Spring Nicht
25 Lugar de vaca é no pasto!
Notas iniciais
Bom, leitores de my heart, eu e minha gêmea perdida que eu encontrei aqui no Nyah, fizemos parceria e postamos duas novas fanfics, para quem quiser ler, os links estão aqui >>> https://www.fanfiction.com.br/historia/220323/Schlechten_Ruf e https://www.fanfiction.com.br/historia/213228/Hows_It_Feel. Apareçam por lá e nos façam felizes com os seus reviews!!
P.S: Em breve postarei uma short fic de cinco capítulos aqui, já está quase pronta, espero que vocês leiam ela também :D
Tá, eu sei que isso aqui não é um livro, mas enfim... Boa leitura e nos vemos lá embaixo!
P.P.S: As partes em negrito são os pensamentos da Nanda ok? beeeijos :***
O dia amanheceu e eu fui acordada por uma respiração quente no meu pescoço seguido por um beijo no mesmo que me fez ficar arrepiada na mesma hora. Era Bill.
– Bom dia princesa! – disse ele
– Princesa? Deixe para colocar apelidos em sua namorada! – retruquei
– Nossa! Acordou de mau humor hoje hein?! – ironizou ele
– Não acordei de mau humor, só acho que você não deve ficar colocando apelidos em mim já que eu não sou nada sua! – rebati
– Tudo bem... Não está mais aqui quem falou! – disse ele dando aquele sorriso que me fazia ficar derretida
Levantei-me e fui fazer a minha higiene matinal, depois que me arrumei e estava prestes a sair do banheiro, ouvi vozes, uma era do Bill e a outra, de uma mulher. Por pensar que era apenas uma enfermeira, saí despreocupada, assim que vi quem era a dona daquela voz, parei estática.
– Billzinho, porque essa garota está aqui? Ela dormiu com você? – perguntou a loira de farmácia
– Ela é a minha assistente Stacy, ela passou a noite aqui caso eu precisasse de algo... – disse Bill
– Ah... – assentiu ela – E você, não te deram educação não? Por que não me cumprimentou?
“ Porque eu não costumo falar a língua das vacas!”
– Desculpe-me... Bom dia Stacy! – falei a contragosto
– Não! Para você é senhorita Collins... Não dou essa intimidade a empregados de me chamar por meu primeiro nome... – falou ela empinando o nariz
– Desculpe-me... – respondi a contragosto com uma expressão cínica
– Ela não abusou de você não Billzinho? – Urgh! Billzinho... Isso já estava me dando nos nervos! Calem a boca dessa vadia!
– Não, mas é claro que não! – ele respondeu
“Nisso ele tem razão, eu não fiz nada, foi ele quem abusou de mim!”
– Urgh! Mas que pergunta idiota foi essa que eu fiz?! O meu Billzinho nunca que deixaria umazinha como você ter intimidades com ele, ele precisa de algo melhor... – Ah que raiva dessa biscate! Estou me controlando ao máximo para não voar no pescoço dessa vadia descarada.
– Ah, e suponho que esse “algo melhor” – risquei aspas no ar – seja você. Desculpa Bill, mas eu não sabia que você gostava de pastos!
– O que você quer dizer com isso oh empregadinha de quinta? – perguntou ela colocando as mãos na cintura
– Ah, desculpe, esqueci que você é loira... Não é óbvio, para o Bill namorar uma vaca feito você é porque gosta muito de pastos não é querida? – falei cínica
Um pouco atrás dela pude ver o Bill segurando-se para não gargalhar.
– Bill! Vai deixar essa empregadinha falar assim de mim? – Eu já disse quanto eu a odeio?! Aff!
– Fernanda! Por favor, respeite a minha namorada! – falou Bill já sério
– Olha, eu não sou obrigada a ficar no mesmo lugar do que dois idiotas que nem vocês, eu vou embora! – falei virando-me e indo em direção à porta, mas voltei ao lembrar que ainda segurava a camiseta do Bill em minhas mãos.
– E a propósito Bill, a Stacy te leva para casa! Passar bem! – a atirei em seu rosto e fui embora finalmente.
Eu estava morrendo de raiva daquela oxigenada, estava a ponto de explodir de tamanha era o meu ódio. Segui para o estacionamento, peguei o meu carro e fui para a mansão dos gêmeos.
– Aaargh! Como eu a odeio! – gritei ao chegar à entrada, abri a porta e entrei.
– Hey! Aconteceu alguma coisa? Por que gritou? Quem você odeia? – perguntou Georg correndo até mim
– Nada Georg, nada! Só aconteceram umas coisas aí... Nada demais! – respondi me jogando no sofá
– Tenho a leve impressão que não é algo insignificante, para você ter ficado assim, deve ter sido sério... – falou ele
– Não se preocupe, é besteira mesmo... – falei tentando encerrar o assunto
– Tudo bem... – ele ficou em silêncio – Ué, onde está o Bill? Você não iria trazê-lo?
– Falou certo, eu iria... A Stacy ficou de trazê-lo. – expliquei
– Não sei por que, mas há algo nela que eu não gosto, só não sei o que é... – falou ele como se estivesse pensando
– Eu também não gosto dela, ela me parece falsa demais. – falei
– Você tem razão... Mas enfim, se o Bill gosta dela... Fazer o quê? – ele falou dando de ombros – Vou pegar algo para comer, quer alguma coisa?
– Ah sim, estou com fome, saí do hospital sem tomar café... – expliquei
– Ok então, já volto! – falou ele e o mesmo seguiu em direção à cozinha
Fiquei na sala em silêncio pensando no nada até ser tirada de meus pensamentos por alguém que nesse exato momento acabou de se jogar no sofá.
– Caralho Tom, quer me matar do coração? – falei assustada
– Desculpa Nandinha... Em que estava pensando? – perguntou ele
– Uhm... Nada de importante... Ah Tom, eu preciso conversar com você depois, é um assunto sério. – falei pensando no que podia acontecer comigo ao contar toda a verdade para o Tom, e depois para o Bill.
– Tudo bem... Mas vamos tomar nosso café da manhã primeiro! – falou ele dando um pulo do sofá e me puxando junto
– Já está tudo pronto pessoal! Podem vir! – gritou Georg da cozinha
– Opa! Vamos lá! – falou Tom me arrastando
Gustav logo depois de algum tempo também se juntou a nós, foi bem divertido. Como sempre os garotos estavam fazendo piadas uns dos outros e eu apenas gargalhava. Acabamos de tomar café e cada um foi para um canto, menos eu e Tom que seguimos para o escritório.
– Então... O que tem de tão importante para me contar? Você está tão tensa... –falou ele
– Bem... É que depois que eu te contar o que eu tenho a dizer, tenho quase a certeza de que você me odiará para sempre... – falei
– Como assim? O que você fez de tão grave para eu te odiar eternamente? – perguntou ele com uma expressão desentendida
– Bom... Sabe o que aconteceu com o Bill ontem? – perguntei receosa
– Sim, ele teve um ataque alérgico de uma hora para outra... – falou ele
– Bom... Não foi algo acidental, eu troquei os sabores da sobremesa do Bill por ele ter tentado estragar o meu jantar. – falei de uma vez só
– VOCÊ O QUE? – gritou ele
– E-eu não sabia que ele era alérgico, eu apenas pensei que ele não gostava... – tentei me explicar
– Você sabia que ele poderia ter tido algo mais grave? Como assim você não sabia? Você é nossa assistente! Deveria saber! – falou ele nervoso
– Eu sei, e me sinto uma idiota pela minha atitude infantil... Mas Tom, eu realmente não sabia que ele era alérgico... Me desculpa, por favor... – falei ameaçando deixar as lágrimas contidas em meus olhos rolarem por meu rosto.
– Eu... Eu deveria ficar com muita raiva de você, poderia até te demitir por quase ter matado o meu irmão... Mas eu acredito em você, que não sabia que ele era alérgico, seus olhos transmitiram verdade enquanto você falava. E em relação a pedir desculpas, você sabe que não é a mim que deve pedir... – falou ele um pouco mais calmo
– Eu sei, eu vou contar a ele assim que chegar aqui... E, muito obrigada por confiar em mim Tom! – suspirei aliviada
– Eu só não sei se ele vai confiar em você e acreditar no que está dizendo, conhecendo bem meu irmão, acho bem difícil que ele te perdoe. Mas... Não custa nada tentar não é?! – falou ele vindo me abraçar
– Eu só espero que ele acredite que estou dizendo a verdade... – falei ainda abraçada a ele.
Não conversamos mais nada naquele momento, permanecemos por mais alguns minutos abraçados e depois voltamos cada um a fazer o que nos esperava.
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