Soulmate

17 Me diga o que vamos fazer agora


Notas iniciais
SEGUNDA FASE O/ IIIUUUPIIII

Geeenteeeeem, quero em primeiro lugar AGRADECER a todos os comentários, incentivadores. Pois sem vcs, nós escritoras não somos nada!

EEEEEEEEE...Espero realmente que gosteem dessa nova fase da fic *.*

Beiijoos

JACOB POV


Durante todo o jantar, nem eu e nem Nessie falamos nada. Eu e ela sentamos na ponta da mesa, certas vezes a pegava me encarando, mas eu também não conseguia deixar de lhe olhar.


Seth, Leah e Quil sentaram num lado da mesa, enquanto Joe, Nicol e Claire sentaram do outro lado. Luiz foi até a pequena adega escolher alguns vinhos para bebermos depois.


A comida estava excepcionalmente gostosa, e como sempre foi, comemos tudo, não deixamos nada. Renesmee foi à única que comeu pouquíssimo, ela já devia estar farta de comida humana, pois suas olheiras estavam se aprofundando cada vez mais. E mesmo assim ela continuava linda. Ela levantou-se, quando viu que todos tinham acabado de comer e, em alguns segundos recolheu tudo da mesa.


– Ness, você se importa de bebermos um pouco? – Luiz chegou à cozinha carregando três garrafas de vinho numa mão, mais três na outra e duas embaixo de cada braço. Ele devia no mínimo, querer embebedar a gente. Eu não tava nem ai. Nessie, foi até seu lado, pegou uma garrafa, abriu e cheirou o vinho.


– Mudei de idéia! Acho melhor não bebermos! Já caíram duas paredes dessa casa! – Luiz falou olhando para nós.


– Concordo com você. – ela continuava olhando para o vinho – Uma casa vir abaixo, não é nada! – falou rindo – Mas acho melhor não bebermos.


Entregou a bebida para Luiz e foi para a pia e começou a lavar os pratos.


– Bom, eu colocarei isso na adega novamente. – ele disse se virando. Antes que ele pudesse sair pela porta da cozinha, ela voou ate seu lado e pegou a garrafa aberta.


– Foda-se! Eu quero beber! – virou a garrafa, e tomou por uns 5 segundos. Todos olhavam espantados para ela, que após terminar de beber nos olhou com cara de interrogação. – O que foi gente? Eu tava com sede!


Foi até Luiz e pegou outra garrafa, abrindo de primeira e tomando, enquanto se dirigia para a sala. Claire, Nicol e Leah ficaram olhando para Nessie, com rugas de dúvida na testa. Ninguém havia falado nada ainda, e nem se movido, até ela gritar da sala.


– A SEGUNDA GARRAFA TA ACABANDO!


As três que estavam sentadas nas cadeiras da cozinha, se entreolharam e saíram correndo em direção a sala. Leah passou por Luiz,pegou uma garrafa em suas mãos e lhe beijou a face, seguindo as outras duas.


– É impressão minha, ou essas garotas tão querendo transformar essa casa numa bodega? – Quil espantado, perguntou.


– Se elas estão ou não, pouco me importa. Eu quero é beber junto! – Seth falou rindo, e saiu da cozinha, indo se juntas com aquelas cachaceiras.


Quil, Joe, Luiz e eu, ficamos na cozinha nos olhando com cara de cachorro chupando manga. Até que a ficha caiu e corremos para a sala.



Cinco horas depois



Já eram quase três horas da manhã, e estavam quase todos bêbados. Exceto Luiz, que bebia e não mudava nada. Ser vampiro era realmente uma coisa sem graça.


– Não, eu to falando sério! – Leah “tentava” falar, enquanto “tentava” levantar – Nossa vocês nón tem noção! – ela colocava a mão na cara e ria, fazendo todas as outras meninas rirem, e claro nós riamos também. Mas por causa de suas situações. – MEL DELS que bicha mais chata! Não é Shetre?


Leah e Nicol, ainda eram casos em estudo, ninguém entendia como elas sendo lobisomens, conseguiam ficar bêbadas. Devia ser coisa de mulher. Mas naquele momento,olhando para Seth, eu diria que o caso era normal mesmo.


Seth estava deitado no chão, com uma garrafa de vinho na mão e a cabeça apoiada no colo de Nessie. Enfim, ele estava dormindo, e Nessie. Bom, Nessie ria junto com Nicol, Claire e Leah, iguais a hienas. Elas falavam merda, gritavam, falavam mal, e acima de tudo caiam, mas nunca derrubavam a garrafa. Isso é que se chama reflexo. De bêbado claro. No chão sempre, mas o copo sempre intacto.


Eu, Quil e Joe, apenas riamos de tudo que acontecia ao nosso redor. Eu, ao contrario deles, já estava bem mais alterado. A ponto de cantar todas as garotas da sala, e respectivamente levar tapas e socos.


Leah levantou cambaleando e foi indo em direção a Seth.

– Shetre? – ela cutucou seus pés, mas nada adiantou – Shetre? – foi chutando com calma suas pernas, e novamente nada – SHETRE? ACORDA PÓRCO DEMÔNIO! – gritou em seu ouvido, fazendo o pobre coitado levantar assustado. E fazendo todos da sala rirem.


– O que você quer garota? – ele falava enquanto coçava os olhos.


– Né qui o noo...noos...nosso primo é viradinho? – ela pediu rindo e fazendo tim tim com Nessie. Ele pegou a garrafa da mão de Ness e lhe beijou a face. Meu coração deu uma vacilada, e meu sangue começou a ferver rapidamente. Olhei para minha garrafa. Só podia ser ela, a culpada de tudo. Bendita bebida infernal, eu já estava sentindo ciúmes de Seth e Nessie. Tudo por causa de uma garrafa de vinho. Olhei mais uma vez para a maldita e atirei longe. Concentrando-me em Seth que tentava encenar como o suposto primo gay deles era.


– É sério gente. Ele é muito gay. Nós chegamos lá e ele veio se apresentar. – ele levantou e bebeu o resto do vinho — Como eu sou muito cara de pau, eu pedi se ele era virado. E olha só o que ele me respondeu!


Ele foi ao meio da sala, pegou a camiseta no meio, e a colocou dentro da gola. Formando um tope, pegou o boné de Quil e abaixou a bermuda deixando a cueca aparecer. E começou a rebolar.


- Eu tomo banho com sais e espuma na banheira. Só bebo água com limão e guardanapo em volta do copo. Adoro ganhar flores. Pratico aeróbica, spinning, patinação no Gelo, ginástica Olímpica. – ele deu uma risadinha– Usando short de lycra, meu bem. Só como sanduíches integrais, e sempre aves acompanhadas de vegetais cozidos no vapor. Bebida alcoólica? Apenas Caipifruta, suco de frutas normais e licores doces e Suco de carambola, cupuaçu, com adoçante! É uma delicia você devia experimentar. Aliás, você é uma delicia!


- Tenho plantinhas na varanda do apartamento e eu rego, podo e converso com as flores do jardim todo dia. Tadinhas, elas ficam sempre tão sozinhas. Uso creme no verão, na verdade uso o ano todo, e não vivo sem hidratante. Uma pele seca é uó!


- Eu tenho um cão de raça que vive dentro de casa e come ração especial. Ele dorme na minha casa. Mas, eu prefiro gatos – Seth rosnou e “mostrou” as garras.- Eu pinto o cabelo sempre, e dou conselhos de penteados para a minha irmã, sempre. Espelho? Apenas para admirar minha pele e meus músculos. Falando nisso, você podia ir comigo lá no meu quarto, me mostrar alguns exercícios de bumbum. Porque meu amoor! Seu bumbum é um pedaço de mal caminho. Ui! Choquei!


Nicol saiu correndo da sala, enquanto lágrimas escorriam de seus olhos. Ela estava se mijando nas calças de tanto rir. Até mesmo Luiz que era o mais sério e concentrado, ria do desempenho “viadado” de Seth.


– Seta, você é a meior bicha! – Nessie, levantou cambaleando e beijou a bochecha de Seth. Amanhã, Seth iria levar um soco na fuça. Fica se aproveitando da coitadinha, que estava bêbada.


– Gata! Seu pai quando te fez não tinha um pinto, era um pincel! – ele disse, enquanto ela ria pendurada em seu pescoço.


– Setaaaa? – ela pediu manhosa, AINDA pendurada em seu pescoço.


– Fala meu amor!


– Você quer namorar com mim?


– Mas é claro que eu quero.


– Então você me leva pra cama?


COMO ASSIM LEVAR ELA PRA CAMA? ELA SÓ PODIA TER ENDOIDADO! Ela recém tinha conhecido o garoto e já queria que ele a levasse pra cama? Mas era uma vamperua mesmo! E Seth? Mal havia chegado à cidade e já dava em cima da vampiranha.


– O Protótipo de Mônica? – me levantei e a tirei dos braços do primeiro lobisomem castrado da história – Você ta bêbada demais. Não sabe o que ta dizendo!


– MEU PODLLE FIFI! – ela agarrou meu pescoço, derrubando-nos sentados no sofá – Eu sabia que você nunca iria me abandonar! – beijou minha bochecha. – Amanhã, eu compro sua ração!


Eu ia dizer pra ela calar a boca, quando fomos interrompidos por um gritinho. Olhei de onde vinha esse grito e encontrei Claire rindo, deitada nos braços de Quil, que ria da sua cara.


– O que foi abiga? – Nicol pediu sentada no colo de Joe.


– Gente, eu fazer uma descoberta da europa! – ela batia palminhas, e seus olhos brilhavam – Ontem eu ver Rovin Woody!


– Ela quis dizer Robin Hood! – Quil “ajeitou”, sua frase.


– Enfim, o Rovin Woody, ele robava dos ricos e DAVA pros favelado! – ela fazia cara de decepcionada.


– E o que tem isso demais Claire? – Quil pediu, estranhando também.


– Como assim o que tem dimais? Além de ladrão, era viado!


As gargalhadas foram gerais. Nicol escorregou do colo de Joe e levantou o dedo, como se pedisse permissão para falar.


– O que foi Nicol? – Luiz pediu, segurando Leah que não parava de rir.


– Nicol, fez uma descoberta também! – assim como Claire, seus olhos brilhavam. — Mais vale uma predra no xapato, do que um grão de arreia na camisinha.– ela nos olhava com sua melhor cara. A de “Nicol inocente”, o que todos sabíamos que ela não era nenhum pouco.


Novamente todos riram que nem uns condenados. Joe estava mais vermelho que guerra de galo, o coitado não sabia onde se enfiar. E Nicol ria, enquanto Seth e Quil tiravam com a cara dele.


– OK PESSOAL, acho que por hoje já chega! – Luiz levantou-se do sofá com Leah praticamente desmaiada em seus braços.


Joe pegou Nicol pela cintura e se despedindo de todos saiu da casa. Quil fez o mesmo com Claire que quase dormia em pé, e Seth apenas disse que esperava, nós quatro para almoçar na sua casa. E assim saiu da casa fechando a porta.


Luiz já tinha sumido da sala com Leah. E então foi ai que eu percebi que a Mônica, tava dormindo agarrada no meu braço.


– Puta que pariu, eu só posso ter grudado chicle no copo da santa ceia. – olhei para Nessie, e com jeitinho a desgrudei do meu braço, que estava todo babado. Comecei a acordar ela com sutiliza.


– RENESSMEE? ACORDA! – sacudi seu corpo, até ela abrir seus olhos lentamente.


– Me deixa dormir Fifi. – ela falou manhosa. Deitou de novo no sofá e apagou.


Corri até o quarto de Luiz e bati três vezes na porta. Sendo aberta logo em seguida por ele, sem camiseta e de cabelo despenteado. E com algumas marcas vermelhas pelo corpo. Nem queria imaginar o que eles estavam fazendo.


– O que eu faço com a comedora de aveia?


– Cuida dela, não é tão difícil!


– É, mas da ultima vez, eu quase fui castrado.


– Por favor, Jacob, você esta sendo muito leal comigo. É só colocá-la na cama e pronto.


– Só colocá-la na cama? Tem certeza? – ele confirmou com a cabeça, e fechou a porta.


Respirei três vezes profundamente, e chacoalhando o corpo voltei para a sala. Olhei para aquela bagunça e fiquei imaginando que pela manhã, teríamos que arrumar tudo.


NÃO VOU ARRUMAR BOSTA NENHUMA! Vou colocar a dentuça na cama e vazar, pelo menos não teria que arrumar nada e, não cairia em tentação. Novamente.


Peguei Nessie no colo, e a levei para seu quarto. Tirei seus sapatos, seu casaquinho e sua calça jeans. Deixando-a apenas de calcinha e baby look. Deitei se corpo mole na cama e lhe cobri. Afastei-me da cama e vi-a sussurrar meu nome, após agarrar fortemente um travesseiro.


O que será que a gente tinha feito de errado? Eu tinha gostado tanto dela, quando nos conhecemos. Ao contrario de outros vampiros e de até outras pessoas, ela tinha sido extremamente simpática comigo. Não me discriminou pelo o que eu era, e me explicou toda sua vida. Ela parecia ser uma pessoa tão legal e leal, quando não estava me dando patadas e me chamando de Poodle.


Olhei mais uma vez para seu rosto sereno e calmo. Sua respiração estava tranquila, assim como o pequeno sorriso nos seus lábios. Suas bochechas, ainda um pouco rosadas, lhe traziam um ar de bonequinha. Porém suas mãos apertavam fortemente a borda do travesseiro. As dobras de seus dedos estavam ficando brancas. Devido à falta de circulação.


Aproximei-me da cama, e com delicadeza para não lhe acordar, abri os seus dedos, deixando a circulação correrem novamente. Era estranho olhar para uma vampira. Ora tão branca, veloz, sagaz, forte e maravilhosamente bela, e ora tão... Tão... Humana.


Larguei suas mãos, encima do travesseiro e me virei para ir embora.


– Porque a gente briga tanto? – escutei sua voz rouca. Voltei-me para ela, e a encontrei na mesma posição de antes. Só que agora havia rugas de duvidas na sua testa.


– Eu não sei. – dei de ombros – Eu estava pensando nisso também.


Ela esfregou os olhos, fazendo careta e sentou-se na cama, em posição de índio. Seus olhos estavam um pouco inchados e avermelhados, e seus cachos... Bem, seus cachos apesar de bagunçados, estavam enrolados e brilhosos como sempre.


- Ai minha cabeça esta tão confusa! – ela disse colocando as mãos na cabeça e balançando o corpo levemente.


– A minha também. – eu não sabia bem o que lhe dizer. Então apenas me permiti sentar ao seu lado na cama.


– Eu não consigo entender. Eu estou tão confusa! – ela soltou os braços e suspirou profundamente.


– Porque você esta confusa?


– Eu não sei. Talvez pela casa, por minha família, por mim... – ela me olhou colocando as mãos no peito –... Talvez por você.


– Eu não sei o que pensar, nem o que dizer! – ela havia conseguido me confundir completamente. O que eu iria dizer para ela? Que ela era a causa de tudo. De todo o meu tormento, de todo o meu desejo. Que era ela que agora ocupava meus sonhos à noite.


– Eu não quero continuar assim para sempre, com você! – Nessie juntou as pernas, abraçando-as e apoiando a cabeça sobre seus joelhos – Não quero que minha rotina seja caçar, me divertir, brigar com você, derrubar paredes... – ela riu, me fazendo rir também.


– E que convenhamos, foram muito bem derrubadas! – eu completei sua frase.


–... E depois, sonhar com você a noite toda.


Aquela frase havia me pego, totalmente desprevenido. Então ela sonhava comigo à noite? Não era eu, o único afetado daquela relação toda.


– Acho que concordo com você. Apesar de ter gostado a maneira que derrubamos as duas paredes! – eu a olhei e tirei uma mecha de seu cabelo, que caia sobre seus olhos – Eu não quero sonhar com você a noite, e acordar no outro dia sabendo que tudo será diferente.


– Então... O que iremos fazer? – ela endireitou a coluna.


– Sinceramente? – ela confirmou com a cabeça – Eu não faço a mínima ideia.


– Eu não acredito que irei falar isso... – ela falou para si mesma, mas era óbvio que eu estava escutando — ... Eu... Hum... Eu...Me desculpe pela minha timidez, mas é que sua presença me faz sentir isso. Talvez você seja o motivo do meu frio constante na barriga. Às vezes você consegue ser tão bobo, mas sempre me faz rir por dentro. Você é insuportavelmente irritante e gostoso, sua pele é macia, e sempre mexe comigo quando me toca. – ela falava com os olhos fechados e sorrindo, uma visão linda – Eu sei que parece estranho, mas quando você me abraça como fez pouco agora, para me trazer para o quarto. Eu... Eu sei lá, me sinto segura. É como se já me conhecesse!


Ela ainda tinha os olhos fechados, e às vezes ria sozinha. Enquanto tudo aquilo que ela havia dito se digeria dentro de mim. Suas palavras ecoavam dentro da minha mente.


“Sua presença me faz sentir isso”


“Sempre mexe comigo quando me toca”


“Me sinto segura”


“É como se já me conhecesse!”


Se eu pudesse, lhe diria as mesmas palavras. Mas isso pareceria muito clichê. Mas que eu sentia as mesmas sensações, isso sim era verdade.


Ela era o motivo por sentir meu coração acelerar, conseguia me tirar do sério, e sempre continuar linda. Minha pele arrepiava toda vez que me tocava. E quando ela estava em meus braços, eu me sentia... Completo.


– Eu não sei por que você sente isso. E nem imagino “o porquê”, de eu sentir também! – seus olhos se abriram e me fitaram. Aquelas duas bolas brilhantes, marrons. Que me prendiam toda vez que me encaravam. Que fazia meu coração palpitar mais alto e minha mente vagar. – E eu acho que nem quero saber o motivo de tudo isso. Porque eu gostei! Há anos, não sonho com nada coerente. E então você chega e invade meus sonhos. Eu não quero que isso acabe tão cedo.


Eu a abracei. E nos deitei na cama. Ela aconchegou-se novamente para cima de meu peito, como na primeira noite que dormimos juntos. E como sempre acontecia, toda vez que ela me tocava, meu coração pulou mais rápido e eu me senti completo.


– Eu também não quero que isso acabe tão cedo. – ela disse passando os dedos pela minha barriga.


– Acho que se depender de mim, não terminará nunca. — eu respondi, fazendo carinho nos seus cachos.


– O nunca sempre acaba. – ela suspirou.


– Não para mim.


Ela apoiou o queixo encima do meu peito e me olhou. A única luz que rompia o quarto era a da lua. Que acabou lhe trazendo um brilho especial. Seus cabelos loiros, agora haviam escurecido. Sua pele branca havia ficado acetinada. E seus olhos como duas chamas.


– Promete? –ela pediu, fazendo um meio biquinho. Eu apenas confirmei com a cabeça.


Ela se esticou um pouco e beijou meus lábios. Coloquei minha mão, dentro de seus cabelos. Juntando mais ainda nossos lábios. Era o nosso primeiro beijo calmo e suave. E completamente sem desejo nenhum.


– Obrigada. – ela sussurrou contra minha boca e me beijou novamente. Deitando em seguida sua cabeça no meu peito, e logo adormecendo. Continuei fazendo carinho nos seus cabelos, até o sono me pegar e me levar até ela, em meus sonhos.


Notas finais
N/A: E então peeessoaaal o que acharam? Não querendo dizer nada! Mas eu acheeei LIINDO o final *.* tãooo fofo o/

Queeroo MUUUIITOS COMENTÁRIOS!

OBS:
NOVAMENTE VENHO LEMBRAR DA CAMPANHA " UMA COMU PARA FIFI" ONDE IREMOS PROMOVER A FIC, E CLARO HOMENAGEAR NOSSO TOTÓ FIFI *.*

E LEMBRANDO NOVAMENTE QUE A VENCEDORA GANHARÁ UM PERSONAGEM NA FIC. COM DIREITO A ESCOLHER O QUE DESEJA SER

BEIJOOOOOS! E COLABOREM!