Strada Per L'inferno

31 Em todos os sentidos


Notas iniciais
Hey baes, Voltei! Ouço já os "aleluias", Pai? hahaha. Nem demorei, fala sério. Eu estou super atolada e mesmo assim sacrifico a minha madrugada de sono para ficar aqui, editando e postando um capítulo fresquinho para vocês. hahahaha. Não sou dramática, mas às vezes... Direto ao ponto que interessa, eu estava SUPER em dúvida com esse capítulo. Eu até tive ajuda de uma amiga, a chata da Magical Me (que ficou me implorando para postar essa fic aqui, mas não deu mais as caras, né...) para saber se realmente estava bom. O que eu fiz aqui, eu nunca tinha feito antes, então precisei de uma opinião externa mesmo. Mas, acho que me sai razoável. Vocês me dirão no final... GENTE, vocês não sabem! Escrevi um capítulo que fará vocês ficarem com o ventilador, ar condicionado, tudo, ligado no máximo! hahahaha. Sério, acho que esse, de fato, ficou bom. E pra aquelas que queriam a vingança da Lane, bom, esse capítulo aí que escrevi não é bem uma vingança, mas é o começo. Lane vai provar que não é fraca não! hahaha. Mais isso é no futuro e ainda tem MUITO chão pra percorrer... Deixarei, mais uma vez, o link da playlist e sintam-se à vontade para escolher a música que quiserem. Hoje tudo pode... Menos músicas melosas de amor porque vocês descobrirão que não cairá bem com o capítulo. hahahaha. Godere http://minilogs.com/egldkw0#.VGbIhWB0zwo P.S. Capítulo em homenagem a Paris DeLuna. Muito obrigada pela recomendação que eu verdadeiramente adorei. Fico emocionada em saber que minha estória é especial para você...

Os dias decorreram-se como grãos de areia numa ampulheta.

Eu dava o máximo de mim nos ensaios com Caitlin, passando horas após sua saída no estúdio. Miranda não havia voltado ainda e sentia-me mais solitária do que nunca. Mal olhava na cara de Aaron, que mal parava em casa e pouco se esforçava para manter um diálogo comigo. Trocávamos somente as palavras necessárias e evitávamos ao máximo a exposição desnecessária à presença do outro. Em compensação, ligava todos os dias a minha família. E mentia todas as vezes que era questionada sobre "Henry" e como estava meu relacionamento com ele. Dilacerava-me a felicidade e alivio nas vozes de minha mãe e irmã.

Desliguei o telefone e abaixei-o certa manhã após dialogar brevemente com Grace. Ela estava apressada, pois iria viajar para Roma no final da tarde com mamãe e algumas amigas. Sorri com seu contentamento e ansiedade. Traçava desenhos aleatórios com as unhas na ilha da cozinha, perdida em pensamentos, quanto senti mãos cobrir meus olhos. Pelos dedos finos e unhas longas e afiadas, deduzi quem fosse sorrindo.

– Quem é?

– Minha amiga loira que me dá aulas de dança sensual? – ri. Ela imitou-me e descobriu minha vista. Olhei-a acomodar-se no banco ao meu lado e cumprimentar-me.

– "Dança sensual"? – levantou as sobrancelhas. – Gostei dessa.

– Não sei que outro nome posso dar ao que fazemos.

– Ensinamentos de movimentos sensuais que deixam qualquer cara de pau duro. – riu ao ver minha expressão de nariz torto.

– Prefiro "dança sensual".

– Eu desconfiava que sim. – sorriu branda, olhando rapidamente para o telefone e apontando-o com a longa unha roxa púrpura. – Falava com sua família?

– Sim. Falava com Grace. Ela está animada com uma viagem que farão a Roma à noite.

– Sua família inteira vai?

– Não. Só ela, minha mãe e algumas amigas. Meu pai não é... Desse tipo.

– Que tipo? — arqueou a sobrancelha. Evitava falar com Caitlin sobre as sujeiras de minha família, embora tivesse séria desconfiança que já soubesse.

– Do tipo que tira férias. Ele é focado no trabalho. É raro às vezes que tira folga.

Assentiu, sem comentar nada. Não me dei ao trabalho de acrescentar algo ou prosseguir com essa conversa.

– Mas então? Você está adiantada. – comentei olhando para o relógio e desviando de assunto.

– Pois é. Vim ver como você estava.

– Por quê? – perguntei rindo, confusa. Caitlin abriu a boca, como em choque, mordendo o lábio inferior após.

– Aaron não te contou?

– Contou o que?

– Hoje ele e os meninos irão assaltar um banco.

Meu queixo caiu. Pouco via Aaron, muito menos falávamo-nos. Ele não dissera ou insinuara uma palavra sobre isso em minha presença. Andava muito fora, verdade, mas pensava que estava na noite com mulheres aleatórias.

– Aaron não disse nada. – comentei um pouco desnorteada, passando a mão no cabelo.

– Nada?

– Aaron não fala sobre o trabalho e eu evito perguntar. Na verdade, eu o evito. – deixe o cabelo cair, suspirando. Caitlin assentiu ciente de todo o estresse entre nós. – Como você sabe do assalto?

– Dylan comentou comigo ontem.

– Você o viu ontem? – surpreendi-me. Caitlin bufou numa expressão de desgosto.

– Vi. – admitiu como se ferisse seu orgulho.

– Como? – perguntou empolgada, querendo mais detalhes.

– Longa história. – balançou a mão. – Ele apareceu no clube que trabalho e acabamos conversando.

– Só conversando? – elevei as sobrancelhas, descrença. Caitlin espantou-se ofendida, fazendo-me rir.

– Lane Walker, que malicia toda é essa?

– Não é malicia. Só descrença. Sabe, você e Dylan num clube; você com uma roupa apertada, provavelmente, e ele te olhando com desejo...

– Pode parar! – levantou a mão provocando-me mais risadas. – Essa não é a Lane que conheço. Meu Deus, seja lá quem seja você, traz a minha amiga de volta! Esse ser malicioso e de pensamentos poluídos, eu desconheço!

– Uma parte da culpa é sua.

– E a outra é de quem? – sorriu maliciosa.

– Viu? Você faz igual! – apontei indignada. Ela gargalhou. – Não pode reclamar quando faço! Não é justo.

– Posso sim porque você não é assim corrompida.

– Aaron me corrompeu. – disse simples e automática. Caitlin pareceu um pouco chocada de inicio, mas relaxou e sorriu a mim.

– Em todos os sentidos, hm? – brincou para descontrair. Choquei-me de novo e rimos ao fim, antes de iniciarmos outra conversa.

POV Aaron

– Todos estão me ouvindo? – perguntei no ponto. Ouvi todos manifestarem-se positivamente. – Ok. Nick, como estão as coisas no banco?

– Normais. Os seguranças já estão agitados com a troca de turnos.

Olhei no relógio e faltavam cinco minutos. Avisei aos meninos pelo ponto e eles concordaram. Peguei a arma ao meu lado e chequei a quantidade de balas antes de trava-la e deixa-la em mãos.

– O sistema de câmeras já está desativado, pessoal. O caminho está liberado.

– Está na hora, pessoal. Vamos roubar alguns doces. – sorri.

Sai dos carros ouvindo suas ovações e encontrei-os logo atrás de mim, imitando-me. Dylan, Zac e Colin estavam com roupas pretas e máscaras idênticas as minhas. O último detalhe era insignificante, pois mesmo que fossemos identificados, o suborno era mole. Nick continuou a falar do ponto; ele estava em uma van a três quadras de distância, coordenando tudo e inteirado no sistema de segurança do banco. Seguimos a porta dos fundos com as armas apontadas. Uma vez dentro do banco, éramos guiados pelas lembranças da planta e pelas informações que Nick passava.

– Aaron, há um cara se aproximando pelo corredor oeste. Ele vai dar de cara com vocês em um minuto.

Olhei para os garotos e eles assentiram em amostra de que ouviram e sabiam o que fazer. Encostamo-nos a parede e o cara passou em nossa frente. Dei uma coronhada em sua cabeça e ele caiu desmaiado. Colin tomou a frente e puxou-o, arrastando-o até uma sala perto para escondê-lo. Continuamos o caminho por trás até Nick nos avisar que os seguranças novos estavam indo tomar seus lugares. Apressamo-nos e pegamo-los no corredor. Trocamos socos e coronhadas, evitando dar tiros e chamar a atenção. Saímos com alguns arranhões, mas deixando-os para trás desacordados. Andamos até a sala da gerência, onde batemos na porta e a voz grave do gerente respondeu dando-nos certeza de que ali estava. Num piscar de olhos, Dylan, Colin e eu estávamos com as armas apontadas para sua cabeça enquanto Zac nos dava cobertura no corredor. O cara assustou-se, deixando os óculos e papéis caírem no chão.

– O que é isso? – levantou-se assustado, gaguejando.

– Eu sugiro que você coloque as mãos para o alto e não aperte esse botão de pânico embaixo de sua mesa se não quiser tomar tiro. – disse com a voz nasalada graças à máscara. O cara, que havia feito menção de fazer exatamente o que eu dissera, tremeu e levantou as mãos.

Olhei a Colin e indiquei o gerente com a cabeça. Entendendo-me, ele aproximou-se e arrancou-o da cadeira pelas costas da camiseta, encostando sua arma diretamente na cabeça dele.

– Agora, nos ouça com atenção. Vamos sair daqui e você permanecerá quietinho e fará tudo que falarmos se não quiser ter seus miolos estourados. Entendido?

Ele maneou a cabeça para cima e para baixo, engolindo em seco. Saí à frente com Colin empurrando-o logo atrás. Dylan e Zac completavam o comboio, respectivamente.

– Os seguranças no banco estão começando a ficar agitados com a demora. Agilizem. – Nick pediu no ponto. Olhei rapidamente aos outros e eles assentiram.

Chegamos à porta que dividia a área restrita aos funcionários do saguão. Demos uma primeira espiada e os seguranças comunicavam-se agitados pelos rádios. Um deles andou em direção à porta e nos esquivamos, esperando-o. Assim que passou pela porta, dei-lhe um tiro no pescoço. Sangue esguichou manchou nossas roupas. O gerente ficou horrorizado, arregalando os olhos quando Zac meteu um tiro na barriga do segurança e esse, enfim, caiu no chão. As atenções se voltaram para onde estávamos e saímos com as armas já apontadas. As pessoas se puseram a gritar e se jogar no chão ao mesmo tempo em que a troca de tiros entre nós e os segurança começava. A diversão não durou muito, uma vez que nossos tiros acertavam suas cabeças e corações certeiramente e os seus estouravam somente os vidros. Seus corpos caíam quase ao mesmo tempo sem vida no chão, provocando baques altos. Os gritos aumentaram de volume.

– Calem a boca e me escutem ou terão o mesmo fim. – sobrepus-me a barulheira, que gradativa e rapidamente diminuiu. – Bom. Gosto assim. Agora, quero todos encostados de costas naquela parede com as mãos atrás do corpo. Todo tipo de objeto quero que seja deixado para trás: serão vocês e as roupas do corpo. E se alguém não entendeu que não quero ninguém aqui cogitando chamar a polícia, vai ter sérios problemas. Compreendido?

Todos manearam a cabeça e, com Zac e Dylan organizando-os e supervisionando-os, colocaram-se de costas colados à parede. Uma vez que todos estavam organizados, deixei Zac para trás com Dylan e segui com Colin e o gerente para a outra ala do banco. O homem ainda tremia e estava branco feito papel.

– Agora. – paramos em frente ao cofre central. – Você vai digitar a senha e colocar sua mão nesse detector. Sem gracinhas. Qualquer movimento suspeito ou desnecessário, já sabe: seus filhos ficarão órfãos.

– Co-como sabe que tenho filhos? – perguntou assustado, empalidecendo mais.

– Não sabia. Agora sei. – apontei minha arma também para sua cabeça e ele vi o suor escorrer de sua testa. – Anda logo.

Ele se virou para o cofre e tremendo, digitou a senha e colocou sua palma para identificação. A primeira vez deu senha invalida. Grunhi e Colin apertou mais a arma contra a cabeça do gerente. Vendo-nos impacientes, digitou novamente. Mais trêmulo ainda, duvidei que a senha fosse desta vez. E sabia que três tentativas erradas, o cofre travava-se e a policia era chamada. Para a sorte do careca, o cofre abriu-se. Pude ouvi-lo respirar de alivio antes de Colin dar-lhe uma coronhada e ele cair desmaiado. Entramos no cofre e começamos a encher os sacos que levamos. Preenchíamos um e jogávamo-lo para fora, ocupando-nos em encher outro.

– Aaron, Colin, andem logo. A policia já foi avisada e está a caminho. Vocês têm dez minutos no máximo. – Nick disse no ponto. Colin parou e me olhou, mas ignorei-o.

– Está parado por quê? Temos ainda tempo para encher mais sacos.

– Cara, já enchemos o suficiente. Não é melhor nos mandarmos agora com folga?

– Se você é bichinha e prefere perder toda a adrenalina e dinheiro, que vá agora. – dei de ombros. Bufou, mas não contestou mais. Ao invés, ajudou-me a encher mais sacos de dinheiro.

– Seis minutos, Aaron! A policia está há dez quadras.

– Hora de nos mandar. – suspirei decepcionado, fechando o saco em minhas mãos. Colin fechou o dele também e saímos do cofre. Pegamos todos e levamos até o saguão principal.

– Foi um prazer passar esse tempo com vocês. – me virei aos civis, que me olhavam com raiva e medo. Muito medo. – Mas tenho compromissos inadiáveis que não me permitem nem saber o nome de vocês. – sorri sarcástico, colocando alguns dos sacos no chão para os outros carregarem. Eles pegaram enquanto dava instruções aos telespectadores.

– Seguinte: nós vamos sair pela mesma porta que entramos. – apontei com a arma. – Se um de vocês tiver a genial ideia de vir atrás de nós, leva chumbo. Compreendido? – todos assentiram e sorri satisfeito.

– Vamos. – Dylan chamou-me e vi que estávamos prontos para partir.

– On-onde está o gerente? – um funcionário, um homem de mais ou menos trinta anos, perguntou. Ri pelo nariz, decidindo brincar um pouco com eles.

– Está tirando um cochilo. Talvez para sempre. E se não quiserem o mesmo destino, sugiro que fiquem quietinhos. – saí deliciando-me com suas expressões de medo.

– A policia está a duas quadras agora. É melhor vocês correrem.

Xinguei baixo e comecei a correr pelos mesmos corredores que viemos, acompanhado de perto pelos meninos. Ouvimos passos perto da saída e saquei minha arma. Virei o corredor e vi dois seguranças correndo em nossa direção. Atirei em um no coração e Dylan em outro na mão, fazendo-o soltar a arma, e no joelho. Abri a porta da saída de emergência, pulando para a rua. Os carros de fuga continuavam ali e jogamos todo o dinheiro nos bancos traseiros, não perdendo tempo para tomarmos o lugar do motorista. Tirei a máscara e deixei a arma no colo, acelerando o carro assim que o liguei. Saímos da viela e vimos às viaturas policiais estacionadas e os policiais saindo de dentro delas. Assim que nos viram, sacaram as armas e começaram a disparar. Acertaram a lateral dos carros de e antes que pudessem conseguir acertar os vidros, disparávamos para longe. Pelo retrovisor, vi-os entrar em seus carros.

– Agora que a brincadeira fica boa. – ri a mim mesmo.

Afundei mais o pé no acelerador e entramos em uma avenida movimentada. Os carros de passeio assustaram-se e cortamos entre eles, deixando-os decidirem qual era a cor do carro enquanto já estávamos à milhas de distância. Um policial conseguiu aproximar-se de mim pela faixa da direita. Sabia que ele não sacaria a arma com medo de ferir algum inocente. Um ônibus estava saindo de uma rua e entrando na avenida a alguns metros a frente da viatura. Uma ideia surgiu-me.

Joguei o carro contra o carro da policia, fazendo-o perder o controle da direção por alguns instantes; instantes o suficiente para que afastasse e deliciasse-me com ele metendo o carro na traseira do ônibus. O carro transformou-se em ferro retorcido e as atenções todas se voltaram para a cena, dando-me oportunidade para escapar calmo. Saí da avenida principal, entrando em ruazinhas segundo o plano de fuga.

– Nick, cadê os garotos? – gritei no ponto por cima do ronco do motor.

– Estão a dez quilômetros à sua frente. Estão chegando na estrada já.

Bufei e acelerei mais. Ouvi o barulho de outro motor, menos potente e forçado ao máximo, atrás de mim. Olhei pelo retrovisor para confirmar minha suspeita de que era uma viatura policial. Ri de escárnio e afundei o pé no acelerador, abrindo margem maior ainda de distancia. Cheguei à estrada e visualizei a minha equipe mais a frente. Duas viaturas estavam em seus encalços também. Aproximei-me do carro de Dylan e abri minha janela, assim como ele a dele.

– Plano E. – gritei. Ele assentiu, entendendo, e passei em sua frente.

As três viaturas estavam próximas, tendo desempenhos melhores do que esperava para latas velhas impotentes. Dylan buzinou duas vezes e todos os nossos carros alinharam-se. Os policiais animaram-se com o ato, pensando ser mais fácil para pegar-nos. Dirigíamos com o pé grudado no acelerador, passando dos duzentos por hora. Buzinei três vezes e Colin, na ponta oeste, entrou bruscamente para a esquerda, invadindo a outra pista. Vi-o sacar a arma e atirar em uma das viaturas. Uma das balas entrou pela janela do motorista e logo o para-brisa por dentro estava ensanguentado. Dylan, quase no mesmo momento, entrou na pista contrária e atirou em outra viatura. O tiro pegou nos pneus e no braço do motorista, fazendo o cara desacelerar e ser acertado pela viatura ensanguentada. Só faltava mais um.

Desacelerei um pouco o carro e fiquei a uma faixa de distância da terceira viatura. Abaixei a janela e o policial saudou-me com tiros. Um pegou na lataria e outro passou voando por meus olhos, estilhaçando a janela do passageiro. Rangi os dentes e atirei também, acertando a lataria e o seu braço na direção. Contorceu-se de dor e aproveitei sua distração para acertar seu tanque de gasolina. Acelerei ao máximo e vi pelo retrovisor o carro explodir e ser tomado pelas chamas. Urrei de alegria e fiz a conversão proibida, juntando-me aos meninos na pista contrária.

– Hoje à noite tem comemoração! Por minha conta! – gritei no ponto e ouvi-os urrarem em êxtase também. Olhei de volta para estrada, vendo o caos que se tornara, e sorri pensando que, essa noite, Lane teria um pouco de diversão também.

Notas finais
Sai-me bem? Gente, estou super nervosa para saber. hahaha. Eu achei que poderia ter feito melhor, mais detalhado e tudo mais, mas é que eu comecei esse capítulo com inspiração e terminei-o meio "escassa" de ideias. teve uma pausa considerável entre o começo e o termino, então isso acaba murchando as ideias mesmo. Quem é escritora sabe: se não aproveita o momento, dificilmente ele volta. Pelo menos, da mesma maneira. Enfim, variei também colocando maior parte do capítulo como POV Aaron. Ficou diferente e eu até curti. E bem, para aquelas que viviam dizendo que queriam ver mais do trabalho dele, aqui está um pouco mais. E para aquelas que dizem querer cenas de Lane colocando em prática o que aprendeu com Caitlin, só digo isto: capítulo que vem. Não percam. Por fim, perdoem-me qualquer erro porque são uma e meia da manhã e minha cabeça está cheia e meus olhos pesando. Então, nada sairia perfeito. Mesmo quando estou acordada pra valer, saiu... E isso é tudo, pessoal. Xoxo P.S. Quero ver a chuva de comentários, ein?