Starting Again

4 Fique longe de mim


Notas iniciais
Olá amores do meu core! Primeiro queria pedir desculpa por não postar ontem, tive alguns problemas da saúde na família, e não tive tempo. Muito obrigada as minhas leitoras divas que comentaram Domy Alonso Gabi Germangie (agradecimento triplo pelos três comentarios e pela favoritação) Camila Clarinatica Julietta Amei de coração seus comentários Boa Leitura Amores!

Ok... Jade estava ficando realmente louca, German não me olhou diferente coisa nenhuma, ele me odiava e era disso que eu tinha certeza. Depois daquilo o assunto morreu, passamos mais algum tempo no quartel rindo e.conversando banalidades até Federico aparecer e nos chamar para o almoço. Desci com a esperança de não o encontrar ali, pedia aos céus para não o encontrar, mas meus desejos não foram atendidos, a primeira pessoa que vi ao terminar de descer a escada foi German. Estava de costa para mim, ele não estava mais de calça, usava uma bermuda jeans preta e uma camiseta verde claro, fiquei paralisada ao o ver daquele jeito. Foi aí que se virou para mim e me encarou, aquele olhar que pareciam me fuzilar algumas horas atrás não estava mais lá, e deu espaço para poder observar a beleza daqueles olhos castanhos. Seu olhar, agora, parecia querer me desvendar. Desviei o olhar me sentindo um tanto constrangida, logo em seguida minha mãe apareceu e nos chamou para sentarmos a mesa, fui a última a chegar na sala de jantar, resultado, fui obrigada a sentar em uma cadeira de frente para German. Qual é, o destino estava brincando comigo? Sentei tentando disfarçar meu mal humor. Enquanto isso o pessoal embalou em uma conversa que não fazia ideia do que se tratava, não conseguia tirar os olhos de German, e pelo visto ele também não conseguia tirar os seu olhar de mim, se alguém percebeu resolveu não falar nada.
Fui a primeira a sair da mesa, tentando desesperadamente escapar do olhar de German, algo nele era perigoso, e não era eu quem iria descobrir o porquê. Fui direto para meu quarto com a desculpa de uma dor de cabeça, foi a desculpa mais esfarrapada que já inventei, mas todos pareceram acreditar. Fiquei na cama deitada, alguns minutos depois ouvi o som de notificação do meu celular, o peguei da mesinha ao lado da cama e constatei que a mensagem era de Francesca.
" E aí, como foi o almoço??"
Uma pergunta simples aos olhos de qualquer outra pessoa, mas eu conhecendo Fran sabia que não era inocente essa pergunta.
" Bom, comi bastante, estava muito gostoso"
Enviei a mensagem sem pensar nas consequências. Alguns minutos depois veio a resposta maliciosa de Francesca.
" E o irmão também é gostoso não?! Kkkkkk"
Eu iria responder umas palavras não muito bonitas a ela se não fosse alguém batendo em minha porta, imaginei que seria minha mãe verificando se eu estava bem, mas me surpreendi ao ver German parado.
– Entre — tentei ao máximo disfarçar meu nervosismo, pois é tentativa falhada.
Me sentei rígida na cama enquanto via ela se aproximar. Se sentou na cama e ficou me encarando. Naquele momento milhares de perguntas rondaram minha cabeça, mas não tinha coragem de lhe fazer nenhuma delas.
– Acho que eu fui o único a não acreditar na sua dor de cabeça – disse com um ar sério. Fiquei calada, tinha sido pega. Fiquei vermelha na hora e abaixe a cabeça.
– Não se preocupe, não vou contar a ninguém. Se bem que são eles quem tem contar coisas a voce. – Como é que é?
– Como assim? – perguntei um tanto confusa.

–Isso não é algo que eu deva te responder, mas não foi isso que eu vim fazer aqui. – aquele olhar me matava – vim te dizer para ficar longe de mim.

Já era de se esperar me dissese algo desse tipo, o cara me odiava mesmo, na minha opinião, mais do que eu imagiva.
– Não tem problema, ninguém é obrigado a gostar de ninguém. — Me chamem de cruel, mas meu objetivo ao dizer aquilo era atingi-lo, mas eu não estava indo bem.
– Bom, recado dado, espero que cumpra o que eu falei.
Eu não podia fazer nada se ele não queria estar perto de mim, o melhor a se fazer naquele momento, ou talvez por toda a eternidade, era me afastar. Mas e aquilo de eles terem algo para me contar, o que eu precisava saber? A chegada de German não havia me feito nada bem, eu iria acabar ficando louca.
Passei a tarde toda em casa, todos haviam saído para passear, ou pelo menos que achava que todos haviam saído. Era já o final da tarde eu meu estômago começou a reclamar de fome, desci para a cozinha distraída, e foi aí que eu ouvi barulhos vindo de lá, o medo tomou conta de mim, afinal todos estavam fora, não estavam? Chegando na porta, resolvi checar o que era antes de entrar. Mas ao olhar, me deparei com a imagem de German lutando para conseguir fazer algo para comer, não consegui conter a risada e soltei um riso baixo imaginado que não me veria ali, mas aparentemente ele era muito bom de audição, quando ouviu meu riso se volta para trás com uma rapidez impressionante.
– Angie — disse com a mão no coração — não sabia que estava em casa.

Meu sorriso sumiu na hora ao lembrar das suas palavras mais cedo.
– Também não sabia que estaria aqui – disse meio nervosa.

Bom, eu tinha um objetivo em ir até la e meu estomago estava me cobrando isso, me aproximei da geladeira em busca de algo para comer. Fiquei imaginando o porque de German me querer longe dele, ao meu ver nunca fiz nada a ele, nem o conhecia até hoje de manhã. E aquilo de meus pais terem algo para me contar, o que era?
De repente ouvi um barulho vindo de trás de mim, German havia derrubado um vidro no chão. Me avaixri, ao mesmo tempo que ele, para recolher o vidro do chão, foi aí que nossas mãos se encontraram, um arrepio percorreu todo meu corpo, me fazendo levantar a visão e encarar aquelas duas bolas castanhas, era a primeira vez que sentia o que German estava me proporcionando, mas sabia que aquilo era perigoso.

Notas finais
Espero que tenham gostando do capítulo. Bom, como vocês já sabem se querem próximo capítulo favoritem e pelo menos cinco comentários. Me sigam no twitter @ClaraBrasil_Al Bjooos e até o próximo