

— Aaron?

Seus grandes olhos, marrons no momento, me fitavam com apreensão e preocupação. Eu odiava como ela conseguia ser boa e negar todas as verdades que ela jogara na minha cara. Eu merecia que aquilo fosse o que ela pensava e sentia por mim.

— Acredita em mim? — sua voz quase implorava para eu acreditar no que mais queria.

Assenti, mas ela não foi tomada por alívio. Até porque só acreditar nela não tiraria todos os questionamentos e todas as obras do capeta já arquitetadas em minha mente. Era uma batalha maior, longa e densa, e ela tinha consciência de que ferir o dragão não o matava.

— Eu tô com saudade — baixou o tom e mordeu o lábio, me deixando perdido com a ação involuntária. — Faz pouco tempo, pode parecer besteira... — foi acrescentando rapidamente, pensando que iria repreendê-la e fazê-la se sentir idiota.

Era idiota, mas recíproco.

— Eu também, Lane — a cortei, fazendo sua boca abrir antes de se repuxar num sorriso.

— Não podemos nos ver antes? Eu não vou conseguir ficar esse tempo todo sem você!

— Não. Agora seu pai vai estar no meu rastro igual cão farejador, além de estar te caçando em cada mínima parte do globo. Não dá. Você também tem sua parte para cumprir, e eu, a minha — ela assentiu, decepcionada, mas desde o início ela sabia que seria assim.

Bateram na porta e Nick colocou a cabeça para dentro.

— Desculpa interromper, mas não podemos ficar muito. A conexão tá resistindo até agora e alguém pode invadir, mesmo com todas as precauções.

— Tudo bem — a voz de Lane soou calma do outro lado e sua expressão também.

— Precisa falar com ela?

Nick meneou a cabeça, e eu suspirei, me voltando à tela pela última vez.

— Não faça besteira, Lane. E em emergências, não hesite em ligar e usar a arma. Ela está na bolsa?

— Sim. Não se preocupe. Eu tenho tudo sob controle. Afinal, qual é o meu sobrenome? — arrancou uma risada de Nick e um sorriso meu.

— Cuide-se você, Aaron. Por favor. Por mim. E você, Nick, fique de olho nele. Fale o mesmo para os outros. Se entregarem meu marido no bagaço, eu mato vocês. Aaron me deu recursos para isso.

— Pode deixar. Se a onça amansar...

— Não preciso de babá.

— ELE PRECISA DE SEXO! — Dylan conseguiu ser abelhudo da sala. Lane ouviu e riu, mesmo corando.

— Já deu. Nick, pega o notebook.

— Aaron.

Olhei aquele sorriso doce e, porra, se aquilo não fosse minhas salvação, não sabia o que seria.

— Eu te amo.

Notas finais
Pequeno, mas é o que temos para hoje. Não comecei de onde terminei o capítulo passado e nem expliquei qual o motivo da briga. Simples: primeiro, não é necessário, para a compreensão de vocês, que eu começasse de onde terminei porque deu para entender ali na primeira parte da Lane. segundo, deixarei para suas imaginações o porquê deles brigaram. Tudo o que eles estão fazendo é parte do plano, não foi de verdade, então não tem motivo para ressaltar isso. Deixarei que vocês imagem o que eles aprontaram para os pais dela acreditarem que romperam. bem, é isso, creio. Vou tentar responder os comentários ao longo da semana. TENTAR. Xoxo