Steve in Aether
1 Prólogo
Notas iniciais
- Steve, vamos querido! O Reino dos Frangos nos aguarda para a visita de seu novo colégio. – Rosalie, mãe de Steve, diz apressando seu filho.
- Tudo bem mãe. Herobrine, vamos logo! – Steve fala, apressando seu amigo.
Logo todos adentram o carro, Herobrine sente um puxão no corpo e fica assustado, com um mau pressentimento sobre a viagem, porém não diz para a mãe ou o pai de seu amigo. A viagem foi programada a mais de um ano.
- Reinos dos Frangos, estamos indo! Todos animados para a viagem? – Notch, pai de Steve, pergunta para a família e o amigo de seu filho.
- Sim! – Todos gritam em coro, com um sorriso gigante no rosto.
Logo o carro da partida e começa a se distanciar da pequena e pacata cidade de Elmville, deixando para trás muitas coisas... Realmente deixando para trás...
- Pai, vamos demorar cerca de quanto tempo para chegarmos ao Reino? – Steve pergunta.
- Cerca de dois dias, mas com as paradas irá demorar de três a quatro dias. Vai ser uma viagem demorada, nós avisamos vocês dois. – Notch fala explicando á seu filho.
A longa viagem começa calma pelas longas e estreitas ruas da cidade Elmville, mas logo passa a ser mais rápida e com mais raiva.
- Mas eu estou falando com você! Não vem querer dar uma de vitima que eu vi tudo! – Rosalie gritava no carro com Notch, que logo ficava com raiva de sua esposa e descontava tudo no acelerador.
- Deixe-me concentrar no volante que depois você vem falar bosta para mim, mulher. – Notch tentava manter a calma perto de seu filho e o amigo dele, mas às vezes não conseguia.
Os dois logo param de discutir e param em um posto para dormir, a noite já pairava sob o brilhante céu da divisa entre Townkown e ChiKow, mas Herobrine continuava com o pressentimento... Algo ruim estava acontecendo ou iria acontecer. Apenas isso ocupava os pensamentos do garoto.
- Brine, você está bem? A viagem inteira você não falou nada, só ficou olhando o céu pela janela... – Steve pergunta a seu amigo, preocupado com o mesmo.
- Sim, mas estou com um pressentimento ruim sobre essa viagem... Não sei ao certo o porquê, mas acho que algo ruim irá acontecer conosco. – Herobrine fala, sem muitos detalhes, sobre o que estava pensando á Steve.
- Fiquem quietos garotos, estamos tentando dormir. Ainda temos longos dias de viagem pela frente. – Rosalie fala irritada.
Logo os dois adormecem também, e só acordam com o barulho do carro sendo ligado e começando a andar pela avenida.
- Mãe, estamos com fome! – Steve diz para Rosalie, falando dele e de Herobrine.
- Tem pão, bacon e água ai atrás. É só dar uma procurada nas sacolas de compra que vocês vão conseguir achar, mas as cervejas são para mim. – A mãe de Steve diz para os garotos, logo tomando direto duas latas de 500 ml de “Kijumal” que é uma cerveja com 95% de Alcool, deixando Notch preocupado.
Depois da mãe de Steve beber duas latas de 500 ml e ter deixado Notch preocupado, Steve teve um pressentimento estranho. Como se seu amigo estivesse passando mal, Herobrine tinha lindos olhos verdes e claros. Steve perguntou a Herobrine:
-Herobrine o que está acontecendo está passando mal?- Em seguida Herobrine responde com fraqueza na voz:
-Está parecendo que meu corpo está sendo apertado... Tudo dói... — Steve achou estranho o que o amigo disse, então falou para Notch e o mesmo também estanhou.
Depois disso ficaram em seu hotel: Os dois meninos jogando, Rosalie e Notch estavam assistindo TV, logo os braços de Herobrine começam a sangrar... Como se algo estivesse cortando-os. Herobrine achou estranho, mas logo parou de sangrar então foram dormir.
No dia seguinte, Steve teve a ideia de ir à praia, os pais de Steve concordaram e logo Notch diz animado tentando animar a família:
- Arrume-se para nós irmos á praia! Levem refrigerantes, hambúrgueres entre outras coisas.
Mas quando Herobrine entrou na água, foi novamente cortado... Só que foi cortado na perna direita e acabaram vindo muitas ondas ao mesmo tempo fazendo Herobrine ser jogado na areia assim o desmaiando. Quando Herobrine acordou, estava no hospital e ainda estava em recuperação, pois tinha bebido muita água salgada. Depois do que aconteceu a mãe de Steve começou a ficar tonta e enjoada, então foi dormir. Herobrine estava muito assustado, pois os acontecimentos não eram normais e logo Herobrine recebeu alta fazendo todos ir para a casa... Mas o pior acabou acontecendo: Um tornado se formou levando muitas coisas para longe, Herobrine foi jogado no mar da praia e se afogou. Enquanto isso a mãe de Steve foi jogada em um prédio e Steve e Notch foram levados pelo tornado por 5 minutos, o tornado era fraco e só levava pessoas, não conseguia levantar nem motos.
Então Steve e Notch caíram, quando olharam para a praia o corpo de Herobrine não estava mais lá, então quando olharam para o maior prédio viram Herobrine... Mas quando avistaram Herobrine, o mesmo estava sem as pupilas dos olhos e os dois estavam completamente brancos... Brancos como a neve e brilhantes como um carro limpo. Ele de repente sumiu e soltou partículas roxas no ar e Steve junto de Notch foram correndo para o prédio e lá estava Herobrine, mas estava sério... Não queria falar e Steve e Notch sentiram uma força estrema vindo dele, que estava em outro prédio. Em seguira foram correndo pegar a mãe do Steve que estava desacordada, mas estava bem e foram para o Hotel fazendo Notch ficar pensativo...
Quando aquele tornado atacou, Notch viu de longe algo muito estranho... Algumas pessoas de preto com as mãos para o alto e falando algo, então Notch escutou explosões: Quando abriu a janela, Herobrine estava arrasando tudo! Destruía tudo que estava em sua frente, ele podia levantar carros com apenas um dedo, podia botar fogo, explodir coisas, e até mesmo se tele transportar. Notch e Steve sentiram algo em seu corpo como se fosse um poder... Eles eram deuses! Notch, Steve e Herobrine! Eles tinham forças inigualáveis, mas com poderes diferentes. Logo uma luta iniciou, todos podiam voar e logo a luta passou a ser no céu. Grandes trovões, muitos clarões e um barulho muito alto aconteciam a cada soco que um deles dava, cada soco podia destruir três prédios e estavam lutando sem parar.
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