Spring Nicht
28 Drunk On Love
Notas iniciais
ME DESCULPEM PELO MEU SUMIÇO, MAS A ESCOLA ESTÁ UM POUCO PUXADA E EU ESTAVA EM ÉPOCA DE PROVAS --'
Então... O capítulo ficou uma merda, eu já o tinha escrito, mas a burra aqui o apagou sem querer e tive que reescreve-lo e claro, não ficou igual... Me desculpem qualquer erro e prometo não sumir mais ok?
Bom, chega de enrolação agora... Boa leitura e nos vemos lá embaixo!
P.S: Assim que eu arrumar tempo respondeirei a todos os reviews :D
P.O.V Nanda
Depois que eu e Bill havíamos nos tornados amigos, minha vida estava melhor. Eu ainda continuava com Adam, ele sabia de tudo em relação ao Bill. Eu não achava justo engana-lo e decidi contar, ele ficou triste e claro, com vontade de matá-lo, mas Adam pediu para que eu me esforçasse para esquecê-lo, que assim eu poderia começar a gostar dele de verdade.
É óbvio que não é fácil, por mais que eu queira, eu não consigo. Às vezes saíamos eu e Adam, Bill e Stacy, todos juntos e isso me machucava, ver que quem estava ao lado do homem que eu amo era outra e não eu.
Eu não gostava nenhum pouquinho dessa Stacy, ela aparentava ser falsa, mas se o Bill não acha isso, quem sou eu para achar?! Ele sempre vinha me pedir conselhos de formas para fazer surpresas para ela e eu como boa amiga tinha que ajudar, mesmo que isso me ferisse.
Eu não havia voltado a trabalhar com os gêmeos, achei melhor não passar tanto tempo ao lado dele, sem poder tê-lo para mim. Minha carga horária na Stars estava muito pesada nesses últimos dias, eu mal tinha tempo para respirar.
Após um cansativo dia trabalho, finalmente havia chegado em casa. Joguei minha bolsa no sofá, deixei meus sapatos na sala e rumei para o meu banheiro, eu precisava de um banho para relaxar.
Depois de algum tempo me dirigi à cozinha em busca de algo para comer. Preparei um lanche e segui para a sala de TV, liguei-a e imediatamente coloquei em um canal de filmes, estava passando A Mulher De Preto. Eu estava tão concentrada no filme que quando tocaram a campanhia eu gritei.
Corri para a porta e fui ver quem era, a abri e me deparei com aquele que eu menos esperava receber uma visita naquela noite.
– Nanda! — falou animado, visivelmente bêbado.
– Bill?! Você está bêbado! — exclamei
– Bêbado? — falou — Mas é claro que não!
Ele tombou um pouco e como reflexo o segurei para que não caísse.
– Vem, entra! — falei o puxando pela mão porta adentro, fechando a mesma logo em seguida — Por que bebeu?
– Por que Nanda? Todas que saem comigo é por dinheiro ou pela minha fama? — falou um pouco alterado
– O que? — perguntei confusa
– A Stacy... Ela só estava comigo por causa do meu dinheiro e minha fama, apenas por eu ser Bill Kaulitz, vocalista do Tokio Hotel. — falou jogando-se em meu sofá
– Aquela vadia... Sabia que tinha algo de errado com ela! — falei um pouco mais alto — Vem Bill, você precisa de um banho gelado!
O puxei pela mão, fazendo o mesmo se levantar e ficar apoiado em mim. Com muita dificuldade, consegui fazê-lo subir a escada e levá-lo até meu quarto. Abri a porta do banheiro e o ajudei tirar a roupa, deixando-o apenas de boxer e meu Deus... Ok, foco Fernanda!
O deixei alguns minutos embaixo do chuveiro, e quando ele pareceu estar um pouco voltando ao normal, entreguei-lhe uma toalha.
– Vem... Vou procurar algo para você vestir! — o deixei sentado na minha cama e fui em busca de algo que ele possa vestir.
Abri o armário e após algum tempo procurando achei uma calça de pijama unissex. Peguei-a e voltei para meu quarto.
– Toma, veste isso... Vou preparar algo pra você comer, por favor, tente não quebrar nada enquanto não estou presente, ok? — falei e ele riu
– Pode deixar! — riu — E obrigado por estar me ajudando!
– Por nada! — sorri — Afinal é isso que todos os amigos fazem não é mesmo?
Vi seu sorriso se desmanchar um pouco e o encarei confusa. Será que... Ah, não! Deixa de pensar bobagens garota!
– Volto logo! — falei e saí indo em direção à cozinha
Peguei alguns biscoitos e preparei um café forte pra ele, também peguei um comprimido para dor de cabeça, tinha certeza que ele ia precisar. Voltei ao quarto e o encontrei sentado em minha cama fitando o nada.
Adentrei o mesmo e pus a bandeja em cima do criado mudo e sentei ao seu lado. Bill desviou seu olhar até mim e me fitou.
– Qual é o problema comigo hein? — perguntou triste
– Que? — perguntei confusa
– Acho que você tinha razão daquilo que me falou no camarim... — suspirou
– Você ainda lembra disso? — sorri de leve — Não era verdade... Só falei pra te irritar.
– Posso te fazer uma pergunta? — perguntou
– Já está fazendo! — ri e ele me acompanhou — Vá em frente!
– Você namoraria comigo? Digo, sem ter interesse na minha fama ou dinheiro?
– Bill... Eu... — hesitei ao falar e ele me cortou
– Viu? Ninguém me quer... — suspirou triste
– Não, mas é claro que não! Você é um cara legal, mesmo que seja extremamente irritante às vezes... — ri — Mas eu namoraria você sim, quem for a garota que ganhar seu coração, pode ser considerada a mais sortuda do mundo!
– Sério? — perguntou-me
– Sério... Confia em mim! — sorri
Um silêncio constrangedor se instalou ali naquele cômodo. Eu estava sentada de frente para Bill que apenas me fitava, eu estava tão hipnotizada com seus olhos que nem percebia que a distância entre nós diminuía cada vez mais. Quando me dei conta seus lábios já haviam tocado os meus. Era um beijo lento e suave, que com o passar do tempo se tornou quente e urgente. Bill me puxava cada vez mais para perto de si. Eu sabia que era errado, mas eu simplesmente não conseguia parar com aquilo.
Bill me puxou mais forte para perto de si, deixando-me sentada em seu colo com minhas pernas em volta de sua cintura. Ele me apertava contra seu corpo e só me dei conta o quão aquilo já estava indo longe demais quando sua mão entrou por entre minha camiseta e tocou minha pele. Criei forças e o empurrei.
– Bill! — falei um pouco alto — Isso... Isso não poderia ter acontecido! Meu Deus! Eu traí o Adam!
– Me desculpa... Eu... Eu não sei o que deu em mim, eu só... Desculpa! — falou triste (?)
– Tá... Tá tudo bem. Vamos fingir que isso nunca aconteceu. — falei e ele abaixou a cabeça fitando o chão — Hã... Vamos comer!
O clima que se instalou ali era estranho. Por mais errado que fosse eu havia gostado, afinal eu o amava. Mas sabia que seria injusto com Adam. Comemos o pequeno lanche e logo estávamos nos preparando para dormir. Eu iria dormir no sofá, mas Bill insistiu para dormir na cama com ele é acabei cedendo. No final, estávamos eu e Bill deitados na cama um encarando o outro com um sorriso bobo no rosto, patético eu sei... Parecíamos um casal, mas a verdade é que não éramos e aquilo me matava por dentro. É... Impossível eu sei, mas eu teria que esquecê-lo e enxerga-lo apenas como amigo.
Notas finais
E ah! A FIC PASSOU DOS TREZENTOS REVIEWS!!!! MUITO OBRIGADA A TODOS VOC^S, SÉRIO MESMO, SEM VOCÊS EU NÃO TERIA CONSEGUIDO *---*
Beijos e até mais ver :****
Küsse!
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