Starting Again

6 Surpresa nada agradável


Notas iniciais
olá. Bom, tenho dois recados para dar --- não me matem depois de ler o capítulo.. segundo: não respondi os comentários ainda, depois entro e respondo todos. Esse capítulo esta dedicado a duas pessoas que estão me apoiando muito com a história: Leh e Júlia, obrigada de coração a vocês por me apoiarem tanto. Agradeçam a elas porque se não, não haveria capitulo. Espero que gostem e boa leitura...

Acordei no dia seguinte com uma disposição que eu mesma desconhecia para um domingo de manhã, eu estava disposta a não deixar que os olhares de German me perturbasse, ou pelo menos tentar não deixar transparecer. Me levantei, fiz minha higiene matinal sem pressa alguma, coloquei minha roupa de corrida e desci, havia dias que não praticava algum exercício. A única alma viva daquela casa acordada em pleno pleno domingo às 6:30 da manhã era minha mãe.
– Bom dia — disse indo até ela é a abraçando.
– Bom dia meu amor — respondeu retribuindo meu abraço — dormiu bem?
– Sim, muito bem — eu não estava mentindo, nunca havia dormido tao bem em toda a minha vida — mãe a Fran já foi? — Logo que me levantei percebi que ela não estava mais em meu quarto, então imaginei que já estivesse em casa.
– Sim, ele foi cedo — a entonação em sua voz era de preocupação — aconteceu algo com ela?
Minha mãe conhecia Fran desde que era um bebe, conhecia a família toda, ela e a mãe de Fran eram amigas desde sempre, e isso contribuiu muito para nossa aproximação.
– O Marco vai embora — tentei falar sem demostrar as lembranças que invadiam minha mente.
– Ela vai se recuperar, tenho certeza disso — disse com o seu típico soriso, más que era capaz de acalmar qualquer pessoa.
Ouvi passos vindo da escada e o medo de ser German me envolveu. Me despedi de minha mãe o mais rápido possível, coloquei meus fones de ouvido e parti para meu momento de pensar.
Estava preocupada com Fran, havia muito tempo que não havia tao desolada, mas eu não poderia fazer nada para mudar. Involuntariamente a imagem de German veio a minha mente, as palavras proferidas por ele na tarde de ontem invadiram meus pensamentos, eu só queria saber porque ele me odiava tanto, eu não havia feito nada a ele, ou havia? NÃO, claro que não, eu nem o conhecia até ontem, então porque? Corri até esgotar a ultima gota de coragem do meu corpo, mas não etava preparada para voltar para casa, tinha certeza que o encontraria ali.

Fui andando até a praça que ficava ali perto, me sentei em um banco e me lembrei de algo, não, meu mundo não girava em torno de German, o que me veio a mente, ou quem, foi Leonardo, por mais que me doesse admitir, sentia sua falta, mas não me arrependia nem um pouco do que havia falado, Priscila era e sempre seria uma cobra disfarçada, sabia muito bem como tirar uma pessoa do sério e arruinar sua vida, ela havia feito isso comigo, ela havia tirado de mim o único homem que eu amei, ou pelo menos eu pensava isso.

Voltei para casa algumas horas depois com meu estomago reclamando, pois não havia comido nada antes de sair. Ao entrar pela porta da sala me deparei com a visão de todos reunidos, pensei em passar para meu quarto e tomar um banho sem que ninguem percebesse minha presença, mas ao fechar a porta, com o barulho emitido, todos os olhares se voltaram para mim.

– Angie – minha mãe se levantou rapidamente do sofá, juntamente com Jade, e veio ao meu lado – Meu amor, achei que tivesse fugido, pelo tempo que demorou – disse com uma risada gostosa. Realmente eu havia demorado demais, havia saido ás 6:30 e já eram 9:20.

– Deixa ela tia – Jade entrou na conversa com um sorriso malicioso no rosto que me fez arrepiar toda, daí não sairia coisa boa – para manter um corpo desse tem que ficar horas se exercitando, não é atoa que German não para de olha-la.

A cor sumiu do rosto dele, e eu fiquei vermelha feito um pimentão, eu iria matar Jade, não sobraria uma parte se quer dela inteira.

– Não começa Jade – Disse German se levantando com uma carranca.

– Eu… é… vou pro banho – disse gaguejando.

Subi rapidamente evitando o olhar de qualquer pessoa, só quria fugir daquele constrangimento. Adentrei o box do chuveiro mais confusa do que antes, eu estava fazendo o possível para tirar German de minha cabeça, mas estava difícil com a Jade por perto, ela que me aguardasse. Nem a água do chuveiro, que foi minha terapeuta durante muito tempo, foi capaz de me acalmar naquele momento. Sai do chuveiro, me enxuguei e fui até meu closet pegar uma roupa, estava um dia quente, então optei por algo leve. Voltei ao banheiro para me trocar na maior lentidão, se o mundo dependesse da minha rapidez, estavam todos encrencados. Quando saí do quarto levei um sudto enorme ao me deparar com German sentado em minha cama, quase gritei pedindo ajuda para que alguem daquela casa o tirasse do meu quarto, pois é, tarde depois, a cria do demônio (o apelido carinhoso que eu havia dado a ele) havia se virado e olhado direto em minha direção.

– O que esta fazendo aqui – disse reunindo o máximo possivel de calma que havia em mim, o que por um milagre deu certo.

– Bom, considerando que eu moro aqui, acho que posso entar em qual comodo eu quiser – disse com um irônico em seu rosto.

– Considerando que eu também moro aqui, não te dou permisão para entar em meu quarto em hipótese NENHUMA – a irritação tomou conta do meu corpo, como ele podia ser tão abusado – quero saber porque esta aqui, não te dei permisão para entrar.

Tenho certeza que ele perceubeu que eu estava furiosa, então se levantou da cama e foi se aproximando de mim, eu, consequenteme fui me afastando dele. German foi interronpido por minha porta sendo aberda de modo nada gentiu, uma Jade totalmente ofegante passou pela porta e veio até mim, ficando ao meu lado. O olhar que ela lançou a German foi de ódio, repulsa e algo mais que não pude compreender, mas eu tinha certeza que a qualquer momento ela poderia pular no pescoço dele e estrangula-lo. German mantinha um olhar de indagação para Jade.

– Eu juro que se eu pedesse te matava agora, mas não faço isso em respeito aos seus pais e a Angie, que não tem culpa do canalha que você é – eu juro que vi fumaça saindo do nariz de Jade, ela estava puta com ele.

– Jade, pode primeiro me falar porque esta tão brava? – German se manifestou.

– Desça a sala e veja você mesmo – disse e saiu pisando duro.

Eu que não sou boba nem nada fui atras delas com German nos seguindo, mas juro que a sensação ao entrar naquela sala foi de querer dar um tiro na cabeça de German ali mesmo, eu não podia acreditar que aquele demônio estava ali de novo, era demais demais para mim.

Notas finais
Desculpem qualquer erro no capítulo... Bjoos comentem se querem o próximo e favoritem a história.. me sigam no tt @ClaraBrasil_Al Até o próximo