Souza e o Desaparecimento De Hugo C.
8 A vida é um grande enigma.
Notas iniciais
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Acordei com minha cabeça doendo, parecia que tinham esmurrado minha cabeça no chão de uma só vez, aquilo é muito esquisito. Por um bom motivo estava em um quarto branco de hospital, um dos lugares que mais odeio na vida, com uma pessoa sentada na poltrona ao meu lado.
- Quem...é...você? — senti uma dor muito forte enquanto falava, notei que minha boca estava bem seca.
- Souza, não se esforce. Você esta aqui a 1 semana sem acordar. Eu sou Agatha, lembra?
- Agatha? Não, não! Por que tinha que ser você? Não! — eu ia dizendo até ela colocar seu dedo da sua mão direita nos meus lábios, fazendo eu me calar.
- Fique quieta! Você que é a sabe-tudo aqui mas está totalmente errada, querida. Enfim, vou cuidar de um assunto importante agora e aqui esta sua pagamento. Não preciso mais dos seus serviços. Ah! E saiba que meu namorado muito lindo, é óbvio, irá te dar alta, não se preocupe. — Ela deixou um evelope vermelho em cima das minhas mãos, se levantou da cadeira e andou rapidamente para fora daquele sala.
- Que ótimo! Agora só falta eu sair na rua e levar várias pedras na minha cabeça, afinal tudo na minha vida esta dando certo até demais! — Eu falei ironizando.
Depois de uns 5 minutos, um médico alto com olhos e cabelos negros veio me dizer que eu estava de alta daquele hospital. Agradeci a ele por ter me cuidado enquato eu estava incapasitada e sai pela porta de correr daquele lugar terrível. Minha cabeça estava confusa, estava totalmente perdida na minha própria cidade, logo chamei um táxi para me levar a casa de Caroline. Afinal, fazer o que? A vida é um grande enigma e do nada você é obrigado a ir a casa de uma pessoa ignorante. Bati na porta da casa dela, depois de pagar o táxi é claro, mas ela não atendeu. Apertei a campainha e nada. Tentei girar a maçaneta e a porta não cedeu.
- Será que ela se mudou? Não, eu dúvido. Ah! Porta dos fundos. — corri para a parte de trás da casa dela e consegui entrar finalmente naquela casa.
Aquela casa estava com um cheiro muito desagradável, cheirava a alho com cadáver. Subi as escadas e dei de cara com a porta do quarto dela, abri e vi um corpo de uma garota muito, mas muito danificado. Estava cheio de cortes, sem contar que a pessoa devia ter morrido enforcada pois ele estava pendurado, notei outra coisa e me abaixei para pegar um bilhete, aonde estava escrito:
"Não pense que as pessoas mais próximas de você não iriam se machucar. Irei lhe dar alguns spoilers, garota detetive.
1º) Não procure por mais nenhum de seus amigos. A maioria estará multilada e claro, alguns mortos, como no caso da sua amiga Caroline.
2º) Se você sair desta casa, você morre.
3º) Eu e algumas pessoas iremos saber quando você estiver ai, provavelmente iremos te fazer uma visita de madrugada.
4º) Pode fazer qualquer coisa nesta casa. Pode ser até que ache Hugo em algum lugar ai.
5º) Bom, acho que é só isto. Enfim, já já estamos ai.
xoxo Sherly e Agatha xoxo"
- Que maravilha! Ai! — Cai de joelhos no chão daquele quarto, minha perna latejava. Descobri que então, foi minha veia que foi atingida quando levei aquela adaga de presente.
Me levantei desepcionada pois descobri que Agatha era apenas uma criança para confundir minha cabeça. Ela conseguiu me tirar do foco. Bom, comecei a dar pela casa e achei muitos bilhetes de Sherly, junto com um deles um boneco do 11º Doctor de Doctor Who que usava um barrete turco. Encontrei algumas estátuas dentro daquela casa mas não liguei muito pois eu precisava depois me divertir, pelo menos eu iria quebrar as estatúas para descontar minha raiva em cada pedacinho de pedra que tinha.
Achei também vários livros e até peguei uns de Caroline para ver o que eu via de interessante. Sentei na casa da mesa de jantar da sala e li um dos primeiros livros da pilha. O primeiro era um que tinha uma garota chamada Alice que vivia no País das Maravilhas, outro tinha uma biografia sobre o Michael Jackson e sim, teve apenas um que me interessou, um livro sobre a tal familia Collins que por mais esquisto que isso soe, ela era prima da Agatha. Descobri coisas que teriam me ajudado se não tivessem evitado de me darem mais informações.
- Agatha... Agatha Collins. Você tem mais inimigos do que você imagina, querida. Pode ser que eu me torne um deles. Sinto muito, sinto muito mesmo. — e me joguei no sofá de decepção.
Notas finais
Desculpem também pelos erros de português, se tiver. Deixem reviews.
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