Stop!

1 One-Shot - Stop!


Notas iniciais
Espero que goste, Hadezinha! *-*

- Yagami-kun... – chamou-me uma voz que eu reconheço em qualquer lugar, principalmente porque ele é o único que me chama assim – Yagami-kun... – tornou a chamar-me

- Sim, L? – indaguei com um suspiro levantando a cabeça para olhá-lo – Que houve?

- Vamos comer bolo? – viciado em doces... bem, acho que não tem problema, não é mesmo?

- Tudo bem. – suspirei derrotado – Vamos lá... – levantei-me

- Vai querer que bolo? – perguntou ele pegando o celular de seu jeito único – Vamos ficar aqui, peço para o Watari nos trazer bolo! Vou querer... Bolo de Morango, e você?

- O mesmo. – respondi sentando-me novamente, mas dessa vez no sofá – Mas não acho que você vá pedir só um bolo de morango, não é mesmo? – ele riu

- Não mesmo. – Watari pareceu atender – Watari, traga... – pensou por um instante – Cinco pedaços de bolo de morango (se não quiser trazê-lo completo), chocolate quente (bem doce), barras de chocolate e torta de morango. – depois de algum tempo ouvindo ele respondeu – Sim, para mais de uma pessoa. – e, dito isso, desligou – Bem, daqui a meia hora ele traz tudo! Vamos jogar alguma coisa?

- Tudo bem... O que? – perguntei pensando em que poderíamos jogar, mas ele já parecia ter pensado em algo

- Stop! – ele respondeu prontamente – Iremos jogar “Stop!”, fique aqui, vou pegar papel e caneta.

Olhei melhor ao redor, ali, na sala de seu apartamento, havia cadernos e canetas aos montes... Para que ele foi buscar?

Isto me lembrou de quando ele me convidou...

Flashback On

- Yagami-kun...? – chamou-me uma voz entediada – Yagami-kun! – tornou mais persistente

- Sim, L? – indaguei olhando para ele

- Vamos ao meu apartamento? Tem tempo que não fazemos nada juntos! – ele está brincando, né? EU FUI LÁ ONTEM! – Não neste apartamento – ele lê mentes? – Estou falando do outro apartamento, o que eu construí. – ele explicou

- Ah... Bem, tudo bem, né? – concordei – Desde que não me faça te ajudar nos seus casos. – suspirei

- Tudo bem, Yagami-kun. – ele sorriu – Estou de folga, tenho nenhum trabalho por um tempo.

Flashback Off

- Voltei! – disse L voltando para a sala com uma sacola – Aqui tem tudo que precisaremos.

- Nossa, para que tanta coisa? – perguntei reparando no tamanho da sacola – Aí não tem só papel e caneta, já que aqui está cheio de cadernos e canetas.

- Não mesmo. Teremos uma regra no Stop! – ele sorriu – Aquele que terminar depois terá que fazer algo que o outro mandar.

O-oh, acho que vou me dar mal nisso. Mas, não consigo recusar um desafio, então entrei nessa. Ele entregou-me um caderno, duas canetas, um lápis, uma régua e uma borracha e pegou o mesmo para si próprio.

- Nome, animal, planta, comida, fruta, carro, objeto, lugar, livro e filme. – ele ditou as categorias escrevendo tudo rapidamente.

Copiei tudo e começamos. Hm... saiu K. Comecei a escrever correndo, mas...

- Acabei! – exclamou ele pouco depois – STOP!

- Já?! – indaguei assustado – Você escreve muito rápido, nem parece o estranho de sempre. – impliquei

- Você que é lerdo. Mas, vejamos... sua punição será ficar preso comigo o dia todo! – falou pegando na sacola uma algema com uma corrente maior que a normal – Coloque no seu pulso esquerdo. – me entregou uma das argolas.

Prendi ao meu pulso esquerdo e ele fez o mesmo com seu direito. Começamos de novo. S. E, novamente, perdi.

- Desta vez quero que ponha isto daqui. – me entregou uma tiara de... empregada. – Sua sorte que o vestido é muito pequeno para você... mas depois eu dou um jeito nisso.

Corando, eu coloquei a tiara. Fomos de novo. B. Desta vez eu ganho!

Só se for em sonhos, né?

- Acabei! STOP! – ele comentou feliz – Vejamos... desta vez eu quero que você feche os olhos e não me empurre.

Fechei os olhos como ele mandou, e só percebi que ele havia se aproximado ao sentir seus lábios sobre os meus fazendo uma pressão para que eu deixasse sua língua entrar.

Meio que automaticamente, eu dei a permissão para aprofundar o beijo. Era a primeira vez que eu beijava um cara... era a primeira vez que sentia algum sentimento ao beijar alguém.

Afastamos-nos por falta de ar. Nem percebi quando que fui deitado ao chão ou mesmo quando pus minhas mãos uma em seu cabelo e outra em sua nuca. Muito menos quando que uma das mãos do L veio parar em minha cintura ou quando a sua outra mão foi para minhas costas me puxando para mais perto. Mas isto aconteceu.

Ele me puxou para outro beijo de tirar o fôlego. Desta vez eu percebi-me brincando com seus cabelos. Percebi também que ele me puxava para ainda mais perto dele, o que deveria ser impossível.

- Te amo. – ele me disse. E parecia ser verdade, não era de seu jeito entediado de sempre – Te amo, Raito-kun! – repetiu

- Também te amo. – respondi corado, mas de um jeito sincero – Eu também te amo... Ryuzaki.

Notas finais
Deixem reviews, por favor! *-*
Você chegou ao fim do livro. Parabéns!