Stateless

1 Capítulo 1


Notas iniciais
Após olhar UtaPri entrei em surtos fangirls em relação aos homens maravilhosos do anime. Impossivel ninguém brisar aquela gente linda e sedutora o tempo inteiro, e pensando nisso me deu uma grande vontade de fazer uma fic com os meus personagens favoritos, junta da minha amada OC.
Quero agradecer a Dafne por me emprestar a Mariko,essa personagem que tanto nos cativa.

Espero que gostem, pois estou amando escrever Stateless!! :)

– Não quer ser minha companheira? ­– o garoto perguntou animado.

– Não. – Yumi franziu as sobrancelhas. – To bem sozinha.

O rapaz murmurou algum palavrão qualquer, e logo se afastou da classe de Yumi. A ruiva não se importava muito com as normas impostas pelo diretor da Academia Saotome. Até porque achava aquele cara um imbecil, maníaco por suas extravagâncias e coisas do gênero. E também estava na turma C, longe de ser da classe A ou S, ninguém daria muita importância.

Tsukimiya Ringo, um dos professores da academia, comentava animadamente sobre o trabalho. Entretanto, Yumi nunca conseguiu se concentrar em nenhuma de suas aulas, apesar de ser um excelente professo, Ringo era uma pessoa brilhante demais. Literalmente.

– Queridos, entenderam tudo? Vocês possuem apenas três semanas para encontrar o par ideal. A melhor dupla terá a música lançada em todas as rádios japonesas. – ele apontou o dedo indicador, e deu uma piscadela para os alunos. – E não se esqueçam, é proibido se apaixonar.

– Como se isso fosse possível. – Yumi retrucou espreguiçando as pernas, quase chutando os calcanhares da menina que sentava na sua frente.

– Você falou alguma coisa, senhorita Ayuzawa? – Tsukimiya interrompeu a aula.

– Não disse nada, sensei.

– Acho bom. Enfim... – o professor caminhou até o centro da sala. – Nossa aula termina aqui. Espero que todos façam exatamente o que foi proposto, para não haver complicações. Bom final de semana para todos.

Yumi pegou a pasta de couro marrom que estava pendurada ao lado da classe, e guardou os materiais escolares. Estava de saco cheio com todo aquele papo, porque no final faria sozinha mesmo que fosse impossível. Nunca fora sociável com os outros colegas, acreditava que a grande maioria não passava de um bando de interesseiros. Ela não possuía talento, escrevia algumas músicas, nada demais, mas seu pai insistiu muito para que entrasse na Academia Saotome, e no fim acabou ingressando na classe C. Vergonhoso. Mas também havia o lado positivo, Yumi conheceu Mariko, sua atual colega de quarto. Garota incrível que, em apenas alguns meses, ambas se consideravam quase irmãs. Riiko possuía a personalidade tão forte e marcante como a de Yumi, às vezes as duas discutiam por coisas tolas, mas logo já estavam aos abraços e rindo feito duas malucas.

Entretanto, Mariko estava na classe B e escrevia absolutamente bem, sempre estava lendo livros e escrevendo no notebook, exercitando o que aprendera nas aulas. Yumi a invejava de certa forma, inveja saudável, é claro; pois sabia que sua amiga futuramente seria uma grande compositora.

– Yumi, minha aula também terminou. – a loira correu até a ruiva que caminhava na direção dos quartos.

– Riiko, saiu mais cedo hoje?

– Sim, já faz um tempinho. Tava conversando com um cara sobre o trabalho musical, mas ainda to na dúvida se ele vai ser minha dupla. – Mariko ajeitou os óculos de armação escura sobre o nariz. – Uma figura bastante peculiar, digamos.

– Há. – Yumi fez uma careta de desaprovação. – Não me diga que está interessada no cara? Você não possui sorte em relação a homens. Lembre-se do seu ex, o Grimmjow. Aquele cara era um maníaco sadista.

Com a mão direita, Mariko puxou uma enorme mexa dos longos cabelos vermelhos de Yumi, fazendo-a soltar um gritinho de dor. – Olha quem tá falando! Não pira, Yumi. Fala de mim e age igual.

A ruiva virou-se para o lado e segurou com força as duas bochechas de Mariko. – Não pira você. ­– As duas começaram a falar alto demais no corredor, criando certa distância entre os outros alunos que iam para os quartos.

– Vocês duas poderiam continuar a andar?

Yumi e Mariko olharam para o lado, e surpreenderam-se ao ver um aluno classe A, ali parado, as encarando. Ayuzawa sentiu as bochechas ferverem ao ver Hijirikawa Masato, ele foi o primeiro garoto e único que havia gerado certo interesse nela. Na verdade ele era exatamente o homem dos sonhos para Yumi. Os cabelos lisos e azulados batiam abaixo dos olhos azuis profundos, e uma pintinha abaixo do olho direto contrastava contra a pele clara. Yumi o conheceu em uma das aulas de kendo.

Ela estava treinando quando Hijirikawa apareceu os convidando para a cerimônia do chá. Masato era tão habilidoso com as mãos que Yumi não conseguia se concentrar em outras coisas, somente nelas. E também foi o melhor chá que havia bebido em anos.

A família Masato possuía grande valor para o país, devido aos negócios e ao tradicionalismo japonês. Alguns anos atrás, Yumi freqüentava um dos dojos da família, mas nunca imaginou que o herdeiro, Hirijikawa, abandonaria tudo e para se dedicar a carreira musical. Ou melhor, nunca imaginou que o conheceria.

– Claro. – Yumi soltou as bochechas de Mariko, e deu alguns passos para trás abrindo caminho para que ele passasse. Mariko ficou de boca aberta ao ver a amiga agir como uma pré-adolescente apaixonada, não conhecia esse lado de Yumi.

– Mas que gato! – Nakayama falou para a ruiva, assim que Masato se afastou o suficiente para não escutar o que as duas conversavam. – Então esse é teu tipo, Yumi?

– Não... Tá, é um pouco.

– Convida ele para ser o teu parceiro, afinal os dois possuem o mesmo estilo. Fica mais fácil na hora de escolher uma temática.

– E você acha que um cara que tá na Classe A faria dupla com alguém da Classe C? Francamente. – Yumi suspirou aborrecida. – Já disse que vou fazer sozinha. To ficando muito irritada.

– Quando você não ta irritada? – Riiko falou sarcástica. – Vamos para o quarto, tirar os uniformes e logo ir comer alguma coisa. To morta de fome.

Yumi fez um gesto negativo com a cabeça. – Vai na frente. Primeiro quero tomar um banho. To me sentindo fedida com o calor que está fazendo. – segurou gola do uniforme, balançando para frente e para trás deixando o ar circular. – Ainda tenho roupas lá no armário do vestiário feminino, não preciso ir até o quarto para pegá-las.

– Você que sabe. Até mais.

– Até. – Yumi desceu a escadaria que havia a esquerda, levando-a na direção dos banheiros da escola. Todos os alunos residiam na Academia Saotome, pois os turnos eram integrais, ocupando grande parte do dia e muitas vezes da noite. A ruiva ainda não estava muito familiarizada com o convívio direto com os colegas por 24 horas, mas começou a se habituar assim que Mariko se mudou para o mesmo quarto que ela.

Logo que chegou aos banheiros havia uma imensa fila para as duchas, tanto nos banheiros femininos, como nos masculinos. Cansada, Yumi apoiou as costas contra a parede, e fechou os olhos ignorando os garotos da fila ao lado que babavam sobre seu corpo. Ayuzawa sabia que era bonita, os cabelos vermelhos pendiam sobre os ombros e quadris, e os olhos verdes destacavam o olhar marcante e cerrado. O corpo torneado e os peitos fartos salientavam levemente sobre o uniforme. Ela não ligava muito para aparência, mas como treinava desde pequena kendo, conseqüentemente possuía boa forma.

Yumi estava concentrada nos barulhos que seu estômago fazia, estava com muita fome. Algumas meninas da fila começaram a murmurar e gritar baixinho, Yumi fitou-as incomodada com a algazarra, mas logo entendeu o porquê daquilo tudo. Ela não conseguia ver direito, mas percebeu que um rapaz alto de cabelos azuis se aproximava, deixando-a um pouco nervosa, pois poderia ser o Hijirikawa.

– Lá vem ele! – a garota que estava na sua frente falou para outra menina que estava próxima.

– Ele quem? – Yumi interrompeu a conversa das duas alunas. Ambas olharam para a ruiva e fizeram uma cara de espanto. – Ichinose Tokiya, o aluno mais famoso da Academia Saotome, não conhece?

­– Não... não faço idéia.

– Ichinose Tokiya da Classe S, ele é o irmão gêmeo do cantor Hayato.

– Ah, acho que sei quem é. ­– Yumi olhou para Tokiya que se posicionava no final da fila dos rapazes. Hayato era um famoso cantor pop japonês, apesar de possuir bastante presença de palco e talento, a ruiva o achava bem patético. Ichinose aparentava ser o oposto do irmão gêmeo, a expressão de sua face era rígida e fechada, os maxilares pareciam travados e os olhos azuis fuzilavam tudo que estivesse em seu raio de visão.

Ichinose olhou para Yumi, mas ela não desviou o olhar, não estava fazendo nada de errado mesmo. Era natural que ele olhasse para ela, afinal Yumi estava o encarando. Na verdade, Tokiya já estava bem acostumado com aquele tipo de situação, muitas meninas o confundiam com Hayato, paravam na rua pedindo autógrafos, abraços, beijos, fotos, etc.

Ta, ele sobreviveria à falsa fama, mas estava se sentindo levemente ameaçado contra a indiferença da garota. Yumi quase sorriu quando Tokiya franziu levemente as sobrancelhas, parecia bem irritado.

– Tem lugar para mais três lá dentro. – uma garota saiu do banheiro massageando os cabelos úmidos.

A ruiva assentiu com a cabeça e entrou no banheiro feminino. Apesar de não haver especificamente um banheiro para cada aluno, o lugar era muito belo, ornamentado com metais dourados e decorado por perfumadas flores. Ayuzawa caminhou até o seu armário e pegou de lá seu kit de banho e uma toalha branca bordada com o seu nome. Enquanto caminhava na direção das duchas, escutou as mesmas garotas da fila brigarem entre si.

– Ele tava olhando para mim. Idiota!

–Não tava não, eu sou a mais bonita, ele não olharia para você! – esbravejou a outra.

Yumi revirou os olhos controlando-se para não ir lá e dar alguns tapas naquelas duas meninas. E nem era para elas que ele tava olhando, certo.

Caminhou até a ducha livre e entrou no box de vidro jateado. Despiu-se das roupas que vestia, pendurando-as, – inclusive a toalha–, no gancho lateral de metal que havia nas paredes. Yumi abriu o registro e sentiu o corpo relaxar com a água fresca invadindo cada poro de sua pele suada. Um pouco mais calma, murmurava uma melodia sem nexo, se perguntando se Masato aceitaria ela como dupla para o trabalho de Ringo. Claro que faltava coragem para isso. Só de imaginar alguém da Classe C penetrando na Classe A já causava arrepios, era ridículo.

– Vou fazer sozinha mesmo. – murmurou pra si, enquanto massageava os cabelos tomados por espuma. Ela até pensou em Mariko para fazer o trabalho, mas a loira também escrevia músicas, precisava de um vocal.

Ela sabia que estava complicando as coisas, poderia ter aceitado o convite do seu colega de classe, mas não gostava dele, reclamava demais. Ayuzawa não era caprichosa em relação a datas e entrega de trabalhos, mas de qualquer maneira se esforçava em segredo para não ficar com as piores notas da sala.

Após o banho, Yumi guardou as coisas no armário e levou a roupa suja para a lavanderia da escola. Sem muito cuidado, largava as roupas rapidamente dentro da máquina de lavar roupas, colocou o sabão em pó e o amaciante e fechou a tampa redonda.

Sentou no banco de madeira e cruzou as pernas olhando impaciente a roupa começar a girar dentro da máquina. A ruiva inclinou levemente o corpo para trás e sentiu encostar as costas em algo. Ichinose estava sentando do outro lado do banco, ele moveu um pouco a cabeça e observou Yumi sentar na beirada do banco.

– Assim você vai cair.

– Eu to bem assim, não vou cair. – Yumi falou quase gritando. Não acreditava que o famoso Tokiya Ichinose estava logo atrás dela, e o pior estava falando com ela. As outras pessoas que estavam na lavanderia fitavam curiosos para Ayuzawa e Ichinose dividirem o mesmo banco. Yumi imaginava-se como o preto e o branco, de um lado a fracassada aluna da Classe C, e do outro, o famoso aluno da Classe S.

­– Você é a mesma garota da fila. – ele se virou no banco, olhando-a de perfil. –Porque estava me encarando?

– Porque você é um idiota, mimado, metido a príncipe entre as alunas desocupadas. – Yumi virou o rosto aborrecida, ignorando Tokiya que estava alguns centímetros do seu lado.

Ichinose não respondeu as ofensas de Yumi. Ela achou estranho o silêncio dele, virou um pouco o rosto para fitá-lo de soslaio. O rapaz parecia não ligar para as ofensas, olhava fixamente para as roupas torcendo dentro da máquina de lavar, como se aquilo fosse mais importante do que a presença de Yumi.

– Ichinose-san. – a voz de Masato ecoou pelos ouvidos da ruiva. Ele parou na frente de Tokiya com os braços cruzados sobre o peitoral, aparentava estar bem nervoso.

– O quê? – Ichinose ergueu-se, era alguns centímetros mais alto do que Masato. Yumi continuava a olhar discretamente para os dois garotos, era incomodo ver pessoas tão belas e talentosas aglomeradas. Chamavam muita a atenção.

– Preciso treinar um dueto, mas ninguém está disponível. – ele pigarreou de leve. – Ninguém confiável. Não quero pedir ajuda para o Ren, afinal ele é meu rival. Enfim, pode me ajudar com isso?

Ichinose ponderou por alguns segundos. – Preciso terminar de lavar minhas roup...

– Eu cuido disso! – Yumi se levantou do banco em um solavanco. Ambos olharam para a ruiva esperando alguma explicação. – Digo, estou esperando minhas roupas também, eu posso cuidar das suas Tokiya. – ela forçou um sorriso. – Assim poderá ajudar o Hijirikawa-san com o dueto.

– Acho que já te vi em algum dojo de minha família. – Masato olhou melhor para Ayuzawa, fazendo-a recuar um pouco.

– Sim, participei de sua cerimônia do chá. – falou um pouco tímida. – Não faz muito tempo.

– Isso não importa. – Tokiya chamou a atenção de Yumi e de Hijirikawa. – Eu pego minhas roupas no seu quarto, qual dos prédios?

– Fico na área dos prédios B e C, o número do meu quarto é 311. – falou cerrando os dentes, sentindo-se extremamente humilhada. Assim que Masato e Tokiya foram para a sala de gravações, Yumi arrependia-se por ter agido de forma tão imatura, Mariko daria alguns petelecos nela por isso. Ela ficou ali por quase uma hora lendo aquelas revistas estúpidas feitas para suprir o tédio, enquanto o estomago protestava com barulhos estranhos.

O som agudo da máquina indicava que as roupas haviam passado por todos os processos de lavagem, centrifuga e secagem. No lado dos bancos havia várias cestas, Yumi pegou uma e colocou suas roupas e as de Ichinose dentro, e as levou para o quarto.

Mariko estava sentada na pequena sala arranjada pelas duas, com uma expressão nada agradável. Yumi colocou o cesto sobre a cama, e revirou os olhos escutando a amiga.

– Porque você não foi jantar comigo, Yumi?

– Porque aconteceram muitas coisas nesse meio tempo. ­– a ruiva sentou na cama e ficou olhando a loira retirar os óculos e pendurar no decote da regata roxa que vestia. – O que aconteceu? E porque está com esse cesto ai? Você nunca trás as roupas no mesmo dia. ­

– Mais tarde te explico melhor, Riiko. Preciso passar algumas roupas antes que venham buscar. – Yumi levantou-se e foi pegar o ferro de passar que ficava embaixo de uma das cômodas.

– Passar pra quem? Desde quando virou empregada dos outros. – Mariko deu uma risadinha provocando Yumi. – Espere, esse uniforme é masculino! Ayuzawa Yumi, de quem é esse uniforme?

Yumi bateu com o ferro sobre a mesa, ajeitando a calça social do uniforme. – Depois falo sobre isso, se eu começar a falar possivelmente queimarei as roupas do cara. – Riiko apoiou as duas mãos sobre o ombro de Yumi, observando-a passar a calça. – Me conta Yuu, não gosto de mistérios. – a loira falou melosa, fazendo um beicinho para a amiga.

– Não! – Yumi protestou, afastando Mariko de seu ombro. – Não tenho tempo agora, que saco.

– Aff. – A loira afastou-se e voltou a sentar no pufe macio de couro branco. – Você ta muito nervosa, relaxa um pouco.

A campainha soou e Nakayama se ergueu para abrir a porta. – Só porque eu acabei de sentar, que bosta mesmo. – Yumi baixou a cabeça focando-se somente nas roupas de Tokiya, não queria ver a expressão da amiga ao vê-lo ali na porta do quarto delas.

Mariko abriu a porta do quarto e ficou sem reação por segundos. – O que deseja? – a loira falou com certa dificuldade.

– Quero falar com a Ayuzawa.

– Só um momento. – Mariko fechou a porta, e controlou-se para não berrar para Yumi. – Meu Deus! O Tokiya Ichinose está aqui e querendo falar com você!

Os olhos verdes de Yumi pairaram raivosos sobre a porta, Mariko se recolheu e sentou no pufe novamente, só que virada na direção da porta. Riiko adorava tirar Yumi do sério, sabia que a ruiva não gostava de ser observada.

– Ainda não terminei de passar as roupas, pode esperar um pouco? – abriu um pouco mais a porta, convidando Ichinose para entrar. – Se quiser, é claro.

– Não me lembro de ter dito que era para passar as minhas roupas. – falou cético. – Não precisava.

Se todo aquele sacrifício não fosse pelo Hijirikawa, Yumi teria fechado a porta bem no nariz empinado de Ichinose. Ayuzawa não era exatamente a pessoa mais educada e requintada do mundo, mas não conseguia suportar as ações frias e monótonas de Tokiya.

Que saco.

– Eu estava fazendo somente um favor, mas senão quiser, pode pegar o teu uniforme e ir embora daqui. ­– Yumi se afastou, mas deixou a porta aberta, caso ele quisesse entrar. Mariko assistia aos dois como se fossem de um seriado de televisão, sentindo-se frustrada por Yumi.

– Com licença. – ele fez um pequeno aceno com a cabeça para Riiko, antes de entrar no quarto das garotas. A loira foi obrigada a virar a cabeça para o outro lado para não sorrir do rapaz, ele era muito lindo, e como era, pensou. Ele caminhou até Yumi, observando-a passar com o ferro elétrico o blazer de seu uniforme. Tokiya estava tão perto que ela podia sentir o cheiro do perfume dele se alastrar até as narinas.

­ ­– Pode sentar ali no pufe com a minha amiga, Nakayama Mariko. Ou na minha cama.

– Eu estou bem aqui. – Ayuzawa estava sentindo-se mau sobre o olhar pesado de Ichinose, enquanto Riiko ria em silêncio no outro lado do quarto. Precisava terminar de passar aquelas roupas, antes que fosse esmagada pela pressão do aluno Classe S. Yumi não conseguia remeter em palavras e pensamentos o ódio que estava sentindo naquele momento, preferia que Hijirikawa estivesse ali ao seu lado.

Notas finais
Ichinose e Hijirikawa me levem com vocês *0*~~ Lindos demais!

Quem leu até aqui, deixem seus comentários, ficarei muito feliz. :)
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.