Soulmate
15 É tudo culpa sua
Notas iniciais
Enfiiiim, a opção 3 - romance. tambem teve mtos votos, então eu resolvi colocar ela no próximo cap *.*
Espero que gostem do cap!
NESSIE POV
Acordei após escutar uma porta ser escancarada. Abri os olhos e encontrei Leah parada no pé na cama me olhando com a boca aberta.
– Meu Deus. Meu Deus. Meu Deus.
– Bom dia pra você também Leah! E eu sei que sou feia quando acordo, não precisa jogar na minha cara – bocejei, em sinal ainda de sono e tentei me espreguiçar. Senti um peso prender minha cintura e olhei para cima dando de cara com o deus grego Jacob.
Ele abriu os olhos e ficou me olhando, certas vezes olhando para Leah, que ainda falava os Meu Deus dela.
Eu nunca tinha parado para reparar seus traços do rosto. E eu nem conseguia definir, ele era perfeito. Eu não tinha palavras, rosto simétrico, parecia que tinha sido esculpido. Cabelos pretos desgrenhados, nariz perfeitinho, lábios cheios e enormes olhos pretos.
Ele ainda não tinha deixado de me olhar, e eu ainda não tinha conseguido largar seu olhar. A besta da Leah ainda não tinha parado de falar com Deus, e aquilo já estava me irritando profundamente. Pois eu estava num momento critico de reflexão sobre beleza DESUMANA, pois era isso que Jake era, belamente desumano.
A sua mão que estava na minha cintura, desceu e foi parar nas minhas costas nuas.
COSTAS NUAS....
COSTAS NUAS....
COSTAS NUAS...
Olhei para baixo da coberta, e constatei que eu estava COMPLETAMENTE pelada. Olhei novamente para cima, me deparando com seus olhos pretos. Dessa vez arregalados.
– Meu Deus! – Leah ainda dizia como um CD riscado.
– LEAH! Quer parar de falar... – foi então que a ficha caiu – AI MEU DEUS. AI MEU DEUS. AI MEU DEUS.
Pulei da cama, e em uma fração de segundo eu estava ao lado de Leah. Jacob, com o meu pulo, escorregou e caiu da cama fazendo um som abafado. No mesmo instante Lube entrou no quarto gritando.
– AONDE TA O MALDITO MOSQUITO?
– TA DENTRO DO CÉREBRO DO FIFI! – eu gritei fulminando Jake, que agora estava de pé e me olhava estranho.
– TA PIRANDO GAROTA? VOCÊ ME ASSEDIA ONTEM, E AGORA EU QUE LEVO NA FUÇA? – ele gritou de volta, me provocando.
– OLHE BEM SE UMA VAMPIRA DA MINHA CLASSE IRIA ASSEDIAR UM VIRALATA? – eu estava muito furiosa com ele. Como ele fazia isso? Embebeda-me, finge que cuida de mim e depois me acedia. E ainda dorme na minha cama.
Tudo bem, eu me embebedei. Mas o resto ele tinha feito tudo sozinho. Ou não?
A minha cabeça doía muito, e eu sentia o meu estomago revirar.
– Nessie, eu acho que você deve se acalmar. Você esta apenas com um lençol na nossa frente. – Lube disse tocando meu braço e me fazendo desistir da posição de ataque.
Olhei para baixo, eu realmente estava só de lençol. E ainda por cima um pouco transparente.
– Você e eu. Na sala. Em dez minutos! – falei apontando o dedo na cara de Jake. Ele apenas concordou com a cabeça. Bufando e pisando fundo, saiu de meu quarto.
Lube saiu logo em seguida, e Leah ficou no quarto me olhando, ou melhor. Ela me encarava com um sorriso que ia de orelha a orelha.
– O que foi? – cruzei os braços e fiquei batendo um pé no chão, enquanto esperava ela soltar a bomba.
– Quero morrer sua amiga Nessie. – ela disse séria, mas por trás daquela cara, o verdadeiro motivo ainda se escondia.
– Fala de uma vez Leah! – soltei os braços e sentei na cama.
– AI MEU DEUS, vocês dormiram juntos. – seus olhos brilhavam e ela estava novamente com aquele sorriso que despontava o rosto – Não me diga que vocês...?
– Leah como foi sua noite?
– Minha noite foi ótima! Quente e gostosa! Por quê?
– Tem certeza que Luiz não chupou um pouco do seu sangue?
Ela me olhou estranha, indo para frente do espelho, e olhando seu pescoço. Depois virando-se para mim sorrindo.
– Claro que ele não fez isso! Mas porque Ness? – eu me levantei e me juntei a ela na frente do espelho, abraçando seus ombros.
– Querida Leah, você acha que se eu tivesse “dormido” com aquele saco de pulgas. EU TERIA BRIGADO COM ELE AGORA DE MANHÃ? – ela negou com a cabeça – Eu também acho que não!
– Mas não rolou nenhum beijinho? – ela gesticulou com os dedos, fazendo um sinal de pequeno.
– Eu acho que vou vomitar! – a soltei e fui à direção ao banheiro. Estava lá dentro escovando os dentes e tentando domar os cachos, quando Leah aparece na porta me assustando. – DEUS MEU! Resolveu virar aparição Leah?
– Não. Só vim lhe dizer para tomar cuidado!
– Com o que?
– Com Jake! – ergui uma sobrancelha, logo depois pedindo porque, com a boca cheia de pasta. – Eu o conheço melhor que ninguém, e sei que quando ele quer aprontar, ele consegue.
Bochechei e cuspi na pia, lavando o rosto e depois fazendo uma trança nos cabelos.
– Diga para ele ter cuidado também comigo, porque se ele sabe aprontar, eu sou o demônio encarnado.
– OK! Você sabe, quem brinca com fogo acaba sempre se queimando.
– Eu não preciso de aviso Leah. Eu apenas o odeio. E eu sei me cuidar.
– Eu sei que você sabe se cuidar. Mas mesmo assim quero lhe avisar. Amor e ódio andam sempre juntos.
Terminado de falar isso, ela beijou minha bochecha e saiu do quarto, fechando a porta.
Suas palavras ficaram martelando na minha cabeça. Eu odiava Jake, queria às vezes a sua cabeça numa bandeja. Mas também não podia negar que me sentia muito atraída por ele, seus braços, seu tórax, suas pernas, tanquinho e bunda. Todos pareciam que haviam sido talhados detalhadamente. Sem contar na sua boca perfeita, grossa e extremamente convidativa.
Percebi que estava de olhos fechados e fazendo careta ao imaginar novamente sua boca no meu pescoço.
– SAI DESTE CORPO QUE NÃO TE PERTENCE! – me sacudi indo trocar de roupa e finalmente comer algo. Pois meu estômago dava altos sinais de vida.
___x____x___
–... hoje, ele disse que daqui um pouco. – estava saindo do quarto, quando escutei Leah conversar com Lube e Jacob.
– Quem chega hoje? – pedi, ao chegar à cozinha, beijando a bochecha de Lube e fulminando Jacob.
– Meu irmão Seth. Ligou-me avisando que chegará hoje à tarde. E que virá nos visitar de noite.
Peguei um prato, colocando um pouco de omelete que Leah devia ter feito. Abri a geladeira e peguei o suco de limão. E me juntei a eles na mesa. Olhei em seus pratos e notei que Jake e Leah já tinham comido, Lube devia ter “jantado” enquanto dormíamos.
– Ele é bonito? – coloquei um pedaço de omelete na boca. Estava excepcionalmente gostoso. – Leah, este omelete esta maravilhoso! – ela me olhou e sorriu.
– Não fui eu que fiz. Foi Jake!
– Bem que eu senti um gosto de queimado. – empurrei o prato para longe e tomei um baita gole de suco, fazendo careta. Jake apenas me olhava com cinismo. Luiz e Leah riam.
– O seu cereal de aveia acabou não é? – Jake sorria com sarcasmo. Apenas ergui a mão e mostrei o dedo do meio.
– Mas falando do meu irmão. Seth é bonito sim, muito, aliás. Mas não acho que ele seja pro seu bico. – ela disse torcendo a boca.
– Que bom, porque eu não tenho bico. – fiz um biquinho e mandei um beijo para Leah, que riu. – Estou brincando Lee, eu não irei importunar seu irmão.
– Não é isso Ness. É que acho que seu gosto é outro.
– Eu ainda não conheço o garoto. Mas tenho certeza de que ele não é pra você. – Lube falava enquanto recolhia todas as coisas da mesa e em segundos as lavava e secava. – Lee e eu, iremos até o vilarejo, esperar Seth. Ele disse que está louco para conhecer você Ness.
– Que bom. Ele será sempre bem vindo aqui!
– Nós iremos, mas voltaremos. Jake você quer ir com a gente? – Leah pediu.
– Não, mas obrigado pelo convite. Eu estou um pouco cansado. — disse passando a mãos no pescoço.
– Tudo bem então. – Lube beijou a minha testa e se direcionou com Leah para a porta – Como Lee disse, nós iremos, mas voltaremos. E por favor, tentem dessa vez não quebrar nenhuma parede.
Corei me lembrando da maneira que havíamos quebrado a parede. Mas eu já tinha prometido a mim mesma que nunca mais iria me aproximar dele.
– Tchau pessoal. Até depois!
Eles fecharam à porta, e aquele silencio constrangedor se instalou na cozinha. Jacob batucava a mesa com os dedos, enquanto a outra sustentava seu rosto. Eu olhava para a janela e, ficava estralando os dedos.
Eu não sei quanto tempo passou desde que Leah e Lube saíram. Só sei que pareciam horas. Jacob suspirou profundamente me fazendo parar de estralar os dedos e criar coragem para falar algo.
– O que foi? – se era pra falar bosta, ficasse quieta Renesmee. Jake me olhou e apoiou os cotovelos na mesa.
– Nós ficaremos assim até quando?
– As... Assim como?
– Brigando toda hora, discutindo por coisas inúteis – ele abaixou a cabeça e coçou a nuca – Quebrando paredes. – eu queria rir da maneira encabulada que ele havia dito, mas me segurei para não causar mais problemas. – Agora Leah e Luiz estão juntos, acho que podíamos tentar ser amigos.
– Acho que você esta certo. – ele me olhou com um pouco de espanto – Essa cabana não agüentara mais nenhuma parede derrubada. – eu falei rindo e saindo da cozinha, sentindo Jake me seguir. Fui até a sala e me sentei num sofá. Enquanto ele se sentou no outro.
– Acho que primeiro de tudo, devemos esclarecer as coisas sobre ontem. – ele falou se endireitando no sofá.
– Acho que seria uma boa idéia.
– Tudo ocorreu assim: você e Leah beberam um monte. Lube me pediu para cuidar de você. Como eu estava de visita aqui, achei justo contigo, te ajudar um pouco. Você deu encima da minha bunda e disse que só iria tomar banho se eu deixasse você dormir sobre ela. Como você estava insuportável eu acabei prometendo. Você tomou seu banho e me chamou para te ajudar. Em nenhum momento eu vi você pelada. Coloquei-te na cama e esperei você dormir, quando estava saindo do quarto você me chamou novamente, eu me aproximei e você puxou o cós da minha calça me derrubando na cama e se apossando de meu corpo. – ele explicava tudo calmamente. Ele estava certo, era isso mesmo que tinha acontecido. Tudo tinha sido culpa... — Eu não te culpo, eu sou mesmo irresistível!
TUDO TINHA SIDO CULPA DELE. Enchedor de balde de baba, agora ele tinha me tirado do sério. Eu estava pronta para admitir que eu era a culpada, quando ele resolve dar uma de Dogão! Meu sangue ferveu em minhas veias, eu podia sentir meus dentes ficarem maiores, e minha vontade de arrancar sua cabeça era enorme. Hoje teríamos veado assado.
– ERA SÓ O QUE ME FALTAVA! A FIFI dizer que a culpada sou eu. – eu levantei do sofá e comecei a apontar o dedo na sua cara – Tudo bem, eu confesso, eu me embebedei, mas foi VOCÊ que me assediou VOCÊ me viu pelada, VOCÊ que deitou na minha cama. Foi tudo VOCÊ. VOCÊ e VOCÊ! – olhei para suas mãos e as vi tremendo – Mas eu não te culpo, eu sou mesmo irresistível!
– A VAMPERUA PIROU DE VEZ AGORA! – Jacob levantou me encarando, bateu em minha mão que apontava para sua cara e, dessa vez ele apontou a mão dele na minha cara – Você só pode estar se achando a ultima mulher do mundo. Eu nunca assediaria você, eu nem acho você atraente!
– Mas ontem você parecia bem atraído por mim, enquanto me fazia carinho nos cabelos.
– Claro, eu tomei da poção mágica.
– Que poção mágica?
– A poção mágica é o álcool: depois de algumas doses qualquer bruxa se transforma em princesa! – ele riu na minha cara – Aliá, eu nunca teria coragem de te “assediar”. Você estava bêbada. E eu prefiro usar minhas habilidades com outras.
– Pinto é igual a carro, se você não sabe manobrar, é melhor você ter um pequeno. Antes de usar suas incríveis habilidades, acho melhor você fazer umas aulinhas.
– Garota você é extremamente irritante. Eu não sei como alguém consegue ficar contigo! Você é insuportável.
– Aprende uma coisa – eu falei empurrando seu peito para trás – Depois de passar por mim – o empurrei de vez, fazendo-o cair no sofá – É difícil ser feliz com outra mulher.
Ele tentou levantar, mas eu fui mais rápida e coloquei meu pé em seu peito o mantendo preso no sofá.
– Quem é insuportável é você. Eu não consigo acreditar que um dia alguém conseguiria ficar com alguém como você! Você se acha “O Gostoso”.
– Eu não me acho gostoso, mas o que é a minha opinião contra a de milhões? — em seus lábios surgiu um sorriso despretensioso.
Eu estava abrindo a boca para falar, quando senti suas mãos pegarem na minha coxa e me jogarem no sofá. Tentei me soltar, mas estava sendo em vão, todo o seu corpo másculo estava encima do meu, me prendendo no sofá. Uma de suas mãos prendeu os meus pulsos acima de minha cabeça, enquanto a outra ainda segurava minha coxa na altura da sua cintura.
Aquele cheiro amadeirado me pegou desprevenida novamente. Sem conseguir controlar meus atos, fechei os olhos e inspirei profundamente o aroma dos deuses. Abri os olhos e dei de cara com aquela boca perfeita, e com seus olhos escuros. Eu me sentia numa piscina preta quando olhava para eles, poderia nadar para sempre ali.
– Se não fosse pela sua imaturidade, nada disso teria acontecido. – ele disse bem perto do meu rosto.
– Se você não fosse tão irresponsável para sua idade, nada disso teria acontecido. – eu disse, enquanto intercalava olhares entre sua boca e seus olhos.
– Se você não fosse tão irritantemente atraente, nada disso estaria acontecendo. — ele confessou.
– Se você não fosse insuportavelmente gostoso, eu teria sido capaz de me controlar. — e eu entrei em seu jogo.
Fechei o espaço que havia entre nós, colando nossos lábios. Ele ainda prendia meus pulsos. Mas a mão que estava na minha coxa, subiu pelas minhas costas e indo parar na minha nuca.
O beijo estava exatamente, como das outras duas vezes, quente, sedutor e maravilhosamente doce. Só que dessa vez havia algo a mais, era mais que desejo. Eu estava muito ocupada no momento para decifrar aquele sentimento, então resolvi chutar o balde e aproveitar o fruto dos deuses.
A mão que prendia meus pulsos os elevou até que minhas mãos ficassem atrás de seu pescoço. Agora com as mãos livres, Jake sentou no sofá me colocando sentada em seu colo, com uma perna de cada lado. Seus lábios contra os meus, eram mais que perfeitos. Estavam em sintonia perfeita, sua língua quente, assim como todo o resto de seu corpo, me incitava e me fazia apertar-me mais ainda contra seu corpo. Num espaço de tempo para respirarmos, sua boca desocupou a minha e passou para o meu pescoço.
Apertei seus cabelos, quando uma de suas mãos, apertou fortemente minhas costas me fazendo arquear a coluna. Meu pescoço já estava ficando dolorido de tantos beijos e chupões que ele ali depositava.
Puxei seu rosto de volta ao meu, e grudei novamente nossos lábios. Minha maior vontade era de lhe morder o lábio inferior, mas eu sabia que corria serio risco de algo acontecer, então deixei que ele fizesse isso por mim. Eu me sentia extasiada toda vez que ele mordia e chupava meu lábio, eu não tinha palavras para descrever a sensação que eu sentia.
Eu comecei a sentir um leve volume embaixo de mim, e como estava sendo consumida pelo desejo, não resisti e me apertei mais ainda contra seu corpo, fazendo o volume aumentar e alguns gemidos saírem de sua garganta.
Ergui os braços e, deixei suas mãos escorregarem das minhas costas para a cintura e irem subindo minha blusa devagarzinho. Joguei a blusa do outro lado da sala.
Segurei na barra da sua camiseta e puxei-a para cima também, a tirando e a jogando junto com a minha. O choque do seu corpo musculoso e quente contra o meu frio arrepiava o meu corpo inteiro. Eu estava sedenta de desejo, e pela pressão que havia no meu ventre ele também estava, eu o queria para mim. Naquele exato momento. Ali mesmo naquele sofá. Rebolei encima de seu membro o fazendo jogar a cabeça para traz e sussurrar meu nome.
Ele voltou a beijar minha boca ferozmente, passei minhas mãos pelos seus braços e fui descendo pelo seu tórax e barriga definido até achar o cós de sua bermuda, e abri alguns botões. Suas mãos já passeavam livremente pelo meu corpo, e agora abriam alguns botões da minha calça jeans. Eu já estava arfando assim como ele, e num movimento inesperado da parte dele, me abraçou e se levantou do sofá, enlaçando minhas pernas ao redor da sua cintura. Enquanto ele caminhava, eu podia sentir ainda mais a pressão no meu ventre, me fazendo rebolar mais ainda. Mesmo sendo carregada por ele.
– Ness, pare! – ele falou contra minha boca – Assim você me mata.
– Não morre agora. Só depois!
Ele me prensou numa parede, apertando meus seios e beijado furiosamente minha boca. Outra vez com uma mão, prendeu meus pulsos acima da cabeça novamente, dando beijos leves no meu colo. Apertei minhas pernas ao redor da sua cintura, pressionando sua elevação contra meu corpo, arrancando gemidos de nós dois. Tirei meus calçados com meus próprios pés, Jake, soltou meus pulsos e estava me levando para o quarto, quando o telefone toca.
Ele me soltou ao lado do telefone, mas não me deixou livre, me prensando novamente na parede, enquanto eu atendia ao telefone.
– A... Alô?
– Oi Nessie, minha sobrinha linda! Como você esta?
– Ah oi Alice! – Jake largou meu pescoço e começou a descer para os meus seios cobertos pelo sutiã – Eu...Eu estou ótima e você?
– Estou com saudades suas!
– Eu também... — engoli um nó que se formou na minha garganta, quando Jacob abriu meu sutiã pela frente – Também estou com saudades tia.
– Nessie o que você esta fazendo? Esta ocupada?
– Na... – Jake lambia e chupava um seio, enquanto massageava o outro – Ai Meu pai! SIM, SIM, SIM, SIM!
– Sim o que menina? Você esta ocupada?
– Quer dizer... Não tia, não estou ocupada. Alice eu tenho que desligar. A comida irá queimar. Tchau te amo!
Não esperei ela dizer tchau e nem desligar. Desliguei na sua cara, largando o telefone no primeiro lugar que vi. Jacob subiu para a minha boca e me beijou com todo o desejo que tinha guardado dentro de si. Suas mãos na minha cintura e nos meus seios estavam me tirando à sanidade. Não me contive e lhe mordi o lábio, escutando ele arfar. Mas desta vez de dor. E mesmo assim ele continuou a me beijar, depois de alguns instantes senti o gosto de seu sangue na minha boca. O que foi estranho, pois ele era um lobisomem e eu não deveria me sentir atraída pelo seu sangue, mas infelizmente me senti. Doce e amargo ao mesmo tempo.
Eu estava sugando seu lábio, quando percebi o que estava fazendo. Abri os olhos e com minhas duas mãos o empurrei para longe de mim. Infelizmente novamente usei um pouco de força, pois ele atravessou outra parede.
Enquanto respirava profundamente, para não ir até lá e sugar todo seu delicioso sangue, limpei minha boca tentando tirar todos os vestígios do crime.
Jake olhava para mim, um tanto assustado. Levantou-se e segurou-se no resto da parede. Outra parede para concertar, minha mãe iria me matar. Ele fez menção de se aproximar, mas estiquei a mão em sinal de pare. O telefone tocou novamente, respirei fundo, três vezes, e atendi a merda do telefone.
– Alô?
– Nessie, sou eu Lube!
– OH! Olá Lube. Aconteceu algo? – eu não conseguia parar de olhar para Jake, sem camiseta, e com uma parte da bermuda aberta.
– Não aconteceu nada. Mas Leah e eu gostaríamos de saber se Seth, Joe, Nicol, Quil e Claire podem ir ai. Passar uma parte da noite com a gente.
– Claro! – afinal, porque não? Já tínhamos derrubado duas paredes. O que seria uma casa vir abaixo?
– O que houve Ness? Eu lhe conheço. Algo esta errado.
– Jake e eu derrubamos outra parede! – não me contive e ri das situações que estávamos passando.
– Diga para o Jacob, procurar uma psiquiatra. Este trauma dele com mosquitos é preocupante. – Jacob apenas me olhava rindo. Ele estava escutando toda conversa.
– Eu direi. Quando vocês chegam?
– Em menos de 15 minutos.
– OK! Tchau!
– Tchau Nessie.
Desliguei o telefone, jogando em cima da mesa.
– Você esta bem? – eu pedi, vendo Jacob um pouco curvado.
– Eu estou bem. Mas sua casa, pelo visto não.
– Me desculpe, ter te arremessado contra a parede. — falei envergonhada.
– Tudo bem. Eu sei que você sentiu o gosto do meu sangue. Eu só achei que isso não fosse interferir.
– Eu também achei.
Desencostei da parede, e recolhi minhas roupas do chão e segui em direção ao meu quarto. Mas Jacob foi mais rápido pegando em meu braço e me virando para ele.
– Jacob! Isso nunca deveria ter acontecido. Isso pode acabar mal. Isso foi um erro.
O aperto em meu braço afrouxou até sua mão cair ao lado de seu corpo. Estranhamente, dizer aquelas palavras fez meu peito doer.
– Você tem razão Renesmee, isso foi o maior erro da minha vida.
Seu rosto estava curvado numa mascara de ódio. E o meu acabou ficando igual, ao escutar sua ultima frase.
– Não encoste mais em mim filhote de brotossauro Rex.
– Nem se você implorar eu vou encostar em você, vampiranha.
Entrei no quarto e bati a porta fortemente. Escutei ele falar “Foda-se”, e outra porta bater. Joguei as roupas num canto e fui tomar uma ducha, eu precisava tirar o cheiro dele de mim.
Notas finais
Quero mtooooooos reviews!
Beiijooos!
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