Stay
Sente-se no chão de seu quarto, esconda-se de seus algozes e mergulhe a sua mão no espelho. Estilhaços cortam as finas veias de sua frágil pele. Não tenha piedade. O que é um pouco de sangue escorrendo quando já se perdeu a razão de existir?
Repita, repita, repita...
Eu sempre me perguntei qual era o meu maior desejo, ainda sem resposta. Era difícil escolher... A chuva batia fortemente na janela e os trovões me assustavam. Não era grande coisa. A minha decisão já estava tomada. Embora o amor da minha vida dormisse tão perto e fizesse de tudo por mim, eu sabia que nunca seria o suficiente. Eu era injusto com as pessoas, sempre exigindo mais do que elas poderiam me dar. No entanto, o que eu era? Um mero rapaz, de vestido e maquiagem. Um rapaz andrógino. Eu era uma aberração, motivo de chacota na cidade. Eu arranhava a minha pele e me via como eu era: Estúpido por natureza e suicida por capricho.
Onde estava a minha liberdade?
Abri a janela e descobri que o meu maior desejo era morrer. Morrer sob o manto das estrelas, com um feixe de sangue escorrendo pelo sorriso escancarado. Tão lírico e poético quanto o último respirar e as últimas palavras...
Eu sabia que o meu sonho era estar com o homem que eu amava. Porém, sonhos nunca eram reais; eles sempre morriam no momento em que eu acordava.
Eu já estava quase tão morto quanto os meus sonhos.
Sentei-me no parapeito da janela e balancei as pernas, sentindo a chuva ensopar as minhas roupas e o vento me congelar de frio.
Frio, frio, frio...
Afinal, o que era um sonho, quase tão impossível quanto viajar na velocidade da luz, perto de um desejo prestes a ser concedido, tão simples quanto respirar e odiar estar vivo?
Saiba que, quando os seus desejos forem concedidos, muitos de seus sonhos serão destruídos.
Repita, repita, repita...
Eu sempre me perguntei qual era o meu maior desejo, ainda sem resposta. Era difícil escolher... A chuva batia fortemente na janela e os trovões me assustavam. Não era grande coisa. A minha decisão já estava tomada. Embora o amor da minha vida dormisse tão perto e fizesse de tudo por mim, eu sabia que nunca seria o suficiente. Eu era injusto com as pessoas, sempre exigindo mais do que elas poderiam me dar. No entanto, o que eu era? Um mero rapaz, de vestido e maquiagem. Um rapaz andrógino. Eu era uma aberração, motivo de chacota na cidade. Eu arranhava a minha pele e me via como eu era: Estúpido por natureza e suicida por capricho.
Onde estava a minha liberdade?
Abri a janela e descobri que o meu maior desejo era morrer. Morrer sob o manto das estrelas, com um feixe de sangue escorrendo pelo sorriso escancarado. Tão lírico e poético quanto o último respirar e as últimas palavras...
Eu sabia que o meu sonho era estar com o homem que eu amava. Porém, sonhos nunca eram reais; eles sempre morriam no momento em que eu acordava.
Eu já estava quase tão morto quanto os meus sonhos.
Sentei-me no parapeito da janela e balancei as pernas, sentindo a chuva ensopar as minhas roupas e o vento me congelar de frio.
Frio, frio, frio...
Afinal, o que era um sonho, quase tão impossível quanto viajar na velocidade da luz, perto de um desejo prestes a ser concedido, tão simples quanto respirar e odiar estar vivo?
Saiba que, quando os seus desejos forem concedidos, muitos de seus sonhos serão destruídos.
Charbitch
Sinopse
Sente-se no chão de seu quarto, esconda-se de seus algozes e mergulhe a sua mão no espelho. Estilhaços cortam as finas veias de sua frágil pele. Não tenha piedade. O que é um pouco de sangue escorrendo quando já se perdeu a razão de existir?
Repita, repita, repita...
Eu sempre me perguntei qual era o meu maior desejo, ainda sem resposta. Era difícil escolher... A chuva batia fortemente na janela e os trovões me assustavam. Não era grande coisa. A minha decisão já estava tomada. Embora o amor da minha vida dormisse tão perto e fizesse de tudo por mim, eu sabia que nunca seria o suficiente. Eu era injusto com as pessoas, sempre exigindo mais do que elas poderiam me dar. No entanto, o que eu era? Um mero rapaz, de vestido e maquiagem. Um rapaz andrógino. Eu era uma aberração, motivo de chacota na cidade. Eu arranhava a minha pele e me via como eu era: Estúpido por natureza e suicida por capricho.
Onde estava a minha liberdade?
Abri a janela e descobri que o meu maior desejo era morrer. Morrer sob o manto das estrelas, com um feixe de sangue escorrendo pelo sorriso escancarado. Tão lírico e poético quanto o último respirar e as últimas palavras...
Eu sabia que o meu sonho era estar com o homem que eu amava. Porém, sonhos nunca eram reais; eles sempre morriam no momento em que eu acordava.
Eu já estava quase tão morto quanto os meus sonhos.
Sentei-me no parapeito da janela e balancei as pernas, sentindo a chuva ensopar as minhas roupas e o vento me congelar de frio.
Frio, frio, frio...
Afinal, o que era um sonho, quase tão impossível quanto viajar na velocidade da luz, perto de um desejo prestes a ser concedido, tão simples quanto respirar e odiar estar vivo?
Saiba que, quando os seus desejos forem concedidos, muitos de seus sonhos serão destruídos.
Repita, repita, repita...
Eu sempre me perguntei qual era o meu maior desejo, ainda sem resposta. Era difícil escolher... A chuva batia fortemente na janela e os trovões me assustavam. Não era grande coisa. A minha decisão já estava tomada. Embora o amor da minha vida dormisse tão perto e fizesse de tudo por mim, eu sabia que nunca seria o suficiente. Eu era injusto com as pessoas, sempre exigindo mais do que elas poderiam me dar. No entanto, o que eu era? Um mero rapaz, de vestido e maquiagem. Um rapaz andrógino. Eu era uma aberração, motivo de chacota na cidade. Eu arranhava a minha pele e me via como eu era: Estúpido por natureza e suicida por capricho.
Onde estava a minha liberdade?
Abri a janela e descobri que o meu maior desejo era morrer. Morrer sob o manto das estrelas, com um feixe de sangue escorrendo pelo sorriso escancarado. Tão lírico e poético quanto o último respirar e as últimas palavras...
Eu sabia que o meu sonho era estar com o homem que eu amava. Porém, sonhos nunca eram reais; eles sempre morriam no momento em que eu acordava.
Eu já estava quase tão morto quanto os meus sonhos.
Sentei-me no parapeito da janela e balancei as pernas, sentindo a chuva ensopar as minhas roupas e o vento me congelar de frio.
Frio, frio, frio...
Afinal, o que era um sonho, quase tão impossível quanto viajar na velocidade da luz, perto de um desejo prestes a ser concedido, tão simples quanto respirar e odiar estar vivo?
Saiba que, quando os seus desejos forem concedidos, muitos de seus sonhos serão destruídos.
Notas adicionais
Blá, blá, blá!
Escrito por
Charbitch
Classificação 16+
Livro concluído
Publicado em 25 de nov. de 2016 16:10
Atualizado em 25 de nov. de 2016 16:10
3606 palavras
As opções ainda não foram implementadas
Nada para exibir
Acesse este conteúdo em outro dispositivo
Notas adicionais
Blá, blá, blá!
Autor
Charbitch
Classificação 16+
Livro concluído
Publicado em 25 de nov. de 2016 16:10
Atualizado em 25 de nov. de 2016 16:10
3606 palavras