Notas iniciais
Talvez os leitores conheçam referências do personagem principal e da história em si, se conhecerem as músicas e vida do música David Bowie, como o próprio nome da história já diz...

Era mais um dia comum, como todos os outros. Entrava na minha nave, tomava minhas pílulas de proteínas que guardava no bolso de minha roupa espacial, colocava meu capacete carmesim com detalhes dourados e totalmente estilizado, com um raio à frente. Preparei os foguetes e o compartimento de combustível, que estava cheio. Ao entrar na cabine tive a visão do corredor à frente acendendo suas luzes azuis. “Checando comunicação”, repeti pelo menos três vezes até que ouço uma resposta vinda de dentro do capacete: “Aqui é o controle do solo para Major Tom; Aqui é o controle do solo para Major Tom”.

—Tudo preparado Controle do solo.

—Major Tom, Deves ir para o setor B4-x1, aparentemente foram vistas, mas não escaneadas e catalogadas, criaturas de uma raça desconhecida, mas aparentemente agressivas. É de extrema importância que tome muito cuidado na área, pois foram localizados cogumelos que podem liberar esporos venenosos, sugerimos que passe no hangar do setor A1-X1 antes de ir para o local da missão.

—Entendido Controle do Solo, estou preparado para partir.

E então a voz grossa do comandante Naburr do Controle do Solo ecoava, não só pelo capacete, mas por todo o hangar:

—Começando a contagem regressiva com os motores ligados.

E no display computadorizado de minha nave, havia começado a contagem em numerais Korvaxianos: 10, 9, 8, 7, 6...

—5, 4, 3, 2, 1. Checar Ignição! E que Deus vá contigo.

Vejo os corredores do hangar passarem, e seu final chegar em poucos segundos. Logo passo à observar o espaço sideral... E ele não é escuro.

Encaro o grande cosmos, verde-vivo por conta de estarmos dentro de uma grande nebulosa com cobre em sua composição. À minha frente há várias fragatas Gek, muitos comerciantes que passam entre o Solas Prime até o sistema estelar vizinho Rafyird, não muito amigável conosco, mas tolerável através de um tratado econômico... Simples: Damos Plutônio à eles (já que os falta em seu sistema) e eles nos dão Rhaegon-211, que usamos (em segredo) para fabricar Torpedos de Tarádio.

Quando levo meus olhos à esquerda, vejo Narir’Phalek, o planeta onde se encontra o Controle de Solo das missões científicas Korvaxianas, e também o alvo de minha próxima missão. Viro minha nave em direção à Narir’Phalek e ativo meu Hyperdrive. Avanço numa velocidade descomunal, e por algum momento sinto medo ao passar muito próximo ao cinturão de asteroides entre Solas Prime e Narir. Porém com alguns ajustes consigo passar numa distância segura do cinturão.

Vejo na câmera traseira da nave, e observo, imponente, a grande estação HH-01 de nosso sistema “Karnorav”, num grande formato losângular com uma esfera em baixo, onde se encontra o hangar. Tão bela e bem construída. Foi dito que HH-01 foi construída pelos que habitavam aqui antes de nós, Korvax.

Um tremor na nave.

—Danos no casco fronteiro da nave – Diz sutilmente uma voz dentro da nave.

Rapidamente tiro meus olhos dos visores da câmera traseira e fito os painéis de controle da nave, há danos severos no casco fronteiro da carcaça externa da nave, nos braços de colher amostras e nos flaps de pouso.

“Mas passei longe dos asteroides...” Penso pouco antes de observar pela janela Duas outras naves, pouco menores do que a minha, passando numa velocidade descomunal. Elas não eram naves Gek ou Korvaxianas, nunca tinha visto naves como aquelas, parece que elas foram montadas para o combate.

Desativei o Hyperdrive acionei o desacelerador, e tornei a nave para ficar de frente com a estação. Tive uma visão aterrorizante.

Notas finais
A próxima parte está pronta, mas só será lançada semana que vem.

Para aqueles que ficaram curiosos com qual jogo estou fazendo essa fanfic... Chama-se: No Man's Sky, é um jogo que ainda não saiu, mas está pra sair no dia 09/08/2016, um jogo de Ficção científica ambientado num universo verdadeiramente infinito.
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.