Notas iniciais
Em pouco mais de uma década com a perda de oficiais, na Batalha Wolf 359, a debandada de demissões dos maquis, e a terrível Guerra Dominion; a Starflet tinha que reconstruir a frota, que por incrível que pareça era relativamente mais simples do que repor a demanda por oficiais e tripulantes; os mais capacitados da academia estavam fazendo, um programa especial de aceleração de formação para termos material, “humano”, com isso se formando ainda com menor idade. Uma serie de promoções (que certamente não aconteceria em outra época) acabava distribuindo os seniores por diferentes naves, para haver maior equilíbrio possível entre os experientes e os novatos. Esse esforço servia para nos defender dos urubus oportunistas que estavam espalhados aproveitando a fragilidade “temporária” da Frota,

USS NUUK?

Uma bela nave Classe Steamrunner; tinha participado de muitas batalhas, estava judiada, mas ainda tinha eu charme.

Kelly tinha servido nela por anos sob o comando do Capitão Abueear; Como oficial ela evoluiu muito durante a guerra, de tenente a foi a oficial tática, depois promovida a imediato após a morte da Comandante Marcha em plena batalha, com a promoção do Capitão e o desmantelamento do que sobrou da equipe, ela era a candidata natural para o cargo; dos antigos seniores sobrou o Engenheiro chefe Traian, um mal humorado, mas altamente confiável engenheiro Boleano, tem duas esposas e sete filhos; é engenheiro da USS NUUK desde que ela saiu da doca pela primeira vez, nunca aceitou transferência, é obcecado pela nave, talvez até clinicamente, pelo menos essa é opinião da 1ª oficial medica Dra. Segran; vulcana, viúva, seus dois filhos já são adultos e vivem em Vulcan, da antiga tripulação ainda tem a diretora operacional e estratégico Comandante Sra. Gunnlod, oreana, mas nasceu na terra, Chile, onde sua família vive a três gerações.

USS NUUK... Quase lá.

Ainda faltava cerca de uma semana de viagem para chegar ao destino, após um treinamento forte de musculação, a Capitã Kelly foi para o holodeque para fechar sua serie com simulação de um treinamento klingons, ela tinha ganhado um” bat'leth” em uma “disputa” que ela travou ainda cadete num programa de intercambio em “Qo'noS” , nem precisa falar que teve que se livrar de um monte de pretendentes , mas ela tinha um carinho especial por “Mathor” por isso aceitou seu presente, ele estava comprometido, um rompimento seria um motivo de litígio entre famílias, ela o tem guardado no coração, ele foi o seu primeiro amor. Mas a fila anda, agora são só bons amigos.

Ela estava usando a regata padrão do uniforme, com uma calça também cinza própria para exercício e um confortável tênis. Após o treino, ela tomou uma chuveirada, cumpriu o ritual diário e passou um creme com aroma de erva doce por todo o corpo, hidratou o rosto, tranço os cabelos em uma trança embutida, vestiu o uniforme impecável, como de costume com a jaqueta aberta deixando a mostra à camisa cinza sob o casaco.

Kelly tinha Nascida na colônia humana Veracruziana, mas com a morte dos pais ela e a irmã foram adotadas por uma médica que na época estava trabalhando numa ONG em sua colônia, Na época a colônia estava rompendo com a frota, pois estava em guerra civil, com uma ditadura cruel, quase todos os funcionários, comissionados e soldados da Frota, que estavam na colônia, foram trucidados, inclusive ONGs humanitárias tiveram seus funcionários e voluntários assassinatos, apenas alguns conseguiram sobreviver ao levante, alguns deles inclusive a médica que a adotou foram salvos por ela, e resgatados pela Frota num esforço de resgate do Capitão Abueear, que mais tarde a patrocinou para entrar para frota, e foi seu segundo capitão.

Um 1,79 m de altura, pele morena esverdeada, mostrando uma herança de uma especie desconhecida, e olhos e cabelos castanhos, era um tipo comum.

Desde criança era praticante de artes marciais, seu pai era treinador de lutadores de MMA, uma velha tradição que tinha vindo com os colonos, tinha um dom natural para luta corpo a corpo, músculos bem definidos, também gostava de treinar com armas brancas como o bat'leth, o nunchaku e o bastão. Aprendeu a usar o phaser e o usava muito bem quando necessário, mas particularmente não gostava. Treinar era quase um vicio, principalmente em momento de pressão, ela se adaptou a escutar os PADD em vez de ler durante seus treinamentos, mais de uma vez conseguiu uma lesão, “para dar trabalho para sua médica”, mas também com a arte marcial, aprendeu a fazer meditação “mente sã em corpo são”. Alem de ter um raciocínio rápido, criatividade, e principalmente muita sorte.

Assim que entrou na ponte o seu imediato A’nair um Hermafrodita J'naii, a cumprimentou e foi apresentando os relatórios, ele (a) era a mente cientifica da ponte, era bem menor que a capitã, sua espécie não é muito grande, mas tinha uma mente brilhante e conhecimento em diversas áreas cientificas , alem de inteligente era responsável e leal, e lutava krav magá com muita competência, mas a Capitã não entendia os olhares que ele jogava na comandante Gunnlod quando esta não estava olhando, mas enfim não era problema dela; nas operações estava Alferes Alrex Syden, um jovem Bajoriano, no tático tenente- comandante Sr. Ítalo Seferis, especialista em armamento estava no console táctico, na navegação estava sub-tenente Kinder, humano, e no assento do piloto a Alferes Millena, meio humana meio betazoide.

Notas finais
Estou meio que apresentando aos poucos a tripulação Comentários são muito bem vindos Palpites também! Obrigado por Ler e comentar!