Stand By Me
7 Dois corações - part. II
~ELENA~
A aula passou rapidamente e eu não conseguia parar de pensar em Damon. Poderia ele realmente me fazer gostar dele? Eu não queria machuca-lo, afinal, eu já era bem resolvida comigo mesma e com o que eu era. Eu me aceitava lésbica, Car havia me ajudado muito com isso.
Eu iria mesmo na casa dele?
Bom... não custava eu tentar experimentar novas experiências, não é? E Dam, apesar das roupas e dos óculos brega... era muito bonito. E eu tiraria essa prova hoje.
Fui até em casa, peguei uma roupa simples para ioga, um short curtíssimo rosa de academia, e uma regata justa de preta.
Ao chegar Damon me atendeu... diferente. Ele vestia uma bermuda de academia azul com listras brancas do lado e uma camiseta branca. Ainda com os óculos, me segurei para não revirar os olhos.
– Lena, — sorriu fofo. – entre, a casa é sua. – disse dando espaço. Ao entrar me deparei com uma enorme sala a casa ela toda de madeira, mas era diferente, a madeira era lisa, brilhosa... era uma casa linda. Parecia as casas medievais de filmes antigos.
– Uau Damon, sua casa é... linda! – falei ele ruborizou levemente.
– Pois é, passa se geração para geração. Eu pessoalmente não gosto muito disso. Não combina comigo...- deixou a frase no ar e pôs as mãos nos bolsos.
– Realmente. Te imagino numa casa do clean e moderníssima, com um macbook na frente.... Admita Dam, esse é seu sonho de consumo... – dei uma risada leve me aproximando dele. Vi seus olhos brilharem, não entendi porque....
– Dam? – senti todo o sangue de meu corpo se concentrar em meu rosto.
– Hãn... é... Damon... então pensei, bom, Dam... – dei de ombros.
– Eu gostei. Geralmente meus apelidos não são bonitinhos ou algo assim...
– O que quer dizer? – perguntei preocupada, me aproximei e toquei seu rosto, mas ele abaixou o mesmo e se afastou.
– Não, não sinta pena. Já tenho auto- piedade o suficiente. São só alguns idiotas que no futuro serão subordinados de pessoas como eu. É só uma fase, vou superar.
– Não, você não tem que suportar isso! É crime, você é tão inteligente Dam, você sabe disso! – me aproximei novamente e aproximei nosso rostos. – Você já me ajudou tanto comigo, coisas que eu teria que resolver comigo mesma... vou retribuir, prometo. – minha cabeça já borbulhava em ideias. Damon não passaria mais por essas humilhações de gente que pensava ser mais que ele ou qualquer um. Eu daira um jeito nisso, meu Damon não merecia isso. O bracei forte até ouvir em pigarro atrás de nós.
Olhei na direção e vi uma mulher muito bonita, os cabelos castanhos presos numa trança lateral, os olhos azuis brilhavam em nossa direção, nos olhava divertida.
– Essa é a amiga que mencionou querido? – perguntou para Damon. Dam corou e assentiu, se afastando delicadamente de mim.
– S- sim, mão, bom, Lena, essa é minha mãe, Isobel, mamãe, essa é Elena Gilbert....
– Oh, então você é a famosa Elena... – falou docemente olhando para Damon. – Não sabe o quanto ouvi falar de você querida... – ri por falta de saber o que fazer e lancei o olhar para Damon que estava quase roxo e olhava para o chão nervosamente.
– Mãe... – Dam a repreendeu tímido e suavemente. – Bom, eu falei para Lena que ia ajudar ela com a ioga... como ajuda a senhora, bom, vamos?
– A senhora está no céu querido. – falou rindo. – Já falei isso milhões de vezes meu filho. Então querida... você é bem flexível? – lançou-me um olhar sugestivo sorrindo. Corei na hora.
– Bom, sim eu sou, mas não faço ioga há muito tempo na verdade.
– Vamos Lena, — Dam me puxou pelo braço. – não nos incomode mãe! – gritou.
Logo entramos em uma sala espaçosa que havia diversos aparelhos para musculação e etc...
– Nossa! Você deve ser podre de rico. – falei rindo e fascinada em ver aqui tudo.
– Não posso mentir, eu realmente sou. Meu pai é diplomata. Somos muito ricos, porem meu pai nunca está em casa, é como se não tivéssemos ele. – deu de ombros. – honestamente, eu preferia presença dele á isso tudo. – abriu os braços indicando o local.
– Você estuda tanto... poderia conseguir tudo facilmente , quer dizer, seu pai sendo que é, deve conhecer muitas pessoas....
– Sim, ele conhece. Mas quero alcançar meus sonhos por meus próprios méritos. Não é muito mais gratificante? – perguntou retoricamente. — Bom, vamos começar? – perguntou animado e assenti sorrindo.
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Me joguei exausta no chão.
– Você... me matou! – coloquei a mão no peito. Eu estava toda suada. – Damon me olhava de cima rindo da minha cara ,ele era um professor e uma companhia maravilhosa.
– AAAAH, você é fraquinha Lena, não aguentou é?
– Não! Você fez de proposito! Eu estou acostumada, mas não á tanto assim!
– Bom, pra mim isso é moleza, — disse secando o suor que saia de sua testa., ele também estava todo suado. – Não sabe como a dona Isobel ali é fissurada com boa forma física. – revirou os olhos e sacudiu a camisa e como eu estava deitada pude ver uma pequena trilha de pelos do seu umbigo até para dentro de sua bermuda...
– Lena! – chamou minha atenção. – Me ouviu? – riu estalando os dedos em meus rosto.
– Sim, mas Dam, falando em dona Isobel, o que você andou falando de mim para ela? – perguntei me levantando. – ele continuou sacudindo a camisa.- Ah, tira logo essa coisa em vez de ficar sacudindo. – ele me olhou com os olhos arregalados.
– O que...? – me aproximei dele e puxei a barra de sua camiseta para cima, a tirando de uma vez. Fiquei parada por um tempo avaliando (babando). Nem os jogadores de futebol lá da escola eram assim. Ele tinha os braços grandes, muito grandes, malhados, as veias salientes. Eu peito era mais delicado, um suave mais proeminente tanquinho se instalava ali. Meu deus, como ele escondia isso?! — Você está me assustando.... – falou serio.
– Espera, me deixa fazer algo? – perguntei.
– Faça. – disse instantaneamente.
Respirei fundo e então tirei seus óculos e coloquei em cima de um dos aparelhos, logo depois passei as mãos por seus cabelos, bagunçando-os.
– O que você... – me afastei um pouco. Fiquei atordoada com a imagem. Ele era simplesmente e puramente... lindo, perfeito eu diria. Um verdadeiro deus grego da beleza.
– Damon você é... tão lindo. – falei e não pude conter um suspiro com minha visão. Ele me olhou serio e logo deu dois passos grandes e decididos em minha direção.
Colocou uma mão em meu rosto e outra em minha cintura, olhando intensamente em meus olhos. Ele não precisou tomar a atitude. Me aproximei dele e colei nossos lábios, eu não sabia o que estava dando em mim, mas aquele homem me tirava dos eixos.
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