Stand In The Rain
1 One-shot
Notas iniciais
Nossa...acabei de escrever e já to postando...~le loka~
Tomara que vcs amem muitasso, aproveitem e vão logo ler! O que ainda estão fazendo aqui?
Escute a música enquanto lê (é o que eu sugiro):
C:\\Users\\Bia\\Documents\\Stand in the rain.docx
Isso já está me corroendo por dentro á muito tempo, sim duas semanas é muito tempo.
Plic ploc fazia a chuva
As correntes provavelmente já devem ter feito seus pulsos passarem do vermelho para o roxo, a chuva já deve ter feito seus cabelos grudarem em seu rosto... ela já deve estra fraca e seus coração cansado de bater
Sim, eu sabia como ela estava se sentindo, pois eu já estivera ai seu lado, lutando junto á ela. Mas agora estou aqui, lutando contra ela... mas tudo bem...isso também faz parte do plano...foi planejado...pelo menos eu espero que isso tenha sido parte do plano...
E como eu já disse: ver ela desse jeito está me corroendo, tenho que usar cada força que restou em mim para me conter e não ir lá tirar-lhe as correntes
Era isso que eles estavam fazendo, nos acorrentando para ver o quanto nós aguentamos e quando nós não aguentamos mais...nos rendemos e quando nos rendemos ele ganham força e espaço
Ai você me pergunta: “então porque você se rendeu já que sabe que isso não é o certo?”
Então eu lhes respondo: porque faz parte do plano
E agora só restou uma única pessoa da resistência, ai você me pergunta: se vocês são a resistência... á que vocês resistem?
Nós resistimos á um cara chamado Malum, ele quer dominar o mundo e ser o grande ditador e é claro que nós não podemos deixar. No começo nos éramos 40 e então teve aquela batalha e trinta de nós morreram em batalha, sobraram dez e esses dez que conseguiram sobreviver á batalha foram capturados amarrados e amordaçados, mas nos tínhamos um plano...
O plano era: de tempos em tempos um de nós iria se render até que sobrasse somente um e quando somente um ainda resistisse... nós atacaríamos na calada da noite e mataríamos todos eles...assim nós triunfaríamos...venceríamos e então a paz reinaria
Faz duas semanas que eu me rendi, deixando Megan sozinha na chuva. Nunca parava de chover graças á Malum, fazia parte do castigo dele
Megan, fique na chuva, enquanto você ficar na chuva nós ainda teremos uma chance...por menor que ela seja
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P.O. V Megan:
Meus pulmões mal conseguem puxar ar, minhas pernas parecem que são feitas de gelatina e eu mal consigo raciocinar direito
Não consigo ver um palmo á minha frente já que tem um saco feito de algum pano preto cobrindo-me a cabeça e por isso que eu também não consegui ver para onde os outros foram levados, mas eu sei que foram levados, pois não sinto mais suas presenças aqui
Será que eu sou a última, a última da resistência?
Se a resposta for não, eu vou ficar e lutar junto á mus amigos, os outros nove da resistência
Mas se a resposta for sim, eu vou lutar em dobro, jamais desistirei e vou ficar de pé , mesmo sabendo que vou cair
Afinal a esperança é a última que morre
Eu sei que quando estou sozinha , parece estar tudo desmoronando, posso estar fisicamente sozinha, mas eu sei que meus amigos jamais desistirão e que eles vão vencer
Eu gostaria muito de chorar, para aliviar tudo o que estou sentido, mas... se eu chorar eu não vou mais parar, as lágrimas não vão parar de cair. Por isso eu me controlo como posso. Não chore – é o que eu digo á mim mesma quase que todo dia – deixe para chorar quando for libertada por seus amigos, deixe que as lágrimas sejam de alegria por sua vitória e não por tristeza de saber que vocês não conseguiram por isso eu segurei as lágrimas...
É claro que nós podemos sair quando quisermos, mas se nós nos soltarmos, isso significa rendição completa e é por isso que eu não tirei as correntes: eu não me renderei!
Nunca me darei por vencida (N/A: essa frase é de anime que virou filme que eu vi UMA vez quando eu era pequena, mas nunca saiu da minha cabeça)
Eu não farei nenhum barulho, eles esperam que eu grite de medo e suplique para que me tirem daqui, mas eu não farei isso, eles que sofram com o meu silêncio
Tentei me levantar em meio á aquela tempestade, usando as correntes como um tipo de apoio, mas elas só feriram ainda mais meus pulsos e então eu não aguentei meu próprio peso e cai de joelhos. É como uma batalha interna se eu fizer isso aquilo vai acontecer, mas se eu não fizer aquilo será em dobro...argh!. Não sei o que fazer além de ficar aqui, resistir e esperar...esperar
Esperar é a pior parte, porque eu não sei se eles vão voltar ou eu vou ficar aqui até meu coração parar de bater... isso é meio frustrante, sabe?
Eu não vou me libertar, eu vou lutar. Sim, é uma luta silenciosa, mas necessária. Meu coração bateu um pouco mais forte quando pensei no que Ofélia disse: “eu voltarei para te buscar, isso é uma promessa” na verdade, ela gritou isso enquanto estava sendo arrastada por um dos capangas de Malum e depois ele calou sua boca, amordaçando-a
Ofélia... tomara que ela esteja bem e viva e lutando, tomara que ela se lembre do plano, do nosso plano. Levamos muitas semanas arquitetando aquele plano para ela se esquecer e não cumpri-lo
Eu sei que não vou me afogar, mas de tanta água que já caiu... dá para encher 20 piscinas olímpicas e ainda vai sobrar para mais umas 40 piscinas não olímpicas. Não dá para respirar fundo, pois primeiro: meus pulmões estão fracos e segundo: se eu respirar fundo é provável que eu puxe água junto com o ar e me afogue, por que... nossa...aqui está caindo muita água
Agora vamos falar um pouco das correntes, elas além de certificar que a pessoa não fuja, ela comprime os pulsos e eu nem sei se minha mão caiu ou se elas estão dormentes. É isso dói... muito...muito mesmo. Eu vou resistir á essa dor, nunca vou abaixar a cabeça para Malum
Eu quero desistir e me deitar, mas não posso pois tenho que ser forte, tenho que continuar de pé pelos outros nove e eu serei forte por eles
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P.O. V Ofélia
A noite já caiu e eu pego a adaga que está debaixo de meu travesseiro. Eu tiro as cobertas que estão sobre mim e me levanto, ando até a porta e colo minha orelha na madeira...
Passos que se aproximam e param e eu petrifiquei só de pensar neles me pegando acordada, prendi o fôlego e não ousei me mover
Os passos recomeçaram e eu senti um alivio ao saber disso, soltei o ar aos poucos.
Abro milímetros da porta para ver se tem alguém ali, não tem ninguém... ufa...então eu saio do quarto
Ansiosa, eu tenho problemas com ansiedade, meu coração estava tentando fazer polichinelos quando a ideia do que iriamos fazer perpassou pela minha mente
Com muita cautela andei pelo corredor e bati nas nove portas de madeira seguintes, logo elas se abriram e sete pessoas saíram seis garotos e duas garotas, comigo nove e com Megan dez
Megan, nós já estamos indo. Você só tem que ficar na chuva mais um pouquinho
– Todos prontos? – Perguntei.
– Sim – Sussurram eles em uníssono
Todos nós estávamos muito nervosos e eu nem precisava perguntar isso á eles para saber que sim, era só olhar em seus rostos para vê-los suando frio.
Eu não aguentei mais isso e parei, Klaus quase tropeçou nos próprios pés quando parou bruscamente.
– Façam um favor á si mesmos e acalmem-se – Falei. – Desse jeito é meio improvável vencermos e muito provável que o enorme barulho que seus corações estão fazendo nos denuncie.
Atrasamo-nos dez minutos, pois foi esse o tempo que eles precisaram para se acalmar
Ok e blá blá blá... nem sei porque pedi para eles se acalmarem já que daqui á pouco seus corações irão bater loucamente...
Eram dois quartos, o primeiro abrigava Malum e seus capangas de mais confiança o segundo abrigava os de nem tanta confiança, mas que mesmo assim passaram para o seu lado de livre e espontânea vontade e pensar que meu irmão está lá...
Desculpa Mark, mas ou você se junta á nós ou vou ter que matar você – foi o que eu disse á ele no dia em que ele se foi e agora terei que cumprir minha promessa: terei que mata-lo, matar meu próprio irmão, sangue do meu sangue... mas agora é tarde demais para se lamentar...vamos á luta!
– No 3 – Disse eu.
– Um dois... – Sussurramos eu Holt Juntos. – Três
E abrimos a porta vagarosamente, não sei o que vai acontecer com o grupo de Holt , mas com o meu eu sei...ou acho que sei...
Meu grupo ficou encarregado com o primeiro quarto, nós iriamos dar uma morte dolorosa, lenta e violenta á eles... assim como ele fizeram com os nossos outros 40 amigos. Optamos pelo mio mais lento, nós iriamos usar uma máquina que fizesse liquido virara vapor, iriamos colocar veneno na máquina e deixar agir e seu isso não funcionasse, nós iriamos lutar. Holt é um pouco mais cruel, ele escolheu o “fincar e matar” , eles iriam atacar o mais rápido possível.
Colocamos o veneno e saímos, pelo que eu sei só levaria cinco minutos para agir e mais três para matar, é claro que Malum não iria sentir anda , então quando o veneno já tivesse agido em todos os outros, nós entraríamos e fincaríamos todas as nossas armas em seu peito.
1 minuto
3 minutos
5 minutos
Colocamos as mascaras de proteção e abrimos escaramos a porta, Malum dormindo pesadamente, acho que nem se eu explodisse uma bomba ali mesmo ele acordaria.
Todos os outros capangas estavam largados de qualquer jeito, olhos sem brilho e seus tórax não subiam e desciam sinal que não estavam respirando. Ainda bem que eu não vou ter que matar Mark... acho que eu não conseguiria...
Ficamos todos em volta da cama de Malum, ele roncava altamente.
Eu só movi meus lábios na contagem: um dois... três
Quando eu terminei de formar o três em meus lábios, todos nós descemos rapidamente as armas e fincamos em partes de seu corpo, peito, barriga e pernas. Ele rugiu de fúria e nós forçamos para as armas ficarem em seus lugares. Fiz um sinal com a cabeça para que a garota que estava mais perto de mim, assumisse meu lugar e ela o fez. Tirei um pano de meu bolso e o embebi em clorofórmio
Respirei fundo
E enterrei o pano em seu rosto, mais especificamente, no nariz. Ele lutou, esperneou, mas nenhum de nós o libertou em poucos minutos ele parou de se mexer e eu fui a última á deixar meu lugar, só por segurança.
Eu sorri com a ideia de um lugar em paz, onde não há medo ou opressão. E nem alguém como Malum querendo ser o ditador de toda essa bagaça
Nós saímos do quarto e encontramos o grupo de Holt arfando.
– Porque estão arfando? – Perguntei.
– Não deu certo – Disse Holt. – Eles lutaram, mas nós vencemos
– Eu disse para usar o meu método, mas nãããããoooo... – Falei
–Ok, eu já entendi – Disse Holt. — E Só deixamos aquele ali viver para poder nos guiar até O circulo
O circulo é como chamávamos o local onde fomos aprisionados, aquele onde nunca parava de chover
E foi só então que eu notei o cara com as mão amarradas e os pés com correntes que deixariam ele andar , mas não correr.
Agora só falta uma coisa: libertar Megan
– Não está esquecendo-se de nada, não? – Perguntei
– Pode deixar – Disse Holt – Eu não me esqueci de Megan
E começamos a seguir o cara amarrado (tudo bem era só para nos certificar que ele não iria fugir e terminar o que Malum começou)
Nós estamos indo, Megan!
Fique calma, não vai demorar. Nós já estamos á caminho. Nós vamos te achar e vamos te libertar e vai ficar tudo bem, eu prometo!
Notas finais
muitos
muitos
muitos
rewiws
bjo bjo
Ass: Bya
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