Notas iniciais
Hey! Sei que demorei, por favor não fiquei bravos, amo todos vcs, beijos..! Obrigada por todos os comentários! Eu a-m-o !!!!! Espero que gostem desse capítulo, boa leitura!

_ Você tem que me dar uma razão muito boa para me arrastar até aqui. – Jack diz fazendo careta para o sol, ele as vezes parecia um vampiro por causa dessa aversão a claridade e ao calor, e olha que hoje nem estava tão ensolarado.

Sentei-me na grama e apoiei minhas costas em uma arvore ignorando sua reclamação e Jack se sentou ao meu lado, resmungando.

_ Eu não estou desocupado como você, tenho dever de runas.

_ Ninguém mandou estudar aqueles rabiscos. – respondo dando de ombros e amarrando meus cabelos que estavam voando para meu rosto.

_ O que estamos fazendo aqui afinal? – ele indaga dando um peteleco em uma folha no chão.

_ Vamos começar nossa operação “Torná-lo capitão do time de quadribol impedindo que o atual capitão muito simpático, porém burro, destrua nosso time de vez.”

_ Nome meio grande para uma operação. – Jack comenta tendo a obrigação de sempre contrariar em algo.

_ Bom, o primeiro passo tem que ser com você. Nós precisamos mudar sua imagem para com o time de maneira bem sutil. Mudanças drásticas e brutalidade tendem a assustar as pessoas. – comento puxando minha mochila para apoiar nas costas. Nós estamos em um intervalo depois do almoço e logo nossa aula de Herbologia ia começar, e com um dia desses ficar em uma estufa não era algo muito animador.

_ Como sabe tudo isso? – Jack pergunta franzindo a testa como sempre faz quando está confuso.

_ Aprendi na França. – respondo despreocupada. – Em Beauxbatons existe uma tradição onde uma menina é sempre escolhida para ser a Princesa da escola. No começo isso foi feito para que essa menina servisse de inspiração para as outras, como uma aluna modelo, e que ela fosse a ponte entre as alunas e os professores, trazendo mais harmonia a escola. Mas nos dias de hoje a Princesa era apenas a menina mais fútil e... digamos, patricinha. Sempre mandando em todo mundo, espalhando discórdia e falsidade. Quando eu entrei na escola a princesa era Monique Rosie Léclare, e ela acabou vendo potencial em mim para ser sua sucessora...

_ Ela viu em você uma tirana patricinha em potencial? – Jack repete em um tom incrédulo e eu respondo com uma careta.

_ No começo eu não aceitei, mas depois vi o que isso poderia significar. Eu poderia mudar a escola, e foi isso que fiz quando Monique se formou e eu tomei seu posto, mudei as coisas por lá, mostrei que era muito melhor ter amigas verdadeiras do que falsas, e que fofoca era uma coisa irritante.... É claro que agora tudo voltou ao normal, segundo minha amiga Giulia, mas por um momento eu fiz a diferença.

_ História tocante, mas você não respondeu ainda minha pergunta original. – Jack afirma e eu fecho a cara por alguns instantes, estreitando os olhos e fazendo-o rir.

_ Monique. Ela me ensinou muita coisa antes de ir embora. Ensinou como ser líder, simpática, persuasiva... E agora, eu vou passar meus lindos conhecimentos para você. – respondo forçando uma posse pomposa.

_ Então, você vai me ensinar a ser um capitão repassando os ensinamentos de uma patricinha? – ele diz com uma careta e eu reservo um minuto para pensar no quando Jack distorcia as coisas. – Dispenso...

_ Olha aqui, deixe de besteira. – exclamo irritada, e ele parece gostar disso. – Vamos começar, o primeiro passo é mudar essa sua cara.

_ Não vou passar por nenhuma transformação, se é isso que quer dizer. E muito menos poção polissuco. – Jack diz cruzando os braços e eu reviro os olhos. Por um instante me veio a cabeça a imagem de Jack sentado no meio de um quarto com Lily e Rox cortando seu cabelo e passando maquiagem naquela cara emburrada. – Tá rindo do que?

_ Nada não. – digo risonha e me obrigo a concentrar. – Com “mudar sua cara” eu quero dizer sua expressão. Porque essa expressão fechada, emburrada e irônica sua não é nem um pouco amigável.

_ O que você quer? Que eu sorria a todo instante? – ele indaga sarcástico e então dá um sorriso que acelera meu coração. Jack podia assustar criançinhas no Halloween com um sorriso daqueles.

_ Sorrir, e não parecer um diabrete sinistro! – exclamo fazendo ele fechar a cara. – Sorrir de maneira natural, querendo realmente ser simpático com a pessoa.

_ Eu não sou bom nisso. – ele resmunga olhando um pouco pro céu, para o castelo, para o lago e então se voltando para mim, que o encarava. Jack arqueou as sobrancelhas em dúvida, mas eu continuei encarando ele e sorrindo, sem piscar. – Ah não! Vai começar a me encarar de novo? Fala sério, Dominique! Isso é coisa de criança!

_ Eu sei que você fica incomodado com alguém te encarando. – digo sentindo meus olhos arderem, mas sem piscar. – E enquanto você não der um sorriso, no mínimo digno, eu não vou parar.

_ Eu não vou fazer isso. – ele suspira me encarando de volta. Seus lábios estavam se inclinando levemente enquanto me olhava e eu vi que a causa estava quase vencida.

_ Posso ficar aqui o dia todo Jack... – cantarolo e ele solta uma risada curta e continua me olhando com um sorriso que considero bonito. – Viu só? Não foi tão difícil! – digo vitoriosa piscando algumas vezes. Jack continuou sorrindo e balançou a cabeça. – Agora, próximo passo. Como você age do vestiário?

_ Eu não costumo ficar muito no vestiário. Sempre visto meu uniforme e já desço pro campo, e depois vou vestido para o dormitório tomar banho por lá mesmo. Só entro no vestiário mesmo em dias de jogo e quando o capitão quer ensinar alguma nova tática, que é sempre estúpida. – ele responde com um pouquinho de raiva.

_ E deixe-me adivinhar, quando está no vestiário você senta em um banco, encosta a cabeça na parede e fica pedindo a Merlin para aquilo acabar rápido. – comento junto com um suspiro.

_ Você me conhece bem Dominique, estou impressionado. – ele exclama sem emoção e eu bufo.

_ Jack, o vestiário é um dos melhores lugares para se socializar. É ali que acontece a maioria das brincadeiras, e dinâmicas, e conversas! – digo exasperada. – A partir de hoje você vai se trocar no vestiário e mostrar esse tanquinho para todos seus colegas, e vai chegar com um sorriso, cumprimentar todo mundo, e conversar! Mostre que você é legal! E quando o capitão mostrar táticas novas, ao invés de ficar vegetando você vai participar, dar dicas, sugestões. Assim os outros jogadores vão perceber que você tem boas ideias de uma maneira sutil, e logo você estará sendo o capitão.

_ Isso parece um processo muito lento. – Jack diz se levantando e esticando as costas. – Se eu for me tronar capitão, precisa ser antes do começo dos jogos, senão não adianta.

_ E quando é isso? – indago aceitando sua mão para me ajuda a levantar da grama. Pego minha mochila e começamos a andar para o castelo.

_ Daqui a duas semanas.

*

*

Porque será que colocam plantas carnívoras na frente de pobres alunos e acham que vai ficar tudo bem?

Bom, eu não sei, só sei que não ficou nada bem! E agora ao invés de ir para a aula de Feitiços eu estou saindo da enfermaria com a mão atada, por causa de uma maldita mordida. Ser mordida por uma planta! Seria cômico se não doesse tanto!

_ Dominique, gatinha. – sinto alguém abraçar meu ombro mas pelo tom galanteador da voz eu já até sei quem é. – Como vai docinho?

_ Bem melhor antes de ouvir esses apelidos. – respondo risonha e me desvencilho de Anthony. – Não devia estar na aula Zabini?

_ Oh não! Eu estou tendo uma terrível crise de gastrite! – ele exclama apertando a barriga e fazendo cara de dor.

_ Você é um canalha! – exclamo rindo mais ainda.

_ Bom, se eu não fosse canalha eu não estaria aqui agora falando com você meu anjo! – Anthony responde voltando a abraçar meu ombro. – E eu queria mesmo falar com você, ou se esquecer da nossa “operação cupido”?

_ Não, não esqueci. – digo voltando a tirar seu braço do meu ombro. – Na verdade, bem que podia acontecer hoje...

_ Nossa, que rápida... Gosto assim! – ele sussurra no meu ouvido e eu reviro os olhos. – Enfim! Qual é o brilhante plano Miss Weasley?

_ Nós vamos fazer a coisa mais antiga, clichê, arcaica, idiota... e com 99% de chances de dar errado da história dos planos de cupido! – digo girando o corpo e parando na frente dele sorrindo, enquanto Anthony arqueia as sobrancelhas.

_ Não me parece muito bom... – ele resmunga.

_ Temos que escrever duas cartas, marcando um encontro a noite. Então nós os jogamos dentro de um armário de vassouras e os deixamos lá até o amanhecer. – explico pensativa. – Vamos precisar de ajuda... Vou chamar a Lily...

_ Porque vai chamar a mini Potter? E que porra de plano é esse Dominique? – Anthony indaga exasperado.

_ Acredite Anthony, é mais complicado do que parece. E vamos deixar Scorpius e Rose trancados em um lugar pequeno e fechado por um noite... Pense... ou eles vão se matar, ou vão se resolver de vez! – respondo revirando os olhos. – E quanto a Lily, eu preciso de alguém que fique próximo de Rose, e Lily acabou de terminar o namoro, precisa focar a mente em algo produtivo.

_ Eu não chamaria esse plano de produtivo. – Anthony diz suspirando. – Mas eu concordo com ele. Afinal, o que eu não faria por você florzinha?

_ Você realmente precisa mudar esses apelidos.

*

*

_ Domi? Anthony? O que fazem aqui? A professora disse que é urgente, fiquei preocupada, vocês estão bem? Merlin! O que houve com sua mão? – Lily tagarelou assim que saiu da sala e nos encontrou no corredor. Nós decidimos agilizar o plano e como Lily ainda estava em aula Anthony deu um jeitinho de tirá-la da sala. E com jeitinho eu digo mentir descaradamente e sem um pingo de remorso.

_ Mordida de planta carnívora, nada de mais. Precisamos de sua ajuda. – digo puxando ela pelo braço com Anthony ao nosso encalço. O castelo estava praticamente vazio pelos corredores porque as últimas aulas ainda estavam acontecendo, portanto chegamos rapidamente a biblioteca.

_ Planta carnívora, meu Merlin, que horror! – Lily exclama afobada pela caminhada onde ela foi sendo puxada. – E porque minha ajuda? O que aconteceu? Tem haver com Anthony? Vocês estão tendo um caso? Porque não seria muito bom... – ele diz a frase final bem baixinho só para eu ouvir, mas falha e Anthony a olha com a sobrancelha erguida. – Porque estamos na biblioteca?

_ Meu Merlin! Você não vai parar de fazer perguntas menina? – Anthony indaga se jogando em uma cadeira e olhando incrédulo para Lily. A ruivinha apenas cruzou os braços e se sentou na cadeira em frente a ele.

_ No momento que eu obter as respostas eu paro com as perguntas, menino. – Lily responde estreitando os olhos.

_ Ok, é o seguinte Lily. – digo me sentando na ponta da mesa. – Anthony e eu decidimos nos unir para fazer com que Rose e Scorpius fiquem juntos, de uma vez por todas.

_ Uma operação cupido! – Lily exclama e eu me divirto com a expressão de desespero de Anthony.

_ Isso. E é para isso que queremos sua ajuda. – acrescento e vejo o sorriso de Lily se ampliar.

_ Será IN-CRI-VEL! – ela diz animada. – Eu quero tanto que aqueles dois fiquem juntos logo! É um saco ter que ouvir Rose falando sobre Scorpius o tempo todo! Quando eles brigam ela faz questão de revisar toda a briga e depois fica resmungando... E quando Scorpius sai com uma menina? Rose fica doida, xingando Scorpius por todo o dormitório! E chorando... coitadinha...

_ E eu pensei que só Scorpius fosse assim! – Anthony diz suspirando. – É oficial! Aqueles doidos são almas gêmeas.

_ Ok, mas para a primeira parte do plano precisamos escrever duas cartas. Uma endereçada a Scorpius com o nome de Rose, e uma endereçada a Rose com o nome de Scorpius. – digo enfiando minha mão não-machucada dentro da mochila e procurando algum pergaminho limpo. Mas só achei pedaços e rabiscos. – Alguém tem pergaminho?

_ A biblioteca tem rolos em branco do canto da quinta prateleira. – Anthony responde antes que Lily diga algo. – Ficam lá para que se algum aluno precisar... Mas quase ninguém usa.

_ Nunca soube disso. – Lily comenta surpresa. – Como você sabe? Passa muito tempo aqui na biblioteca? – indaga confusa.

_ Passo um tempo considerável. – Anthony diz encostando-se à cadeira. – Mas não é bem “estudando”... entende?

_ Que nojo Anthony! – Lily exclama.

_ Diz isso porque nunca deu uns amassos atrás das estantes! – Anthony retruca com um sorriso malicioso. – Se quiser um dia te mostro a adrenalina... soube que está solteira.

_ Não, obrigada. – Lily responde. – E eu não estou solteira, eu... Hugo e eu só... estamos dando um tempo...

_ Claro! – Anthony diz se levantando e indo, provavelmente pegar os pergaminhos.

_ Eu sei por que me chamou. – Lily diz sorrindo docemente para mim. — Quer que eu me distraia... Obrigada Domi!

_ Não é nada, eu realmente preciso de você. – digo retribuindo o sorriso. – E não se preocupe com Anthony... ele é meio idiota as vezes, mas parece ser um rapaz legal.

_ Que Molly nunca te ouça falando isso. – Lily diz como se falasse uma prece. Minutos depois Anthony chega com alguns rolos de pergaminho e uma marca de batom no pescoço fazendo nós duas bufar.

_ Fala sério Anthony! – exclamo puxando os pergaminhos e abrindo minha caneta tinteiro. Anthony apenas deu de ombros e limpou o pescoço com a ajuda do espelho de bolso de Lily, que o olhava com repreensão. – Ok... Querida Rose...

_ Dominique, Scorpius nunca começaria uma carta para Rose com “Querida Rose”! Ele é um idiota que esconde os sentimentos e depois fica me fazendo de terapeuta esqueceu? – Anthony interrompe tomando a caneta de mim. – Vamo escrever... “Cara Weasley..”

_Não! Muito frio, assim Rose nunca vai seguir nada que estiver escrito! – Lily exclama tomando a caneta de Anthony. – Escreveremos apenas “Rose..”, simples e funcional!

_ Muito bem... “Rose... Sei que nós não temos a melhor das relações, mas também não podemos negar que há algo acontecendo conosco. Não sei explicar, estou confuso, e queria conversar com você. A sós, hoje à noite, no corredor do segundo andar. Estarei te esperando as 22:00. Scorpius.”

_ Ficou muito gay. – Anthony opina e nós duas o encaramos. – O que é? Só estou dizendo a verdade!

_ Para mim ficou perfeito. Não diz muito, deixa varias coisas em aberto e vai direto ao ponto sem enrolação. – digo revisando o bilhete.

_ Do jeito que Rose é curiosa, ela vai com certeza. – Lily diz pegando o bilhete e o dobrando.

_ Entregue e diga que Scorpius estava muito nervoso quando pediu que lhe desse o bilhete. – recomendo a Lily e ela afirma com a cabeça animadamente. – Agora o bilhete de Rose...

_ Agora você coloca “Malfoy..”, porque se colocar Scorpius em um bilhete o loiro não vai acreditar. – Anthony diz se inclinando na mesa. – E diga que ela precisa da ajuda dele.

_ E porque isso? – Lily indaga.

_ Porque Scorpius nem vai pensar duas vezes se ler que Rose está precisando dele. – Anthony afirma balançando levemente a cabeça.

_ “Malfoy... Eu preciso de sua ajuda, e saiba que é algo sério, e só confio em você...

_Rose nunca diria que confia no Scorpius. – Lily corta.

_ Nisso eu concordo com a ruivinha. – Anthony afirma.

_ Ótimo... – resmungo trocando de pergaminho.

*

_ Vocês entenderam direito não é? – indago pela terceira vez.

_ Dominique não somos burros! – Anthony exclama girando o bilhete entre os dedos. – É só entregar a carta.

_ E garantir que eles venham para o corredor. – Lily acrescenta.

_ E estar no local marcado para empurrá-los no armário e tranca-los. – finalizo ajeitando minha mochila nas costas que fazendo uma careta para minha mão enfaixada.

_ Isso vai ser incrível! – Lily exclama dando um pulinho animada e indo embora a passos rápidos pelo corredor.

_ Tem certeza de que ninguém acertou um feitiço de animar dessa menina? – Anthony pergunto vendo a ruivinha desaparecer pelo corredor.

_ Deixe de bobagem Anthony... E não faça besteira! – alerto começando a andar e ele bufa abraçando meus ombros como sempre.

_ Domi meu amor, Anthony Zabini nunca faz besteira. – ele diz estufando o peito.

_ Há controvérsias! – respondo rindo e nós viramos o corredor dando de cara com Fred e James que vinham correndo.

_ Hey texuguinho, como vai? –Fred pergunta afobado enquanto James se apoia na parede respirando fundo e nós olhando com um ar confuso.

_ Agora que está em boas mãos eu vou indo gatinha! – Anthony diz me dando um beijo estralado na bochecha e indo embora acenando para meus primos.

_ Gatinha? – Fred repete com um sorriso malicioso. – Dominique nique nique... arrasando corações...

_ O que houve com sua mão? – James pergunta cortando a zoação de Fred.

_ Planta carnívora. – respondo dando de ombros e o mais fria possível, eu não ia mais ficar dando crédito a James depois que ele foi estúpido com Jack. – E vocês..? Porque estão ofegantes?

_ Longa história. – Fred diz. – Mas foi bom nos encontrarmos, porque temos que combinar o trabalho de hoje.

_ Trabalho de hoje? – repito confusa e James parece estar no mesmo estado.

_ Adivinhação, estrelas, mapas, trabalho, trio... – Fred diz aleatoriamente para lembrarmos. – A Torre de Astronomia está liberada para os alunos hoje, e acho que seria uma boa ir.

_ Hoje a noite? – gemo encolhendo os ombros. – Que horas exatamente?

_ Porque? Têm planos para hoje a noite? – James pergunta arqueando as sobrancelhas.

_ Por acaso eu tenho sim James. – respondo rispidamente. – Mas não se preocupe, eu vou. Encontro com vocês na escada da Torre hoje a noite.

_ Ótimo. – James diz.

_ Ótimo! – rebato estressada.

_ Ook... isso será... interessante! – Fred diz olhando de mim para James e depois abrindo um sorriso enorme.

Notas finais
E então..? O próximo capítulo vem em breve... James vai aparecer bastante nele!!!! Esperando comentários, beeijos