Notas iniciais
Amei os comentários do capítulo anterior... Me deixaram empolgada!!! Mas chega de enrolação e vamos ao próximo capítulo.

Sara chega em sua casa... Jogou suas coisas no sofá e foi direto para seu quarto. Lá, pegou uma bolsa que estava encima do guarda-roupa e jogou na cama. Depois, começou a jogar várias roupas encima da cama e sem pensar muito, colocava o que achava que iria precisar...

Eram muitas coisas, desde blusas de frio, calças e um biquíni que ela havia comprado em Punta Cana... Calcinhas, sutiãs e um chinelinho que trouxera do Brasil quando esteve lá, há dois anos, para prender um homem que estava contaminando a água das principais represas mundiais.

Enfim... Rapidamente tomou um banho, trocou de roupa e sentou no sofá... Ela aguardava Grissom, e mesmo que tivesse ansiosa, não poderia deixar sua casa sem ele. Seu celular vibra... Era ele mandando uma mensagem para ela dizendo que estava aguardando-a na recepção do prédio. Ela pega a pequena bolsa, suas chaves, seu celular e vai ao encontro de Grissom.

–Demorei? -Grissom pergunta pegando a bolsa de Sara e levando para seu carro.

–Não... — Ela estava mentindo, claro que ele havia demorado, mas não iria dizer isso para ele. -E a nossa situação no laboratório?

–Está resolvido... Ecklie acha que você foi para o enterro de sua irmã e eu fui visitar a minha mãe em Los Angeles.

–Grissom, eu não tenho irmã... — Sara afirma. Nunca passou pela sua cabeça que seu chefe mentia... E muito bem, para o Ecklie ter acreditado...

–Mas todos precisam achar que sim... -Ele pega seu celular e digita alguns números.

–Você não vai falar ao telefone enquanto dirige, não é mesmo?

–É uma ligação rápida para a Catherine. -Ele coloca o telefone no viva voz e espera até que atendam.

–Catherine...

–Oi Catherine, é o Grissom...

–O que quer? Eu ia dormir...

–Preciso de um favor seu... Vou visitar a minha mãe em L.A e preciso que você cuide da equipe.

–Ok, mais alguma coisa?

–Sara foi ao enterro da irmã dela em Seattle e não vai voltar antes de duas semanas.

–Mas eu e os meninos vamos ficar sozinhos?

–Sim, tenho que desligar...

Grissom desliga o telefone e volta a prestar atenção na estrada. Alguns minutos depois, ele chega até um heliporto. Ele e Sara saem do carro e entram no helicóptero rapidamente... Seu destino: Los Angeles, onde ficava a sede da W.O.C.C, uma organização que combatia os crimes de importância mundial...

Haviam várias afiliadas dessa célula de combate ao crime em todo o mundo, mas apenas nos Estados Unidos havia a sede original da W.O.C.C. Grissom e Sara chegam até um heliporto próximo a praia de Santa Monica. De lá, pegam uma Lamborghini e seguem até a Rodheo Drive.

Eles pegam um túnel que os leva até uma estação de metrô que já não era mais utilizada e param o carro lá. Saem do carro e entram em uma parte que estava fechada com madeiras. Aquilo era um elevador secreto que os levam até o subsolo. De lá, Sara e Grissom caminham até outro elevador, que os levaria para um arranha-céu. Os primeiros cinco andares, eram de uma empresa de publicidade e o restante era os laboratórios da W.O.C.C, mas ninguém sabia disso, somente os que tinham senha e não era diferente com Grissom e Sara.

Além das digitais e do reconhecimento do globo ocular, tinha uma senha numérica que os levaria até os últimos andares. Quando chegaram ao penúltimo andar, encontraram a equipe que formaram lá, com Grissom sendo o cabeça dela, mas não sendo o mais importante...

–Que bom que chegaram rápido... Achei que iriam demorar mais.

–Eu sou profissional Conrad Flack Júnior. -Sara solta uma leve risada. Conrad Flack Junior era neto de Ronald Flack, o grande criador da W.O.C.C, mas era quase que um menino... Tinha 42 anos e há 20 trabalhava nos negócios da família, mas comparado com Grissom, parecia um bebe...

–Bom, espero que estejam já a par da situação... Deixem eu apresentar minha filha Celina. -A menina magra, com o corpo quase todo formado, se escondia atrás de um cabelo arrumado e um óculos gigante. Tinha 16 anos e era quase do tamanho de Sara.

–É um prazer conhecer vocês... Meu pai sempre fala sobre os melhores agentes dele.

–O prazer é nosso! -Sara a cumprimenta, seguida por Grissom. A menina rapidamente se retira e toma o elevador para o último andar do prédio.

–Bom, ela foi trabalhar nos carros... Mas venham, eu vou levar vocês até o meu escritório... -Ele vai até o elevador, seguido por Grissom e Sara e descem um andar, onde ficava o apartamento de Conrad e também o escritório onde ele costumava trabalhar. Os dois últimos andares eram garagens para consertos de carros e tecnologias para os aviões que eram usados pelos agentes.

Os outros andares funcionavam como laboratórios para novas descobertas tecnológicas e também eram as casas dos que trabalhavam ali. Chegando no escritório de Conrad, Sara senta no grande sofá que tinha ali, enquanto Grissom pega uma lata de refrigerante e um pacote de salgadinhos para ela e em seguida, senta ao lado dela.

–E o que mais precisamos saber sobre essa arma? -Grissom pergunta.

–Bom, essa arma foi construída por um cientista chamado Marvin S. Wood. Ele era um físico que estava à frente da sociedade...O governo americano encomendou essa arma para acabar com os crimes do governo russo e inclusive, para deter o governo alemão na segunda Guerra mundial, mas tudo foi em vão quando o governo russo conseguiu infiltrar alguns agentes deles no meio dos soldados americanos e mataram o S.r. Woods, e então eles levaram a arma para a Rússia. Meu avô foi junto com uma equipe atrás da arma e conseguiram capturá-la de volta, mas foi ai que o navio em que eles estavam explodiu e a arma desapareceu no mar.

–Se realmente tivesse desaparecido, os russos não estariam com ela agora destruindo metade da fauna e da flora mundial. -Sara se pronuncia enquanto enfia a mão cheia de salgadinho na boca.

–Sara está certa! Eles armaram esse acidente e marcaram exatamente aonde a arma cairia... Depois do acidente, seria fácil encontrá-la. -Grissom conclui.

–Sabemos aonde ela está agora? -Pergunta tomando um gole de refrigerante.

–Na Austrália! -Afirma.

–Então teremos que ir para a Austrália? -Grissom pergunta com certo receio. Todos sabiam que ele não gostava de lugares muito quentes e só trabalhava em Vegas porque era de certa forma, coagido por Ecklie.

–Você vai morrer se ficar trinta minutos em exposição no sol? -Sara estava caçoando dele, pois ela sabia que ele não aguentaria ficar tanto tempo no sol.

–Aqui estão seus documentos, Sr. e Sra. Bryan -Sara pega seu passaporte e sua passagem e Grissom faz o mesmo. Em suas passagens estão os nomes Mark e Sandra Bryan. Eles encaram Conrad em sinal de desaprovação. -Vocês estão oficialmente casados. Irão investigar os caras que estão na tela. John Svarovsky e Shaw Renard... Eles são agentes do Sr. Charles Bradovsky, o maior contrabandista da Rússia.

–O que ele contrabandeia? -Sara pergunta curiosa.

–Tudo, até cachorrinhos... Desde metanfetamina até pedras preciosas. Esse cara venderia até a mãe dele se pudesse.

–Uau... Será que ele quer vender a minha mãe? -Sara sorri e percebe que Grissom também sorri.

–Ok, nós precisamos saber de mais alguma coisa? -Pergunta se levantando com o seus "novos documentos".

–Tudo o que vocês precisam saber eu enviarei por e-mail. Agora vão... Tudo o que precisam está no avião! Divirtam-se! -Grissom e Sara caminham até o elevador que os levariam até o último andar do prédio. Lá, eles caminham até a escada e sobem para a área aonde ficava o helicóptero da W.O.C.C. De lá eles seriam levados até o aeroporto particular da agencia, onde pegariam um jatinho e iriam para Austrália.

Notas finais
É isso... Se gostaram, não deixem de comentar!!! Até o próximo!!!