Stormy Night

1 Noite Chuvosa


Notas iniciais
Olá, gente linda!
Essa é só uma pequena coisinha bobinha que eu escrevi no meu tempo livre com uma personagem original.
Espero que gostem!

A garota foi despertada abruptamente por um barulho alto. Os olhos dela se arregalaram e ela sentiu falta de ar. Mariah olhou em volta, vendo Quil dormindo pacificamente ao lado dela, antes de ouvir o mesmo barulho novamente. Era um trovão. Estava havendo uma tempestade lá fora.

Mariah grunhiu suavemente, levando as mãos aos ouvidos. Ela fechou os olhos com força, sentindo o coração disparar. Ela absolutamente odiava tempestades; raios e trovões eram suas coisas menos favoritas.

Outro trovão pôde ser ouvido, mesmo que ela tivesse coberto os ouvidos. A garota virou-se para o travesseiro, escondendo o rosto ali. Ela rezou para que a chuva acabasse logo — o que provavelmente não aconteceria — enquanto choramingava toda vez que ouvia o barulho alto.

Alguns minutos se passaram e ela se sentiu cada vez mais desconfortável; mas esse sentimento desapareceu repentinamente quando ela sentiu uma mão acariciando seus cabelos. Ela soube instantaneamente que era Quil, ele sempre a fazia se sentir melhor, não importava a situação. Mariah permaneceu com os olhos fechados por mais alguns segundos antes de abri-los novamente, lentamente tirando as mãos dos ouvidos enquanto virava o rosto, deixando o travesseiro para encarar um Quil cansado e preocupado.

— O que aconteceu? — ele perguntou, gentilmente pegando a mão dela.

Mariah tremeu um pouco quando ouviu outro trovão. — Eu não sou fã de tempestades. — ela disse envergonhada, com um sorriso fraco no rosto.

O rosto de Quil suavizou, vendo que não havia perigo real, mas a preocupação ainda estava em seus olhos. — Venha aqui. — ele disse, puxando-a para mais perto dele. Mariah alegremente deitou-se no peito de Quil, sentindo seu calor confortável enquanto ele passava os braços em volta da cintura dela.

— Eu sei que é idiota. — ela murmurou, lembrando-se de todas as vezes que sua mãe havia deixado claro que ter medo de algo tão simples como a chuva era estúpido.

— Não é idiota. — ele começou a acariciar sua cintura levemente. — Está tudo bem em ter medo, mas eu quero que você saiba que nada irá machucá-la. Nem essa tempestade, nem nada.

Mariah assentiu, sorrindo um pouco com isso. Ela se sentiu bem porque, pela primeira vez, seu medo não foi tratado como algo estúpido; ela se sentiu bem por estar nos braços de seu amado. Estranhamente, Quil sempre a fazia se sentir segura. Sempre. De alguma forma, estar com ele era como se a tempestade não importasse mais.

Notas finais
É bem curtinho e bobinho, eu sei.
Mas espero que tenham gostado!
Você chegou ao fim do livro. Parabéns!