Soundtrack of Love
28 Moondance - Mystrade
Notas iniciais
Uma bela noite de outubro. Mycroft e Gregory desfrutavam um bom vinho na cobertura do político. Apesar do clima frio, a bebida estava fazendo seus corpos esquentarem e Mycroft decidiu aumentar ainda mais a temperatura.
Ligou o som e puxou Gregory pela mão o convidando para dançar.
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– Bem está uma noite maravilhosa para uma dança ao luar, com as estrelas acima dos seus olhos. Uma noite fabulosa para se fazer romance abaixo da coberta dos céus de outubro e eu estou tentando agradar o chamado das fibras do seu coração que tocam com maciez e lentamente — cantou junto com a música fazendo Gregory corar e sorrrir.
Toda a magia da noite parecia sussurrar e silenciar, e toda a suave luz da lua parecia brilhar nos rostos corados pelo vinho e pela proximidade.
– Posso ter mais essa dança ao luar com você, meu amor? Posso fazer um pouco mais de romance com você, meu amor?
– Sempre — riu Greg lentamente e puxou o moreno para um beijo profundo e quente.
Aos beijos e amassos ambos foram para o quarto sem se separarem por um momento. As roupas foram esquecidas pelo caminho e logo na cama deitaram.
Mycroft olhou intensamente nos olhos de Lestrade, analisando-o, sentindo-o ali, seu.
– Eu quero fazer amor com você hoje e eu sei que a hora é certa – Mycroft passou as mãos pelo peito de Greg que se arrepiou com o toque — e cada vez que eu te toco, você treme por dentro. Eu sei o quanto você me quer, você não consegue esconder.
– Estou ficando tão óbvio assim?
– Hm... — o político revirou os olhos em tom de brincadeira.
– Veremos, então! — dizendo isso Greg levou uma das mãos para o membro do outro, o apertando por cima da última peça de roupa que lhe restara.
– Ahn! — arfou Mycroft.
– Não tão óbvio, não é? — riu.
Gregory inverteu as posições, agora ficando por cima do outro e sentando em seu colo. Roçou seu quadril no membro do outro e o sentiu pulsar. Beijou todo o peitoral do moreno, lentamente foi descendo até chegar na peça de roupa e retirá-la com uma calma que irritava Mycroft, já desesperado.
Chupou dois de seus próprios dedos os deixando bem molhadinhos para colocá-los na entrada de seu Governo Britânico enquanto distribuía beijinhos e carícias pela virilha dele.
Ao ver que Mycroft não iria aturar muito mais daquela situação retirou seus dedos e os substituiu por seu membro. Deixou que o outro se acostumasse e começou a movimentar-se. Primeiro estocadas longas e suaves para que o outro não se machucasse muito. Depois com um olhar e palavras fracas entre gemidos o mais velho dos Holmes pediu que acelerasse.
E assim Gregory o fez, fazia movimentos rápidos de vai-e-vem ouvindo os gemidos que não se contiveram mais ao ter sua próstata acertada em cheio. Greg abaixou-se para beijá-lo e mordeu seu lábio inferior quando o ápice veio para os dois.
Deitaram-se na cama um de frente para o outro. Mycroft beijou-lhe levemente nos lábios.
– Devo concordar, meu amor — falou o político.
– Com o quê?
– Você nunca será óbvio para mim.
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