Stepfather

13 Passeio: Oh, droga...


Notas iniciais
Hey, pessoal!!! Mil desculpas pela demora quase eterna haha Ultimamente ando com pouca criatividade e passei quase uma semana tentando finalizar esse capítulo, sério. Mas aí está... Boa leitura!!!

Algumas semanas depois...

P.O.V Da Sam

Já se passava das 13h:30min da tarde, minha mãe e o Benson estavam discutindo. Era a primeira briga entre eles, nem quando eram namorados ou noivos eles costumavam brigar. E eu sempre achei até estranho, um casal que nunca briga, ou discute por bobagens de vez em quando.

Abri mais um pacote de Doritos e continuei ouvindo minha mãe gritar histérica. Eles estavam na sala e eu estava escondida ouvindo tudo perto da escada, só ela gritava e o Benson se mantinha controlado, ouvindo calado.

— Vou descer do salto e quebrar a cara daquela loira sebosa, juro por Deus! A sua secretária não passa de uma qualquer, uma mulherzinha vulgar, que dá em cima de você e você finge que nada está acontecendo. Como pode ser tão tapado, Fredward? Por quê foi contratar aquela vadia? Homens são todos iguais, não podem ver um belo decote... Mas isso não vai ficar assim, eu não vou deixar aquela vagabunda desfilando pelo seu escritório, exibindo aquele decote exagerado e respirando o mesmo ar que você. Aquela mulher é o corpo e a cara da Scarlett Johansson, como quer que eu fique tranquila com isso? — Esbravejou furiosa, batendo o pé no chão e batucando no peito dele com dedo o indicador.

E o Benson apenas checou a hora no relógio de pulso, olhou pra ela que estava quase se descabelando, tudo por causa de ciúmes.

Tem coisa mais patética que isso?

— Já acabou com o seu chilique? Porque tenho um compromisso e não gosto de desmarcar, você sabe disso. Não tenho tempo para esse tipo de coisa, é bobagem. Sério, não sabia que você era tão ciumenta e insegura. A senhorita Anderson é apenas minha secretária e eu a respeito, jamais a contrataria com segundas intenções. — Disse com a voz firme, num tom alto, porém, controlado. — E aliás, por quê eu teria um caso com minha secretária? Afinal, tudo que eu quero e preciso, tenho em casa! — Afirmou com convicção.

Aquilo me incluía.

— É um alívio ouvir isso da sua boca, sou sua esposa e quero continuar sendo a única mulher na sua vida. E hoje é Sábado, que compromisso você tem? — Cruzou os braços, ainda zangada.

— Prometi a Sam que a levaria para passear, ela quer ir ao Shopping, amor. Disse que queria comprar algumas coisinhas. — Respondeu com naturalidade.

— Ah, é mesmo... A Sam já tinha comentado comigo e eu esqueci. — Falou dando uma risada e tapinhas na testa.

Ri baixinho e saí depressa dali do meu esconderijo, indo para o meu quarto. Descartei a embalagem de Doritos na mini lixeira, num cantinho do quarto. Entrei no banheiro e lavei as mãos, troquei de roupa e peguei uma pequena bolsa transpassada, calcei meu Ankle Boots marrom-avermelhado e joguei um gloss, um lápis de olho, meu espelho e minha carteira dentro da bolsinha preta.

Fiz uma trança rápida, simples e soltinha estilo despojada, passei perfume e vesti uma jaqueta cor de vinho de couro sintético. Enfim, estava pronta. Pronta para ter uma tarde inteira ao lado do meu querido padrasto sexy...

— Sam? — Ele chamou batendo na porta do meu quarto.

— Só um momento... — Falei dando uma última olhada no grande espelho, sorri satisfeita e fui abrir a porta.

Assim que abri, o Benson sorriu e me secou descaradamente. Pisquei pra ele, sorrindo maliciosa e saí andando na frente, rebolando, sabendo que ele me seguia olhando para a minha bunda.

A minha calça Skinny azul favorita valorizava minhas pernas e bunda, sempre me senti sexy usando ela.

Descemos e minha mãe não estava mais na sala, com certeza foi para a sua própria sauna ou estava ligando para o seu massagista indiano ou seria tailandês? Não faço ideia, tanto faz...

Minutos depois...

— Quantos carros você tem, cara? — Perguntei incrédula, olhando para a Ferrari vermelha, modelo 2016.

— Tenho essa belezura, uma Lamborghini, um Maseratti, um Audi RS5 e um Bentley, modelo 2014. Também tenho motos, uma Harley-Davidson, uma Yamaha e uma Suzuki, e tenho algumas lanchas, um Iate e um jatinho. E pretendo comprar uma Bicape, uma mini-van, um Trailer-casa móvel, um Jipe e um ônibus. — Tagarelou o idiota, se gabando.

E eu revirei os olhos, forcei um sorriso e perguntei.

— Um ônibus? Pra quê? Você é louco! — Comecei a rir.

— Vou doar o ônibus para o acampamento de verão que sua mãe vai organizar anualmente, para o Camp Boys Vs Girls — Contou.

— Odeio acampar, uma vez a Pam me obrigou a passar as minhas férias inteiras acampando, dividindo a barraca com duas garotas super chatas e nerds que só sabiam falar de insetos, ursos e plantas. — Falei chateada só de lembrar.

— Com certeza foram férias inesquecíveis... — Debochou, rindo.

— E foram, meus amigos e eu obrigamos todas as garotas chatas e patricinhas a comer minhocas, insetos nojentos e frutinhas gosmentas. — Contei relembrando, fazendo-o rir da minha travessura.

— Você também é patricinha, deveria ter sido obrigada a comer esses bichinhos também! — Acusou, me deixando um pouco chocada.

Eu? Patricinha? Nunca! Prefiro morrer...

— Não sou patricinha coisa nenhuma. Quer saber de uma coisa? Isso tudo é culpa da minha mãe e eu cansei de usar essas roupas de patricinhas, de ser a princesinha que ela quer. Participei de milhares de concursos de beleza, a Pam sempre me obrigou a fazer o que eu não queria. E já estou farta disso tudo! Vou renovar meu guarda-roupa, investir no meu próprio estilo e parar de fazer tudo que minha mãe quer! — Falei decidida.

— Se é o que quer, tem o meu apoio! — Disse me encorajando.

— Vamos lá Freddittos, quero estourar o meu e os seus cartões de créditos, mas vai ser por uma boa causa. — Afirmei.

— Como quiser, baby! — Concordou rindo.

Já estávamos no seu carro, indo para o Shopping.

— Está mesmo tendo um caso com sua secretária? — Perguntei só por curiosidade, mudando de assunto.

— Então, você estava ouvindo a sua mãe surtando comigo... — Concluiu, fugindo da minha pergunta.

— Era impossível não ouvir os gritos dela. — Retruquei e ele mordeu o lábio inferior e tive vontade de pular para o seu colo e agarrá-lo ali mesmo, com o carro em movimento.

— Respondendo a sua pergunta, eu não tenho outra amante. — Disse com firmeza.

Não pude deixar de sorrir, eu era a sua única amante, então? Oh, meu Deus! Mesmo aquilo tudo sendo errado, eu não conseguia sentir remorsos por eu estar tendo um caso com o marido da minha mãe.

[...]

— Ele vai entrar comigo. — Avisei para a moça que estava me atendendo.

O Freddie estava segurando algumas roupas que escolhi para experimentar e eu queria muito que ele entrasse comigo no provador.

— Hum... Tudo bem! — Ela olhou para ele desconfiada.

— Ele é meu estilista e é gay. Muito gay mesmo! — Menti apontando para o moreno que me lançou um olhar mortal, mas forçou um sorriso para a moça, assentindo.

— Certo, podem ficar à vontade. Se precisarem de qualquer coisa, me chamem. — Disse indicando a última cabine, a única desocupada.

— Vamos, Fredbi, estou louca para experimentar a calça preta de couro. — Me empolguei, o puxando.

Ele resmungou emburrado por eu ter o chamado de "Fredbi" e me seguiu para o provador.

Nos tranquei dentro daquela cabine lilás espaçosa, pendurei as roupas ocupando os quatro ganchos e tirei minha jaqueta jogando-a em cima dos dois banquinhos marrons, acolchoados e aveludados.

— Gay? Sério, isso? Oh, loirinha, você está mesmo brincando com fogo... — O Benson sorriu, malicioso, me empurrando contra a parede do provador com revestimento de madeira lisa, impecável.

— Era o único jeito para você poder entrar aqui. — Falei retirando sua jaqueta depressa, expondo sua camiseta cinza.

Comecei a brincar com o zíper e os botões de sua calça jeans, tocando de leve no seu volume natural, fazendo-o ficar excitado.

— Sam... — Meu apelido soou como um rosnado saindo daquela boca pequena, rosada e convidativa.

— O que foi, Freddinho? — Perguntei inocentemente, desabotoando sua calça e descendo o zíper.

Antes que eu partisse para o meu próximo movimento, ele me agarrou, pressionando nossos corpos e agarrando meus pulsos, levando-os para o alto, prendendo-os acima da minha cabeça.

Seus lábios se chocaram contra os meus, famintos e vorazes. E sua língua invadiu a minha boca com rapidez, e ele chupou a minha lentamente. Retribuí seu beijo prontamente, nossas línguas pareciam travar uma batalha por domínio.

Assim que ele largou meus pulsos, eu agarrei seus cabelos. Prendendo os fios entre meus dedos, os puxando sem nenhuma delicadeza.

Fizemos uma pausa para recuperarmos o fôlego e minha blusa vermelha, e sua camiseta foram parar no chão.

— Quero você aqui e agora! — Sussurrei segurando sua nuca, encarando seus olhos escurecidos.

— Eu sei, eu sei... Você não ia escapar mesmo... — Sorriu, sacana, e desabotou minha calça, abaixando-a sem perder mais tempo.

Nos livramos de nossas calças e peças íntimas, ele retirou um preservativo da carteira e desenrolou sobre sua ereção, após eu tê-lo acariciado até deixá-lo latejante. E o Benson me estimulou, usando os dedos e me preparou para recebê-lo.

— Anda logo com isso, ah, eu preciso sentí-lo... Oh, agora! — Choraminguei quando ele voltou a me prensar contra a parede, minhas pernas se fecharam em torno dele quando o Benson me invadiu com apenas uma estocada, firme e um pouco dolorosa.

Puta merda, aquilo estava sendo uma experiência nova e excitante... Transar no provador.

— Oh, tão quente e apertadinha... Oh, porra! Nunca vou me cansar de foder você. — Uma de suas mãos apertou minha nádega esquerda e a outra apertou um dos meus seios por cima do sutiã.

— Ahn! Mais rápido.... Oh, mais forte. Isso! Assim... Assim... Aah! — Pedi baixinho, querendo mais de sua potência, nossos corpos se chocavam freneticamente, sem delicadeza alguma.

Minhas costas batiam contra a parede, ignorei o som daquilo. O atrito veio, causando algumas pontadinhas dor e ardência enquanto ele me estocava com força, quase com brutalidade.

Nos tornamos ofegantes, completamente conectados. Sua respiração quente e forte batia na curva do meu pescoço, nossa tentativa de conter nossos gemidos se tornava cada vez mais falha. Fizemos o máximo para abafar nossos gemidos, calando nossas bocas com beijos ou mordendo os lábios.

E atingimos o ápice, nos liberando e relaxando. Tremores percorreram nossos corpos levemente suados, minhas pernas que estavam ficando dormentes ficaram frouxas, mas ele continuava me segurando, me mantendo firme encostada na parede do provador.

— Isso foi... — Ele pausou, puxando o fôlego.

— Ótimo! — Concluí o fazendo rir baixinho e rouco.

— Uma delícia de trepada! — Afirmou sacana, falando baixo com sua voz máscula e muito sexy.

— Está tudo bem aí? — A atendente bateu na porta, fazendo o Benson sobressaltar com o susto, ele havia acabado de se retirar de mim.

— Sim, estamos bem. Não poderíamos estar melhor! — Respondi feliz e saciada com nossa pequena aventura sexual.

Ela não falou nada e eu sorri observando o Benson se arrumar, nem vi aonde ele descartou tão rápido o preservativo usado.

— Nós entramos aqui só para transar ou você vai experimentar essas roupas? — Apontou para os ganchos.

— Ainda vou provar as roupas. — Respondi vestindo minha calcinha. — Pega a calça de couro e a blusa preta com estampa de caveira! — Pedi, me olhando no espelho, estava descabelada, vermelha e satisfeita de estar ali com ele.

[...]

— Que loirinha esfomeada! — Benson riu quando chegou nossos pedidos.

Estávamos na praça de alimentação, lanchando juntinhos como um casal apaixonado, mas aquele não era o nosso caso.

— Tem algum problema com meu apetite exagerado? — Indaguei, arqueando as sobrancelhas.

— Nenhum. — Negou, ainda sorrindo brincalhão. — Sua mãe também é gulosa, muito gulosa! Sou tão sortudo! — Afirmou, usando um tom malicioso.

— Nuss! La vem você falar dela, já estava demorando... — Larguei três batatinhas na cesta, perdendo o apetite.

— Espera aí, não gosta quando falo sobre a sua mãe? — Me olhou confuso.

— Imagina, eu amo quando você fala da maravilhosa e divina Pamella Puckett Benson! — Ironizei e ele arregalou os olhos. — E quer saber de uma coisa? Fique aí pensando na Pam, pois eu tenho mais o que fazer. — Falei irritada, me levantando e pegando minhas compras.

— Senta aí e termine de lanchar, não seja boba! — Apontou para a cadeira, me olhando sério.

Ignorei e lhe dei as costas, ouvi ele me chamando e apressei os passos, carregando umas 6 sacolas.

Não era ciúmes, eu só estava farta daquilo. De ouvir ele elogiar e falar tão bem da minha mãe. Qual é? O Benson é mesmo um canalha, idiota. Se amasse mesmo a minha mãe, não estaria a traíndo comigo. Justamente comigo,na filha da mulher que ele elogia e admira tanto, que se orgulha de tê-la como esposa. Que tipo de homem é Fredward Karl Benson? Ah, claro. Ele é o tipo de marido infiel e sem escrúpulos que tem um caso com a própria enteada.

— Samantha! — Senti um puxão no meu braço esquerdo, parei à poucos metros da escada rolante.

— Me solta! — Falei entre dentes, ficando ainda mais irritada.

— Qual é? Vai mesmo me abandonar aqui por bobagens? A nossa tarde de compras e diversão ainda nem terminou. — Lamentou me soltando e indo parar na minha frente, segurando meus ombros.

— Sai. Da. Minha. Frente. Agora! — Falei pausadamente, com vontade de dar uma sacolada na cara dele.

— Não! — Endureceu o rosto e me fitou sério, apertando meus ombros e depois colocou os braços ao redor do meu pescoço, juntando ainda mais nossos corpos num abraço bem íntimo.

Semicerrei os olhos e o amaldiçoei mentalmente, me preparando para lhe acertar uma joelhada certeira que o faria cair de dor.

— Você vai voltar agora mesmo comigo, sem hesitar e sem reclamar. Voltaremos a fingir ser um casalzinho apaixonado, depois iremos comprar algumas lingeries pra você e só depois vamos embora. Tenho planos para nós, que envolve você, eu e o meu carro. Sei que você vai amar, que vou enlouquecê-la, fazer você gemer meu nome e... — O cretino se calou de repente, ficando pálido e foi afrouxando o abraço devagar até me soltar, dando um sorrisinho amarelo.

— Sam? — Ouvi a voz masculina, rouca e conhecida soar atrás de mim, me fazendo sobressaltar.

— Pai! — Falei quase deixando as sacolas caírem, me virei forçando um sorriso e me deparei com seu semblante endurecido, ele estava carregando a Lizzie e encarou o Benson com seu típico olhar de pai durão.

— Sammy! Tio, Freddie! — A ruivinha sorriu animada para nós, segurando um sorvete enorme, ela estava toda lambuzada.

— Oi, maninha! — Sorri, indo beijar suas bochechas rosadas.

Tirei a Lizzie do colo do papai e olhei para o moreno, eu estava com medo do meu pai ter visto algo a mais que não devia ver, nem em sonhos.

Afinal, Freddie e eu passeamos de mãos dadas, trocamos beijos e carícias em público, isso tudo correndo o risco de alguém conhecido nos flagrar e confesso, o perigo torna tudo mais excitante.

— Como vai, princesa Lizzie? — O Freddie perguntou, tentando soar tranquilo e descontraído.

— O que você e minha filha estão fazendo aqui tão íntimos e sem a Pam por perto? — Meu pai perguntou diretamente para o Benson, que enguliu em seco e ficou ainda mais pálido.

Notas finais
Ainda tem gente acompanhando? Digam o que acharam!!! A opinião de vocês é importante e me motiva a continuar! Bjs