Stepfather

18 Laguna Beach: On Fire...


Notas iniciais
Hey, amores!!! Ainda tem alguém acompanhando essa Fic??? Já estamos rumando para a reta final, pessoal. Só teremos mais 7 caps e bye, bye MSS! Esse capítulo ficou grandinho e é 100% Seddie!!! Os trechinhos entre aspas é a letra da canção que eu mesma escrevi para esse capítulo, blz? Espero que gostem!!! Boa leitura!!!

P.O.V Da Sam

1 semana depois...

Minha mãe teve que fazer mais uma de suas viagens à negócios, ela disse que ficaria alguns dias em NY e que também iria aproveitar para visitar uma amiga que havia acabado de ter bebê. Victor e eu continuamos saindo bastante, fomos ao boliche, ao cinema e também ao shopping. Nos divertimos muito, ele era muito divertido e fofo, muito atencioso e sempre fazia de tudo para me tirar do tédio e me agradar.

Eu ainda estava ignorando o Benson e na frente da minha mãe eu era obrigada a conversar com ele e fingir que estava tudo bem para não correr o risco dela desconfiar de algo. Ele continuava me levando para o colégio, íamos o caminho todo em silêncio, eu colocava os fones e ficava cantarolando, olhando sempre a "paisagem" através da janela. Ele me deixava em frente ao colégio e rumava para o trabalho frustrado.

Carly e eu voltamos a nos falar, éramos melhores amigas e não poderíamos ficar o resto da vida uma de mal com a outra por causa de besteiras. Ela chorou e eu quase chorei também no dia em que fizemos as pazes, pedi desculpas a ela que aceitou sem hesitar e logo colocamos todas as fofocas em dia.

Aquele dia passamos horas no Vitamina da Hora conversando, tomando nossas vitaminas favoritas e acabei contando a ela sobre o meu relacionamento com o Victor. Carly não aprovou nem um pouco, disse que eu estava agindo mal e sendo infantil, e que eu não deveria brincar com os sentimentos dele, que era para eu parar de usar o coitado. E ela estava certa, fiquei calada e depois de alguns segundos mudei de assunto.

Acabei ignorando os conselhos dela, continuei saindo com o Victor. Continuei ignorando o Benson e continuei fingindo que tudo estava bem.

Minha amiga também estava saindo com um garoto, ela estava feliz e parecia estar apaixonada, Carly estava muito radiante. Fiquei contente por ela e confesso que senti um pouquinho de inveja, não sei porquê, mas eu senti e depois acabei me sentindo mal por aquilo. Eu nunca havia sentido inveja de ninguém antes.

Em alguns momentos desejei me apaixonar por Victor, poder retribuir os sentimentos dele. Ele era um cara super bacana e eu percebi que ele realmente gostava de mim. Fomos para o seu apartamento umas três vezes para termos privacidade, o sexo era bom e ele me fazia chegar 'lá', mas não era o suciente, e talvez nunca seria...

Ele também foi jantar em casa após contarmos a minha mãe sobre o nosso namoro. O Benson não gostou nadinha, foi divertido vê-lo todo carrancudo, na hora da sobremesa ele pediu linceça para se retirar e foi para o escritório alegando que tinha alguns papéis importantes para analisar. A boba da minha mãe e o Victor acreditaram é claro.

O Benson estava se mordendo de ciúmes e eu estava amando provocá-lo. Se ele pudesse já teria socado a cara do Victor, mas é claro que ele não faria aquilo, não na frente da minha mãe e o Victor iria acabar desconfiando da gente, e aquilo não iria prestar.

Também fui visitar meu pai e minha irmãzinha. A mulher dele ainda estava se recuperando na casa dos pais, e meu pai estava arrasado, também fiquei triste pela perda do meu irmãozinho, até minha mãe se comoveu e tirou um dia para levar Cupcakes para minha irmã e conversar um pouco com meu pai. E claro que ela falou sobre o meu namoro e ele ficou curioso para conhecer o primeiro genro.

Victor também queria muito conhecê-lo, foi o jeito apresentá-los. Eles se deram bem, torciam para o mesmo time de futebol e tals. Até me deixaram de lado para conversarem sobre coisas de 'homens', aquilo não deveria estar acontecendo, não mesmo. Não estava saindo como eu planejei, eu só queria causar ciúmes e punir o Benson.

[...]

Foi numa sexta-feira que minha mãe viajou e naquele mesmo dia o Victor me ligou convidando-me para viajar com ele para San Diego, ele queria me levar para conhecer os avós paternos. Acabei mentindo para ele, falei que não poderia ir pois minha mãe não havia permitido e ele acreditou, ele teve que convidar um amigo para ir com ele.

Fiquei sozinha com o Benson em casa, a Carly também viajou com o irmão mais velho para a casa do avô em Yakima. O Benson tinha levado minha mãe até o aeroporto, ele também dispensou os empregados. Tomei o café-da-manhã sozinha e assim que ele chegou do aeroporto veio falar comigo:

— Sam, será que você poderia parar de me ignorar por alguns minutos? — Perguntou.

Me levantei, deixei a louça na pia e tentei sair da cozinha, mas ele me impediu, ficando na minha frente.

— Por favor, só me ouça e quando eu acabar de falar você pensa um pouco e me responde, ok? É importante! — Segurou meus ombros.

Bufei e assenti, o que ele tinha de tão importante para me falar? Acabei ficando curiosa.

— Quero te propor uma 'trégua'. Que tal fingirmos que não estamos mais nos entendendo, hum? Você está me ignorando e me provocando ciúmes e...

— Ah, eu estou te provocando ciúmes? — O interrompi. — Você está com ciúmes, é? — Me segurei para não rir da cara que ele fez.

— Não foi isso que eu quis dizer... — Bufou. — Mas a questão não é essa, eu só gostaria de poder me redimir por aquela noite, você sabe! — Disse me encarando.

— Que noite? A noite em que você me puniu com palmadas dolorosas? — Indaguei sorrindo sarcástica.

— Sim. Eu não deveria ter feito aquilo e eu sinto muito. — Acariciou meus ombros. — Eu quero poder me redimir, eu quero uma chance... Quero te levar para um lugar especial, se você aceitar ir comigo, eu prometo que farei cada minuto valer a pena. — Disse com firmeza.

— Tarde demais para pedir desculpas. Você quer uma chance? Ah, me poupe! Por quê eu te daria uma chance? Agora estou com o Victor! — Falei séria.

— Você não está entendendo, Sam. Agora me responda, eu ainda tenho chances de ser seu amigo? Moramos na mesma casa, você é minha enteada e não podemos continuar assim. Sua mãe vai acabar percebendo que tem algo errado. E nós podemos mudar isso, podemos ser amigos. — Explicou e ele tinha razão.

— Amigos? — Perguntei e ele assentiu. — Tá bom, aonde você vai me levar, meu novo amigo? — Perguntei irônica.

— É surpresa. Só posso dizer que vamos viajar, um amigo meu me emprestou um jatinho particular! — Respondeu sorrindo.

— Viajar? Me dá uma dica aí. — Eu realmente fiquei curiosa.

— Está bem, o clima é quente e você vai precisar de biquíni! — Disse ainda mantendo aquele sorrisinho. — Agora vai arrumar uma mala, já arrumei as minhas e o jatinho já está pronto, anda logo o piloto está nos aguardando. A gente só vai voltar para casa segunda-feira. — Ele avisou checando algo no celular.

Corri para o meu quarto, arrumei uma mala média. Coloquei o necessário para três dias fora de casa, roupas para curtir o clima quente, biquínis e shortinhos, um par de chinelos e dois pares de sandálias bonitas para sair à noite e passear é claro. Protetor solar e escova de dentes, em hotéis sempre tem creme dental, shampoo e etc... Com certeza ficaríamos em algum Hotel 5 estrelas, não me preocupei com aquilo. Coloquei minha maletinha com um Kit de maquiagem básica e fechei a mala.

Troquei de roupa e passei perfume, vesti uma calça Skinny com lavagem escura e rasgos nos joelhos, meu All Star azul, uma blusa vermelha e peguei uma jaqueta preta.

Desci com a minha mala de rodinhas, o Benson já estava me aguardando, a mala dele era do tamanho da minha e era preta, a minha era roxa. Ele acionou o alarme de segurança, saímos de casa e um táxi já estava nos aguardando. Ele estava muito bonito com aquela camisa cor de vinho, com a calça que realçava seu bumbum durinho e aquela jaqueta de couro marrom.

Ele não estava brincando quando disse que iríamos de jatinho. A viagem foi rápida e bem tranquila, ele não tentou nada. Eu acabei caindo no sono após almoçarmos. Fui acordada quando chegamos, tirei a jaqueta quando descemos do jatinho.

Chegamos de tarde, o céu estava bem azul e limpo, fazia uma tarde bem bonita. Logo perguntei a ele aonde estávamos.

— Estamos em Miami, baby! — Falou quando estávamos indo pegar um táxi.

— É sério? — Olhei ao nosso redor.

— Brincadeira. Estamos em LA, e estamos indo agora mesmo para Laguna Beach! — Contou.

Clima quente, cidade linda. Pessoas sorridentes, algumas andando de bicicletas, patins e skates. Tomei um gole da minha garrafinha de água tentando digerir tudo aquilo. Até que a ficha caiu.

— Uau! Em que hotel vamos nos hospedar? Fica perto da praia? — Indaguei empolgada.

— Não ficaremos num hotel. — Respondeu quando entramos no táxi.

Minutos depois...

— Nossa! — Exclamei impressionada com a bela casa de veraneio dele com uma vista incrível para a praia.

— Gostou da surpresa? — Me conduziu para dentro. — Tem pessoas que cuidam da casa para mim, elas já cuidaram de tudo. A dispensa está cheia e nós vamos passar o final de semana nesse paraíso... — Deu aquele sorrisão de tirar o fôlego.

Ele realmente havia planejado tudinho mesmo. Olhei ao nosso redor. As cortinas estavam abertas, havia duas paredes de vidro, assim como a porta-dupla. Dava perfeitamente para ver a areia bem branquinha e o mar, a vista era mesmo maravilhosa. Não era bem uma casa, aquilo era um chalé e era espaçoso, charmoso e muito aconchegante.

Teto e piso feito de madeira polida, sala com lareira, com uma decoração simples e bem a cara séria do Benson mesmo. Não tinha nem um toque feminino, havia um único sofá espaçoso com almofadas redondas e um carpete azul com uma mesinha de centro em cima.

Larguei minha mala em cima do sofá, fui dar uma olhadinha na cozinha. A geladeira e a dispensa estavam lotadas. A cozinha era pequena e toda equipada.

Quando cheguei no quarto que era uma suíte, minha mala já estava ali em cima da cama e o Benson estava trocando de roupa. A cama era imensa, sentei no colchão macio e evitei olhar para o corpo dele.

— Aonde você vai dormir? — Perguntei. Havia apenas um quarto e um banheiro pelo visto.

Ele deu aquela risada grave e rouca. Depois respondeu ficando sério:

— Na minha cama. Aonde mais eu dormiria? — Indagou.

— Beleza. Então, eu durmo no sofá! — Falei.

— Não seja boba, Sam! Podemos dividir a cama sem problema nenhum. Não se preocupe, eu não vou te molestar durante a madrugada! — Colocou uma camiseta verde, um bermuda marrom e chinelos de borracha. Eu nem havia reparado na cor da sunga.

— Hum... — Eu estava um pouco desconfiada, não caí naquele papinho dele querer ser apenas meu amigo.

— Pode ficar à vontade. — Disse antes de sair do quarto, corri para trancar a porta, eu ia trocar de roupa também.

Minutos depois...

Escolhi um biquíni azul-marinho, ele não era nenhum pouco comportado. Passei protetor solar apenas no rosto, já era de tardinha e o sol estava fraco, não ia fazer mal. Passei rímel a prova d'água e brilho labial sabor pêssego. Vesti um shortinho jeans curtinho e calcei meus chinelos com enfeite de mini "pérolas" coloridas. Coloquei uma regata branca de tecido bem fininho que deixou a parte de cima do biquíni visível, o tecido da regata era quase transparente.

Saí do quarto, o Benson estava na cozinha falando ao telefone. Fui até ele que deu uma pausa quando o chamei.

— Quero dinheiro para comprar sorvete! — Pedi.

Ele tirou a carteira do bolso, disse que era para eu pegar o dinheiro e voltou a falar ao telefone, ficando de costas para mim. Abri a carteira, tirei duas notas de vinte, deixei a carteira em cima da mesa e caí fora dali.

Perto do chalé havia uma senhora vendendo água de coco, raspadinha, água, suco em garrafinha e sorvete. Comprei três bolas de sorvete de sabor morango, chocolate e baunilha com calda de caramelo.

Andei por ali tomando o meu sorvete com calma, avistei um grupinho de jovens. Pareciam ter a minha idade, eram três garotos e duas garotas. Me aproximei tentando me enturmar com eles, poderia ser divertido. Eu não era obrigada a ficar trancada naquele chalé com o Benson.

[...]

P.O.V Do Freddie

A loirinha sumiu levando 40 dólares da minha carteira. Procurei ela e nem sinal daquela Diabinha. Fui até um Quiosque, a dona do Quiosque me informou que viu ela andando com um grupinho de adolescentes bagunceiros, e que um dos garotos carregava uma bola.

Ela não estava na água e nem nos outros Quiosques que tinha pelos arredores da praia. Perguntei para algumas pessoas se teriam visto um grupinho de jovens passeando por ali e não obtive nenhuma informação sobre o paradeiro dela.

Já estava escurecendo quando voltei para o chalé, eu estava ficando preocupado. Parecia que a Sam havia simplesmente evaporado. E se aqueles jovens a tivessem levado para longe com intenções nada boas? Eles poderiam muito bem ter oferecido drogas para ela... Puta merda! Eu não queria nem pensar naquilo.

Se acontecesse alguma coisa ruim com ela, a culpa seria totalmente minha. Como eu ia explicar para a Pamella tal coisa? Ela ia querer me matar e o pai da Sam a ajudaria com o maior prazer.

Tomei banho, vesti uma calça de moletom e uma camiseta, fui para a sala acender a lareira. Eu não conseguia parar de checar as horas... 19:15, 20:37, 21:40... Eu nem sequer consegui jantar, o celular dela estava na mala. Nem tinha como entrar em contato com ela. Aonde estaria a minha garota?

E se... Não. Não. Não. Notícias ruins chegam logo, certo? Se tivessem encontrado o cadáver, aquilo já teria se espalhado por Laguna. Ela estava viva em algum lugar, sabe Deus onde...

Acabei tirando um cochilo sentado ali mesmo no sofá. Acordei com batidas na porta, levantei ainda desorientado e fui abrir a porta.

— Credo! Que cara é? Você estava dormindo? — Era ela.

Cocei os olhos e pisquei. Era mesmo ela. A Diabinha loira voltou para o chalé, estava com o cabelo bagunçado e com areia no corpo. Dei espaço para ela entrar, tranquei a porta e contei até dez. Não funcionou.

— AONDE VOCÊ ESTAVA, CARALHO? — Berrei com ela que se assustou e andou para trás, pondo a mão no peito.

— Que bicho te mordeu, hein? Não precisa berrar. Eu não sou surda. — Disse recuando quando eu me aproximei.

— Responda! — A agarrei pelos ombros e a sacudi. — Aonde foi que você se enfiou, hein? Me responda, porra! — Exigi.

— Eu estava na praia jogando vôlei com meus novos amigos. — Respondeu.

— Já são 22:00 horas da noite. Você pode até enganar a sua mãe, mas não a mim. Quero a verdade! — A empurrei para o sofá, ela caiu sentada e me olhou assustada.

— Eu estou dizendo a verdade. — Encolheu o corpo.

— NÃO MINTA PARA MIM! — Gritei e ela sobressaltou.

— Não é mentira... — Ela disse tremendo.

Me aproximei o bastante procurando sentir algum cheiro estranho nela como fedor de álcool, cigarro ou qualquer outra droga. Não senti nada de estranho, apenas o cheiro característico de suor. Nada de olhos avermelhados. Mandei ela abrir a boca para eu poder sentir o hálito dela. Nada de bafo de bebida. Ela estava sóbria. Parecia estar dizendo a verdade...

— Satisfeito? — Me empurrou e levantou do sofá.

— Ainda não. Só preciso que me diga aonde exatamente estava brincando de vôlei. — Falei.

— Já te falei, eu estava na praia... — Disse irritada.

— Eu te procurei feito louco e não te achei. — Me controlei para não gritar.

— Mas eu não fui para longe. Estou dizendo a verdade. Eu e a galera jogamos até às 20:00 horas. Uma das meninas mora aqui perto. A gente jantou no Quiosque Blue Walter's e depois passeamos pela praia. Foi tão legal, eu comi enroladinhos de lula e tomei sopa de moluscos. — Ela explicou, tirou algo do bolso e estendeu para mim.

Peguei a nota que ela estendeu, ela gastou apenas 20 dólares.

— Se for pra ser desse jeito, não podemos ser amigos. Você nem confia em mim... — Dizendo isso, ela me deu as costas e foi para o quarto chateada.

— Droga! — Praguejei.

Eu não devia ter explodido com ela daquele jeito. Ela disse a verdade e eu me recusei a acreditar. Merda.

[...]

— Sinto muito. Me desculpa por ter duvidado de você. Eu não deveria ter gritado. — Falei assim que adentrei o quarto.

Ela estava apenas de blusinha com alças finas e shortinho de dormir. Não falou nada, apenas continuou passando hidratante nas pernas.

— Se você quiser, nós podemos voltar pra casa amanhã. — Sugeri, ela estava mesmo chateada comigo.

— Eu não quero ir embora. Gostei daqui. Quero tomar sol, me bronzear e entrar no mar amanhã. — Olhou para mim, guardou o hidratante na mala. Veio até a mim e me encarou. — A ideia foi sua e a partir de amanhã espero que você faça cada minuto valer a pena. — Pegou minhas mãos e as colocou ao redor daquela fina cintura.

Ficamos nos encarando, senti vontade de descer as mãos até aquela bunda perfeita que ela tinha e apertá-la. Eu queria poder carregá-la até a cama, arrancar aquele shortinho, a calcinha e me enfiar entre aquelas coxas macias e perfumadas, e foder aquela bucetinha apertada até ela gritar enlouquecida de tanto prazer.

Mas infelizmente eu não podia fazer aquilo. Não mais... Eu havia prometido a mim mesmo que não voltaria a tocar nela daquele jeito. Eu tinha que me controlar.

Apenas a abracei, seus cabelos ainda estavam úmidos. Nos soltamos e fomos nos deitar após eu apagar a luz, ela ficou com o lado esquerdo. Ela adormeceu logo e eu fiquei ali pensando... Será que eu conseguiria manter a minha promessa?

No dia seguinte...

Quando acordei, a Sam não estava mais na cama, fui até o banheiro, eu precisava urgentemente me aliviar. Tomei uma ducha rápida, me arrumei em menos de 5 minutos, eu estava faminto. E quando cheguei na cozinha tive uma bela surpresa.

A loira estava cantando e dançando em frente ao fogão, ela estava vestindo uma saia jeans curtinha e a parte de cima do biquíni. O cheiro de avos e bacon fizeram o meu estômago roncar. Ela estava tão distraída que nem me notou, a mesa já estava posta com frutas, suco, potinhos de geléia, rodelas de pão de forma empilhadas num prato e ela também havia feito café.

Me servi de uma xícara de café e sentei, ela ainda não havia me percebido ali. Terminou de fritar os ovos com bacon, e se virou com a frigideira.

— Porra! Que susto! — Quase derrubou os ovos fritos. Comecei a rir da cara dela.

— Bom dia! — Ergui a xícara. — O café está delicioso. — Pisquei para ela.

— Gostou mesmo? — Sorriu. — Que bom! Fiz especialmente para você com água da privada! — Riu maldosa.

— O quê? — Deixei a xícara em cima da mesa. Eu ia dar um jeito de botar tudo para fora.

— É brincadeira, bobo! Devia ter visto a sua cara! — Gargalhou e colocou a frigideira na mesa.

— Caramba! Eu acreditei, você é muito sacana. — Voltei a tomar o café hesitante, e confesso, eu estava um pouco desconfiado.

Ela distribuiu os ovos mexidos e as tirinhas torradinhas de bacon nos pratos. Me deu a porção menor.

— Gulosa... — Murmurei e provei, estava muito gostoso e um pouco apimentado.

— Sou mesmo. — Sorriu montando um sanduíche de presunto com queijo e rodelas de tomate.

— Dormiu bem? — Perguntei puxando um assunto.

— Dormi muito bem e você? — Comeu um pouco dos ovos, mordeu um pedaço do sanduíche e tomou um gole do café.

— Também dormi bem. A noite foi bem tranquila, né? — Sorri e ela assentiu.

Esvaziei o meu prato e a xícara, preparei um sanduíche de geléia de morango e coloquei um pouco de suco. Ela limpou o prato, devorou o sanduíche, comeu um pouco de salada de frutas que mandei preparem, estava guardadinha em potinhos assim como o pudim, e o mousse de maracujá com raspinhas de chocolate. Eu já havia providenciado tudo, a geladeira e a dispensa estavam abastecidas. Também peguei um potinho de salada de frutas.

Terminamos de comer e colocamos a louça na máquina de lavar. O meu celular estava desligado, não queria receber nenhuma ligação ou responder mensagens. Ela também estava com o celular desligado.

Quando sentei na cadeira para repousar um pouco, ela se aproximou sorrindo sapeca e sentou no colo.

— Levanta. — Tentei tirar ela do meu colo.

— Não! — Acariciou minha nuca e tentou me beijar.

Desviei o rosto e ela encostou os lábios quentes e macios no meu pescoço.

— O que você está fazendo? — A afastei e tentei levantar de novo mas fui atingido por uma fraqueza, eu precisava fazê-la parar.

— Ainda pergunta? — Riu. — Nós dois sabemos que você me trouxe aqui para fazermos as pazes. E eu quero fazer "pazes" direito. — Segurou meu rosto.

— De certa forma sim, mas não desse jeito. Dá para você sair do meu colo? Eu não te trouxe aqui com segundas intenções. — Afastei suas mãos e as segurei impedindo-a de me tocar.

— Trouxe sim. Ah, qual é? Acha mesmo que sou idiota? Logo saquei quando você me convidou para viajar com você. E olha ao nosso redor, estamos sozinhos nesse chalé bem longe de casa! — Ela sorriu maliciosa.

Soltei suas mãos e tombei a cabeça para trás, pedindo aos céus forças para conseguir manter o controle e não cometer mais nenhuma besteira.

— Para com isso... — Pedi baixinho quando ela mordiscou meu lóbulo direito e começou a fazer fricção contra o meu pau. — Eu não quero... — Sussurrei.

— Você quer sim. — Beijou meu pescoço e eu senti sua língua na minha pele, me deixando todo arrepiado.

Aquela garota estava me provocando, tentando me fazer perder a cabeça.

Agarrei suas coxas e levantei carregando-a, a sentei na mesa e me afastei, eu já estava ficando excitado e precisava dar o fora dali. Eu não podia cair em tentação, não mesmo...

— Não fuja, olha como eu estou molhadinha... — Levantou a saia e abriu as pernas. Ela não estava usando a parte de baixo do biquíni.

Mordi o lábio inferior, não consegui desviar o olhar. Ela estava bem ali na minha frente de pernas abertas, se oferecendo para mim.

Avancei nela e abaixei a única peça do biquíni, era um sutiã roxinho tomara-que-caia. Ela enlaçou as pernas ao meu redor e eu caí de boca em um dos seios. Lambi, chupei, mordisquei enquanto apertava o outro.

— Oh! Me chupa todinha, Victor! — Puxou meu cabelo, ela estava gemendo alto.

Parei imediatamente largando ambos os seios e me afastei indignado. Victor? Ela tinha mesmo que chamar o nome dele?

— Victor? Sério mesmo? Victor? — Fechei os punhos.

Sam fechou as pernas, abaixou a saia e cobriu os seios. Desceu da mesa e começou a rir.

— Ops, foi mal, Freddinho! Foi sem querer... — Disse antes de sair da cozinha, rindo muito.

Maldita. Ela fez aquilo de propósito. Aquela Diabinha loira estava brincando com fogo.

Fiquei ali puto da vida, tentando me acalmar em vão. Meu pau estava latejando pra caramba.

Ela saiu sem a minha permissão, tive que tomar uma ducha fria e me aliviei embaixo do chuveiro. Aquilo não ia ficar assim...

[...]

Sam voltou apenas na hora do almoço, ela havia até pegado uma corzinha. Ela passou a tarde dormindo, acordou lá pelas 17h:30min. Se trancou no banheiro e saiu de lá já arrumada e perfumada.

— Para aonde você pensa que vai? — Perguntei quando ela pegou uma bolsinha preta com alças finas, pareciam tirinhas.

A loira estava usando um vestido vermelho curto e soltinho. As sandálias eram da cor da bolsa. Seus lábios estavam rosados e ela também havia realçado a cor dos olhos. Seus cabelos estavam com cachos bem definidos.

— Não te devo satisfações! — Respondeu.

Saiu do quarto e eu segui.

— Claro que me deve satisfações. Fui eu que te trouxe aqui, você ainda é menor de idade e eu estou responsável por você. — Segurei o braço dela.

— Me solta! Não preciso da sua permissão para sair. Agora me deixe ir, tem uma festinha rolando e eu não quero perder mais nem um minuto. — Disse irritada.

— Ah, mais você não vai pra canto nenhum sozinha. Não vai mesmo. Eu vou com você! — Avisei.

— O que a galera vai pensar de mim se eu chegar acompanhada com você? Você tem idade para ser meu tio! — Ela debochou.

— Também sou jovem e gosto de festas. Não precisamos chegar juntos. Você fica com a sua 'galera' e eu fico na minha, ok? — A soltei. — Eu escondi a chave. — Sorri maldoso.

— Aaargh! — Gruniu frustrada. — Vai logo se arrumar. — Bufou cruzando os braços.

[...]

Peguei mais uma garrafinha de cerveja, só tinha cerveja e Ice sabor limão. Aquilo só tinha gosto de limonada, o teor de álcool deveria ser maior. Tampei caixa grande de isopor, pelo menos compraram bastante gelo, a cerveja era daquelas baratinhas, mas dava para quebrar o galho.

O som tocava alto, o volume não estava tão exagerado. Tinha fogueira, uma mesa com pacotes de batata e salgadinhos variados. Garrafinhas de água e latinhas de refrigerante dentro de outro isopor. Havia um rapaz loiro com a camisa aberta, vestindo uma sunga vermelha e ele estava distribuindo camisinhas. Alguns adolescentes fumando um baseado, outros apenas bebendo mesmo e casais se agarrando é claro. Fiz bem em ter ido para ficar de olho na Diabinha loira.

Ela estava se divertindo, dançando com dois rapazes. Eu não curtia aquelas músicas com letras tão vulgares e com batida eletrônica. Esvaziei a garrafinha de cerveja, peguei mais uma e percebi que estava sendo observado. Tinha três garotas de olho em mim, elas sorriam e cochichavam entre si.

E foi então, que elas vieram até a mim e perguntaram o meu nome. Elas eram chave de cadeia, novinhas, lindas e atrevidas. Sam desacelerou os passos de dança e começou a me lançar olhares, e depois voltou a dançar ainda mais provocante.

É, a hora da provocação havia começado pra valer. E os dois tinham que jogar aquele jogo. Não tinha regras. Ela queria jogar e eu comecei a jogar também. Foi ela quem começou tudo aquilo, brincando com fogo e ela iria acabar se "queimando".

Uma do trio de garotas se mostrou mais interessada, logo mandou as amigas procurar alguém para dançar.

Era morena, olhos claros, tinha corpo bonito e bronzeado. Começamos a flertar, é claro que tudo aquilo não passava de divertimento para mim, não era nada sério. Eu não seria louco de me envolver com aquela garota. Ela tinha 17 anos e me afirmou que era boa entre quatro paredes e ao ar livre também. Ela queria sexo, coisa que eu não daria a ela. E pensando na minha mulher, eu não faria aquilo, pois Pamella não merecia. E eu também não era nenhum tarado por garotas novinhas.

A Sam era uma exceção... Aquela Diabinha loira tinha algo que me atraía e muito. Era irresistível e eu não conseguia me controlar perto dela. Ela sempre iria me tirar do sério e me ter em suas mãos. Aquela garota realmente tinha algum poder sobre mim.

Amber, a garota com que eu estava "flertando" ria muito e começou a tocar em mim. Foi então que percebi que ela estava "alegrinha" demais. Pior ainda, me aproveitar de uma garota bêbada estava fora de cogitação.

Sam ainda me lançava olhares, ela estava dançando ousada, alternando entre os dois garotos que começaram a tirar casquinha dela.

Puxei Amber para mais perto, afastei os cabelos ondulados e desalinhados, e sussurrei uma bobagem qualquer no ouvido dela, fingindo estar dizendo alguma sacanagem. Ponto para mim, Sam fechou o sorriso.

A loira passou as mãos no peito desnudo de um dos rapazes, o alisando e pressionou a bunda nas 'partes baixas' do outro. O moleque com certeza ficou de pau duro na hora, ele abriu um sorrisão e agarrou ela pela cintura, e deu aquela encoxada que me deixou puto. Sam nem afastou ele. Ponto para ela.

Passei os braços ao redor de Amber e continuei conversando com ela, sussurrando no ouvido dela. Alisei as costas da garota e comecei a brincar com o laço do biquíni, como se eu fosse o desamarrar para ver os seios dela.

Sam rebolava jogando as mãos para cima e aqueles moleques só estavam aproveitando, passando as mãos pela bunda, coxas e seios dela. A minha raiva apenas subiu. Ela sorria para mim, aquilo tudo não passava de provocação. Sam Puckett estava mesmo jogando comigo, brincando com fogo.

" Ei, você está brincando com fogo
Até quando vai me provocar?
Você sabe com quem está se metendo?
É melhor saber
Eu não sou de pegar leve
Tome cuidado ou vai se queimar..."

Ela também alisava os rapazes, tirando uma casquinha deles. E a morena que estava dando em cima de mim me conduziu até a cadeira mais próxima, me fazendo sentar e subiu no meu colo.

A loira desceu até o chão rebolando, um sorrisinho brincava em seus lábios, mas o seu olhar era feroz.

— Me beija, moreno gostoso! — A garota em meu colo desviou minha atenção da loira e fez biquinho.

A ignorei e voltei a olhar para a Sam, foi bem a tempo de vê-la se afastando com um dos rapazes, deixando o outro para trás feito idiota. Tirei a morena do meu colo e levantei, e fui atrás da Diabinha loira.

Eles estavam indo de mãos dadas, o garoto tropeçou e caiu derrubando ela também. Os dois rolaram na areia rindo, ele gargalhava. Fui até eles e acabei com aquela palhaçada.

— Vamos, Sam! — A puxei, fazendo-a levantar.

— Que é isso? O que pensa que tá fazendo? — Perguntou irritada.

— Ei, solta ela, coroa! — O moleque levantou com dificuldades. Ele estava bêbado.

Coroa? Eu nem era velho e nem aparentava ser. Tinha 32 anos e aquilo foi uma ofensa para mim. Eu me segurei para não bater naquele pirralho.

— Me solta! — Sam disse entre dentes. Ela estava suada, suja de areia e com os cabelos bagunçados. Pelo menos ela estava sóbria, pois só bebeu refrigerante e eu tomei umas três cervejas, aquilo nem causou efeito algum em mim. Só serviu para matar a sede.

— Nós vamos embora agora mesmo! — Decretei e ela soltou um palavrão.

— Não vou não. Me deixa em paz e volta para aquele projeto de Barbie morena bronzeada! — Disse ríspida.

— A festinha acabou para você, vem comigo. — Comecei a puxá-la.

— LARGA ELA, CARA! — O filho da puta veio para cima de mim.

Desviei e ele passou direto e caiu de cara na areia.

— Me solta, Benson! — Esbravejou chutando minha perna direita, ela estava vermelha de raiva.

— Não! Você vai embora comigo seja por bem ou por mal! — Avisei.

[...]

— ME COLOQUE NO CHÃO, BENSON! — Esperneava e socava as minhas costas.

Chegamos no quarto, a deixei no chão e ela partiu para cima de mim, me estapeando no peito.

— SAFADO! CRETINO! CACHORRO! — Gritava enfurecida.

Segurei seus braços, ela continuou me xingando.

— Você estava traindo a minha mãe com uma oferecida qualquer! — Disse vermelha, estava um pouco ofegante.

Comecei a rir, que bobinha. Aquilo era ciúmes? Funcionou. Mais um ponto para mim.

— Eu não estava traindo sua mãe coisa nenhuma. E você não ficaria incomodada com isso, não é? Não está revoltada pela possibilidade de eu estar traindo a Pamella, né? Você está se mordendo de ciúmes e ardendo em raiva porque eu estava dando atenção a outra garota, e você queria estar no lugar dela, não é mesmo? — Sorri convencido.

— Claro que não! — Negou. É claro que ela negaria. — Estou namorando o Victor, por quê eu teria ciúmes de você? — Perguntou quando a soltei.

— Não adianta negar, loirinha. Nós dois sabemos o que você sente por mim. — Sorri malicioso.

— Era você que estava com raiva e se mordendo de ciúmes! — Ela me deu um empurrãozinho.

— A única que cometeu alguma traição essa noite foi você. Enfeitou lindamente a cabeça daquele seu namoradinho idiota! — Forcei uma risada.

— Eu não traí o Victor. Eu estava apenas dançando. Mas quer saber? Foda-se! Volta para a Barbie morena e me deixe em paz. Agora vou é dormir. — Disse ríspida.

— Nem pensar. Você não vai dormir na minha cama desse jeito. Está fedendo a suor e perfume de macho, toda suja de areia e eu não vou deixar você deitar na minha cama! — Avisei, sério.

Ela bufou, soltou um sonoro palavrão, pegou a mala e rumou para o banheiro, batendo a porta com força.

Minutos depois...

Ela saiu do banheiro usando uma blusinha roxa e um shortinho da mesma cor, era um conjuntinho de dormir, sei lá como se chamava aquilo. Ela havia feito um coque no cabelo. Colocou a mala em cima da mesinha ao lado da cama, fiquei observando cada gesto dela. Ela estava irresistível e seu rostinho angelical parecia muito mais bonito sem toda aquela maquiagem desnecessária. Sam era simplesmente linda.

— O que foi, hein? Nunca viu uma garota usando Baby doll, não? — Indagou carrancuda. — Vai mesmo ficar aí babando? Tá parecendo um virgem que sequer saber bater uma punheta direito. Só me faltava essa, eu ter que aturar a sua cara de...

Não a deixei terminar a frase, simplesmente não consegui mais me controlar e avancei nela, a agarrando.

" Provocou, agora aguenta
Não vou, não vou deixar você escapar
Garota, eu vou, eu vou, eu vou
Vou te pegar de jeito
Vou possuí-la a noite inteira..."

A beijei com desespero, sem nenhuma delicadeza. Eu estava ardendo de desejo, eu precisava urgentemente sentir o beijo dela e seu corpo colado ao meu.

Ela também não estava diferente, queria matar aquele desejo tanto quanto eu. A prensei na parede mais próxima, suas pernas estavam ao meu redor. Apertei aquelas coxas macias e continuei beijando-a com urgência.

Paramos o beijo quando o ar nos faltou, encostei os lábios naquele pescoço aveludado e plantei um beijo casto, inalei o suave e doce cheiro que ela tinha. Lambi a pele macia e depositei o primeiro chupão, eu queria marcá-la todinha.

Sam arranhava minhas costas por baixo da minha camiseta, estava inquieta e desesperada por mais. Apertei suas coxas sem dó e pressionei meu pau nela, movendo o meu corpo para cima, seu corpo estava quente. Eu podia sentir muito bem o calor que ela exalava.

— Por favor, por favor, Freddie... — Implorou rebolando, fazendo nossos corpos roçarem com seus movimentos nada inocentes.

— Diga, o que você quer, pequena? — Beijei o ombro dela e lambi a pele lentamente.

— Quero... Quero você! — Respondeu.

Não aguentei mais e a carreguei até a cama, a joguei ali e tirei minha camiseta. Estávamos em chamas, ardendo de puro desejo.

" Vamos incendiar, incendiar essa cama
Foi você quem provocou
Agora estou em chamas
Estamos em chamas
Eu amo brincar com fogo
E pelo visto você também..."

A loira se despiu da blusinha, me despi da calça de moletom e subi na cama. A agarrei pelas pernas puxando-a para mim, ela afastou as coxas e eu me acomodei entre elas.

Abocanhei um dos seios e massageei o outro. Chupei com vontade, umedecendo o mamilo e o prendi entre os dentes, o puxando.

— Ai... — Sam gemeu de prazer e dor ao mesmo tempo.

Repeti a mesma coisa com o outro seio, deixando ambos com os mamilos bem durinhos.

Deslizei a boca pela barriga lisinha, abdômen perfeito até chegar no tecido do short. Brinquei um pouco com o elástico, movendo a boca por ali, fazendo menção de despir aquela peça usando os dentes.

— Pare de me torturar, seu cretino! — Estava ficando impaciente, ergueu os quadris.

Retirei seu shortinho com lentidão, eu queria continuar com aquele joguinho de provocações. Ela estava sem calcinha. Retirei a cueca, eu já estava ereto.

— Que safadinha, hein? Adoro! — Abri suas pernas e beijei as partes internas das coxas, deslizei a língua pela virilha, torturando-a.

— Anda com isso, Benson. Me chupa logo! — Pediu manhosa.

" A brincadeira está ficando divertida
Não podemos parar
Não podemos parar
Eu quero mais uma rodada
Ainda estou em chamas, amor..."

Fiz o que ela pediu, lhe proporcionando mais um sexo oral maravilhoso. Depois a penetrei bem devagar. Fodemos um pouco naquela posição, ela também movia o corpo tentando acompanhar meu rítmo.

Saí de cima dela me retirando por completo e mandei ela ficar de quatro. Voltei a penetrá-la, metendo com força.

" Provocou, agora aguenta
Não vou, não vou deixar você escapar
Garota, eu vou, eu vou, eu vou
Vou te pegar de jeito
Vou possuí-la a noite inteira...

Nossos gemidos ecoavam pelo quarto, nossos corpos se chocando faziam barulhinhos característicos de uma boa e selvagem transa.

Estávamos sedentos um pelo outro, só queríamos acabar com aquele desejo ardente. O prazer era intenso. Estávamos em chamas.

Parei de penetrá-la e me retirei, a virei para mim e deitei na cama.

— Vem, sua vez de ficar no comando! — Avisei.

— Mas eu nunca fiquei por cima... — Ela estava um pouco ofegante, seus cabelos estavam bagunçados e seu rosto corado. Totalmente linda e irresistível.

— Sempre tem uma primeira vez, baby! — Falei e ela concordou.

Subiu em mim e encaixou aquela bucetinha apertada e quente no meu pau. Segurei sua cintura e a ajudei a fazer os movimentos. Seus seios empinados balançavam, subindo e descendo. Era uma bela visão. Ela pegou um pouquinho de jeito, comecei a estimular o clitóris dando-lhe mais prazer. Sam rebolava, cavalgando em mim, gemendo alto.

— Estou fazendo direito? — Perguntou.

— Oh, sim, pequena. Não pare... Estamos quase lá... — Agarrei sua cintura e me movi junto com ela seguindo o rítmo que ela ditava.

" Somos como fogo e gasolina
Ninguém pode com a gente
Somos invencíveis
Ninguém pode nos parar agora
Estamos em chamas
Ardendo em desejo
Estamos em chamas
Ardendo em desejo..."

[...]

— Agora estamos de boa, não é ou você vai voltar a me ignorar? — Perguntei, ela estava em meus braços, com aquele corpo pequeno, macio e quente aconchegado ao meu.

— Você ainda pergunta? Nós acabamos de fazer as pazes! — Ela riu, estava desenhando em meu peito traços e círculos invisíveis com o dedo.

— Ótimo, então... Quando voltarmos para Seattle você vai terminar com o Victor? — Indaguei.

— Ah, não vamos falar sobre isso agora, beleza? Você não toca no nome da sua mulher e eu não toco no nome do meu namorado, está bem? Vamos fazer esse trato. Amanhã vai ser o nosso último dia aqui. E você prometeu que vai fazer cada minuto valer a pena. Quero passear e curtir a praia com você, também quero que me leve para jantar fora e quero ter muitos momentos maravilhosos com você amanhã, ok? — Subiu em cima de mim, fazendo aquela carinha fofa de pidona.

— Okay, pequena. Passaremos o dia e a noite toda juntos. Faremos essa viagem ser inesquecível. — Falei.

— Promete? — Acariciou meu rosto.

— Prometo! — Jurei e a beijei com calma.

Notas finais
E aí??? Gostaram desse capítulo??? O que acharam dos momentos Seddie??? E da letra da canção? Combinou com eles, né??? Comentem, isso me motiva bastante! Bjs