Spin The Bottle
1 Capítulo 1
One Piece: Spin the Bottle!
… uma brincadeira inútil por Laydee_Jiraiya
Era o aniversário de Nami, então como seria de esperar ela estava a ser ainda mais cabra que o normal. Até agora, já havia anunciado que este dia seria o dia da Rainha Nami, declarado que todos os homens serão seus escravos e Robin a sua concelheira, até tinha forçado Usopp a construir-lhe uma coroa e um ceptro. Havia tornado Sanji um cavaleiro pelos seus esfortos leais (Ele havia-lhe feito 3 bolos por amor de deus), e por outro lado, havia ordenado que Zoro fosse trancado no porão por não lhe pagar tributo (em outras palavras ele não lhe deu nenhum presente.). Luffy foi o próximo a ser preso no porão, depois de ter o atrevimento de comer um dos bolos. Quando abriu o presente de Brooke ele foi o terceiro a ir – o idiota tinha mesmo lhe dado um par de cuecas.
“Então Robin, o que faremos a seguir?” Nami perguntou do seu cavalo – neste caso, Usopp. Usopp gemia e tremia com o peso que ela fazia em cima de si. Ele tinha sido forçado a se tornar o seu “unicórnio”, depois de Nami ter ficado bebeda demais para usar as suas pernas. Ela até havia pensando em fazê-lo usar um corno, até perceber que o nariz dele cumpria bem esse papel.
“Como tua conselheira, eu aconselho-te a deixar todos sairem do porão, para que possamos jogar jogos juntos.” Disse Robin.
“Jogos?” ela franziu a sua testa bebeda. “O quê, tipo xadrez? Isso parece...hic...bastante aborrecido!”
“Não. Eu estou a falar de jogos do tipo...” e ela começou a sussurrar no ouvido da navegadora, tão baixo que nem Usopp conseguia ouvir. Ele franziu a testa. Isto sem duvida iria ser, para ele e para o resto dos homens, miséria absoluta. — Conseguia perceber isso pois elas estavam a sorrir. De qualquer forma os “prisioneiros” foram soltos, e foi decidido que todos tinham que participar nos jogos que elas dissessem.
Tudo isto era puramente culpa dos seus capangas – Sanji era demasiado pinga-amor/pau-mandado para fazer alguma coisa senão obedecer-lhe, Usopp era demasiado covarde para a enfrentar, e a Robin era, bom, Robin. De qualquer maneira, eles os quatro fizeram um pacto – Todos eles podiam fazer o que quisessem nos seus aniversários ou entrariam em greve durante um mês. Basicamente isso significava nada de comida nem de navegação, Usopp e Robin realmente não faziam grande coisa.
“Sanji-kun!” Nami chamou, melhor gritou. “Nós precisamos de uma garrafa de vinho! Uma vazia!”
“Uma garrafa de vinho vazia?” Ele não entendeu – e então a sua mente pervertida pensou numa ideia bizarra que apenas ele poderia pensar. “Vai para dentro de quem?”
“. . .” Nami e Robin apenas olhavam para ele.
“Não vai para dentro de ninguém, seu idiota! Não partilhes o que se passa na tua cabeça e traz-me a garrafa!” Nami ordenou.
“Hai, Nami-swan! Eu amo quando a Nami-swan é mandona!” Os olhos dele tornaram-se corações enquanto ele praticamente mergulhava no caixote do lixo, procurando pela garrafa que a recentemente bebeda Nami queria. Era uma garrafa preta – Merlot, um bom ano, a ponta estava um pouco amassada. “Aqui está! Mas para que é?”
Ela mostrou-lhe um sorriso malicioso. “Eu quero jogar de girar a garrafa.” Sanji desmaiou com a repentina perda de sangue que saia das suas narinas.
Toda a gente foi reunida num circulo no convés, a maiorparte deles pareciam apreensivos – excepto Nami e Robin, que transportavam sorrisos divertidos, e Luffy, que tinha um olhar vazia e mexia no nariz.
“Pessoal! Nós decidimos jogar de girar a garrafa.” Por \'nós\' ela quer dizer ela mesma, não ela e a Robin. \'Nós\' era como as rainhas se dirigiam a si mesmas, então ela tem vindo a falar assim desde o inicio do dia. “As regras são: você gira a garrafa, e para quem queer que ela aponte... hic... você tem que o/a beijar!”
“Na boca.” Robin completou.
“Whoa, esperem um pouco, não pode ser,” Franky entrou na conversa “Existem mais rapazes aqui que raparigas!”
“Ele tem razão!” Chopper concordou. “As chances são que, vocês duas beijem rapazes, e os rapazes beijem rapazes também!” Todos pareciam aterrorizados com esse pensamento – isto é, todos aqueles que eram do sexo masculino.
“Presisamente” Nami informou, e deu um risinho bebado. “Robin, a camera está pronta?”
“Sim, mas há algo que eu gostaria de recomendar,” ela disse, e implantou mais ideias na mente da navegadora.
“Ah, sim!” Nami concluiu. “Mais uma regra! Brooke e Chopper,” ela bebeu mais um pouco de sakê diretamente da garrafa “vocês não estão autorizados a participla... particli... parta... fazer parte.”
“Yatta!” Chopper gritou, e saiu correndo feliz da vida. Brooke parecia triste e desapontado, se isso é possivel para um esqueleto, e saiu dali também. Ele tinha esperanças de puder beijar uma das garotas, mas pensando bem, também podia ter beijado um rapaz. Talvez fosse melhor assim.
“Ok, bom, é o meu aniversário!”
Um coro cansado: “Nós sabemos.”
“Então eu vou primeiro!” A garrafa foi colocada no chão. E foi girada. Girava e girava – A ponta apontando para Luffy enquanto abrandava. Continuou o seu percurso, agora apontando para Franky, depois Zoro. Passou pelo Sanji, depois pela Nami, e depois, finalmente parou, apontando para a direita de Nami. Luffy começou a rir que nem um louco.
“Shishishi! Nami! Tens que beijar a Robin!” As duas raparigas franziram a testa parecendo irritadas.
“Ela que tente novamente,” Robin disse.
“Eu... Eu vou tentar novamente!” Nami concluiu, apontando com um dedo para o ar com uma aura de general. De novo a garrafa preta foi girada. E denovo apontou para Robin.
“Nem penses que tentas de novo” Zoro disse, com um sorriso na cara.
“Por favor? É o meu aniversário!”
“Nós sabemos!”
“Não é assim tão mau, nabigeda-san. Vai ser apenas um selinho rápido. Tenho a certeza que não apontará para mim novamente.”
“Muito bem.” Nami disse, a sua voz poderosa e expressando total controle. Aquilo não fora apenas rápido – foi à velocidade da luz, tão rápido que precisava uma foto para conseguir ver – coisa que Sanji providenciou.
“Cook-san, deite isso fora!” Robin exigiu, depois que o Polaroid saiu da máquina e a imagem apareceu para o mundo ver. Tristemente, ele a deixou cair no caixote do lixo – ou era o que parecia. Ele havia na realidade deixado-a cair entre o caixote e a parede, ele voltaria mais tarde por ela. Aquilo merecia ser guardado debaixo da almofada dele. Robin foi a próxima a girar, e a garrafa apontou para Franky – Coisa que nenhum dos dois pareceu se incomodar. De facto, demorou perto de um minuto e alguns “Ahem” e limpares de garganta para os separar. A seguir foi Usopp. A garrafa girou. Apontando para diversos rostos todos eles olhando para ela com horror, rezando para que ela não parasse. A garrafa começou a abrandar – e apontou para -
Notas finais
Aguardem pelo próximo epi..., não?
Deixem reviews..., não?
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