Spin-off: A era sombria dos membros do clã SKZ

1 Cap. 01 Hwang Hyunjin: Uma rosa por um segredo se


Notas iniciais
Espero que curtam =)

Hwang Hyunjin:

Foi transformado junto aos seus sete amigos aos seus 23 anos no ano de 1.323 portanto hoje ele possui 723 anos.

Apesar de ele ter estado longe do clã antes, sua era sombria veio de fato após a morte da Alice, pela qual ele se culpou por séculos.

Seus dons:

Don de cura através do toque.

Beleza, encanto e alto grau de sedução/atração (além do comum em vampiros.)

Pode levitar coisas.

Acesso a memórias, seja pelo toque ou ao beber o sangue de alguém.

Introdução

Desde que a Alice se foi minha existência perdeu o sentido, a arte já não me vale mais de nada e o ser humano patético virou minha chula distração e agora eu os uso para tapar o buraco enorme que minha amada me deixou. Meu clã não sabe onde estou e que fique assim, não conseguirei os encarar depois de todas as coisas que eu fiz.

Nada a trará de volta para mim, eu sei, mas levarei ao inferno todas as almas que puder e quem sabe assim um dia eu alivie essa minha constante dor causada por minha grande culpa... Ela se foi e eu ajudei que fosse da pior forma, a condenando para sempre.

Sinto sua falta meu amor, você poderia me perdoar? Me leve com você?

✫⊱⊰✫⊱⊰✫⊱

Uma rosa por um segredo seu.

Hyujin’s POV

Eu não vou conseguir mais ficar na mansão, não consigo encarar eles, não consigo não pensar nela...

Aquela maldita a matou...

Porque a matou? O que minha doce Alice lhe fez?

Channie me perdoe, e por favor não venha atrás de mim, cuide dos demais como vem cuidando e cuide-se também, você é um líder e tanto e eu não o mereço, eu te amo. Adeus.

[...]

O vampiro deixou a mansão aquela noite onde quase todos estavam fora, ele passou nos aposentos de cada um deles e deixou uma rosa vermelha em suas camas e depois disso ele simplesmente se foi...

Sem rumo.

Ele queria apenas se livrar de sua profunda tristeza, ele acreditava que era culpa sua a doce Alice não estar mais com eles, ele havia sido capturado pela Valentinne, ele foi torturado e obrigado a obedecê-la ou ela mataria a todos... Ele se viu sem opções... ele teve que ceder, pois sabia que sua amada jamais o perdoaria se todos eles fossem mortos.

Mas poupar a existência deles foi o certo a se fazer? Ele acreditava que todos os outros teriam preferido a morte a tê-la perdido assim e isso era o que matava aquele vampiro por dentro, ele sofrera tanto, e de nada adiantou, ele perdeu seu amor, fez seu clã inteiro sofrer por perdê-la e agora ele estava decidido em deixar as trevas o dominarem de vez...

A primeira vez em que ele se afastou ele acabou caindo nas mãos da Valentinne e o resultado foi perder sua amada daquela forma, mas dessa vez não, dessa vez ele estava pronto para incendiar o mundo, e nada mais importava, por sorte ao final de tudo ele seria pego novamente ou até mesmo se entregaria a morte enfim...

A única certeza que ele tinha era que ao deixar de existir sua última lembrança seria o doce sabor dos lábios de sua amada nos dele.

[...]

Um ano depois

Angelinie estava olhando fixamente para sua janela pois era dali que seu anjo viria e assim que o relógio em sua parede bateu meia noite as luzes de seu quarto piscaram e em sua janela tinha agora uma rosa vermelha como sangue repousada no parapeito e junto a ela as palavras que ela tanto amava ler em um bilhete desleixado...

“Uma rosa por um segredo seu...”

— Hyunjinnie, você está aqui?

— Por certo que estou minha Angelinie, vim buscá-la como havia prometido.

— Você irá me transformar? — Ela o procurava pelo quarto sem êxito em encontrá-lo.

— Ainda não minha cara, tenha calma sim?

— Mas eu quero me unir a você pela eternidade meu anjo da morte.

— E você vai doce criatura, mas tudo no seu tempo — Ele fala parando em pé atrás dela o que a faz estremecer em êxtase — Mas agora me conte um segredo seu para podermos ir.

E assim que ele fala ela tira os cabelos de cima de seu pescoço deixando-o desnudo para ele que sem hesitar crava com vontade suas presas na pele branca da donzela com a intensão de lhe causar dor com aquele ato que para ela era a dor mais prazerosa que poderia sentir tendo cravado em si aquele belíssimo anjo da morte como ela costumava o chamar e assim que ele começou a beber de seu fluido as visões do passado sombrio daquela moça pulavam na mente do vampiro onde ele podia vê-la passar por atrocidades incontáveis mas naquela noite específica ela o levou a lembrança que queria que ele visse; então ele avistou os que eram chamados de irmãos dela abusando de todas as formas possíveis daquela pobre moça descobrindo enfim quem seriam seus próximos alvos.

— Então é deles que você deseja se livrar linda dama?

— Sim anjo.

— E como deseja que eu faça?

— Sem piedade e com muita dor...

O vampiro se aproximou dela e a beijou de forma suave na testa o que ela contestava arduamente pois ela sonhava pelo dia em que se entregaria ao seu amado, mas ele seguia recusando seu amor.

— A perversidade contida dentro do seu coração não é culpa sua Angelinie, você ainda tem futuro, não deveria se envolver com um ser como eu.

— Me deixe ser sua meu anjo e-eu...

— Se aquiete mulher, eu carrego a morte em minhas mãos então a menos que queira esse fim para si eu te aconselho avidamente que essa seja nossa última noite juntos, e esse o seu último segredo revelado a mim. — Ele se afasta dela, mas ela o puxa pelo braço.

— Mas eu o amo Hyunjinnie, o amo mais que tudo e eu o quero para mim... — Ela se enroscou no vampiro que apenas a segurou pelos braços a afastando de si — Meu corpo arde em chamas vívidas por desejá-lo como ao ar que respiro.

— Tola, é isso o que você é —ele passa seus dedos gélidos pela pele quente da mortal e em seu rosto um sorriso amargo estampava sua feição — Eu serei incapaz de amar novamente e estou aqui não por você, mas por que quero distração e isso você me fornece bem, me dando alvos imundos para matar.

Aquelas palavras não eram uma novidade para ela pois desde que se uniram nesse pacto doentio que eles tinham ele deixou claro para ela que jamais a tomaria como mulher, mas isso ainda a entristecia pois ela jura que caiu nos encantos do vampiro estando irremediavelmente apaixonada pelo seu anjo mortal.

— Não me ame, mas me tenha como sua para satisfazer-se em meu corpo como bem entender eu suplico a você.

Aquilo o irritou mas ele nada disse a ela, apenas a pegou nos braços e saiu janela a fora e sem que ela notasse bem como chegou ali ela estava em um bar com muitos homens e mulheres e deixando ela no balcão ele foi até um casal e começou a envolve-los em conversas fáceis e prazerosas e em pouco tempo eles se beijavam lascivamente alternando entre si, e o Hyunjin não tirava os olhos da Angelinie pois ele queria mostrar a ela que qualquer um lhe serviria para as volúpias de sua carne mas nela ele jamais tocaria e logo os três se levantaram dali indo para um dos quartos reservados do bar mas não antes dele parar em sua frente e falar de forma debochada e com todo o desprezo que pôde colocar em seu tom.

— Você pode vir e olhar se quiser, ou pode sumir da minha frente e esperar os corpos despedaçados dos seus irmãos abusadores amanhã a noite naquele seu quarto patético que diga-se de passagem é igual a sua dona.

— Eu te odeio Hyunjinnie! — Ela falou aos prantos, mas ele nem sequer deu atenção.

E em altas gargalhadas ele se virou dali e foi para uma noite intensa de prazeres da carne que de nada valiam para ele sem se importar nem um pouco em como a Angelinie iria para casa.

[...]

Flash Back On

Um ano atrás:

O salão estava cheio e aquela noite a família Williams estava reunida para comemorar o vigésimo quinto aniversário do Roger o filho mais novo do casal e ali no meio deles o Hyunjin estava, bebendo como nunca, levando as mulheres castas daquela casa para quartos e tirando suas inocências, uma a uma finalizando sempre com o sangue delas escorrendo por suas presas, pelas paredes do quarto, por todo o lençol da cama...

Uma a uma ia sumindo e os homens descontraídos com seus whiskys e charutos nem se davam conta até que todas ali se foram...

[...]

— Vocês realmente não dão a mínima para suas filhas não é mesmo? — O vampiro estava sentado no corrimão da escada do salão principal, suas vestes manchadas de sangue e seu olhar que beirava ao lunático encarava cada homem ali. — Eram mesmo suas filhas? Ou apenas suas mercadorias? Bom, não importam mais pois estão mortas, — Todos ali começam a pegar suas armas para matar aquele homem, mas o vampiro apenas ri em deboche por saber que armas de fogo nada fariam a si. — Bom elas se foram, mas não antes de me darem todo o prazer que pude arrancar delas e querem saber? Elas morreriam de novo e de novo apenas para terem meu falo dentro delas as invadindo muitas e muitas vezes como fiz antes de matá-las. — Ele sorria ladino causando ainda mais raiva nos homens ali.

Um dos homens atira em direção ao vampiro que apenas desliza sobre o corrimão indo em seguida até ele e no percurso pega uma rosa vermelha de um vaso e assim que chega até o homem que até então se encontrava horrorizado porém extremamente atraído por aquele belíssimo ser, ele lhe entrega a rosa que é pega com receio e em seguida segura seu rosto com suas mãos gélidas fazendo aquele homem cair em suas lembranças mais profundas enquanto vai até seu ouvido e lhe diz “Uma rosa por um segredo seu” e bem ali aquele homem começa a gritar por ter em sua mente lembranças da morte de sua esposa.

Assim que o vampiro ouve o primeiro grito ele se vira para os outros ali que estavam hipnotizados, horrorizados, mas também atraídos pela beleza perfeita daquele ser.

— Ora, ora, então todos vocês me querem também? — Ele falava debochadamente — Bom quantas rosas vermelhas temos aqui? Será que dá uma para cada cavalheiro presente?

[...]

E naquela noite as últimas imagens que aqueles homens tiveram foram as de suas piores lembranças antes de terem seus corpos desfeitos como se nada fossem por aquele anjo da morte que estava ali apenas tentando se livrar de sua própria dor.

E escondida na sala de piano daquela casa se encontrava Angelinie a filha mais nova do Jones que havia de fato a levado para vendê-la para o aniversariante pois ele a odiou a vida toda por culpá-la pela morte de sua mulher que se deu ao dar à luz a pequena Angelinie e antes de morrer ela fizera o Jones jurar que cuidaria dela e apenas por aquela promessa que foi obrigado a fazer com sua esposa moribunda em seus braços é que ele ainda não tinha a matado pois ele a repudiava com todo seu ser.

Ela olhava para o vampiro com devoção, ela também vira o que ele fez as outras mulheres ali, mas não o temeu em momento algum pois o coração dela já estava rendido aquele anjo da morte que a salvou de seu cruel destino de se casar por obrigação com o dono da festa.

[...]

— Não pense que não a vi me observando... — Ele fala de costas para onde ela estava o que a fez dar um pulinho pelo susto que tomou. — Mas confesso que fiquei curioso... — Ele se vira e em questão de segundos ele está a prensando na parede da sala de piano. — Quantas atrocidades você passou na vida para não esboçar nenhum horror com tudo o que viu e ouviu? Não usei meu dom da atração em você e você não deu nem um grito? Não ficou com medo de mim?

Ela apenas negou com a cabeça e ele a apertou ainda mais no pescoço onde segurava desde que se aproximou dela.

— A donzela não fala?

— Meu pai foi o primeiro que você deu a rosa... — Foi só o que ela disse.

— Interessante... era você que ele culpava pela morte da esposa então?

— Sim...

Ele a soltou e bateu suas mãos no ar como se as limpasse.

— Ótimo; então eu te fiz um favor que inferno!

Ela apenas o olhava de forma intensa.

— O que é? Vai ficar obcecada por mim? Está apaixonada? Patética!

Ela se virou para o lado e em um vaso ela pegou uma rosa vermelha e levou na direção dele que apenas levantou uma sobrancelha a encarando cético com a coragem que beirava a audácia vinda daquela mortal insignificante e ele a mataria sem pensar duas vezes se ela não tivesse dito a ele:

“Uma rosa por um segredo seu...”

Ele a encarou ainda mais fundo e se aproximou tanto dela que ela achou que finalmente seria beijada por aquele anjo da morte.

— Hwang Hyunjin. — Ele disse e pegou a rosa da mão da mortal que o encarava em dúvida sobre ter entendido direito. — Meu nome é Hwang Hyunjin e esse é o primeiro segredo meu que lhe contarei, agora venha, me mostre onde é sua casa vou deixá-la lá.

[...]

Ele ainda queria matá-la e provavelmente esse seria o desfecho da história deles, mas ele decidiu ouvir seus segredos antes de dar um fim em sua vida, então ele mentiu para ela que um dia a transformaria apenas para que ela fosse obediente sem lhe causar chateações desnecessárias, e quem sabe ele também lhe contaria alguns de seus próprios segredos, afinal ela morreria com eles.

E assim acabou ocorrendo, sempre que ela queria saber algo dele ela deixava uma rosa vermelha no parapeito de sua janela com o bilhete “Uma rosa por um segredo seu” e da mesma forma ele que acabou virando o “anjo da morte” uma espécie de justiceiro particular da Angelinie também deixava sua rosa vermelha e seu bilhete no mesmo lugar quando queria se aprofundar nas lembranças daquela garota que o amou devotamente, mas nada causou naquele vampiro por ele ter seu coração em sua amada do passado e ele nunca mentiu sobre isso para ela pois sempre dizia que ele não a amava e que aquilo não mudaria nunca.

Flash Back Off.

[...]

De longe, se esgueirando na penumbra o vampiro seguiu a dama até que ela estivesse em casa novamente e pela janela do quarto dela ele a viu chorar, espernear e gritar seu nome jurando o amar, desejando o ter para sempre e aquilo nada fez com os sentimentos do vampiro, ele até poderia tentar amar novamente um dia, mas ainda não era a hora para deixar para trás a lembrança de sua amada que ele mesmo ajudou a condenar com um fim terrivelmente cruel.

[...]

— Chegou a hora de pararmos com nossos segredos Angelinie...

E ali ele ficou até vê-la dormir, sumindo noite adentro.

[...]

O dia seguinte estava muito bonito e por toda sua duração o vampiro seguiu os irmãos da Angelinie para poder cumprir o último desejo dela.

[...]

Agora em um bar ele decidiu se aproximar dos homens, eles eram três e não se desgrudavam a assim que se aproximou ele pôde ouvir o mais velho falando o que ele logo sacou ser sobre a Angelinie.

— Hoje a noite vou fazer aquela boa visita a vadia da Angelinie, querem ir também?

— Vocês não cansam de comer aquela vadia sem sal?

— Fala assim Jiwan por querer ela só para você, nós já sacamos a sua, seu otário, ela é nossa irmã, propriedade nossa; dos três entendeu?

Aquilo foi a gota para o Hyunjin que foi logo se sentando na mesa deles.

— Olá rapazes, — Ele disse todo encantador o que deixou todos os três ali constrangidos pois ao invés de expulsá-lo de imediato o que aconteceu foi que eles ficaram encantados achando aquele ser que se juntou a eles sem ter sido convidado de extrema beleza. — Deixe me ficar com vocês essa noite hun? O que me dizem? Será divertido eu garanto.

Eles o encaravam assustados, eles estavam o desejando? Como? Ele era um homem assim como eles, isso jamais se passou na cabeça de qualquer um deles e aquilo os estavam aterrorizando...

— Quem é você amigo? — O mais velho fala tentando não o encarar abertamente.

— Ah sim que falta de decoro a minha, me chamo Hyunjin, Hwang Hyunjin, e vocês?

Eles estavam prestes a babar pelo tal Hyunjin achando aquele o sorriso mais belo que já viram, até se esquecer da Angelinie eles esqueceram e o vampiro ali sabia exatamente o que eles pensavam, mesmo não sendo como seu líder que lia mentes.

— Eu sou Hoon, ele é o Jiwan, e o mais novo é o Wonsik... — O mais velho deles fala com a voz mais baixa o que diverte o vampiro.

— Nomes lindos, e o que bebem? Whisky? Não gostam de algo mais doce? Um bom vinho por exemplo?

— Não tomamos muito vinho, nosso falecido pai dizia que homens de verdade tomam apenas bons whiskys. — Assim que o mais novo falou ele corou por ver que o Hyunjin o encrava com toda sua atenção.

— Será que ele estava certo? Bom eu sou um homem de verdade se quiserem posso provar a vocês — Ele fala isso segurando o queixo do irmão do meio que se sente estremecer pelo prazer que sente e seus dois irmãos não estão diferentes. — Que tal irmos até minha casa? Tenho excelentes vinhos lá e podemos tomar mais à vontade, — Ele abaixa a cabeça para sussurrar algo e os três o acompanham como se estivessem hipnotizados — Longe de todos olhos curiosos quero dizer, assim poderíamos nos dar prazer sem culpas ou julgamentos o que me dizem?

Eles se sentem em chamas, os três, não havia nada que negariam aquele belíssimo ser e então eles apenas acenam positivamente com a cabeça fazendo o Hyunjin sorrir ladino e seu pensamento era um só: “Mais fácil do que enganar criancinhas, três patetas é o que são”.

— Então venham comigo, vou lhes dar tudo o que merecem meus caros, algo que jamais imaginariam...

[...]

Em seu quarto a Angelinie não parava de olhar para o parapeito de sua janela, já era quase meia noite e o seu anjo prometeu seus irmãos em pedaços para si naquele dia, e jamais ele quebraria sua promessa pois foi sempre assim durante um ano inteiro desde que ele matou o seu pai, a palavra do Hwang Hyunjin era sempre cumprida.

As luzes piscam e uma enorme caixa é deixada na janela dela com três rosas vermelhas em cima dela e um bilhete.

“Os segredos deles eram podres, demorei, pois tive que fazer um bom trabalho para que eles não ficassem pingando aquele sangue imundo por todo canto.

Minha promessa está paga, você está livre do passado, e agora livre também de mim.

Tente viver uma boa vida agora mocinha.

Adeus Angelinie.”

— NÃO! — Ela gritou assim que leu — Eu te proíbo de me deixar assim Hwang Hyunjin, você me deve pelo menos um beijo de amor antes de me abandonar assim — Ela começou a chorar — Você me deve isso anjo da morte.

— Beijo de amor? Onde você está com seu juízo? — Ele falou com um tom de voz nitidamente irritado e ela se encolheu — Uma burra é isso que você é.

— Não me importo em ser burra! — Ela chorava ainda mais — Nada me importa meu anjo, eu só queria que você me amasse...

Silêncio, ela de cabeça baixa chorava pensando que talvez, se ele sentisse o seu amor por ele quem sabe não cederia, e a daria uma chance, uma única chance era pelo que ela rogava.

As luzes piscaram novamente e no parapeito agora tinha uma rosa vermelha e um outro bilhete. “Abra a caixa olhe os corpos dos seus malfeitores, e então me conte por fim o seu último segredo”.

Assim ela o fez, e quando ela abriu a caixa ela chorou por tudo que sentira com aquilo, ela olhou os olhos abertos sem vida deles e os corpos em pedaços a fez querer vomitar, eles eram asquerosos e tiveram o que mereciam de acordo com tudo que a fizeram sofrer, mas encarar aquilo era além do tenebroso e provavelmente aquela imagem jamais sairia de sua mente.

Assim que ela os encarou por tempo o suficiente ela colocou seus cabelos de lado deixando seu pescoço desnudo para que seu anjo da morte pegasse seu último segredo e sem que ela notasse, ele já estava colado nela.

— Eu nunca poderei te dar o que deseja então te darei a única coisa que sou capaz de dar...

Uma lágrima rolou no rosto da Angelinie e de olhos fechados o vampiro cravou suas presas na jugular daquela donzela pela ultima vez, bebendo todo seu sangue e a deixando caída sem vida alguma em sua cama ao lado dos corpos dos seus irmãos.

[...]

Alguns anos depois

— Eu tenho certeza que o Jinnie esteve aqui...

— Eu também Minnie, olha essa linda rosa vermelha desenhada com o sangue dessas pessoas...

— Channie nosso anjo está desgovernado, precisamos encontrá-lo agora mesmo.

— Ele não está longe Binnie, posso sentir o rastro dele, ainda hoje o levaremos de volta.

Os quatro vampiros ali estavam no que era para ser um salão de festas, pomposo e luxuoso, mas o que eles viram eram vários retratos de morte e muitas rosas vermelhas, fossem pintadas com sangue, fossem jogadas em cima dos corpos das vítimas...

— O anjo da morte veio... ele me mostrou a guerra novamente... — Um dos homens ali falou, ele estava praticamente morto, mas a vida ainda o segurava pelas mãos. — E ele era tão lindo... — Os olhos dele se fecharam para sempre.

— Se ele estava com vida ainda o Jinnie não deve estar longe.

— E não está mesmo — O Minho que tinha se afastado para poder rastreá-lo melhor voltou para perto deles — Eu o senti, vi seu rastro, ele está indo para a mansão da Valentinne.

— Ele vai se entregar... Channie precisamos fazer algo, se ele chegar a aquele monstro perderemos ele pra sempre.

— Não vamos perdê-lo Minnie, vamos pegar nosso anjo de volta.

[...]

— Ali está ele!

O Minho apontou e eles puderam ver o Hyunjin na beira de um penhasco com uma expressão completamente vazia, e sem esperar eles se aproximaram.

[...]

— Pular daqui não me mataria... — Ele fala sem encará-los — Mas a Valentinne está vindo e ela prometeu me matar.

— Você não vai nos deixar Jinnie, eu não vou deixar você se entregar.

— Vocês não sabem tudo que eu fiz, o tanto de pessoas que torturei e matei.

— E não nos interessa, você irá voltar conosco e vamos esquecer tudo isso.

— Esquecer Channie? As lembranças ficarão comigo para sempre; essa é minha maldição afinal...

O Changbin se aproxima e cria uma ilusão de um vasto campo com flores coloridas, mas não havia nenhuma rosa vermelha sequer.

— Você vai mesmo me deixar meu anjo? — O Seungmin se aproxima dele, mas o que ele vê é a Alice pois faz parte da ilusão que o Changbin criou — Eu não quero perder você meu anjinho, não posso te perder, você me prometeu nunca me deixar.

— Pare com isso Binnie! Não é ela... Não... Não é meu amor...

“Me ouça Jinnie, realmente não é nossa Alice, quem você vê como ela é o Minnie, o seu Minnie, só queremos te ajudar, a Alice jamais aceitaria sua entrega assim, você fez uma promessa a ela, cumpra! Ela jamais irá te julgar por isso, caso ela volte um dia e saiba de tudo, então amorzinho, você virá conosco agora, vai vir com seu clã e vamos cuidar de você amor.”

A voz do Bang Chan em sua mente o distraiu o suficiente para a aproximação do Minho.

— Durma. — Ele falou assim que tocou no Hyunjin e chorando ele adormeceu.

— Ótimo trabalho meus amores, agora vamos voltar, precisaremos cuidar do nosso anjo.

[...]

Quando o Hyunjin acordou na mansão todos os sete estavam com ele e o olhavam com amor e ternura.

— Vocês não sabem tudo que eu fiz, se souberem jamais me perdoarão.

— Não nos importa o que fez, você que é o importante para nós e todos aqui o amam e vamos juntos cuidar do nosso lindo e perfeito anjo.

— Sentimos sua falta Jinnie, por favor não nos deixe mais. — O Innie foi até ele e o abraçou com força.

O Hyunjin estava em profunda tristeza, mas ao ouvir seu líder e o mais novo do clã falarem com ele o fez apenas desejar conseguir não ir mais embora dali.

Ele ficará com os seus, mas isso nem de longe significava que ele se perdoaria por tudo que causou a sua amada e ao seu clã.

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Notas finais
O que acharam? Me contem suas impressões por favor, isso é muito importante para quem escreve e ajuda demais. (votem também por favor) =) Ficaram dúvidas? Qualquer coisa só perguntar okay? Os capítulos serão nas ordens em que cada um deles caiu de acordo com as perdas da Alice, Rebeca e Iris lá da minha Fic Transformação Mansão SKZ (no meu perfil) então caso não tenha lido fique a vontade para ler e ter uma imersão melhor nessa Fic aqui. Eu queria muito fazer esse Spin-off, de verdade, e espero de todo meu coração que vocês curtam ele também. Na sinopse eu já aviso sobre violência, então espero não ter chocado ninguém, mas assim não dá pra fugir muito, afinal é sobre a era sombria que estamos falando né? Todos eles estarão perdidos e com seu lado sombrio aflorado então... Mas eu também não detalhei tudo que ele fez para não causar muito e assim, isso aqui É UMA FANFIC não tem nada a ver com a realidade dos Idols em questão, aqui eles são apenas personagens okay? Bom eu fiz um esquema para me organizar com as Fics que estão em andamento então assim que chegar a hora trarei o próximo personagem, aguardem. É isso amores, eu espero de coração que tenham curtido. Fiquem bem, se cuidem e bebam bastante água! Beijokas da Adnoka.