Spiritual Power

4 Capítulo 4 - A pedra Filosofal


Notas iniciais
Ho Ho Ho... mais um capitulo e a ação esta prestes a começar!!!

Ricardo olhava fixamente para a parede, encarando uma mosca ali parada. O olhar sério circulava em volta da mosca olhando-a por vários ângulos, evitando ao máximo fazer movimentos bruscos para não espantar-la. Já cansando daquilo, suspirou e deitou no sofá atrás dele dizendo:

- Ah! Que tédio.
- Você não ficaria com tédio se fizesse alguma coisa, seu preguiçoso! – disse um jovem, de pele morena e tranças no cabelo.
- Não é preguiça Bob! Simplesmente, não tem nada para fazer. – respondeu Ricardo enquanto bocejava. – Acho que o jeito é dormir.
- Nada para fazer... – ironizou. – você só tem uma cidade para proteger!
- Lutar contra hollows é sem graça, eles morrem rápido, prefiro lutar contra quem seja forte.

Enquanto isso Rafael chegava ao seu destino, a ilha da coroa. Já era noite, mas a ilha ainda estava agitada. Tinha cavaleiros para tudo quanto era lado, todos cumprimentando o jovem sacerdote com respeito e admiração. Um Homem alto, de cabelos loiros caindo um pouco sobre os olhos, aproximou-se de Rafael batendo a mão em seu ombro:

- Quanto tempo meu amigo! Estava a sua espera.
- Conselheiro Howard, você veio me buscar pessoalmente? Que ótimo!

Os dois entraram em um carro e partiram rumo à enorme mansão que se localizava no outro lado da ilha. Cercada por um enorme muro, forte o suficiente para resistir a enormes explosões de bombas e com cavaleiros prontos para lugar guardando o portão, era uma mansão impenetrável a menos que a entrada tenha sido previamente autorizada pela tríplice. O carro não poderia passar o portão, então Rafael e Howard entraram a pé assim que a porta foi aberta. Logo que entraram avistaram Billy com várias toneladas de pesos nas costas e pulando que nem um sapo.

- Ah! O que está fazendo? – ria Rafael. – Mas que idiota!

Billy estava tão concentrado no treinamento que só percebeu a presença dos dois depois que Rafael falou com ele.
- Maldito, não ria! Esse é meu treinamento super especial, para eu poder ficar ainda mais forte.
- Isso é treinamento? – continuava rindo o sacerdote. – Que ridículo.
- Não me provoque! Venha lutar! Quero te dar uma surra por ter desaparecido.
- Você nunca conseguiria, treinando desse jeito não daria uma surra nem no fracote do Willian!

Billy e Rafael ficaram se encarando por uns minutos, até serem interrompidos por Julio:

- Parem de graça os dois! Entrem de uma vez, a Karla esta te esperando.
- Minha doce Karlinha? – dizia Rafael com o olhar brilhando. – Não posso deixá-la esperando.

O jovem sacerdote saiu correndo, seguido por Billy ainda querendo brigar e mais atrás Julio e Howard que vinham conversando tranquilamente. Em uma sala no segundo andar da mansão estava Karla sentada em uma mesa repleta de papeis e toda atrapalhada enquanto tentava ler, assinar tudo aquilo, ficando ainda pior quando Rafael e Billy entraram repentinamente, fazendo-a pular de susto e espalhar vários papeis pelo chão.

- Ah! – gritou Karla desesperada. – Agora vai ficar tudo fora de ordem. E agora, o que faço?

Rafael imediatamente pulo ao chão e começou a recolher os papeis.
- Não se preocupe Karlinha, eu arrumo a bagunça que o Billy fez com prazer para você!
- Puxa saco! – provocou Billy.

Julio e Howard chegaram logo em seguida. Como a reunião seria particular, o conselheiro não pode participar, então foi para seu quarto, enquanto os outros se sentaram em volta da mesa de Karla.

- Então Rafael, agora você pode falar tudo o que você descobriu sobre a pedra filosofal? – perguntou Karla.
- Isso é ridículo, uma reunião dessas deveria ser feita com todos os sacerdotes! – reclamou Julio.
- Poderia, se todos fossem confiáveis! – respondeu Rafael.
- Um grupo em que ninguém confia no outro, coisas como essa não deveriam acontecer! – ainda reclamando Julio.
- Por isso que cada um possui seu próprio grupo. – depois de uma breve pausa para respirar fundo, Rafael continuou. – De todo jeito não são todos que não são confiáveis, o Matheus e o Ricardo por exemplo. O primeiro só se importa em fazer o bem às pessoas, o outro só pensa em lutar contra pessoas fortes, ou até o Willian, que nunca faria nada contra a Karla, assim como eu. O problema são os outros, se um poder enorme como a pedra filosofal caísse nas mãos do Tony, ele provavelmente destruiria o Governo para poder controlar o mundo sozinho, já o Jorge, mesmo sendo medico e ajudando sempre os outros, ele não é confiável.
- Bom, mas chega de ficar falando dos seus companheiros sacerdotes. – interrompeu Billy. – Vamos logo falar da sua punição!
- Punição? Como assim punição? – disse Rafael surpreso.
- Esqueça isso por hora! – intrometeu-se Karla. – Quero saber o que você descobriu sobre a pedra?
- Bom, eu e meu grupo investigamos aquela cidade inteira e para a nossa surpresa encontramos ruínas antigas em baixo da cidade. Era outra cidade completamente destruída e pelo que parecia, uma nova cidade foi construída em cima para esconder aquelas ruínas.
- E o que significa essas ruínas? – perguntou Julio. — O que aconteceu com essa cidade?
- No começo não sabíamos! E não havia qualquer informação sobre isso, inclusive a data de inauguração da cidade era exatamente a que estava no registro, ou seja, não havia nenhum registro sobre aquela cidade abandonada.

Todos olhavam curiosos para o jovem garoto, que mantinha sua expressão seria. Ele continuou:
- O Bruno e o Bart queriam desistir, acreditavam que era só coincidência aquela cidade ali embaixo...
- Mas você não acredita em coincidências. – intrometeu-se Karla.
- É! Por isso decidi continuar investigando, foi por isso que acabamos demorando mais do que o planejado para voltar, não estávamos encontrando nada, até que eu tive a brilhante idéia de olhar a aquela cidade por cima, foi quando eu vi um enorme símbolo alquímico.

O espanto era visível no rosto de todos. O sacerdote continuou:
- Pesquisei aquele símbolo em todos os livros que encontrei, como naquela cidade já havia vivido alquimistas poderosos, tinha certeza de que esses livros estariam lá, e não me enganei. Tinha livros sobre tudo que era relacionado à alquimia, mas não tinha nada sobre aquele símbolo que eu havia visto, isso só poderia dizer uma coisa, que aquele símbolo era uma alquimia proibida que só era passada de boca em boca por gerações de alquimistas.
- Uma alquimia proibida? – interrompeu Julio. – Nunca ouvi falar sobre isso!
- Sim, mas ela existe, é a transmutação humana!

O grupo permanecia sem reação. O jovem continuou:
- Minhas suspeitas agora eram que os dois alquimistas envolveram a cidade com aquele símbolo, para fazer uma transmutação humana com todos os habitantes dali!
- Mas para que isso? – interrompeu agora Karla.
Em meio a um sorriso Rafael respondeu:
- A única coisa poderosa o suficiente que precisaria de vidas humanas, a pedra dos poderes, aquela em que não precisa da lei da troca equivalente, a pedra filosofal. Vida! Essa é a maior fonte de poder.
- Isso é um absurdo! – disse Karla inconformada. – Como alguém pode usar uma cidade apenas para conseguir poder?
- Mas você tem certeza de que foi para isso mesmo que eles usaram as vidas da cidade? – perguntou Julio. — Para criar a pedra filosofal?
- Não tinha certeza, mas pesquisei sobre a criação da nova cidade. Invadi a prefeitura e procurei pelos documentos que falavam sobre quando a cidade foi fundada e descobrimos que a cidade havia sido fundada justamente por dois irmãos, mas com os nomes diferentes daqueles dois irmãos alquimistas, mas que de acordo com os registros teriam exatamente a mesma idade e nasceram exatamente no mesmo dia dos outros. Não havia duvidas de que eram eles e ainda tem mais, para construir uma cidade necessitava de mão de obra e produtos, mas não tinha nenhuma conta de despesas, alem disso, muitas pessoas viajam pelo local, uma cidade da noite pro dia complemente devastada seria noticia, mas era como se a cidade nunca houvesse desaparecido. Com isso só uma conclusão era possível, os irmãos alquimistas usaram a antiga cidade para fazer a pedra e talvez para se redimirem ou para a noticia não vazar, criaram uma nova cidade por cima da outra, usando sua mais nova arma, a pedra filosofal.
- Incrível. – falou Billy surpreso. Eles limparam o serviço deles completamente.
- Não diga besteiras Billy! – repreendeu Julio. – Mas então é por isso que os outros sacerdotes não podiam ficar sabendo, se alguém tentar criar essa pedra usando outra cidade, será horrível! Você não pensa em criá-la não é mesmo Rafael?

O garoto sorriu, mas nem teve a chance de responder, Karla respondeu por ele:
- Não seja ridículo Julio! O Rafael nunca faria isso!

Repentinamente o telefone em cima da mesa de Karla tocou, fazendo todos sobressaltarem. Era Matheus e ele também havia descoberto uma coisa importante.

Notas finais
pow galera, tem tanta gente q le, mas quase ngm q manda reviews... esta tão ruim assim eh???
vamos lah... vou fazer uma pergunta, são 6 espadas elementarem, qual elemento vcs acham q eh a espada de cada um dos sacerdotes???
*dica: cada elemento da a impressão de uma coisa relacionada a personalidade. exemplo: eletricidade: agitação, gelo(agua): frieza... assim por diante!!!
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.