Soul Survivor: O homem que sobreviveu ao Nether

7 Capítulo cinco: O despertar de um poder supremo


Notas iniciais
Então... Eu pretendia lançar esse capítulo junto a um de Herobrine: Apocalypse, mas quando eu terminei de escrevê-lo, antes mesmo de conseguir salvar meu computador simplesmente desligou. Provavelmente foi algum dos espíritos que ficam aqui em casa querendo me assustar e mostrar quem é que manda, mas dane-se, eu não tenho medo deles mesmo, até por que se eles realmente fossem os donos da casa eles me expulsavam dela e não me deixariam cooooooooooooooop´[[[789+++++++++++++ooooooop[ Oi, eu sou Sarah Blake, um dos espíritos da casa do L Dewitt, e agora vou ser eu quem vai escrever esses lixos que ele chama de histórias, e agora um capítulo curto, com menos de mil palavras por que é o meu primeiro capítulo em qualquer história.

–Thomas, acorde. – Diz uma voz feminina suavemente em meu ouvido.

–O quê? — Pergunto abrindo os olhos lentamente, meio sonolento e com um pouco de dor de cabeça. – Onde eu... – Eu então percebo que estou acorrentado. – Ótimo, acorrentado novamente*. _Esse escritor está de brincadeira, né? Por acaso ele tem algum tipo de fetiche em me imaginar acorrentado?_

–Agora... Por que não conversamos sobre o que falamos quando nos encontramos da última vez?

–Sobre você ser uma p... – Começo a dizer um pouco irritado

–Opa, atenção na boca garoto. – Mary interrompe me chicoteando. – O que houve, Thomas? Está irritado por que foi pego por uma bruxa inferior?

–Não... Eu só me cansei de estar acorrentado. – Digo, ainda um pouco irritado. – Eu só queria alguma vez acorrentar alguém ao invés de alguém me acorrentar.

–Ah, que triste. – Mary diz. – Acho que estou com pena de você. Pobre Thomas, acorrentado no Nether depois de alguns dias aqui. Acorde, Thomas! Você não é o centro do universo. – Ela diz em um tom irritado. – Lá fora você pode até ser um anjo e um dos bruxos mais poderosos que existem, mas aqui... Aqui você é apenas mais uma alma, e eu tenho todo poder sobre você.

–Na verdade você sempre teve controle sobre mim – Eu dou um longo suspiro. – Na verdade... Até antes de morrer eu faria qualquer coisa por você, mesmo que fosse a coisa mais absurda do mundo. Mas então eu percebi... – Eu faço uma pausa de alguns segundos. – Então eu percebi que você não se importava comigo. Para você eu era apenas uma pessoa que ia ajudá-la a ter autocontrole e não ser apedrejada pelos humanos comuns. E depois que eu matei Locke e descobri a verdade sobre mim eu percebi que não precisava de você. Por que eu descobri a verdade... A verdade. E a verdade é que você não é nada além de um humano evoluído. E essa é a verdade.

–Cale a boca! Você não entendeu? – Grita Mary, tentando me chicotear

–Sinto muito, Mary. – Digo, segurando a ponta do chicote e quebrando a corrente que prendia meu braço direito. – Não dessa vez. – E então quebro o resto das correntes.

–Mas... Como? – Mary pergunta, surpresa.

–Sabe... Você acertou sobre a maioria, mas errou sobre uma coisa. Eu não sou um dos bruxos mais poderosos. – Então o chão abaixo de mim começa a desmoronar, mas eu não caio. Eu e Mary flutuamos como se o chão ainda estivesse lá. Tudo ao nosso redor começa a tremer, e Mary dá um passo para trás, amedrontada. – Eu sou O Bruxo mais poderoso. Eu sou o único dos três supremos que consegue libertar todo o poder, eu sou o único que pode liberar todo o poder de um dos lados do triângulo, eu sou o único que pode voltar. E se eu expandir o lado esquerdo, o desequilíbrio causado só pode ser corrigido pelos outros dois em equilíbrio total, o que só pode ser feito pela união perfeita dos dois outros lados. E, infelizmente para você, nenhum deles está aqui. Já para mim... Eu vou adorar te fazer sofrer. – Digo, partindo para cima de Mary totalmente ensandecido.

P.O.V. MARY

Eu elevei meu poder ao máximo para não ser tão ferida pelo ataque. Mesmo assim, quando ele me acertou eu senti como se Milhões de raios caíssem em cima de mim e em seguida eu fosse jogada de quilômetros de altura, caído ao chão e em seguida todo o chão se partisse e eu caísse no fogo. Após seu ataque eu estava caída no chão, sem conseguir me mover. Era como se todos os meus ossos estivessem quebrados. Eu então pude perceber que ele se aproximava de mim lentamente. Provavelmente queria me humilhar, ou então terminar o trabalho que ele havia começado.

–Por favor, Thomas. Eu só quero sair daqui. – Digo com a voz rouca.

–Sinto muito querida. Você não é o centro do Universo. Eu também quero voltar, assim como todos os outros naquela ponte.

–Por favor, Thomas. Me perdoe. – Digo, chorando baixinho.

–Pelo que? – Thomas diz, meio baixo. – Eu sempre te perdoei, Mary. Para mim você nunca fez nada de errado. Saiba que apesar de tudo, você sempre esteve certa. – Thomas então parecia bem mais calmo.

–Eu sinto muito por tudo, Thomas. Sinto muito mesmo. Me perdoe. – Digo, relembrando os velhos tempos com Thomas, quando eu ainda era viva.

–Sabe... Acho que deveríamos voltar para o ponte antes que sintam minha falta. – Thomas diz, parecendo normal e calmo como quando o vi na ponte

–O...O que? – Gaguejo, confusa. – Você me perdoa? – Digo, voltando a conseguir me mover. Eu então me sento e vejo Thomas parado em pé à minha frente.

–Mas é claro que sim. Eu vou precisar da ajuda de todos. Especialmente a sua. A única pessoa que eu amei em toda a minha vida. – Ele então estende sua mão para me ajudar a levantar. Eu a seguro e ele me ajuda a levantar, então nós seguimos em direção à ponte para encontrar os outros. Juntos.

Notas finais
*Notas do Thomas: Lembrar de matar este escritor e trocar por outro que não fique me acorrentando o tempo inteiro. Não se preocupe Thomas, já fiz isso por você. "Socorro! Me ajuda, um espírito tomou minha casa, alguém me ajuda!" que patético! Gritar não vai ajudar em nada, Luiz... Digo, L Dewitt.